Seguindo meu instinto - Perina
12 Nas batidas de dois Coraçães
Notas iniciais
Os instintos do casal era de se manterem ali até o fim da noite, mas não queriam criar suspeitas. Pedro a agarrava não queria soltar sua “esquentadinha”.
–Pe vamos antes que deem falta de nós.
–Linda eu queria sair gritando que eu estou aqui com você pra deixar claro pra todos que você é minha e só minha e eu sou todinho seu.
–Pedro...?
–Eu sei. Eu sei. Mas eu não posso mentir dizendo que isso é fácil pra mim. Eu poderia descer lá e te beijar e dançar com você até amanhecer. Mas calma. Vou respeitar isso. Eu prometo me comportar. Karina sorriu e o puxou para mais um beijo.
–Vamos descer, ai você da uma desculpa e me leva até em casa, papai não deve ter chegado ainda. Agente aproveita mais um pouco.
–Ideia ótima. Eu vou descer e despedir da galera e você desce depois e me espera lá na pracinha.
–Tá. Não demora.
–Ok!! Mais um beijinho?
–Mais um beijinho. Pedro sorriu e trouxe lhe dando mais um beijo. Ele passava suas mãos sobre os ombros nus de Karina, que se aproximava mais do musico. Arrepios corriam suas espinhas ela por conta de seu toque nele por conta de sua pele macia. Um beijo apaixonado. Pedro finalizou lhe dando um beijo estalado em seu pescoço, deixando Karina anestesiada no local beijado.
–Vou indo me espera. Pedro abriu a porta olhou se avia alguém e saiu. Já fazia 40 minutos que o casal trocava beijos e caricias no pequeno quarto de fantasias. Karina esperou uns 2 minutos desceu. Bianca veio ao seu encontro dizendo que estava procurando ela lhe deu uma desculpa que estava entediada e ficou sentada em umas das salas e que já estava de saiada. Bianca ficou meio desconfiada, mas não quis fazer perguntas. Por enquanto. Iria tirar isso alimpo depois. Karina estava linda com o seu presente e ainda veio a festa. Não queria criar uma briga. Karina se despedi-o de Cobra que sorria secretamente para Karina. Seu sorriso dizia. “Safadinha, eu sei o que fazia em uma sala de fantasia” ela sorriu sem graça, mas sabia que o amigo não contaria a ninguém, eles eram cumplices esse seria mais um de seus segredos. Karina observou Pedro sorrindo e um certo grupo de meninas envolta o barrando de sair. Karina ficou magoada, mas seguiu o combinado. Seguiu até a praça e sentou em um de seus bancos gelado por conta do vento e da hora. Sentou cabisbaixa, não queria pensar que Pedro poderia usa lá de alguma forma. “Claro que não. A pouco ele disse que queria que todos soubesse que eu era dele e ele meu.” Karina sorriu pensando na forma romântica do “Amigo ou Namorado?” Pensou confusa outra vez. “Temos que estabelecer isso. O que somos?!”. Continuou a pensar. Estava recapitulando todos os acontecimentos. Beijos e Caricias. Promessas e mais beijos. Beijos no pescoço e arrepios. Tudo era tão novo, seu instinto dizia para prosseguir sua autoestima dizia o inverso. “Mas o que seguir seu instinto ou sua BAIXA AUTOESTIMA?”. No momento Karina optava por seu instinto ao ver seu musico sair disfarçadamente pelas portas da fabrica. Era louco o que sentia. Um louco muito bom. Pedro sorria radiante não conseguia parar ela era uma visão tão linda. Ainda não encontrou algo pra descrever sua beleza. A praça era deserta. Os que estavam era próximo a porta da Ribalta/AcademiaDoGael, mas inercie ao casal que trocavam olhares cumplices em meio a brisa fria da noite.
–Esta gelada linda. Quer meu bleiser? Disse tirando e cobrindo seus ombros nus.
–Obrigada. Vamos? Antes que alguém apareça.
–Vamos. Pedro segurou a mão de Karina, um choque percorreu ambos os corpos. Eles se entre olharam. Algo dentro deles dizia que era uma conexão. Ao entrarem na asa de Karina ela fez sinal para que ele ficasse em silencio. Destrancou a porta.
–Pai? Pai já chegou? Vem ele ainda não chegou temos alguns minutos ele não deve demorar. Vamos pro meu quarto, a Bianca só vai chegar depois que todos forem embora e se meu pai chegar vai achar que estou com ela ou dormindo. Karina deixou Pedro entrar em seu quarto e trancou a porta.
–Qual é a sua cama?
–Essa aqui. Disse apontando para a que estava próximo a porta.
–É da pra perceber.
–Pelo rosa e as flores da de Bianca?
–Gosto mais da sua. Eles riram. Pedro se jogou na cama.
–Não estou mais aguentando esses sapatos. Disse se abaixando para desabotoar a fivela.
–Não linda. Karina o olhou confusa. Deixa que eu tiro.
–Pedro tá maluco? Ainda sei tirar meus sapatos.
–Eu sei linda, mas vais ser um prazer além da visão de suas pernas é claro. Disse com um sorriso travesso em seu rosto. Karina tentou protestar, mas eles já estava com suas mãos em seus calcanhar.
