Secret.
4 The Nameless.
Notas iniciais
A tradução desse cap é "O Sem Nome" que é uma musica do Slipknot.
Espero que gostem.
Acordou e se sentou na cama, as lembranças da noite passada lhe veio a cabeça. Clint lhe dando um beijo na testa e dizendo que sentia saudades, será que aquilo havia sido um sonho? Se perguntou, levantou da cama e se despreguiçou pôs o celular no carreador pôs havia passado a noite toda tocando musica e logo em seguida foi para o banheiro, escovou os dentes e tomou uma ducha, se secou com a tolha felpuda secou os cabelos e logo se enrolou na mesma de novo, saiu do banheiro e foi para a cozinha, e deu de cara com Clint e Jenny, eles estavam abraçado se beijando, revirou os olhos para aquela cena, será que eles não poderiam ficar no quarto se beijando e se agarrando?- Pensou.
–Bom dia.- falou parando de olhar os dois andando até a geladeira, a abrindo e pegando uma garrafinha de suco de laranja.
–Bom dia os dois responderam juntos.
–Dormiu bem?- Clint perguntou a olhando.
–Sim.- ela respondeu simples e voltou para o quarto, chegou no mesmo e escultou o bip, vindo de outro celular que tinha, esse usado para o serviço.-102489648345879.- ela falou e logo a ligação foi transferida.
–Bom dia agente.-A voz soou na linha.
–Qual é gente vocês tem mudar essa senha, credo é grande demais.- falou mas logo se calou, assim que escultou qual ia ser sua missão.-Moleza.- falou depois de já ter desligado o celular, se vestiu com saltou preto calça preta e Blusa também preta, fez uma maquiagem bem elaborada para a missão, pegou os óculos escuros, a bolsa e saiu do quarto dando de cara com Clint e Jenny que estavam na sala, assistindo TV e tomando café.
–Vai aonde? Para um enterro?-Clint perguntou curioso e irônico.
–Trabalhar.- falou e logo saiu desceu até a portaria, deu bom dia a Joey, que a olhou a um pouco admirado, pois ela estava muito bonita. Andou até o lado de fora aonde encontrou um carro estacionado com um homem de paletó preto parado em frente ao carro, ele entregou as chaves do carro a ela, ela entrou no carro e foi cumprir a missão que a ela foi designada.
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–Sua irmã, é tão esquisita Clint.- Jenny falou olhando o mesmo.
–Realmente ela está diferente, mas com certeza é porque faz muitos anos que nós não nos víamos — respondeu bebendo café, da xícara que estava em mãos, logo escultaram o celular dele tocando.- Fala Naty.
–Clint, precisamos de você aqui, temos missão, venha bem rápido pôs Fury está de mal humor.- a ruiva falou.
–Tudo bem Naty.- respondeu e logo desligou, foi para o quarto e se vestiu o mais rápido que pode, pegou sua pistola, a ajeitou na roupa de forma que não dava para ser notada, saiu do mesmo, deu um beijo em Jenny e logo desceu para a garagem, pegou o carro e acelerou em direção a base.- É qual é o dia em que ele está de bom humor?- Clint perguntou chegando a base sorrindo olhando a ruiva que riu de volta para ele.- Oque aconteceu desta vez?- perguntou andando junto a ela em direção a sala de Fury.
–Não sei muito bem, mas o cara é um ricaço.-falou e logo se calaram assim que entraram na sala de Fury e vendo o mesmo lá.
–Bom dia agentes.- Fury falou seco.
–Bom dia diretor Fury.- os dois falaram em uníssono.
–Bem, vou ser bem rápido, vocês tem que ir até esse endereço e trazer esse homem aqui. Natasha tente persuadi-lo, e se não der certo Barton apague ele por um tempo, mas o tragam, esse cara é bem valioso para a Shield, e tem gente muito perigosa atrás dele. Só isso agentes.-Fury falou e eles logo saíram da sala.
–Nossa, agora eu fiquei com medo.-Clint falou debochando, olhando para Natasha sorrindo.
–Qual é, noite ontem foi boa?- Ela perguntou sorrindo.
–Muito.- riu para ela, mas logo depois eles foram para o carro que já estava preparado para eles, com as armas de cada um.-Vai ter que persuadi-lo.-Clint falou com um tom de malicia olhando a ruiva que apenas amostrou o dedo do meio para ele.-Que coisa feia Natasha, você não era assim.-Falou tentando soar ofendido.-Ei pode saindo, quem vai dirigir sou eu.- Ele falou impedindo a ruiva de entrar no carro.
–Droga, eu que vou Clint, na missão que tivemos...
