Notas iniciais
Este é primeiro capítulo espere que gostem.

Meu nome é Zeke sou um garoto tranquilo tenho 12 anos, um cabelo encaracolado escuro, uso um colar de águia e sou inteligente, vivo numa cidade pacata onde tudo é normal, eu adoro ler livros sobre aventura e ação além de ser fascinado por mitologia grega. Nunca fui um menino comum, eu posso ler mentes quando me concentro e movo objetos quando tenho um acesso de raiva, meus pais me acham meio esquisito então desde os 11 anos estudo em um internato, não é o lugar que se pode chamar de legal. Apesar de odiar o internato conheci alguns bons amigos que também tem habilidades especiais: Luna uma garota com o cabelo curto castanho com uma pele pálida, além de ser irritante, pode falar com animais e Ryan um garoto baixinho com o cabelo longo, consegue prever o futuro em seus sonhos e controlar a água. Nós três estamos planejando fugir a algum tempo e vamos executar o plano na terça que vem, então estamos muito ansiosos para esse dia chegar. Acordo no meu beliche acima do de Ryan ele já acordou e esta fazendo o dever, olho no relógio já são 06h30min estamos atrasados para o café da manhã, chegando ao refeitório encontramos Luna que esta comendo um bolinho. — Que pena -diz Luna- vocês ainda estão vivos que decepção. -Bom dia para você também- responde Ryan. Sento-me ao lado de Luna e Ryan senta a minha frente. Não conseguimos ver o sol, pois a cantina não tem janelas, podemos ver o sol apenas uma vez por semana quando nossos pais vêm nos visitar e temos que fingir que esta tudo bem e feliz. -Temos que conversar sobre amanhã — digo aos dois- em particular não podemos deixar que eles descubram. -Esta bem -responde Ryan. -Tranquilo -diz Luna levantando- se tenho que aturar vocês de qualquer maneira, mas agora precisamos ir para aula de matemática. Luna segue na frente, eu e Ryan a seguimos logo atrás dela, estou tão ansiosos para amanhã que não consigo prestar atenção na aula mas me esforço pois não quero levar uma detenção. O nosso professor Sr Yan é a pior pessoa do mundo, no ano passado fez um aluno pular a janela do terceiro andar pois ele não conseguiu responder há uma equação. Seguimos para a aula de filosofia a única coisa divertida do internato e a professora Lara é a mais legal, assim como eu, Luna e Ryan também se interessa por mitologia grega. Ao término de sua aula retornamos ao dormitório e Luna sai escondida e disfarçada, de menino, para conseguirmos rever o plano pela última vez antes de executa-lo. -Vamos logo com isso -indaga Luna. -Esta bem — diz Ryan- o plano consiste em usarmos nossas habilidades para atravessar os muros, passar pelos cães de guarda e trilhar a floresta estranhamente escura até a saída. Bem -começo a falar- segundo o sonho de Ryan a duas possíveis alternativas ou conseguimos, ou seremos mortos. Eu cuidarei do portão, Luna cuidara dos cães guardas e o resto bem seja o que Zeus quiser. Está na hora, me concentro mais do que nunca e consigo levantar o muro sem que os alarmes disparem, o muro fica erguido por aproximadamente 20 segundos tempo suficiente para passarmos. Estamos de frente com os cães de guarda Luna fala uma língua esquisita com eles que aparentemente funciona, pois os cães abrem espaço para passarmos. -Corram -grita ela- os cães nos deram apenas dez segundos. Conseguimos passar, porém Ryan foi mordido na panturrilha por um dos cães enquanto corria, adentramos a floresta, eu tropeço em um galho e caio. -Levanta logo seu idiota -diz Luna ajudando-me a levantar. Diminuímos a passada e agora estamos praticamente caminhando avistamos uma figura um pouco escura ao longe, chegamos mais perto é uma pessoa. A silhueta me parece comum continuamos andando para perto até que Luna a reconhece: — É a professora de filosofia- exclama ela. Corremos até ela e conseguimos alcança lá começamos a fazer milhares de perguntas mas ela nos corta respondendo de maneira rápida. -Sou a protetora de vocês me sigam.- diz ela com uma voz suave. Seguimos ela sem questionar por umas duas horas até que a curiosidade de Luna falou mais auto e ela não resistiu em perguntar a professora Lara. -Aonde estamos indo? -diz ela com uma voz rouca. -Chegamos — responde Lara- garanto que vocês gostarão. Nós três encaramos o lugar boquiabertos e esperamos Lara explicar o que era aquilo, parecia um acampamento mas havia muitas pessoas com galhos na mão. – Esse é o local criado para raros casos de semibruxos são pessoas que nascem filhas de um(a) bruxo(a) e um(a) deus(a) vocês três são semi-bruxos. – Bruxos tipo Harry Potter?