Seduction
12 Pov Percy
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS, IMPORTANTE.
Quando chegamos ao central Park caminhamos pelo Park até chegamos a uma parte reservadas para os cães. Annabeth e eu nós sentamos na grama e deixamos Levon um pouco solto, ficamos abraçados reparando Levon.
–Espero que ninguém conhecido apareça por aqui hoje... –Comento.
–Verdade, mas hoje e sábado poucas pessoas saem de casa sedo... Ainda são 10h30min da amanhã. –Nesse instante o telefone de Annabeth começa a toca ela olha pra tela do celular e pensa um pouco é...
–Eu vou ali atender ao telefone e já volto fica de olho no Levon... –E assim ela caminha pra longe de mim. Levon vem até mim e ficamos brincado. Alguns segundos depois Annabeth retorna e ela estava com uma cara que tinha visto um fantasma.
–Tudo bem...? –Lhe pergunto.
–Claro... –Ela dar um sorrisinho e se senta ao meu lado.
–Você está com uma cara que parece que viu um fantasma.
–E impressão sua, né Levon... vem cá, vem... –Annabeth brinca com Levon.
–Então tá... –Me encostei-me na arvore que tinha ali e puxei Annabeth para o meu colo, ela que encostou a cabeça nos meu ombro.
–Caramba... –Reclama Annabeth.
–O que foi dessa fez?
–Me esqueci de trazer a vasilha portátil de dar água pro Levon, como vou dar água pra ele?
–O tempo não está lá mito quente e também não vamos demora aqui... –Digo, meu celular começa a toca. –E a Rachel...! –Falo meio nervoso.
–Atenda normalmente e evite fala muito... –Diz Annabeth.
–Vamos lá...
(Conversa por telefone)
–Oi amor... –Cumprimenta Rachel.
–Oi Rachel, como você está faz tanto tempo que nos falamos e você nem liga pra mim... –Falo.
–Agora que eu tive tempo, adivinha a onde eu estou?
–A onde...? –Pergunto.
–No Brasil em um estado chamado Pará na cidade de Belém. (na: Mesmo morando no rio de janeiro, sempre quis ir a Belém dizem se uma cidade muito bonita).
– Nossa! Você sempre quis ir ao Brasil e agora está ai, bem que eu queria está ai com você... –Falo.
–Teremos outras oportunidades... –Nesse instante o Levon começa a latir freneticamente pra um esquilo e sai correndo atrás dele e Annabeth corre atrás dele. –Isso foi um latido! –Pergunta Rachel.
–Sim eu estou no central Park pegando um ar fresco, essa semana tive muito trabalho... tenho novidades... –Falo para ela desviando do assunto.
–Então conta...
–Eu fui promovido e agora você está falando com o engenheiro chefe das empresas Olympus.
–Nossa meu amor! Meus parabéns quando eu chega em casa nós comemoramos tudo bem?
–Claro, a propósito quando você vem? –Pergunto a Rachel.
–Bom eu também te liguei para avisar que amanhã eu já devo está nos Estados Unidos.
–Quem bom... então nós falamos mais tarde, beijos...
–Tchau Percy e beijos, muitos beijos para você. –E assim Rachel desliga. Vou atrás de Annabeth que tenta segura Levon o impedido de ir mais longe atrás do esquilo.
–Percy me ajuda aqui! –Pedi Annabeth.
–Vem Levon... –Falo em um dom mais autoritário e ele se vira pra mim e latir.
–Não Levon... –Briga Annabeth o fazendo fica com uma cara triste e abaixando as orelhas. –Eu o carrego... –Annabeth pega Levon no colo e andamos até um banquinho na praça e nós sentamos lá, já Levon ficou de castigo nos pés de Annabeth.
–Como foi lá com Rachel...? –Pergunta Annabeth.
–Foi bom ela está no Brasil e deve está chegando amanhã... Digo suspirando. –Vamos ter eu dar uma parada por um tempo enquanto ela tiver por aqui.
–Não precisamos para e só arranjamos um jeito de nós encontramos. –Fala Annabeth.
–E se Rachel desconfiar... sabe que para os homens as desconfiança e maior... nós se chegamos cinco minutos atrasados em casa já e motivo da mulheres perguntarem se a gente está traindo ela. –Annabeth rir.
–E verdade... a gente vê isso depois... –Fala ela.
–Ok, você quer um sorvete?
–Sim, com três bolas bem grandes... -Pedi Annabeth.
–Nossa! Fica ai que eu á volto... –Eu vou até o sorveteiro e faço o pedido.
–Por favor, dois sorvete... um com duas bolas de tuti-fruti (que e na cor azul) e o outro com três bolas uma de baunilha, chocolate e morango, quanto dar...? –pergunto ao vendedor.
–Dez dólares...
–Aqui está... eu entrego o dinheiro e pego os sorvetes e volto até Annabeth que conversava no telefone, assim que ela me vê o desliga.
–Nossa o sorvete ficou bem grande! –Ela pega o seu e faz uma cara estranha olhando o meu. –Que sorvete e esse...?
–E meu sorvete favorito... –Digo.
–E de quer sabor ele é? –Pergunta Annabeth.
–E de tuti-fruti, que provar? –Pergunto a ela.
–Eu não, deve se ruim... a lias você esse sua mania pelas coisas azuis... –Fala Annabeth.
–Ai agora você me magoou... anda prova agora você vai ter que provar!
–Não Percy!
–Só um pouco vai por mim... –Eu faço a cara de cacho que caio da mudança.
–Nem adianta fazer essa cara que ela não funciona comigo...
–Por favor... –Então eu ganho.
–Tudo bem, me dar isso aqui... –Ela pega o sorvete com a outra mão e o lambi, ela parece pensa um pouco e faz uma cara boa.
–Não e dana mal... e até gostosinho.
–Não falei!
–Que um pouco do meu...? –Pergunta Annabeth.
–Quero... –Dou uma lambida bem grande pegando um pouco de cada sabor do sorvete de Annabeth. –O seu não está nada mal à combinação.
–E, mas foi você que escolheu os sabores. –Conversamos até acabamos nossos sorvetes. –Percy temos que passa no pet shop e deixar Levon lá pra ele toma banho e depois podemos ir almoçar e pegamo-lo vamos pra casa pode ser? –Pergunta Annabeth.
–Pode. –Então seguimos para o pet shop.
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