Semideuses do Zeyggterasu

4 É assim que Semideuses lidam com a dor, eles culpam os outros


Notas iniciais
Hey Du!! Quarentena; deviam ter mais capítulos? Sim. Tenho menos trabalhos de faculdade? Não. Mas, agora, cá estou fazendo o que posso, como posso. Magicamente, para vocês. Sendo assim aproveitem esse capítulo Semideuses :3♥ ~Enjoy

O som voltou após meia hora, mas, pareceu que durou mais de uma hora para quem não conseguiu se comunicar ou fazer sem saber o que estava acontecendo. Era exatamente duas da manhã e grande parte do bairro grego percebeu que o som sumiu. Primeiro por causa do barulho ensurdecedor que acordou alguns moradores seguido do estranho estrondo. A vibração pareceu que levou a audição daqueles que acordaram. A garota ruiva que gritou, respirou fundo, e passou o dedo sobre os seus brincos que tilintaram a deixando incomodada. Ela que estava sentada, se levantou da cama, abriu a janela e olhou para a vista a sua frente.
Da sua janela era possível ver algumas casas e tinha uma excelente vista para o céu; então ela pode ver uma fumaça saindo de onde só podia ser a casa de nº7. Ela se afastou um pouco e fechou a janela em seguida contendo a sua respiração. E sua indignação;

—Ai não... De novo não. – Ela se sentou na cama. – Peter não está em casa... Só pode ter sido aqueles sem noções do Thomas. Ou seja, dois sem noção tomando decisões sem um pingo de logica. – Ela trocou o pijama, por uma camiseta carmim e uma bermuda jeans tudo com muita raiva. Ela desceu dois andares e saiu de casa observando o quanto o céu estava escuro, sem nenhum foco de luz. A rua só estava iluminada por postes que iluminam apenas por chamas em querosene.

—Juan! – Ela chamou se pendurando na cerca da casa ao lado – Está acordado? – Ela fez os seus brincos soltarem um som como ela se tocasse cordas em um violão.

—Natalie! – Gritou um garoto da janela no outro lado da rua. – Ele não vai acordar assim. Você me acordou! – A casa dele era de frente á sua. –Boa noite.

—Boa madrugada. – Ela deu um sorriso para ele. – Você ouviu?

—O que não deu para perceber? Eu perdi um sonho incrível! – Ele parecia indignado, Natalie concordou com o que ele havia dito.

—Desce aqui então. – Ela foi para o meio da rua e esperou o garoto. Ela estava de meias longas no meio da rua, e não tirava os olhos de sua porta; tinha medo dos seus pais acordarem.

—Você me chamou? – Um garoto com piercing na sobrancelha, no lábio inferior e um brinco em forma de asa de pássaro apareceu na janela da casa ao lado da dela. – Se você me chamou... –Houve uma pausa. – Porque me chamou? – tinha os cabelos bagunçados da cor acaju, olhos castanhos claros e tatuagens em forma de asas pelos braços.

—Só para saber... – Ela encarou Juan no meio da rua esperando o garoto da casa da frente. – E sendo sincero; você está com roupa?

—Lógico que ele não está usando! – Exclamou o garoto da casa á frente, seu nome era Gavin; ele usava uma camiseta azul clara, bermuda e estava de sandálias. Sandálias com asas. – Ele tem cara de que está usando alguma coisa?

—Ergh. – Natalie falou.

—Você viu alguma coisa? Além de ouvir? – Perguntou Gavin. Ele tinha os cabelos escuros e os olhos verde claro.

—Responde Natalie! – Chamou Juan.

—Olha pro lado da casa 7! – Pediu Natalie. – Consegue ver algo Juan? – Gavin ficou do lado de Natalie enquanto Juan elevava o pescoço e ia para uma janela mais alta da casa dele. Quando ele chegou nela, respirou fundo e entrou correndo dentro de casa saindo um tempo depois.

—Tem dois corpos jogados ali em frente.

—Corpos? Eu não vi corpos. – Falou Natalie nervosa.

