Secret.
17 Gosto de viver intensamente.
Notas iniciais
Cap, completamente dedicado a Juniffer_angel por ter recomendado a fic, nossa, suas palavras foram lindas, e estou emocionada até agora, muito muito muito obrigado mesmo Linda.
Agora querendo avisa-las de que não sei de quando volto a posta, pois estou MUITO atarefada esse ano. Não se desesperem, EU, NÃO vou parar de posta a fic. NÃO MESMO. Estou morrendo de sono aqui, eu sei ainda é bem cedo pois ainda são 21:06 mas nossa meus olhinhos estão se fechando sozinhos, estou morta morta morta de cansaço.
E PARABÉNS PARA TODAS NÓS, HOJE É NOSSO DIA.
FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES MENINAS.
BEJUS, espero que gostem. O outro cap, já está pronto mas agora é só ter tempo para posta, agora vou dormi, Até *-*
O choro pode ser ouvido, durante quase a noite inteira, Jenny ficou da porta olhando o arqueiro abraçado com a irmã nos braços à balançando, quase que a ninando. Assim que ela finalmente dormiu, ele a colocou na cama cobriu a mesma e levantou, Jenny não estava mais na porta do quarto, deu uma ultima olhada na pequena que agora dormia tranquilamente e saiu do quarto encontrando Jenny sentada no sofá.
–Ela dormiu?-perguntou abraçando o arqueiro que estava com a cara repleta de cansaço e tristeza.
–Dormiu.-falou baixo.
–Vem, vamos dormi.-falou o puxando pela mão para o quarto.
–Droga, eu me sinto tão culpado.-falou sentando na beirada da cama e passando as mãos no cabelo.
–Shiii, Clint. Não se culpe.-falou o abraçando por trás.-Por que diz isso?
–Eu sei que quando eu fui embora e deixei ela sozinha algo de muito ruim aconteceu a ela, eu não sei oque, mas aconteceu. E ela não quer me contar.
–Talvez ela não esteja preparada. De um tempo a ela.
–E quando ela vai está? Eu tenho medo que ela não fique preparada, eu só queria saber oque aconteceu a ela. Isso só aconteceu por minha culpa, eu fugi e deixei ela, ela está assim hoje, por minha culpa.
–Para, ei, para com isso. Isso não é culpa de ninguém, você me disse oque aconteceu para você ter fugido de casa. Seu pai te espancava e você não aguentava mais, foi isso, não se culpe.
–Eu poderia ter aguentando.
–Não, não poderia. Agora pare de se culpar.-falou o puxando para a cama, fazendo ele deitar, ele apenas a abraçou carinhosamente e os dois adormeceram.
Escultou o som vindo da cozinha, abriu os olhos ainda sonolento, levantou e uma antiga musica tocava. Ele adorava aquela musica, lembrava a época em que ele e a irmã brincavam no meio do quintal da pequena casa deles, pulavam na grama verde e simplesmente adormeciam as tardes depois da incansáveis horas de bagunça. Levantou sentindo o corpo pesado, em sinal de que o cansaço estava tomando conta do corpo dele e ele tinha que tirar uma folga. Olhou para a cama vendo que Jenny ainda dormia, a loira ainda estava do mesmo jeito da noite passada, apenas de calcinha e sutiã, sorriu, cobriu a mesma, já que o dia estava frio e saiu do quarto, foi até o banheiro escovar os dentes enquanto a musica não parava de tocar. Assim que escovou os dentes, foi para a cozinha aonde encontrou a irmã, fazendo panquecas.
–Bom dia.-ela disse com um enorme sorriso para ele.
–Bom dia.- respondeu sorrindo preguiçosamente e sentando nos banquinhos de frente da bancada da cozinha.-Panquecas? Nossa a quanto tempo eu não como panquecas. A e adoro essa musica.
–Então hoje é seu dia de sorte. Também adoro essa musica.-riu para ele desligando o fogo do fogão, já que já havia feito bastante panquecas, se sentou ao lado do mesmo e se serviu, e começou a comer em silêncio.
–Mamãe que te ensinou também?-Clint perguntou quebrando o silêncio tenso entre os dois.