–Pode parando, naquela missão você quem dirigiu, e quase fomos pegos, então agora vai para o banco de carona porque eu que vou dirigindo.- falou e riu assim que a ruiva fez um bico e andou em silêncio para o outro lado do carro, entrando no mesmo, ele logo entrou.
–Posso pelo menos escolher a musica?-Perguntou seca.
–A claro.- ele falou sorrindo, a ruiva logo ligou o rádio mudando de estações até chegar na que ela queria.
–Guns n'Roses?-Clint perguntou com uma sobrancelha arqueada.
–É qual foi, eu sei que você gosta de Guns.- falou sorrindo vendo o mesmo sorrir também. Ele logo acelerou e os dois foram cantando ao som de November Rain.
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–Isso pode ser do modo fácil, ou do modo difícil — a voz dela soou com raiva enquanto dava um soco no rosto do homem com força.-ANDA FALA.
–76397162.- o homem falou caído no chão, sentindo o peso do soco no rosto, observou bem a mulher enquanto ela abria o cofre dele, ela não parecia ser perigosa, assim que chegou na casa dele, parecia até que estava sedenta por sexo, querendo ele, seja lá quem fosse ela, ela sabia muito bem como enganar um homem.
–Bem já tenho oque preciso.- falou dando um pequeno sorriso para ele, segundos depois ele viu quando ela pegou a arma de trás dela, o encarou durante alguns segundos, vendo o chorar, diferente dos outros que ela já matara, ele não implorava pela vida, parecia até que queria a morte. Curioso, ela pensou enquanto abaixava até ele.-Qual é, não vai implorar pela sua vida?-Perguntou fitando os olhos cinzas dele.
–É isso que você quer?- ele perguntou a fitando.
–Não sei te responder, mas é curioso. Nunca ninguém não implorou pela vida, mas já você, parece não ligar.-Falou o observando.
–Não tenho porque implorar pela minha vida. Sempre fui um ferrado, nunca tive ninguém, fui maltratado quando pequeno, largado em um beco podre, até me encontrarem, usei tudo que pude ao meu favor para me torna quem sou hoje, mas mesmo assim a porra do meu passado ainda me assombra.- ele falou a fitando vendo o rosto dela mudar, vendo a postura dela mudar, lembra do passado não era uma coisa fácil para ela, as imagens de quando criança, lhe perturbavam toda noite, era como um tormento que não acabava nunca.-Você está bem.- ele perguntou vendo a ficar pálida.
–Tá perguntando para a mulher que vai te matar se ela está bem?-perguntou sarcasticamente para ele que deu um pequeno sorriso para ela. Ela nunca questionou o porque de matar as pessoas, sempre que saia em uma missão, matava e pronto, mas esse homem era diferente, porque queriam que o matasse? Essa era a questão agora.-Qual o seu nome?
–Não sabe o meu nome? Você ia me matar sem saber o meu nome?-Ele deu um risinho debochando.-Christian.- falou enquanto ela ficava em silêncio durante alguns segundos.-Assim é mas fácil Não saber o nome da pessoa, mata-las e pronto?
–Acho que sim. Ou não, nunca quis saber muito, e continuo não querendo saber. Mas você, eu queria saber o porque.- perguntou para ela mesma.-Venha.- falou o puxando pelo braço.
–Oque?- ele soou confuso.
–Não vou te matar... Não agora.- falou pegando a bolsa e colocando oque havia pegado na casa dele.-Eu quero saber oque de tão errado você fez. Você tem dinheiro aqui?
–Tenho no cofre no segundo andar.- ele falou.
–Vamos, pegue o máximo que você consegui, pegue todo o dinheiro que você tiver na sua casa. Pois irá precisar. E pegue algumas roupas também, coloque um casaco com capuz e um óculos se possível bem rápido, já demorei tempo demais aqui, eles devem está desconfiando. Já que não demoro nos serviços.-falou e ele logo subiu, voltou alguns minutos depois, com uma bolsa de lado, e uma pequena mala de mão.- Vamos?- perguntou com um sorriso divertido.-Vou te dar uma chance de viver Christian.
–Brincando de Deus?- ele perguntou sarcástico, mas num tom seco.
–Na verdade de morte.-falou com ironia.-Vamos, pro elevador.- falou seca, pondo a bolsa de lado.-Faça tudo que eu mandar tá escultando?- ela perguntou e ele fez que sim com a cabeça.-Espero que seja rápido Christian.- falou com um meio sorriso.
–Todos esses anos na rua me serviram em algo. Tiver que ser rápido roubando alimento pra não morrer de fome.
–Espero que sim meu caro.- falou e eles saíram do apartamento.
–Ainda não sei o seu nome.-ele falou com um meio sorriso.
–Andressa. Andressa Barton.
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