—Corpos? – Gavin levantou as mãos. – Não! Sem corpos! Eu não vou atrás de(...)

Ai meus DEUSES! Socorro!

Um grito pode ser ouvido umas casas á cima. Seguido de outro, e mais um; e se ninguém acordou por causa do estrondo acordou por causa dos gritos. Deixando Natalie, Juan e Gavin confusos e assustados pela rapidez que os gritos foram crescendo.

—Isso não é bom.

—O que vocês três estão esperando? Chamem os filhos da Medicina! – Um garoto, aparentemente mais velho que eles, saiu da casa 6, olhou o cenário de frente a sua casa, então olhou ao redor e viu os três parados no meio da rua.
Ele tinha os cabelos brancos, olhos azuis claros e tinha várias tatuagens com códigos gregos do pescoço aos dedos das mãos. Ele saiu de casa sem camiseta e calça, pareceu bem nervoso antes de se aproximar da casa 7.

—Quais? – Perguntou Natalie nervosa.

—Você não vai gnomo de natal! –Berrou o garoto de cabelo branco. – Esses dois. – Ele apontou para Gavin e Juan. – São filhos de Hermes não são? Vão atrás, dos melhores. Dos que estão acordados de preferência, não acorde ninguém sem necessidade. Por enquanto, não tem essa necessidade.

Gavin fez suas sandálias o levantarem enquanto Juan começou a correr pensando porque não pegou suas sandálias aladas também. Natalie foi ao encontro do jovem que morava na casa 6, seu nome era Piort. Ele estava próximo aos corpos, mas, não chegou perto deles.

—Gnomo de natal? É assim que você chama a sua amiga?

—Primeiro, você parece um gnomo de natal. Segundo, eu ia te chamar de elfa. Mas, a Aspen se parece mais. E terceiro; você não é a minha amiga. No máximo, é uma vizinha. – Natalie ficou sem palavras.

—Você acordou de mal humor, hein.

—Eu nem dormi. –Ele se aproximou de Jhon Leno e tentou entender o que aconteceu com o garoto, ele estava todo rasgado e machucado. – O que poderia ter atacado ele?

—Um elfo?

—Ok, chega. Vocês que moram perto de Peter estão pegando o estranhíssimo dele. – Ele revirou os olhos e olhou para Zachariay. – Tá vendo? Essa palavra nem existe.

Tem um Romano jogado contra a parede da casa 18! Ele tá muito ferido!— Berrou Gavin do alto.

—Romano?

—Mas, o que está acontecendo? – Perguntou alguém saindo de casa.

—Que gritaria é essa? – Resmungou outro semideus.

—Porque tem “não gregos” no bairro grego? – Perguntou o morador da casa 9, que tinha sua cerca ao lado da casa 7.

—Hãn... – Piort respirou fundo, passou as mãos nos cabelos, já impaciente com o tanto de gente que havia acordado e saído de casa para fazer perguntas umas ás outras. – Odeio gente escandalosa. Eu devia morar em outra casa bem longe dessa. – Ele falava para si mesmo enquanto os moradores das casas até a 19 saiam nas ruas. – Tudo bem desesperados! – Exclamou Piort para todos que estavam em pé e na rua ouvissem. – A casa abandonada, a 7; de novo. Só que dessa vez eles mandaram “não-gregos” para cá, como estão notando. – Os que estavam acordados abriram a boca abismados.

—Isso explica o estrondo. –Disse uma garota que morava na casa 8. – O barulho, sem som, quem eu devo socar? – A garota possuía cabelos pretos com machas prateadas e os olhos castanhos claros. – Isso é um.

—Tem um corpo aqui no quintal. – Observou o garoto da casa nove. Ele tinha os cabelos pintados de dourado e os olhos cor de âmbar; ele se pendurou na cerca que tinha um 1.70 de altura para olhar o que tinha de diferente na casa 7. – Ele está soterrado!

—Uou! – Exclamou Piort surpreso. – Não mexa em nada Alois! – Ele se afastou. – Eu não queria mexer com ninguém agora. – Ele parecia muito nervoso.

