Semideuses do Zeyggterasu
6 Trancados em um cenário de terror
Notas iniciais
*Bairro Japonês
—Sim; — Dizia Jae sorrindo preparando alguma coisa. Ele estava vestido com um quimono azul escuro e, Juan e Gavin também; do nada. – Temos tempo para um Chanoyu.
-Um o que? – Perguntou Gavin em pânico. Eles estavam amarrados e sentados de frente á Jae do espírito que estava do lado dele.
—Uma reunião do chá. Uma cerimônia do chá. – Esclareceu Jae.
—Jae, é sério... – Começou Juan se debatendo com as cordas bem amarradas sobre o corpo. – Não temos tempo(...) Na verdade, nós temos.
—JUAN!
—Nós temos. Mas, o Uchimura não. – Jae colocou quatro tigelas na frente deles, incluindo o menino. Mas, Jae parecia não estar escutando.
—Nãooo... – Murmurou Gavin. – Isso é doce? – Ele começou a rir de nervoso. – Ronswell! A gente tem que levar você! Se você não for conosco, vamos sem você!
—Ele pode morrer. Não viemos aqui á toa! – Disse Juan.
—Eles tão falando muito alto. Eu não gosto de quem fala muito alto. – O espírito-criança reclamou com Jae que olhou pacientemente para ele. Na verdade, o menino parecia muito incomodado com os filhos de Hermes na casa dele.
—Vocês têm que se acalmar e entrar em tranquilidade e harm.
—Eu quero sair dessa casa am.
—Cala a boca! Não pronuncie nenhuma palavra. – Jae falou irritado e em seguida olhou para o menino. – Que tal esconde-esconde? O mais bem escondido que você conseguir?
—E o chá?
—Eu vou te achar para o chá. – Ele fechou os olhos. – 1, 2, 3, 4, (...) – Ele contava em japonês e antes de falar o cinco, o menino atravessou o piso e sumiu. – 7, 8, 9, 10. – Ele olhou para os filhos de Hermes e seus olhos pareciam ter ficado foscos e escuro do prateado que viram quando o encontraram. – Eu disse que sem a reunião eu não ia á lugar nenhum. Não quero saber quem e nem o porquê. E vocês concordaram!
—Mas, não concordamos em vestir esses vestidin(...)
—Quimonos. – Ele corrigiu. – Isso é o que todos os participantes da reunião devem usar!
—Foda-se; nem concordamos em tomar chá.
—E nem muito menos precisavam falar qualquer atrocidade contra ou contra o menino. – Jae falou.
—Tu tá ligado que ele é um.
—Calados! Calem a boca, seus boçais! Ignorantes! Toscos! Privados de inteligência! – Ele berrou nervoso. – Se não se comportarem e não se desculparem; eu só não vou ir com vocês, como também eu vou tornar a vida de vocês em um pesadelo; em um verdadeiro conto de horror de meia-noite numa sexta-feira 13; como vocês nunca chegarão em casa quando entrarem na floresta. – Ele bateu uma mão na outra. – Vou procurar ele e já volto para começar a reunião.
Houve um silêncio quando Jae saiu da sala e eles começaram á tremer de novo.
—A gente vai morrer! – Falou Juan. – Fomos amaldiçoados. Ele tem um espirito de estimação e ele se escondeu. Eles vão nos matar aqui dentro ou lá fora. – Ele começou a chorar.
—Eu vou entrar em pânico.
—Nada disso ia acontecer né Gavin? Oia aí a merda que gente tá. – Reclamou Juan
—Nada do que tu disseste ocorreu. Então; é novidade. Vai ter uma história pra contar.
—Foda-se; eu quero sair daqui.
—Mas, ele disse pra vocês não saírem. – Disse o menino do lado de Jae.
—Ah, eles não vai sair... Não agora. — E ele deu um sorriso torto, e assustador.
—Nem nunca mais... – Sussurrou Juan para ele mesmo.
