Secret Love Song.

3 How Son Is Now?


Notas iniciais
Hello minna! Aqui está mais um capitulo, deino maximo para faze-lo e espero que gostem! Música: How Son Is Now?- The Smiths.

(...)

Eu sou o filho

E o herdeiro

De uma timidez que é criminosamente vulgar.

Sou filho e herdeiro

De nada em particular.

(...)

Hiei antes de amanhecer, saiu da varanda do quarto de Botan. Estava a vigiando na árvore a frente do seu apartamento, que nesse exato momento ela ajeitava algo que parecia uma mochila. Eram seis e quinze da manhã, as pessoas já estavam saindo para trabalhar e os estudantes indo para suas escolas. Logo olhou para baixo e viu a azulada saindo fechando o portão da portaria do prédio usava o uniforme roxo que as meninas do colégio de Yusuke usava. E ela comia algo, que parecia uma maça. Cada passo que ela dava, era um salto que o youkai dava para cada árvore por perto de onde ela andava que nada percebeu. –Ele estava apenas executando sua missão, não era nada demais! Pensava ele. Logo não demorou muito para ela chegar ao colégio, e o koorime logo pairou em uma árvore a frente do estabelecimento. Agora era a vez de Yusuke ficar de olho nela, já que iriam passar o dia inteiro no colégio.

(...)

Você cale sua boca

Como pode dizer

Que levo as coisas para o lado errado?

Sou humano e preciso ser amado

Assim como todo mundo precisa.

(...)

~

—Yusuke-chan! –Botan mal esperou o Detetive Espiritual chegar na portaria da escola e o atacou com um abraço. Urameshi foi surpreendido, mas na mesma hora retribuiu o abraço de uma maneira forte.

—Como sempre, você uma maluca! Não sabia que iria estudar nesse colégio idiota. –Se fez de desenganado, já que sabia á muito tempo.

—Botan-chan! –Logo pode ouvir uma voz feminina se aproximar do Detetive Espiritual e da Guia Espiritual. Era Keiko, que assim que viu a azulada correu para abraça-la que claro, retribuiu na hora.

—Que saudade eu estava de vocês! –Disse Botan, com um sorriso no rosto segurando as lágrimas.

—Ah... Nós garantimos que sentimos também! –Dizia o Urameshi, e Keiko balançava a cabeça concordando com o namorado. –Vamos entrar para essa droga de sala de aula?

—Yusuke! Nada de falar desse jeito! Isso que de dará futuro, seu imbecil! Vocês dois, vamos! –Dizia Keiko puxando o Urameshi pelo braço, e Botan logo os seguia atrás, compartilhando de uma gargalhada alta.

~

(...)

Há um clube, se você quiser ir

Você poderá encontrar alguém que te ame de verdade

Então você vai, e você fica sozinho

E você vai embora sozinho

E você vai para casa, e você chora

E você quer morrer.

~

{Não tão longe do colégio onde Botan está...}

—Conseguiu localiza-la, seu imbecil? –Perguntou a misteriosa mulher, cruzando as pernas bebendo uma taça de vinho.

—Consegui sim, minha senhora. Ela está estudando em um colégio próximo de sua casa, não acredito que ela está vivendo no Ningekai. –Respondeu o subordinado, jogando fotos de Botan na mesa.

—Hm... Então agora ela vive junto dos humanos? Interessante. –A mulher deu um sorriso de canto, segurando uma foto em que ela abraçava uma garota na porta da escola, era Keiko.

—E tem um porem o Koenma colocou quatro garotos poderosos para vigiar ela. Um deles é um Youkai e outro um detetive espiritual. O tal ao do Kurama, não é tão fraco, é um dos mais fortes de lá, ao lado dele um youkai, chamado Hiei.

—Interessante! O Detetive Espiritual, o Youko e o Youkai eu os conheço muito bem, devemos treinar nossos homens para... vence-los! Garanto que darão trabalho! –A mulher logo desfrutava de uma risada maligna, bebendo mais um gole do vinho. –Fiquem de olho na Botan, mas não a ataquem, não agora.

—Certo, minha senhora! –Disse o subordinado, se ajoelhando perante a mulher abaixando a cabeça.

