Sem títlulo

1 Capítulo 1


Num cenário noturno, ao som dos passarinhos e cachorros latindo há também o som de algo que parecia o ferro de um machado arrastando no chão. Os cães latem pois acreditam salvar a Vila de tal ferro, mas também sem saber o que há de verdade por traz do som. Talvez a pessoa que tem o machado esteja a procura de alguma coisa, ele poderia sair na rua mais sombria desejando uma trágica e violenta morte enquanto os passarinhos e os cachorros sentem esse lado sombrio e tentam avisar aos humanos que algo ruim está para acontecer.

Os pássaros então avistam um homem, todo banhado de sangue e com correntes enrolados por todo o corpo, ele para, olha para um dos pássaros, esboça um sorriso macabro e volta a andar com o seu machado. O homem, ainda coberto de sangue que escorre por onde passa, continua andando em direção a uma floresta encantada onde tudo pode acontecer, lá dentro da floresta ele encontra criaturas sombrias e perigosas.

As criaturas falam em uma voz chiada que ele deve voltar para a cidade, ele não sabe com o que estaria mexendo, o homem estão manda as criaturas se calarem e começa a girar seu machado loucamente buscando a destruição. As criaturas riem incessantemente e quando o homem menos espera, avista o pássaro, agora com penas negras e olhos vermelhos vindo em sua direção.

O homem, ainda paralisado e sem saber o que fazer, ignora o pássaro e o som das criaturas acreditando que tudo não se passava de sua imaginação, ele senta em baixo de uma árvore para descansar até que é picado por uma venenosa cobra, ele decide então buscar ajuda, avista uma casa abandonada só que ele não imaginava que ao entrar lá o perigo estaria cada vez mais próximo de si. Com as portas chiando e a madeira se quebrando por onde passa ele se acomoda dentro da casa mas mal sabe que é assombrada. No porão da casa há muitas outras criaturas esperando para se alimentarem de um humano vivo.

Ao chegar no porão ele encontra um quadro, no qual o observa com uma atenção sobrenatural... Era um retrato de um pássaro negro de olhos vermelhos, ele se assusta e começa a andar para trás, quando encosta em algo gelado. Ele se vira e vê um congelador de frigorífico, ao abrir encontra vários corpos mortos, cada um com a falta de algo. Então, o homem corta todos os corpos com o seu machado e diz: — Nunca me pegará, aqui é uma luta de serial Killer, e eu sou o maior desta região, te comerei vivo homem maldito! Então, ele se vira e encontra um homem todo costurado com uma foice na mão e um sobretudo com um gorro enorme que diz: — Como matar o que já está morto? Muahahahaha

O homem então pega a cabeça de um dos mortos que encontrou e guarda em sua mochila para examiná-la depois, ainda no porão, ascende uma vela para enxergar o que mais de assombroso possuía lá e encontra um alçapão, entra lá e enfim da de cara com as criaturas tenebrosas que ele temia. As criaturas felizmente apenas podiam escutar, ao descobrir ele resolver ir embora e estudar uma maneira de derrotar tais monstros, ele pegou um pouco do dna de cada corpo e anotou o que estava falando em cada um e voltou ao seu local de origem como se nada tivesse acontecido, mas com uma raiva enorme em seus olhos...

Enquanto fazia o teste de dna das criaturas encontradas, ele sente que algo está acontecendo com ele, seus olhos começam a arder, seu corpo fica quente como fogo e então ele é possuído por um demônio que aparentemente estava no dna sombrio transmitido para ele durante a análise.

Ele, em uma luta incessante contra a possessão descobre que ela vem da mão pelo simples fato de ter tocado nos corpos, com uma raiva tremenda e uma velocidade absurda ele corta sua mão esquerda e coloca uma serra elétrica no lugar, e a mão direita ele anda com um machado e diz: — Chegou a hora da sua morte demônio.

Os céus se fecham e aparecem luzes avermelhadas e umas caras demoníacas no céu, logo surge um furacão e uma voz que diz: — Aqui jaz o inferno na terra...

Com a serra elétrica a qual foi implantada em sua mão ele sai em busca do demônio a fim de que possa matá-los um por um, sem piedade em seu coração e benze seu machado que acaba se tornando um artefato divino e altamente destrutivo.

De volta a floresta com ódio em seu coração e determinado a exterminar todas as criaturas malignas vivas daquele lugar, liga a serra elétrica e grita em alto e bom som: — Criaturas deste império, eu os convoco a uma guerra, para que assim os declaro como criaturas mortais dessa floresta. Não vou deixar a morte de nenhum em vão e assim eu me tornarei Deus do universo.

O demônio então levanta a voz e diz: — Como ousa me desafiar? Pelos seus crimes, nos veremos no meu reino... HAHAH saiba que para me derrotar haverão sete de meus mais temidos guerreiros. Eu serei o oitavo, se é que conseguirá passar por minhas criações... Apresento a ti os sete pecados Muahahaha.

Então aparecem sete demônios em sua frente, e sumiram deixando vários mortos vivos.