*Do Bairro Grego para o Bairro Nórdico:
—Estão me dizendo que tem um nórdico no bairro grego e é por isso que vocês estão aqui?
—Sim.
—O nome dele é Taboo. – Falou Alois tranquilamente.
—E o sobrenome é Harding. – Disse Thomaz.
—E porque eu?
—Na verdade...
—A gente não sabe.
—Ah...
Gustav McMahon tinha os olhos cor avelã (castanho esverdeado). Todos os filhos de Odin tinha olhos com heterocromia, pelo fato de Odin ter dado um de seus olhos para adquirir sabedoria; todos menos Gustav, os seus olhos eram incrivelmente belos e da mesma cor.
Quando Thomáz e Alois chegaram no Bairro Nórdico, eles não sabiam onde Gustav morava, apenas que ele era filho de Odin. Então pela lógica ele devia morar em uma das três primeiras casas. Com na primeira e segunda casa não tinha ninguém em casa; foram para a terceira; e triste decisão terem confiado em qualquer um. A casa era da filha de Balder; que aparentemente era uma simpática garota de cabelos loiros platinados. Ela disse que Gustav morava na casa 23, então eles agradeceram e foram para a casa de Gustav. Porém, aparentemente, a filha de Balder avisou á sua irmã, que é filha de Loki, que McMahon abriria a porta. Quando eles entraram para conversar com o nórdico, uma jovem de cabelos pretos com mechas roxas, entrou na sala e jogou cimento de secagem rápida neles. Eles estavam petrificados na sala; os três conversavam um olhando para o outro, enquanto recebiam ajuda para saírem dali; até Jasen LaCroix, um filho de Loki estava ajudando á quebrar o cimento e tirar os três do tal “aperto”; se de princípio tivessem ligado para Brenton, não estariam naquela situação.
—Tem certeza que foi a Marcy?
—Com certeza, a própria Kalinowski. – Disse Gustav para uma garota de cabelos cinza. – As duas né? Kesha deve ter avisado pra ela. – Ele olhou para os gregos. – Eu sinto muito pela surpresa. – Ele sorriu sem graça. – Filhos de Loki...
—Ah... – Thomáz deu uma risada. – Sabemos como é; os filhos de Hermes também são muito travessos. – Alois concordou.
—Uma vez, algum deles grudou um filho de Ares no galho da Yggdrasil com uma super cola. – Alois riu. – Ares se zangou pra caramba.
—Ah, eu lembro disso. – Falou a garota de cabelos cinza, Destiny era o seu nome; ela gargalhou. – Como Odin ficou furioso com Ares.
—Luta épica! – Disse Jasen.
—Foi horrível! – Disse Gustav. – Eu e ... – Ele ficou em silêncio. – Aquele lá, tivemos que duelar.
—Mexe a perna douradinho... – Disse uma menina com os cabelos vermelhos e com os olhos cada um de uma cor; ela sorriu para Alois que sorriu de volta, e mexeu a perna se soltando completamente.
—Uruh! – Porém, ele logo caiu no chão.
—Alois! – Berrou Thomáz.
—Demetrina! – Gustav chamou a atenção da garota. – O que você fez?
—Nada. Ele só ficou mole... – Alois sorriu para a garota. – Igual maria-mole.
—Eca! – Exclamou Gustav. – Para! Para! Não! Aqui na minha frente não! – A garota riu.
—O irmão está com ciúmes... – Falou Alois ficando em pé
—Ah, ele ficou. – Disse Destiny.
—Pelos poderes do martelo... – Falou Jasen. – Eu vou liberto.
—Arah! – Terminou Destiny, que junto com Jasen baterem no cimento assim deixando Thomaz e Gustav livres do cimento em alguns minutos depois.
—Vamos? – Perguntou Thomáz á Gustav estralando as costas. – Eu não sei como Taboo está.
