Sempre Comigo

21 Voltando para ele


Mônica

Quando me deparei estava em frente a casa dos pais do DC, mas eu me sentia vazia sem ele, e com essas lembranças voltando, estava mais perdida do que nunca.
Apertei a campainha com a esperança que ele estivesse em casa. E fui recebida pela minha adorada Sogra.
–Mônica.
Ela veio e me abraços e me examinou de todas as maneiras possíveis.
–Como você está? Aonde esteve?
–Eu estou bem, Dona Keiko o DC está.
–Está sim minha linda, ele deve estar dormindo finalmente.
–Como assim?
–Depois que você desapareceu, ele não dorme e muito menos come.
Fiquei imaginando como ele estava, eu só pensei em mim e tinha me esquecido dele. Senti um aperto no meu coração.
–Posso subir?
–Lógico querida. — quando estava subindo ela me chamou. — Mônica?
–Sim?
–Não suma mais por favor.- ela me olhou com um olhar de tristeza e eu apenas assenti.
Quando abri a porta do quarto, ele estava lá dormindo feito um anjinho e percebi que ele estava com o meu ursinho o Sansão, não consegui não chorar. Ele pensou em mim todo esse tempo e eu sendo uma egoísta.
Sentei do nado da cama, pertinho dele e passei minhas mão em seu cabelo, foi quando ele começou se mexer.
–Mônica! Aonde você está? Volta para mim!
Ele gritava, foi quando me deitei perto dele e o abracei, ele estava sonhando comigo.
–Xiu! Estou aqui.
Tentava acalmá-lo, e ele continuou dormindo, foi quando eu pensei. Será que estou pronta para voltar para ele? Não sei.
Dei um beijo, em seus cabelos e sai do quarto. Dona Keiko não estava mais em casa, e foi ótimo porque pude sair sem ninguém me ver. Voltei para casa da Marina.
–Oi Mah!
Antes mesmo de terminar de cumprimentá-la estava chorando e em seus braços.
–Você o viu?
–Como você sabe?
–Eu te conheço, porque não volta para casa Mônica, longe daqui. Assim poderá pensar e não só isso precisa voltar no médico.
–Não! Não posso.
–Pode sim. Não só isso, você vai faz todos os exames e volta.
–Ele não vai querer.
–Ele não vai querer é te deixar novamente.
Cai em lágrimas, mas era isso mesmo que eu iria fazer.
Quando anoiteceu, fui me encontra com o Cebola antes de ir ver o DC.
–Oi.
–Olá sumida, você está melhor?
–Estou sim.
–Tenho um noticia para você
–Então me fala.
–Consegui um emprego na WorkSinh (Uma das maiores empresas de informática e tecnologia)
–Mas que ótimo Cê. — o abracei- Eu também tenho que te contar uma coisa.
–Fala.
–Eu vou voltar para minha casa.
–Como assim? Você não pode me abandonar de novo.
–Me desculpa, mas tenho que ir no médico.
–Vai no médico daqui.
–Não dá.
–Por que não dá?
–Porque tenho que falar com o médico que me atendeu depois do acidente.
–Você está me abandonando de novo.
–Não estou, logo voltarei.
–Promete.
–Prometo.
Sai da casa em direção a casa do DC.

Do Contra

Estava difícil esse mês, a Mônica sumiu. E eu não faço ideia de onde ela pode estar. E com quem principalmente me preocupa. Ela me abandonou e isso está cada vez me deixando pior, todos os dias que "acordo" se posso dizer isso ela não está ao meu lado, é difícil. Não consigo dormi e quando dormo, tenho pesadelos horríveis.
Hoje depois de conseguir dormi e não só isso, pela primeira vez senti ela comigo, mas quando acordei nada, era só mais um sonho. Estava indo em direção a escada, iria sair para a delegacia, não desistirei de procurar ela.
–Filho aonde está a Mônica?
–Como assim mãe?
–Ué ela não estava com você?
–Mãe essa é uma brincadeira de muito mau gosto, eu não vejo ela faz um mês. — todo esse tempo e só de lembrar disso, comecei a chorar, isso já estava virando rotina.
–Mas ela esteve hoje aqui e...
–Ela esteve aqui, e como você deixou ela ir embora.
–Eu não a vi sair, por isso perguntei cadê ela.
–Não! Não! Ela me largou de novo.
–DC
Corri para os braços da minha mãe e foi lá que fiquei durante todo o dia.
O Nimbus apareceu, mas não queria nada, só a minha Mônica, eu faria qualquer coisa para a ter de volta só para mim, me arrependo de todo o tempo que tive com ela e não aproveitei ou as brigas desnecessárias.
A campainha tocou e eu continuei com o mesmo papinho.
–Ela me abandonou!