—O que? Com quem? Piort? – Natalie chamou tentando encostar nele que se afastou bruscamente nervoso.

—Karlan está acordada? – A pergunta parecia desesperada, para quem iria tomar uma medida desesperadora.

—Boa madrugada cria. – Alguém o interrompeu. – No que está pensando Trümper?

—Chamou-nos?

—É muito urgente?

—Aqui estão os filhos da. Medicina. – Disse Juan ofegante; que subiu e desceu a rua correndo atrás dos filhos da medicina, o que seriam os filhos de Asclépio, o deus da Medicina. – Preciso descansar. – Juan sentou no chão perto da casa de Natalie.

Uma garota e um garoto que vestiam camisetas da cor bege-branco, e tinham em mãos maletas de primeiros socorros. Mas, a garota de camiseta bege verde, carregava uma maleta de médico profissional.
A garota de bege-branco tinha os cabelos cacheados, bem ondulados, lindos e pretos com algumas mechas brancas, usava óculos e tinha os olhos castanhos claros, ela se chamava Maria Eduarda. Assim, como seu meio irmão usando o bege-branco ele tinha os cabelos bem cacheados ruivo escuro tipo ferrugem, eles estavam em forma de moicano, seu rosto era cheio de piercing no nariz e na boca; ele se chamava Thomáz.
Mas, a garota que usava a maleta profissional, tinha os cabelos metade vermelhos e metade pretos, seus olhos eram castanhos claros e pelos seus braços tinham tatuagens de formulas periódicas, seu nome era Paola.

Mas, ainda assim, estavam de pijamas.

-Por que nenhum de vocês ficou na casa 18? Lá tem um cara ferido.

—Eu que não ia atender um romano. – Falou Maria Eduarda revirando os olhos cruzando os braços. – Eu não mexo com quem não é grego.

—Ah! – Falou Natalie. – Com licença Duda;

—Filha do Sol... – Murmurou Maria Eduarda. – Não está levantada no período errado?

—Ok! Só tem o Jhon Leno de grego. – Falou Juan cortando o clima.

—Eu posso tirar o que está soterrado aqui Piort? – Pediu Alois.

—Tem gente soterrado? – Perguntou Thomáz.

—A gente sabe porque eles estão aqui?

—O que podemos fazer?

—Pode tirar?

—O que aconteceu com eles?

—CHEGA! – Berrou Piort nervoso. – Cala a boca todo mundo. – Juan, cadê o Gavin?

—Eu não sei.

—Eu estou aqui. – Gavin havia descido a rua com o romano apoiado em um lado do seu corpo, enquanto do outro lado, uma garota loira, com mechas cor de rosa e olhos castanhos claros que apoiava Cedric do outro lado do seu corpo; ela não tinha uma face muito decepcionante ou irritada por ter acordado. Ela aparentava estar preocupada.

—Você sabe que não pode tirar uma pessoa acidentada do local em que ela estava sem a ajuda medica; né? – Perguntou Paola se aproximando de Cedric e o colocando no chão, bem longe do terreno da casa nº7.

—Fui eu quem socorreu ele. Aliás, porque ele está aqui?

—Gente! – Chamou Alois. – O corpo!

—Porra Alois, calado! Mais que inferno! Mais que deuses inúteis nós temos!

Piort se agachou no chão antes de berrar, respirou fundo e depois de aparentemente pensar, correu e foi atrás de onde Alois apontava ter um corpo; juntos tiraram Taboo de dentro da terra, ele já estava roxo e com a aparência de já estar se decompondo.

*

-Eles estavam na casa 07? – A garota com mechas prateadas se chamava Nayanii, era uma caçadora de Ártemis, que tinha sangue de semideusa, mas, preferia servir a deusa; e foi mandada para um recesso por estresse. – Eu achei que não houvesse mais nenhuma opção de ter alguém vindo ver e tentar entrar na casa. Aliás, não havia mais opções disso acontecer.

