Notas iniciais
Hi girls espero que tenham gostado dos personagens!!
LEIAM AS NOTAS FINAIS.

– Chapter 1.


Stefany's POV


Mas um dia de aula. Em plena segunda-feira, já estou de mau-humor. Encarar o professor de matemática na primeira aula não é fácil.

Anelisa, ou Ane, minha melhor amiga, estava me esperando no portão, como ela sempre faz.

– Stefany, me responde uma coisa. Por que existe escola? Por que existe matemática? — perguntou Ane, em mais um dos seus dramas matinais.

– Pra gente estudar e ser alguém na vida. Ou é isso, ou você sai rodando a bolsinha na esquina pra se sustentar. Agora chega de drama e falação e vamos encontrar a Stefhany e a Joyce antes de começar a tortura dos números. — eu disse, já avistando as meninas sentadas em uma das mesas do refeitório. Quando elas nos viram, começaram a acenar e gritar nossos nomes que nem loucas, chamando a atenção de algumas pessoas que estavam por lá. Ane já tinha corrido para perto delas e ter dado um sermão nelas por estarem gritando seu nome, mas logo depois começou a abraçar elas e engataram um conversa sobre assuntos aleatórios. As vezes eu acho que a Ane é meio bipolar.

Balancei a cabeça e ri, essas eram minhas amigas. Cheguei perto delas e dei oi para Stefhany e Joyce, e me sentei.

– Vamos matar aula hoje? Sabe, eu não estou afim de ver números e letras trabalhando juntos para ferrar nossa vida... — disse Ane.

– Você pode matar aula se quiser, você é inteligente. Você e a Ste. Nós aqui, — e apontou o dedo para ela mesma e para Stefhany — somos burras e precisamos assistir a "tortura psicológica" se quisermos passar de ano. — disse Joyce.

– Ei, eu não sou burra! — reclamou Stefhany.

– Só não é inteligente. — eu disse rindo quando ela fechou a cara e cruzou os braços.

– Ai, tadinha da Tety, ficou emburradinha! Que dó da nossa bebê! — disse Ane, apertando as bochechas de Tety, que mostrou a lingua pra ela.

– É Ste, isso não se faz com a pobre criança. Vem, bebê, vamos achar seu namorado, aposto que ele vai tirar sua cara emburrada. — falou Joyce.

– Acho que ele também pode tirar outra coisa... — disse Ane sorrindo maliciosa. Essa menina é pura malicia. Cuidado com ela.

– Ai que horror Ane! Você é muito safada hein?! — eu disse e logo depois, Carlos, o inspetor, disse para irmos pra sala — Vamos Joyce, Emburradinha e Srta. Malicia. A tortura nos chama.

– Iupi! — falou Joyce, em uma falsa animação.

Seguimos para a sala e nos sentamos no fundo. Além de ser chato sentar na frente, o nosso professor, Paulo, cospe enquanto fala. Não é legal.

Continuamos a conversar mais um pouco e logo o professor entrou, já falando para nós abrirmos nossos livros e começar a fazer os exercícios.

– E a sessão de tortura começa! — diz Ane, igual a um narrador de futebol quando fala: "E começa o jogo!"


Notas finais
Voltamos. E então, gostaram?
Deixem suas ideias e opiniões nos reviews ok?
Até o proximo capitulo..