Mônica

Apertei a campainha e fui recebida pelo Nimbus e quando perguntei sobre o DC, foi e me apontou a sala. Ele estava sem fala ao me ver ali.
E quando estava em direção a sala, ouvi ele dizer.
–Ela me abandonou mãe!
–Ela não me quer mais...
–Não sei viver sem ela.
Aquilo fez meu coração aperta mais uma vez, Dona Keiko não sabia o que fazer com o filho, mas eu sabia. E agora eu iria cuidar dele.
–Xiu! Vou cuidar de você meu filho.
–Não mãe, eu quero ela.
–Pode deixar Dona Keiko, vou cuidar dele.
Todos da sala me olharam, mas meus olhos estavam em apenas uma pessoa DC, ele estava com os olhos todo inchado de tanto chorar e quando ouviu minha voz, ele ficou pálido e se levantou.
–Linda! Você voltou.
Não era uma pergunta e sim uma afirmação, ele brotou um sorriso e lindo por sinal naquele rosto. O deixando mais lindo, ele correu até mim, e me abraçou e começou a me beijar.
–Você voltou! Você voltou!
–Sim. — dizia enquanto era colocada no chão, ele veio e me beijou eu dei passagem para o nosso beijo e finalmente era um bejo de saudades, de paixão, desejo e ainda mais de amor — Vamos sumir precisamos conversa.
Ele me levou para o quarto e trancou a porta, enquanto eu me deitava na cama com ele.
–Promete que não vai me deixar de novo?
–DC...
–Promete Mônica, senti tanta a sua falta. Promete. Eu te amo tanto.
Quando ele disse que me ama, eu não consegui não beija-lo, e mais do que isso prometer.
–Eu prometo.
–Aonde você esteve?
–Na casa da Marina.
–Na casa de QUEM?
–Marina
–Não acredito,eu te procurei em todos os lugares, e ela não me falou.
–Eu pedi para ela, precisava de um tempo.
Ele veio e me deu mais um beijo daqueles, que tinha desejo, e quando vi já estava, ficando sem minha roupa. Não preciso nem dizer que fizemos amor a noite toda. Meu corpo pedia por ele, mas do que nunca. Mas quando ele se retirou de mim, me sentia fazia.

Do Contra

Acordei e ela continua ali na mesma cama que eu, não estava acreditando que ela estava de volta. E também não sabia como leva-la comigo precisava encontrar com o médico, mas não quero que ela fuja de mim nunca mais.
Ela se mexeu, e me abraçou ainda mais nela. O corpo dela estava já mudado, o peitos estavam inchados e a barriga saliente. Passei a mão, e senti algo mexer, eu senti o meu filho mexer, não acreditava nisso.
–Mexeu!- ops! falei alto de mais, ela acordou.
–Oi? — disse sonolenta.
–Mexeu linda, eu senti.
Foi quando eles mexeram de novo, eu estava com um sorriso muito bobo no meu rosto.
–É o papai meus amor, estou ansioso para ver você.
–Mas que pai babão que você tem.
Eu a beijei, e foi como nunca aconteceu, e aproveitei aquele momento, para pedi para ela para irmos para casa.
–Linda, precisamos voltar. — disse com meu rosto nos cabelos dela, não sabia qual seria a resposta dela.
–Eu sei.
–Você sabe? — fique até assustado.
–Sim, quero ver como eles estão.
Soltei todo o ar, parecia que tinha segurado tudo, por medo dela ir embora de novo.
–Mas DC...
–Sim?
–Podemos voltar logo para cá, quero que meu filho nasça aqui.
Agora fiquei surpreso.
–Por que?
–Porque foi onde o pai e a mãe dele se conheceram, criaram e nasceram.
Como negar um pedido desses.
–A gente vai, você faz os exames, ficamos um pouco em casa e voltamos está bem.
Ela assentiu e eu ganhei um dos melhor beijos de bom dia da minha vida dela.

Notas finais
Eai estão gostando? Porque estou começando a finalizar
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.