–Linda!! Disse observando suas pernas.
–Safado.
–”Esquentadinha” e difícil não olha las. Pedro se desfez de uma delas, Karina se apoiou em seus ombros enquanto Pedro desabotoava a outra. Ao subir o musico aproveitou para passar suas mãos em uma delas.
–Para com isso seu safado. Sorriu vitorioso. Pedro a garrou pela cintura e começou a beija lá. Levou até a cama e continuou beijando-a Karina estava por baixo suas mãos percorriam seus cabelos bagunçados e suas costas largas.
–Você é tão linda. Adoro seus olhos. Esse seu cheiro me enlouquece. Estou louco por você Karina. Não paro de pensar em você. Quero te ver o tempo todo. Esses dias sem nós falarmos estavam me enlouquecendo. Cheguei a vir em sua casa todos os dias. Disquei seu numero mil vezes. Queria ouvir tua voz. Mas tinha lhe prometido lhe dar espaço e isso quase me fez beirar a insanidade. Disse Pedro cada palavra olhando em seus olhos e acariciando seu rosto. Seus olhos brilhavam com o desabafo do jovem que ainda estava sobre ela.
–P-Pedro eu nem sei o que dizer. Eu sinto muito por esses dias. Eu estava confusa não sei o que estava acontecendo nem sei o que esta acontecendo agora. Olha, nós estamos trancados no meu quarto, onde meu pai não pode sonhar que isso esta acontecendo por que e ele nós mataria. Pedro sorriu. –Mas eu não ligo, eu quero você aqui. Quero estar perto de você. Estava enlouquecendo esses dias também. Escondia-me de você para não perder a cabeça como no outro dia e te beijar na frente de todos. Essa não sou eu. Eu nem sei quem sou desde o dia que nós perdemos naquela ilha. Hoje mais cedo, quando nós encontramos na porta da fabrica. Pedro fez sinal que se lembrava, não queria interrompe-la queria acabar de ouvir o que ela tinha a dizer. –Quase voltei, queria tanto te ver, ouvir você e te beijar. Eu sei que essa não sou eu não costumo dizer o que penso, mas agora eu tenho que ser sincera com você. Não por que você foi sincero comigo, mas por que se eu não disser a alguém eu vou enlouquecer. Não tenho muitos amigos e os que tenho são os caras da academia e eles não iriam me entender e Bianca ia querer dar uma de analista sobre mim. Karina riu envergonhada, jogou em Pedro tudo o que se passava em sua mente a dias, ela precisava compartilhar. Estava sendo um fardo muito dura para carregar sozinha, estava confusa com seus sentimentos e em questão a Pedro. Pedro a olhou, não tinha palavras para tudo que ela avia dito. Ele simplesmente rompe-o o espaço que separavam suas bocas. Ele a beijou tudo que tinha a dizer estava naquele beijo. Esse Beijo GRITAVA que ela não estava sozinha. Que tudo que ela sentia era mutuo. Seus coração pareciam estar unidos em um único compasso era uma canção que seus corpos cantavam na batida deles. O beijo se aprofundava, mãos percorriam parte dos corpos ainda desconhecidos, coxas de Karina já estavam à mostra onde a mão de Pedro alisava. Respiravam com dificuldades. Ele beijava seus pescoço. Karina estava tão envolvida com suas novas sensações que não conseguia conter Pedro. Ele não ultrapassaria os limites, mas era difícil de parar. Pedro já estava sem sua camisa, Karina acariciava os músculos do musico. Pedro a beijava seus ombros e acima de seus seios. Tudo estava muito intenço.
–Ka. Linda. Acho. Melhor. Pararmos. Disse dando um beijos enquanto pronunciava cada palavra em seu pescoço, ombro e por ultimo em sua boca. Ela sorriu. Estava toda vermelha dos beijos e com os lábios inchados.
–É melhor sim. Eu não ia parar você.
–Ah.. você não ia?
–Acho que não. Falou torcendo a boca.
–Então ainda bem que eu parei. Não que estava ruim... Disse enquanto Karina ficava triste. –Olha o meu estado estou louco por você, quero muito você, até mesmo agora, quase não me controlo. Mas essa não é a hora. Quero que você confie em mim.
–Eu confio.
–Karina eu sei disso. Mas quero que confie em mim e no que sinto por você e você mesmo disse que não sabe o que sente por mim, não vou estragar tudo fazendo amor com você hoje. Você é muito especial pra mim e nossas primeira vez tem que ser também.
–Sua primeira vez? Disse incrédula e sorrindo. Ela gostou de saber disso.
–Karina eu não sou o pervertido que você pensa. Sou musico e sensível a minha primeira vez tem que ser com alguém que compartilhe dos mesmos sentimentos que eu. Que confie em mim e me queira tanto quanto eu a quero. Por que você acha que não saio com qualquer uma? Karina fez que não soubesse. –Para que eu não acorde em um motel qualquer com alguém que eu mau saiba o nome. Karina sorriu.
–Obrigada!! Pedro voltou a beija lá, mas agora era mais calmo. Não queria que tornassem a se pegarem como a polco, não saberia se conseguiria parar. Ouviram o barulho da porta da casa se abrindo. Ambos arregalaram os olhos.
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