—Só que eu não sei nada de medicina, porque eu tenho que ir lá? Eu também não sou Monitor dele; eu não sei o porquê tenho que ir. – Ele parecia confuso.
—Nem nós. – Falou Alois. – Thomáz é filho da medicina e cá estamos nós. Não sabemos o que está aconteceu, o que ocorreu... Eu só sei que estava ouvindo minha sinfonia quando tudo ficou mudo e.
—McMahon! – Uma garota com aparência de vinte anos com os cabelos naturalmente prateados e olhos azuis bateu a porta e encarou Gustav.
—Uih... – Jasen soltou o martelo. – Ela chegou.
—Sutterer. – Falou Gustav levantando as mãos enquanto a menina entrou na casa e colocou um papel na mão do garoto.
—Harrington? Taboo? O meu irmão? Esse é o meu Taboo? – Gustav não conseguiu responder, não conseguiu ver o que tinha no papel e ficou quieto. – Me responde McMahon! – Ela berrou. Todos os que estavam na sala se afastaram dos dois.
—Espera. – Ele abriu o papel sem saber o que fazer, olhar para a garota ou o papel, ele abriu o papel:
“E Harrington tomará a frente da rosa dos ventos.
A morte chamará Taboo a olhar para frente em um acesso de curiosidade.
E no instante de pânico ao lado da Vitória.
A morte pisará em sua cabeça, o enterrando e ele morrerá.
Porque a cria com olhos da mesma cor, não o ajudará. ”
Ele olhou para Sutterer.
—O que?
—Filho de Frigg. – A garota disse irritada, ele ia falar algo, mas, ela não deixou. – Faz uns treze minutos que eu recebi a mensagem por uma coruja e tentei traduzir de versas maneiras. Rosa dos ventos, morte chamando, curiosidade, pânico, vitória, enterro, morte e VOCÊ NÃO AJUDARÁ? – Ela colocou o dedo no peito de Gustav que aparentemente se machucou com aquele toque.
—Aan... – Demetrina ia falar algo, mas a jovem a fuzilou com os olhos, ela se calou. Mas, levantou a mão. – Esses dois sabem do seu irmão.
—Sabemos? – Alois encarou a garota nervoso.
—O que tem o meu irmão? Você vai filho de Odin com olhos da mesma cor, vai ajudar ele! Ele não vai morrer! Eu vou com você!
—Mas, eu... – Ela empurrou Gustav no chão e foi em direção á Alois que se encolheu na parede.
—O que aconteceu com o meu irmão? Taboo Harrington, o que ele tem? Ele vai morrer? – Alois olhou para Thomáz. – Fala!
—O médico é ele! Eu só tirei ele de dentro da terra. – Ele se agachou no chão. Antes que ela se aproximasse, Thomaz levantou os braços.
—Ele tava soterrado debaixo da terra, no terreno da casa nº7; no Bairro grego. Eu socorri ao máximo que consegui. Ele estava frio, sem pulsação, e antes que eu pudesse ajudar mais; tudo ficou escuro e fui mandado para pegar ele.
—E o que vocês estão esperando? – Ela empurrou Thomáz também e pegou o braço de Gustav. – Vamos!
—Mas, eu não sei no que serei útil... – Ela encarou o garoto.
—Problema seu. É meu irmão. Nós vamos, se te chamaram, algo de útil eles sabem que você pode ajudar!
—Willow... – Destiny chamou. – Muito fofo isso tudo, de você querer proteger o seu irmão, mas, já se esqueceu que o que os filhos de Frigg escrevem sempre ocorre? – Ela pegou o papel da mão de Gustav e esfregou na cara da garota de cabelos prateados.
—Ele morrerá, SE Gustav não ajudar né? Ele vai! – Gustav era forte, ele obviamente venceria Willow, mas, ele parecia respeitar a jovem; grossa e mais velha. Porém, apesar disso, ele sabia que não teria utilidade nisso.
—Willow... – Ele não andou junto com ela, parou mesmo que ela o puxasse. – O que eu poderia fazer?