Os corpos dos quatro, estavam afastados do território da casa 07, todos os semideuses que haviam acordado por causa do barulho estavam lá, ajudando no que podiam para socorrer Jhon Leno, Cedric, Taboo e Zachariay.
Apesar que Jhon Leno, Zachariay e Taboo precisavam de uma atenção mais do que especial. Thomáz, Paola e Duda (Maria Eduarda) não estavam dando conta dos quatro sozinhos. Um ferimento pior que o outro, e se não fossem morrer naquela noite, iam ficar debilitados por um bom tempo.

—Como isso pode acontecer com o meu Cedric? E o meu Taboo? Assim...

—Karlan, menos drama... – Piort chamou a atenção da cor de mechas cor de rosa. – Escutem; tudo isso aconteceu por causa daqueles três...

—Não. – Retrucou Natalie. – Brenton está de recesso. Ele está em casa.

—Ele está falando do Cullen! – Resmungou Juan. – No caso, Nguyen, Sparks e Cullen.

—Eles sabem que não podem mandar semideuses de outros bairros, que não seja o seu próprio. – Reclamou Alois. – Ou seja, só gregos no bairro grego; romanos no bairro romano e assim por diante.

—O que a gente faz agora Piort?

—Porque estão perguntando pra mim?

—Porque você tem dado ordens para gente desde que a gente fomos acordados madrugada.

—Independe se foi o estrondo... – Falou Gavin.

—Ou o grito da Karlan... – Sussurrou um garoto de pijama cor de vinho. – A garota o encarou.

—Você só está chateado por que o grito não foi por e para você.

—Chega! – Berrou Nayanii. – Para de se sentir Karlan.

—Isso mesmo! — Exclamou Piort apontando para a loira. – Você disse-me tudo que eu precisava para raciocinar.

—Disse?

—Você errada ou certa; vai ir nos bairros atrás dos Monitores deles e trazê-los aqui.

—A gente não aprendeu nada né? – Resmungou Thomáz. – Porque ir atrás dos Monitores?

—Não dá para tirar eles daqui sem se ferirem mais. Não dá para leva-los para o colégio a tempo porque o caminho é longo. E se eles virem seus próprios moradores aqui, nesse estado...

—Vai dar muito errado. –Murmurou Alois quase dormindo na calçada. – E é isso que a gente vai querer? Sermos responsabilizarmos pelos ferimentos deles?

—Nós os ajudamos. Não os mandamos para cá! – Exclamou Duda dando outro ponto no pescoço de Jhon Leno; não tinha como juntar toda a pele que fora arrancada, mas, podia fechar os pontos nos locais mais letais. – E sempre os aconselhamos a não ir na casa 7. Sibila de Cumas mesmo disse que s casa 7 não era um bom lugar para se estar!

—Vocês estão entendendo o meu raciocínio? – Perguntou Piort percebendo que ele não estava errado. – E Karlan consegue muita gente dos outros bairros. – A loira sorriu. – Creio que eles ficariam sem reação sobre tais regras que os seus semideuses foram submetidos.

—Errado você não está Trümper... – Riu Nayanii se sentando na calçada. – Eu aceito essa confusão entre Semideuses.

—você pode ir Katherynne Karlan? – A loira olhou para os corpos no chão. – Nós vamos cuidar bem deles.

—Já os estávamos fazendo. – Disse Duda. – Disse de modo como se não estivessem sendo bem cuidados.

—Eles vão continuar sendo bem cuidados.

—Presta atenção no que você está dizendo Piort... – Começou Juan. – Não parece ter lógica.

—Ah! Lógica? Olha como eles estão, eu tirei esse daqui de dentro da terra. Á quanto tempo ele devia estar aqui? E se fossem mais? Mais semideuses? Outras alas? Outros bairros? Ninguém entro em contato com a gente. Se não fomos acordados pelo nosso instinto, eu te garanto que ninguém estaria ao menos respirando.

—Principalmente o Taboo. – Disse Katherynne. – Eu estou com medo por ele. – Eu vou, sem nenhum contra.

Só que...