~

{Pov’s Yusuke.} Era a primeira vez que eu via um ser humano se divertir enquanto estudava cara Botan era uma das pessoas que eu queria mais bem nesse mundo, e também era uma das mais estranhas que eu conhecia. Ela fazia equações com um sorriso no rosto, se embaralhando um pouco pelas explicações do professor, e nesse mundo eu a entendo até demais. Ela era uma pessoa muito divertida, era impossível ficar triste quando se tem ela por perto. Eu as vezes vejo que tive sorte em morrer daquela vez, e conhecer Botan e tê-la como minha melhor amiga. E por esse motivo, e de tudo que passamos juntos... Eu irei protegê-la a todo custo! Não deixarei ninguém machucar ela ou fazê-la sofrer novamente, isso é uma promessa que eu faço a ela em forma secreta. Logo a aula acabava e o professor saia da sala, ótimo! Momento perfeito para eu ir até o terraço e ver se eu encontro alguém estranho. Olhei para trás, vi Botan, Keiko e mais duas meninas conversarem... Ótimo! Momento perfeito para sair. Sai da sala, e subi algumas escadarias até o terraço que eu sempre costumava a ficar para matar aula. Ao chegar lá, olhei para os lados para ver se tinha alguém vigiando: Ninguém. Nem ao menos eu sentia nenhuma energia espiritual ruim, isso talvez fosse um bom sinal.

—Está vigiando a baka onna, Yusuke? –Escutei uma voz familiar vinda pelo lado direito, quando vi era Hiei. Estava sentado no chão, escorado na parede com os braços cruzados. A expressão dele era a mesma, séria.

—Não fale assim dela! Estou vendo se não tem alguém estranho vigiando a Botan. –Respondi, caminhando até o lado do baixinho.

—Eu estava olhando... Até agora não vi nada estranho, não que eu não me lembre. Enfim, não me interessa! –Hiei deu de ombros, se levantando dali.

—Obrigado por se preocupar com a Botan, Hiei.

Dei apenas um sorriso, me aproximando dele dando duas tapinhas no ombro dele e logo virei para frente, saindo dali com o propósito de retornar a sala de aula. Ouvi-o resmungar algumas palavras, o que me fez dá uma pequena risada. Por mais que ele não demonstre, ele se preocupa sim.

~

(...)

Quando você diz que vai acontecer ‘’agora’’

Bem, quando exatamente você quer dizer?

Veja, eu já esperei demais

E toda minha esperança se foi.

(...)

O almoço foi divertido ali naquele colégio, Botan, Yusuke e Keiko contando as histórias que tinham vivido no passado, deixando um enorme ar de nostalgia. Eles comiam bolinhos de arroz, só Yusuke, devorava todos e Keiko reclamava para ele comer devagar. –Que era quase uma missão totalmente impossível. Após o almoço, subiram para a sala de artes onde Yusuke ria do professor gordinho, enquanto Keiko só faltava mata-lo pela enorme falta de respeito. Para Botan, aquele estava sendo o melhor dia de sua vida depois de três anos atrás. Nunca tinha se sentindo tão feliz, como se sentira hoje. A aula era o seguinte; Eles pintarem um quadro para demonstrarem o humor, ou alguma marca do passado. Botan optou por pintar ela, mas não a Botan alegre e animada que todos conheciam uma pequena garota triste, machucada e solitária. O professor passou atrás da azulada, observando a obra dela e se surpreendeu um pouco ao notar que ela mesma, pintou um retrato seu.

—Alguma dor passada? –Perguntou o educador, repousando a mão sobre o ombro da garota.

—Hai, sensei. –Respondeu Botan balançando a cabeça concordando, dando um sorriso aparentemente forçado.

—Tudo bem, eu irei respeita-la. Mais sua obra está bastante adorável, senhorita Botan! –Dizia o professor com um sorriso.

—Arigato, sensei! –Agradecia Botan, com o mesmo sorriso enorme de sempre.

Logo o educador caminhava até próximo de Yusuke, que logo reclamava com ele a respeito da pintura já que o mesmo havia desenhado o professor e tinha escrito a palavra ‘’baka’’. Botan acabou não segurando a risada, vendo a situação do amigo. Ele aparentemente iria levar uma advertência, e das boas. A sala toda logo se retirava e deixava apenas Botan sozinha ali, que se levantou para apreciar os quadros dos seus colegas de classe; -Keiko tinha pintado ela mais cinco pessoas que pareciam ser ‘’a turma deles’’. Sorriu admirando a pintura, a sua melhor amiga realmente era talentosa em tudo no colégio.

Um barulho vindo da janela, a fez gelar.

Olhou para o lado não viu ninguém, apenas um vulto a rodeando. E logo começou a ficar apavorada, era um vento gelado que movimentava ali, um vento que lembrava muito o seu passado o que a fez logo se agachar e colocar as duas mãos na cabeça. Logo aquele vento parou e ela se levantou, mais calma. Logo achou algo estranho no seu quadro, estava manchado de sangue e com o seguinte aviso: ‘’Cuidado por onde anda, minha querida criança ingênua.’’ Ela deu um grito e saiu correndo em prantos, sabia de quem era aquele suposto aviso, só quem a chamaria de ‘’minha querida criança ingenua’’ era quem já fez sua vida em um inferno.

(...)

‘’Eu sou humano e preciso ser amado.’’

Notas finais
Hohoho! Mais um mistério para vocês desvendar, quero que descubram dois misterios: Quem é o famoso vilão e quem deixou esse aviso?