—Você é inteligente. Se vira!
—Aan.. – Jasen levantou a mão. – Marcy está fazendo pegadinhas com Gustav.
—Ela que venha. – Ela segurou no braço do garoto. – Que eu irei esmurrar a cara dela. E nisso ela avançou em direção ao Bairro grego.
Alois ficou atrás e em silêncio foi acompanhando os nórdicos na frente, ele cutucou Thomáz.
—“Vamos nos atrasar, seremos os últimos á chegar lá, dúvida quanto? E o caminho é o mais longo. ”
—Duvido que sejamos; 17 esmeraldas. – Sussurrou
—Nossa Tumass...
*Bairro Grego:
—Como assim o Juan e o Gavin não chegaram? – Natalie encarava Nayanii e Katherynne, que haviam trazido não só um, mas, dois romanos. – Esses bairros não são tão longe. – Enquanto Katherynne encarava Thomáz e Alois que estavam bem atrás dos nórdicos. – E eles são tão rápidos, senão os mais rápidos.
—Ignora ela; cadê o Cedric? – Perguntou Luco que estava acompanhando Mathew.
—Ignora eles, cadê o meu irmão? – Perguntou Willow se dirigindo á Natalie que estava no começo da rua.
—Bom... – Thomáz bateu as mãos. – Eu ganho 17 esmeraldas, não fomos os últimos...
—Quem me chamou aqui? – Perguntou Mathew olhando em volta.
—No que eu vou ser útil aqui? – Murmurou Gustav olhando em volta.
—Cadê o Cedric? – Luco perguntou novamente, e aparentemente foi aí que Willow o notou.
—Seward?
—Sutterer? – O romano a olhou de cima a baixo.
—Sutterer? – Katherynne a encarou também.
—Hã; Kar... – Ela nem terminou de pronunciar o sobrenome e a ignorou estralando os dedos. – Cadê o meu irmão? – Natalie apontou para a rua. – Ela puxou Gustav pelo braço e foi para perto dele junto com os outros dois semideuses inconscientes no chão.
—Certo... e o Cedric? – Natalie apontou para a casa nº7.
—Como assim? – Falou Mathew surpreso.
—Que? – Luco ficou confuso.
—Gente... – Disse Alois lentamente colocando a mão no queixo devagar, com a expressão abismado. –Como ele foi parar lá? Caraca, gente... Não brinca. Alguém já entrou lá?
—Você é muito tranquilo, não é? – Falou Willow o encarando, ele acenou positivamente.
—Você acostuma. – Disse Natalie. – Não; ninguém entrou lá ain.
—Cedric está em uma casa amaldiçoada? Não acredito nisso; que irresponsáveis, eu vou lá. – Porém, Alois esticou o braço, segurou em seu punho e como se fizesse uma dança, e o tirou da calçada da casa 7 e colocou-o no meio da rua. Luco ficou vermelho e deu um empurrão no garoto.
—Não vai. Ninguém sabe entrar nessa casa. – Disse Alois e Natalie o encarou sem entender nada.
—E você por acaso sabe? – Perguntou Nayanii debochando do garoto, ele sorriu.
—Sim; eu entro naquela casa direto. – E sentou na calçada e se espreguiçou. – Tem que saber entrar nela, como o fazer, sem ferir, machucar ou roubar. Coisas ruins acontecem se não se sabe entrar em qualquer lugar. – E ele deitou novamente na calçada.
—Está dizendo que você entra na casa porque sabe? E que eles foram feridos porque não souberam? – Perguntou Willow nervosa do lado do irmão.
—Em qualquer lugar... Jhon Leno mora nesse bairro, ele saberia entrar nela sem se machucar; agora olha o estado dele. – Apontou Nayanii.
—Ele foi atacado por uma Empusa; mas, mesmo assim como... – Antes de Natalie continuar a pergunta, Piort, e Brenton apareceram com alguns machados e cordas junto com mais três semideuses.