–Unhum.-respondeu e fez positivo com a cabeça, dando um pequeno sorriso, lembrando da imagem da mãe, como ela era linda e maravilhosa, os longos cabelos castanhos escuros assim como o da morena, os olhos verdes claros e o maravilho sorriso. Soltou um pequeno suspiro contendo a vontade de chorar.
–Estão ótimas. Você aprendeu direitinho.-sorriu e viu ela sorrir como resposta, logo o silêncio voltou novamente.
–Te acordei ontem?-perguntou baixo ao mesmo, sem tirar os olhos do prato.
–Não, estava acordado com Jenny.- virou para ela a encarando, vendo a mesma encolhida.
–Desculpe.
–Não precisa se desculpa, não sei oque aconteceu...
–Não consigo...
–Eu sei, você não está preparada para falar certo?- ela afirmou com a cabeça o olhando com os olhos marejados.-Não vou te força a falar, quero que você fique bem, e quando se sentir confortável me conte, eu sei que não tenho direito de exigir nada de você, já que eu te abandonei.-ela pulou nos braços dele o abraçando num impulso fazendo o mesmo se assustar, mas logo a abraçar também.
–Só não me abandone de novo.-falou desfazendo o abraço, dando um beijo rápido na testa dele.-Te amo irmãozinho.-riu sapeca e foi para o quarto.
1 MÊS DEPOIS.
–A qual é Tony, não funciona assim.-ela conversava com o moreno eles estavam na torre e bebiam cerveja. Tony sempre a convidava, se sentia tranquilo com ela por perto.
–A Andressa, eu sou um gênio, e sei sim como isso funciona, e funciona assim.- falou abrindo a lixeira com o pé e tacando as garrafinhas de cerveja que eles haviam consumido.-Viu só.
–Não.-respondeu emburrada se deitando no sofá.
–Tira o pé do meu sofá.-Tony falou tirando os pés dela e se sentando.
–Que se dane o seu sofá.-falou birrenta novamente, voltando a por o pé, só que desta vez em cima das pernas de Tony.
–Abusada.-semi-cerrou os olhos a olhando e logo rindo junto a ela. Ela cobriu o rosto com o braço e eles ficaram em silêncio. Ele sem perceber estava acariciando a canela da morena.
–Preciso de um lugar para ficar.- falou e continuou com a mesma posição.
–Venha para a torre.
–Claro que não Tony.-respondeu levantando e tirando as pernas de cima do colo dele brutalmente o encarando não acreditando no que Stark estava falando.
–Porque não?
–Você quer mesmo morar com uma mulher que já tentou te matar?
–Gosto de viver intensamente.-respondeu sorrindo a olhando.
–Você não existe Tony.-ria radiante olhando para ele.-Mas fora de possibilidades.-respondeu levantando pegando a bolsa e andando até o elevador apertando o botão e esperando o mesmo apoiada na parede.
–Porque não?-estava ao lado dela a observando.
–Porque não, ué.
–Você não tem um motivo.
–Nem você. Porque você quer que eu venha morar com você Tony?-perguntou com a voz baixa ainda o encarando, só que agora de braços cruzados.
–Como já disse. Gosto de você Andressa, gosto da sua companhia.-deu de ombros enfiando as mãos no bolso.-Você é divertida, gosto disso.-Ela fez um biquinho olhando para ele desconfiadamente.-É as vezes tem a tendência a ser agressiva, mas gosto do seu jeito.
–Seus gostos são estranhos. Nunca vi ninguém querer morar com uma assassina a não ser outro assassino.- ainda estava encostada na parede quando o elevador chegou.
–E ai?-Tony perguntou vendo a mesma entrar no elevador.
–Caso eu aceitasse.-falou como quem não quer nada, virando de frente para ele que segurava a porta do elevador.-Caso eu aceitasse.-repetiu com um pequeno sorriso.-Quando eu poderia me mudar?-Perguntou e viu o sorriso nos lábios dele aparecer.
–Quando quiser, Andressa.- tirou as mãos da porta do elevador, e o mesmo logo começou a se fechar, ele não desviou por um segundo o olhar do dela até as portas estarem fechadas completamente.
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