Um vento frio de arrepiar a espinha pode ser sentido vindo do chão, e a voz que foi ouvida pareceu ecoar ao redor deles como vento, vindo de todos os lugares, apagando todas as luzes ao redor, sendo todos tomados pela escuridão de uma vez por todas. A voz incomodava e era profunda. Assustadora por sinal.

—... Eu discordo plenamente disso. O que vocês gregos acham que estão fazendo? Isso vai virar um presente de grego é? Logo vocês? Não somos bons o suficiente?

—Dolley? – Katherynne perguntou olhando para cima, para os lados, procurando alguém na escuridão. – É você?

Não é bom chamar os deuses de inúteis. Discordo dessa sua mentalidade de querer uma guerra.

—Dolley? Eu sei que é você! – Falou Katherynne procurando de onde vinha a tal voz.

—Pelos deuses, você conhece todo mundo. – Falou Nayanii nervosa. –Você desonra a nosso gênero feminino, desse seu jeito ultrajante e vulgar. – Katherynne não pareceu se ofender só a olhou com desdém.

E porque ela não me conheceria?— A fala assustadora era de um garoto que apareceu perto da casa de Natalie e seguia pelo lado que não tinha muita iluminação.

Um garoto, com cerca de dezenove anos, com cabelos metade preto, metade branco presos com um laço caminhava em direção á eles. Ele tinha os olhos azuis, brilhantes, assim como muitos outros moradores, tinha inúmeras tatuagens, que não era coloridas; eram runas gregas em volta de seu pescoço, pelo se peito e ao redor dos ombros. Ele estava sem camiseta, mas, usava um colete preto e calças de pijama cinza escuro. Ele era bonito, alto, com uma aparência de cansaço e frustrado. Talvez pelas palavras, absolutamente mal humorado.

—Brenton! – Resmungou Piort com desdém.

Piort...— Resmungou o tal Brenton, que quanto mais se aproximava mais fazia os demais se afastarem. Até que ele parou na frente da casa nº7 e olhou para ela por um momento. A única que não se afastou foi Katherynne, ela estava perto de Taboo e Cedric, mas, olhava para o garoto vez ou outra. – Sim Karlan; sou eu. – Respondeu para a loira. – Sem nenhum contra Katherynne? A casa se defendeu! Nórdicos, japoneses, romanos; e um grego ajudando eles? Para entrar? Atrás do Quadro? Quem ficaria com o Quadro se ambos o achassem? Os gregos? Romanos? Japoneses? Nórdicos? Depois da meia-noite ninguém sai para nenhum lugar.

—Olha quem fala; você está aqui. – Disse Piort com sarcasmo.

—Sempre estou. – Brenton se aproximou de Jhon Leno e o olhou, o analisando. – Ergh. – Ele se afastou colocando a mão no nariz.

—Uh, o sangue te incomoda não é? – Provocou Piort.

—Ah cala a boca Pioter! – Falou Paola irritada. – Se ele se incomoda com o cheiro de sangue você não vai ficar tirando uma com a cara dele!

—Não é para me defender Peregrym, eu sei fazer isso. Mas, mesmo assim, obrigado. – Respondeu Brenton vendo Paola dar um sorriso tímido para ele. – Você não pode tomar uma decisão sem noção sem ter uma votação.

—Eles perguntaram o que fazer; e pra mim, os seus primos são muito sem noção junto com aquele Cainan que é um derrotado, enviar Semideuses fracos para uma missão suicida. – Brenton observou o estado do corpo de Zachariay e colocou a cabeça nos ombros. – O que eles pensaram em colocar um Filho do deus da Morte para ser monitor de todos os Gregos?

—Não precisam de um filho do deus da Guerra para monitorá-los se é o que quer ouvir. –Disse Brenton. – E só para revisar... Taboo, Cedric e Zachariay não são qualquer Semideuses; eles são Monitores de suas respectivas alas. Só o Jhon Leno que não é Monitor. Mas,

—Ele ganhou o Torneio Mitológico três vences consecutivas desde. – Falou Nayanii. – É de se surpreender o modo deplorável que ele está.

—Empusa; foi uma empusa que o deixou nesse estado “deplorável” – Ele fez aspas.