—Que putaria toda é essa? – Exclamou Brenton. – Que tanto de gente é esse?
—Você que mandou chamar eles aqui. – Começou Katherynne.
—Tem quatro pessoas, duas para cada dupla, e eu chamei um! Um pra cada dupla!
—Até parece que eu ia deixar ele vir para cá com essas duas e depois voltar sozinho. – Falou Luco encarando Brenton.
—Se eu não viesse, ele não vinha. – Falou Willow do lado de Gustav, que continuava confuso sobre no que poderia ajudar, Taboo estava pálido, frio; mas, não estava com terra no rosto, na boca nem no nariz, apenas no corpo e nos cabelos.
—Mas, que? – Perguntou Brenton.
—Eu hein, tá todo? – Perguntou Katherynne irritada. – Perdeu a memória ou coisa assim? Seu... – Houve uma pausa. – Stulo
—Stultulo. – Corrigiu Luco sem olhar para a garota. – Tudo bem, como vamos salvar o Cedric?
—Como o meu irmão ficou assim? O que ocorreu? Como deixaram isso acontecer? – Perguntou Willow novamente irritada, Gustav ainda estava sem entender porque estava ali, apenas olhando Taboo.
—Cadê o Gavin e o Juan? – Quando Natalie começou á perguntar novamente Piort revirou os olhos e passou a mão no rosto como se fosse dar um soco na garota.
—A gente não sabe! – Disse se dirigindo á Luco. – Não fazemos ideia! – Falou se dirigindo á Willow. – E os dois... Cadê eles Dolley? – Ele berrou fazendo Brenton se virar o olhando sem entender o comportamento do garoto.
—Eu mandei eles para buscarem o Jae Ronswell... – Houve um silêncio.
—Não... – Falou Mathew. – Você não fez isso; Jae? Ele é maluco. Ninguém mexe com ele. E todo mundo sabe disso, menos você.
—Como? – Natalie começou a ficar nervosa; novamente. – E eles são os mais rápidos; como assim ele é maluco? – Mathew olhou para o céu evitando responder a pergunta.
—Eu vou esperar para poder atender o Cedric quando ele chegar. – Ele olhou para os três corpos no chão, apenas Paola estava lá cuidando dos corpos; como Duda não podia fazer mais nada por Jhon Leno, e não queria cuidar dos outros, foi atrás de outros filhos de Asclépio; porém, ele não voltou. – Na verdade, eu vou ajudar aquela ali. – Disse ele se aproximando de Paola.
—Cuidado com aquele ali, ele está com todos os ossos quebrados. – Thomáz se aproximou também.
—Bom; agora tem três médicos para três pacientes. – Paola o encarou.
—Não estou mentindo.
—Vamos entrar e salvar o Cedr. – Antes de Brenton falar alguma coisa Alois se levantou e mexeu os braços os interrompendo. – Que é?
—Eu vou entrar e salvar o Harding. – Disse Alois dando um rodopio na grama.
—Não. – Luco riu, quase gargalhando. – Ele? Você? Não douradinho...
—Eu e Piort entramos e saímos dessa casa sem nada nos machucar. – Todos olharam para Piort e em seguida para Alois.
—Não! – Berrou Piort. – Moramos na frente daquela casa! Pelo amor de Hera!
—Ninguém pensou em nada. – Falou Thomáz rindo. – Você que está se entregando.
—A gente mora colados com essa casa. Eu entro nela para pensar. – Ele berrou irritado.
—Ótimo, então entre vocês dois e tragam o Cedric. – Alois o interrompeu de novo.
—Não. Se chegarmos até lá onde ele esteja; temos que sair de lá. – Ele apontou para o sótão. – Ou seja, dali; não dá para voltar.
—A casa de vocês é tão grande e vocês entraram em casas abandonadas para fazer sei lá o que... – Disse Nayanii.