- pergunta Luna. -Semideuses tipo Percy Jackson?pergunto. – Farinha!- exclama Ryan. – Mais ou menos, sim, e como assim?-responde Lara. Olha vocês não são bruxos tipo Harry Potter são mais poderosos pois não precisam de varinha para executar alguns feitiços básicos, e tem habilidades especiais e próprias. — Entendi mas de que deus eu sou filho?-pergunta Ryan. – Você é filho de Hades -diz Lara- Luna é filha de Atena com benção de Ártemis, Zeke filho de Hermes com benção de Nêmeses. Entramos no acampamento, ele esta cercado por chalés de todos os tipos olho para o centro do acampamento, parece um centro de treinamento dividido na metade, metade esta treinando lutas medievais e metade aparentemente treinando magia, Lara ainda esta falando sobre o acampamento e que aqui não precisamos esconder nossas habilidades. – Agora –diz Luna- vão para o dormitório e voltem para cá assim que guardarem seus pertences, ficarão no chalé de seus pais, os esperarei aqui voltem logo. Sigo até o dormitório de Hermes onde encontro muitos jovens provavelmente também filhos de Hermes. Escondo bem meus pertences, pois se tratando de filhos de Hermes não se pode confiar, depois volto até onde Lara esta a nossa espera no caminho encontra uma espécie de livro jogado no chão na capa está escrito: A profecia dos semi-bruxos
Decido guarda-lo em minha mochila e ficar com ele para futuras ocasiões, e por enquanto não contar a Lara sobre o que achei, devolverei para ela após saber do que se trata, após chegarmos de novo ao centro do acampamento vejo Luna e Lara conversando, assim que chego Lara começa a dizer algo realmente importante. – Vocês terão que escolher o que querem aprender, Magia ou Lutas Medievais . – Eu quero magia- eu digo muito decidido – Eu também – diz Luna. Ryan chega de longe dizendo: – O chalé de Hades é o melhor. – Luna estava dizendo que temos de escolher o que queremos estudar, magia ou lutas medievais. — digo a ele. – Lutas medievais- diz ele sem pensar duas vezes. -Então, vou registrar no sistema – diz Lara – Sua primeira aula de magia começa amanhã as 09h00min da manhã, quanto a você sua aula começa as 08h30min nenhum de vocês pode se atrasar portanto até mais– Lara se retira e nos deixa sozinho. Conversamos um pouco conto aos dois sobre o diário ambos acham que devo devolver, porém não gosto da ideia e fico com o diário, tentando achar uma utilidade. No dia seguinte eu e Luna seguimos para a aula de magia, chegando lá damos de cara com um homem velho de barba branca que está sentado numa cadeira de balanço antiga. No caminho Luna comentou comigo que escreveu uma música sobre o acampamento, acho uma bobagem, mas ela vive inventando músicas, depois de irritar eu e Ryan é a coisa que ela mais gosta de fazer. Voltando à sala o velho começa a falar algo. -Meu nome é Simon- fala ele tão baixo que mal consigo ouvir-serei o professor de feitiços. -Com licença professor, somos novos por aqui- diz Luna apontando para mim. — E queria saber onde compramos ou conseguimos uma varinha. -Podem comprar na loja de varinhas ao lado do chalé de Zeus- diz Simon, mas por enquanto eu emprestarei uma varinha para cada. -Obrigado- digo a ele. Ele começa a escrever algo com a varinha no quadro, acredito que depois ele peça para copiarmos ou não, por preguiça decido não copiar ao contrário Luna que está copiando freneticamente. Ao terminar de copiar ele olha para trás e diz: -Hoje vamos treinar como copiar algum texto com magia- ele faz uma pausa e continua- é apenas repetir o feitiço Mutatus Copiatus e ele se fixará em seu caderno. Todos balançam a varinha e pronunciam o feitiço, no mesmo instante o texto copiado no quadro se repete em meu caderno. Dou uma risadinha da cara de Luna por ela ter copiado a toa, mas volto a me virar para frente, infelizmente ela vê e me da um soco, ela é um pouco má comigo nuca entendi o motivo. No termino da aula nos retiramos e vamos para a aula de herbologia, a sala fica no andar de cima, entramos na sala e avisto uma mulher nova com um chapéu aparentemente feito de plantas com uma flor em cima. Ela parece simpática, eu e Luna nos aproximamos de nossas cadeiras e pegamos nossos livros de herbologia, a