—Empusa? – Perguntou Gavin intercalado o olhar entre Brenton e Jhon Leno. – Aqui? Mas...

—São criaturas com garras afiadas, aladas que sugam sangue e comem carne. Se é isso que quer que responsamos; caso você tenha se esquecido o que são.

-Ah...

—Então Brenton... – Chamou Paola. – Eu não sei o que você quer fazer, mas, pense em algo. Zachariay está com umas costelas quebradas e com certeza perfuraram o seu pulmão e...

—Vocês não podem fazer nada?

—Estamos fazendo tudo o que podemos aqui senhor. – Falou Duda com ironia.

—Eduarda; que tal ajudar outro Semideus? Tem quatro e você só está com (...)

—Eu me recuso á ajudar outros que não sejam gregos. Se quiser ajuda, chamem outros filhos de Asclépio; ou me expulsem. Você não pode me obrigar á cuidar de alguém que eu não tenho empatia.

—Mas você não conh.

—E principalmente que não seja grego. – Brenton respirou fundo.

-Obrigada pela ajuda então; Annesting. – Ele se virou para Paola. – O que podemos fazer com o Zachariay?

—Eu não sei.

—Ah! – Katherynne gritou se aproximando. – Cedric! Ele está se mexendo. – Thomáz tenta se aproximar do corpo, mas Katherynne não o deixou se aproximar emburrando o garoto. – Sai! Ele caiu na minha parede!

—Calma Karlan. – Disse Brenton se aproximando de Cedric e se curvando para olhar nos olhos do garoto que estava tomando consciência e tentando se levantar. – Harrington, como você está?

Cedric se sentou e olhou em volta; ele parecia ser o melhor de todos em circunstâncias de ferimentos; mas, no mesmo momento seu olhar ficou vazio e escuro. Onde ele acabou sendo arremessado no ar novamente assustando todo mundo.

—Mas que porra. – Antes de Piort terminar de falar Brenton tampou a sua boca e olhou para Nayanii e Katherynne e começou a sussurrar.

—Shhh. –Ele pediu silencio. -“Vão atrás de Antonie Fabiaan; ele é um romano filho de Esculápio. Fala que eu estou chamando ele, vão pela floresta vocês chegam no bairro romano se irem à esquerda. ” – As duas se levantaram para obedecer as ordens de Brenton. Ele olhou para Gavin e Juan. – “Jae Ronswell é filho de Susanoo; ele nunca dorme, tragam ele aqui. Se forem sempre reto chegam ao bairro japonês pela floresta. ” — Ele depois olhou para Thomáz, cutucou Alois que já estava cochilando e foi acordado. – “Gustav McMahon, ele é o filho de Odin; coisa rápida, sei que vocês conseguem.

Piort tirou a mão do garoto de sua boca e o encarou.

—E eu?

—Você junto com os outros tentem pegar Cedric. Ele vai cari uma hora ou tra.

—E você? O que você vais fazer? – Perguntou Piort irritado.

—Fala baixo, ainda tem um espirito ruim aqui. As garotas cuidam dos corpos, os garotos pegam Cedric e eu? Eu vou atrás dos meus primos irresponsáveis. – Brenton olhou ao redor e Piort o encarou.

—Onde?

-No colégio. Façam o mínimo de barulho o possível.

O grito de Katherynne pode ser ouvido da floresta, Piort riu.

—Achou meio difícil, o mínimo de barulho agora.

—Não era nem pra eu estar na rua agora. – Falou Brenton subindo a rua em direção ao colégio de onde os feridos tinham vindo a algumas horas atrás. — Vê se não reclama, eu poderia ficar na minha casa.

—Porque não ficou? Ninguém te chamou.

Antes de Brenton se voltar para falar alguma coisa com Piort, Cedric finalmente caiu, dessa vez dentro da casa de nº7.

—Merda. — Murmurou Alois.

Notas finais
♥Eu sempre direi; estou aqui para vocês. Lady é o meu nome, a minha imaginação é extremamente expansiva e criar é o meu sobrenome♥ ~♥~Um Beijo da Autora. ~♥~