—Hey! – Mathew chamou a atenção deles. – Precisamos de algo para aquecer e algo para estabilizar o Taboo! – Willow se afastou com tudo do irmão.
Gustav respirou fundo, havia um que aparentemente estava com os ossos quebrados, Taboo estava com hipotermia, outro estava todo remendado e não sabia como o outro estava. E aquilo incomodava ele, no que ele podia ser útil? Porque Brenton chamou ele? O que ele podia fazer?
—A gente precisa cobrir eles. – Ele disse para Thomáz. – Os três, principalmente o Taboo; eles precisam se aquecer, já que estão todos de pé, deviam pegar um colchão e colocá-los neles, ou o melhor; levar pra casa de alguém. Eles não podem tomar mais friagem, deixa o Alois resgatar o outro, e se alguém realmente estiver mesmo preocupado com os outros dois; manda alguém atrás deles.
—Você acha que é quem para dar ordens? – Perguntou Brenton encarando Gustav. – Nem desse bairro você é.
—Você me chamou por algum motivo, já estou te ajudando. Vamos! Ninguém pode morrer hoje de madrugada. – Ninguém se mexeu. – Gente; vocês são surdos? Isso é um cenário de terror; agilidade.
Brenton cruzou os braços observando que aos poucos iam fazendo o que McMahon tinha dito; Piort e Alois se dirigiram a casa e antes de entrar Alois colocou a mão na porta e segurou no gancho que tinha a cabeça de uma mulher encapuzada.
—Deixe-nos entrar; não vamos roubar nada, sou eu, Alois e o Piort. Sabe Perséfone; no sótão tem um romano, e vamos tirar ele de lá, e apenas isso. – Depois de um tempo ele girou a maçaneta e eles abriram a porta sem nenhum problema. – Vamos sair pela janela coloquem algo para amortecer a nossa queda. – Assim, eles entraram e a porta fechou.
Katherynne e Natalie sentaram no chão como se sentissem aliviadas de nada terrível ter ocorrido com eles; e rapidamente todo mundo começou a fazer o que Gustav tinha falado, de fato, ninguém havia pensado naquilo, os feridos eram o foco, mas o medo e o mistério pareciam encher a cabeça de todos que estavam ao redor. Willow depois de um tempo após ver seu irmão aquecido deu um cutucão em Gustav.
—Eu não disse que você era inteligente? Se virou.
—Quem me chamou? – A voz de um jovem surgiu como um vento frio no meio da rua, do nada. – Onde está o Uchimura?
—Quem é você? – Perguntou Natalie que estava segurando junto com Brenton um trampolim na qual aparentemente Cedric “seria salvo”.
—Você demorou hein Jae. – Falou Brenton dando um sorriso e recebendo um sorriso também.
—Só um pouco; eu tinha que tomar meu chá e ter a minha reunião; espero que você vá falar com os seus primos.
—Deixa todo mundo estar seguro Ronswell; daí eu vou. – Ele sorriu olhando para o teto da casa 7.
—Jae? Jae Ronswell? O japonês? – Natalie largou o trampolim e se aproximou do garoto de olhos prateados. – É você? Onde estão meus amigos Juan e Gavin? Que foram buscar você? O que você fez com eles? – Ele ia tocar nele, porém ele se afastou.
—Oh, os filhos de Hermes? Não entre em pânico, logo você verá eles. – Ele sorriu torto. – Estão agora brincando com os fantasmas. – Ele mexeu as mãos de uma forma estranha.
—Como assim? – Natalie ficou paralisada enquanto iam organizando o trampolim e os colchões para quando Cedric caísse, não se machucasse.
Alguém segura o Cedric!
A janela do sótão era grande o suficiente para passar um corpo, e basicamente, Cedric estava a salvo; Natalie colocou a mão no peito e abaixou a cabeça. Ela não entrou mais em pânico porque não tinha como ficar mais desesperada porque nem todo mundo estava seguro, e até Brenton sabia disso.
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