senhora se apresenta escrevendo seu nome com a varinha, Morgana Watson, me assusta, pois segundo lendas Morgana foi uma Bruxa má da idade média, mas no decorrer da aula ela se mostra uma professora divertida embora atrapalhada. Após terminar herbologia vamos assistir à aula de poções, a professora é mais jovem que os outros aparenta mais ou menos 30 anos, é baixinha e tem um nariz muito comprido com uma verruga na ponta, o estereótipo de bruxa que aparece em desenhos só que vestindo uma roupa azul feita inteiramente a mão. -Sentados- grita ela, com uma voz rouca, olhando diretamente para mim e Luna – em seus lugares! Eu e Luna corremos para nossos lugares e olhamos para ela esperando que fale alguma coisa, tipo uma pequena apresentação ao invés disso ela apenas olha para trás e diz, meu nome é Srta Trantor ela se volta para trás e começa a copiar, ao contrário dos outros alunos eu não copio. Quando ela volta-se para frente eu repito o feitiço aprendido na aula de feitiços Mutatus Copiatus ela me repreende, fico confuso e para me irritar mais ainda Luna solta uma risadinha irônica. -É a última vez- diz ela apontando para mim- que permito utilizar feitiços tão banais em minha aula a próxima Zeke é coordenação. — Eu só achei que poderíamos usar feitiços aprendidos para praticar. -Para coordenação agora!- diz ela apontando para mim. Estava me levantando quando algo me surpreendeu uma menina de cabelo loiro se levanta, provavelmente é filha de Íris, pois usa um vestido todo colorido. -Isso é contraditório professora- ela começa falar- se isso é considerado um feitiço banal porque aprendemos sobre ele na aula de feitiços? Fico muito feliz por alguém também ter achado estranho o que a professora fez, mas um pouco confuso, pois apesar de nem conhece-lá ela me ajudou. -Srta Lena você também quer visitar a coordenação – diz a Srta. Trantor. -Não -diz ela. — Olha Srta Trantor eu só acho injusto você tirar vantagem de sua posição para não admitir que a sua decisão de não deixar as pessoas copiarem com magia é no mínimo precipitada, afinal estamos em um colégio de magia — digo dando um suspiro. -Já chega aula encerrada pela falta de educação de alguns alunos que se acham superiores, pois saibam eles que eu tenho doutorado em poções e não vou admitir isso nas minhas aulas. — diz ela guardando seus pertences. Seguimos para aula de monstros mágicos, estou meio assustado ainda, pois penso que terei de aturar a Srta Trantor até o final do ano afinal sua disciplina faz parte de magia. Ao chegarmos na aula de Monstros avisto um homem de pelo menos 40 anos sentado em uma mesa ao fundo da sala. -Meu nome é Lucas, preparem suas varinha -Ele aponta para um uma porta escura com apenas uma pequena maçaneta, sua dobradiça esta emanando uma luz brilhante que parece com a luz do sol, atrás desta porta a uma manticora- ele começa a explicar- diz ele — eu vou ensinar a vocês como se defender e os pontos fracos de cada um dos monstros então repitam comigo Manticores finiteres. A turma repete o feitiço e ele passa atenciosamente aluno por aluno para mostrar onde tem que melhorar o movimento ou a pronúncia do feitiço ao chegar a mim ele simplesmente ajeita a varinha em minha mão. -Muito bem turma agora uma pessoa aplicara o feitiço em nosso monstro alguém quer tentar?- diz ele com uma voz grave. Ninguém se manifesta por alguns segundos até que uma garota da um passo a frente, levo um tempo para perceber, mas a reconheço é a garota que também questionou a professora de poções. -Eu quero tentar- diz ela com aquela voz fina. -Belo entusiasmo então, se posicione, preparar e agora!- diz ele abrindo a porta. -Manticores finiteres– diz a garota. No mesmo instante o monstro roda e na medida em que gira encolhe então, quando chega ao tamanho de um hamister ele explode em um pequeno show de luzes. -Brilhante simplesmente perfeito- diz o professor- essa é a maneira correta de executar o feitiço. Estão liberados turma! Então eu e Luna passamos para chamar Ryan e vamos para o refeitório lá eu avisto a garota que aparenta ser filha de íris, pego a minha comida e caminho até mesa dela, Luna e Ryan me seguem. -Posso sentar aqui- digo a ela — Claro- responde ela. — Quem é seu pai ou mãe olimpiano?- pergunto -É Iris, eu cheguei ao acampamento antes de ontem também sou uma novata por aqui.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.