Sempre Comigo
17 Mentira
DO CONTRA
Estava sonhando que tudo estava bem, minha Mônica nos meus braços e tudo estava como antes, até que sou atacado pelos meus próprios braços hehehe e vejo ela correr para o banheiro e assim eu sou acordado com um enjoou dela, nosso bebê estava crescendo dentro dela e a médica disse que isso podia acontecer, mas como um bom marido, esperei ela terminar de soltar tudo para fora e enquanto ela tomava banho foi buscar nosso café da manhã.
Nossa manhã estava tranquila, e eu sentia falta de estar com ela, nesse pouco tempo em que chegamos, fiquei mas na casa dos meus pais do que com ela, essa falta de memória a está confundindo e ela está me afastando e tenho tanto medo de perder, então hoje decidir que seria o nosso dia, queria passear com ela, tomar sorvete, assistir um cinema, mesmo que não passe nada de bom, mas se ela estivesse comigo seria a melhor coisa do mundo, ou simplesmente podíamos ficarmos deitado o dia inteiro, a única coisa que me importa é que eu esteja com ela, mas as coisas não são como a gente quer, ela tinha marcado com as meninas e isso me machucou, porque eu só queria um pouco da sua atenção, sair do quarto e fui para casa dos meus pais, resolveria trabalhar um pouco mesmo longe tinha uma agenda a vigiar.
Estava acabando a agenda de Nimbus, quando uma voz bem reconheci entrou pelo quarto era a Magali, se ela estava ali então a minha linda também estaria elas não se desgrudam, desci correndo as escadas até chegar na sala, mas eu não a encontrei.
–Maga já acabou a reunião? A Mô não veio com você?
Ela me encarou confusa.
–DC do que você está falando, que reunião é essa, e a Mônica me disse que ficaria o dia todo com você quando a chamei para ir no shopping.
–Como assim ficaria comigo, ela me disse que tinha combinado de sair com as ''meninas" , então também refere a sair com você.
–DC me desculpe, mas não marcamos nada, e eu estava com as outras, mas a Mô não estava com a gente, será que aconteceu alguma coisa?
–Eu não sei, mas vou descobri.
Sair porta a fora em busca dela, e eu iria a onde eu a tinha visto a última vez, na casa dos seus pais, mas enquanto passava pelo campinho, eu a vi e ela estava entrando no carro junto... Não pode ser, era ele sim o Cebola.
Eu tentei gritar o nome dela, mas nada ela não me ouviu. Eu corri atrás do carro, mas não consegui alcançar, meu coração estava indo embora, não consegui segurar minhas lágrimas, eu a amava, ela era meu mundo e ela estava agora com ele. O pior de tudo ela mentiu para mim, ela nunca mentiu para mim, eu estava sem chão e acabei ficando aonde estava.
Não sei quanto tempo fiquei ali encostado em uma arvore, só sei que ainda era dia e eu precisava falar com ela e então segui para a casa de seus pais.
Quando cheguei Dona Luisa me olhou com espanto.
–DC querido! O que aconteceu com você, entre.
–M-M-Mô . — Não consegui segurar minhas lagrimas e elas escorreram pelo meu rosto.
–DC o que aconteceu com ela, ela perdeu a criança?
Eu não conseguia explicar direito e ela só estava pensando o pior e quando conseguir respirar falei.
–Não aconteceu nada — eu espero pensei — só vim ver se ela estava aqui?
–Não ela saiu hoje cedo.
A única coisa que me veio a cabeça foi ligar para ela, mesmo com o interrogatório de Dona Luisa em minha cabeça, mas o celular dela só dava caixa postal. Mas agora eu ia explicar o que tinha acontecido comigo.
–Hoje ela me disse que ia sair com as meninas, mas depois a Maga disse que não foi, então eu vim a sua procura, o problema que no caminho eu a vi entrando num carro, e ela estava junto com o Cebola, e se ela me abandonar Dona Luisa?
–Meu querido a Mônica te ama e ela estava carregando um filho seu, o fruto do amor de vocês dois.
–Dona Luisa e se a raptou?
–DC ele não faria isso.
–Então porque ela procurou ele, mesmo ela não lembrando ele fez mal a ela, preciso acha-la.
–Você precisa de um banho, ela estava com o Cascão, foi ele quem a veio buscar de manhã, o melhor que temos que fazer é esperar.
Eu sabia que estava em situação precária, então acabei indo tomar banho, sorte que tinha algumas roupas minhas por lá. Quando desci, fiquei esperando ela voltar, ele teria que me contar a verdade o que foi fazer. Quando ouço a campainha tocar vou correndo para porta, esperando que seja ela e graças a deus era.
Quando ela me viu, seus olhos parecia de uma criança que fora descoberta de uma mentira e saiu correndo para o quarto, eu a segui mas não consegui chegar antes dela trancar a porta e eu já estava nervosa sabia que teríamos uma grande briga e ela abriria essa porta.
–Mônica abre a porta!
–Não, vai embora.
–Eu sou seu marido você me deve uma explicação!
–Vai embora.
–Abre logo Mônica.
Eu sabendo que ela não abrir, peguei distância e ataquei a porta, a primeira só o barulho, fui de novo, quando ia tentar a terceira vez Dona Luisa fala comigo.
–DC você está muito nervoso, vai descansar depois vocês conversam.
–Não, hoje ela me deve uma explicação.
Peguei a distância e me joguei pela a porta, e com um barulho enorme a porta caiu, ela ficou chocada a me ver e ver a porta no chão.
–Eu disse que eu abriria.
–Vai embora, não quero ver você.
–Não quer, mas ver o Cebola você corre.
–DC não é o que você está pensando.
–Então me conte o que é.
–Eu precisava vê-lo você não entende.
–Logico você não nada, eu fiquei desesperado quando vi você perto dele.
–Eu precisava.
–Você o ama?
–O que!
–Perguntei se você o ama.
Ela estava ali chorando, mas uma vez. Eu queria abraça-la e reconforta-la, mas cheguei ao meu limite.
–Responde Mônica!
–Não sei.
Não consegui pensar mas sabia de uma coisa, ela tinha que ficar sozinha.
–Está bem, eu vou para a casa dos meus pais, me procure quando souber a resposta.
E assim eu sai dali, não sei como cheguei a casa dos meus pais, porque em nenhum momento eu parei de chorar, queria o colo da minha mãe, porque se eu perdesse ela novamente, meu mundo acabaria também.
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