Sempre Contigo.
5 Capitulo 5
Notas iniciais
5 Capitulo
Já era por volta de duas horas da manhã, meus pais já tinham ido dormir e insistiram que Pedro ficasse no quarto de hospedes. Nós dois estávamos na sala assistindo um filme qual quer.
- Boa noite, Pe. Já vou dormir.
Disse subindo as escadas e fui para para a sacada do meu quarto. Fiquei olhando a paisagem da cidade lembrando de tudo oque já tinha aconteci nesses últimos meses. Comecei a chorar. Senti ânsia de vomito e corri para o banheiro. Vomitei. Aquilo era realmente nojento. Quem mando ser inresponsavel, Nicollie? Tirei a roupa e fui para o chuveiro. Tomei um banho quente e demorado, sequei os cabelos e me deitei na cama. Mil pensamentos em minha mente. Impossível dormir assim. Ouvi alguém bater na porta.
- Ta aberta.
Gritei me sentando na cama. Ele entrou e se sentou ao meu lado, sem falar nada.
- Barra besada né?
Acenti com a cabeça.
- Também não consegue dormir, Pe?
- Não, muitos pensamentos, muitas preocupações e uma vontade.
Ele colou seus lábios nos meus. Simplesmente eu não esperava aquilo. Me rendi ao beijo, cada toque seu me causava arrepios, me trazia lembranças..Não somente lembranças de quando o conheci, mas também minhas lembranças de antes. De quando eu tentava conhece-lo a qualquer custo. Parei o beijo derepente e ele me olhou confuso.
- Oque foi, pequena?
- “Lembranças que o tempo não pode mudar”. – Cantei o trechinho da musica que sempre mexeu comigo e me deitei.
- “Foram promesas que agente fez sem pensar” – Ele completou e se deitou ao meu lado.
- “E no final é de você que eu vou lembrar”. – Cantamos juntos o ultimo verso. Rimos.
- Fica tranquila ta? Vai dar tudo certo. Nosso campeão vai crescer forte, saudável..
-Quem disse que vai ser um menino? Vai ser uma menina e fim. – Disse rindo.
- Vai nada. Vai ser um menino pra ir nos jogos comigo.
- Ué, e quem disse que uma menina não pode ir? Inclusive eu vou junto nos do Corinthians.
Nós rimos.
- Acho melhor dormir né?
- Concordo. – Ele me envolveu em seus braços e me deu um selinho. – Boa noite, Ni.
- Boa noite, Pe.
Não consegui dormir direito. Mas pelo menos dormi. Logo de manhã Pedro iria embora, e nos veríamos somente em três meses. Acordei oito horas, e ele já estava acordado, me observando dormir.
- Bom dia. – Ele disse sorridente.
- Bom dia, Pe. – Disse esfregando os olhos. – Que horas sai seu voo?
- Eu tenho que estar no aeroporto dez.
Me levantei e fui em direção ao banheiro, fechei a porta e tirei a roupa. Liguei o chuveiro e comecei a lavar me cabelo.
Pedro Pov’s
Já tinha acordado a algum tempo, e fiquei observando ela dormir. Ela é realmente linda, e odiava que eu a olhasse dormindo, mas eu não resisto.
- Bom dia. – Disse sorridente.
- Bom dia, Pe. – Ela esfregou os olhos. – Que horas sai seu voo?
- Eu tenho que estar no aeroporto as dez.
Ela se levantou e fui ao banheiro. Um tempo depois, resolvi matar uma vontade de dois meses atrás. Tirei minha roupa e entrei no banheiro, ela pareceu surpresa.
- Oque foi? Já te vi nua antes.
Ela sorriu envergonhada, terminando de se enxaguar. Ela abriu a porta do box e eu a segurei.
- Ta indo aonde?
- Pro quarto, já terminei o meu banho.
- Não antes de uma coisinha.
Eu a puxei para perto e a coloquei na parede. Começei a beija-la ferozmente, coloquei minhas mãos em sua cintura e a apertei com força, desejo e vontade. Ela separou nossos lábios e começou a beijar meu pescoço, dando leves chupões no local. Ela envolveu suas pernas em minha cintura, friccionando seu sexo contra o meu. Fechei o chuveiro e a carreguei até a pia. A sentei em cima da própria e a penetrei com um dedo, ela gemeu alto, e então penetrei com mais um dedo. Ela deu um chupão em meu pescoço.
- Que merda Gabriel. Para de me provocar.
Ela disse com a voz falha, totalmente excitada. Tirei meu dedo e consedi seu desejo. Tirei meu membro de dentro dela e fiquei colocando e tirando de dentro com força. Senti meu orgasmo chegando e abri os olhos. Parei de tortura-la e finalmente gozei. Tomamos outro banho –sem malicias- e tomamos o café da manhã.
Bruno nos levou ao aeroporto. Agradeci mentalmente por não ter postado no twitter que estava em Maranhão. O aeroporto estava vazio, do mesmo modo fui meio desfarçado. Ficamos um tempo conversando, até a ultima chamada do voo. A abracei com força.
- Tchau, pequena. Vou sentir a sua falta.
Ela começou a chorar, limpei suas lagrimas e a beijei. Coloquei minha mão em sua barriga.
- Cuida bem do nosso pequeno.
- Pequena. – Ela disse e sorriu atravez das lagrimas. Me despedi de Bruno e entrei na sala de embarque.
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