Seasons of Love

16 “Keep calm and remember the love.”


Notas iniciais
Galerinha, estou com terríveis problemas com essa fic, ela está toda bagunçada então acho que vou escrever uma mini fic ou uma one-shot enquanto não consigo continuar essa. Espero que vocês entendam. Obrigada.

–Finn-

Dei um exercício e pedi licença aos meus alunos, eu tinha que ir na casa de Rachel porque se aquele padrasto idiota encostar a mão nela eu não respondo por mim. Cheguei à casa e comecei a guardar suas coisas no seu quarto quando ouvi um barulho na sala, puta merda! Eles tinham chegado.

_Shelby que carro será que é aquele parado lá na porta?_ Hiram perguntou e eu me escondi debaixo da cama.

_Não sei, nunca o vi antes._ ouvi a mãe de Rachel falar e ouvi a porta do quarto ser aberta, eles devem ter olhado para o quarto e quando o viram vazio fecharam a porta. Saí de baixo da cama e fiquei ouvindo a conversa dos dois.

_Pelo menos parece que a putinha não trouxe ninguém aqui pra casa._ ele disse e ouvi Shelby protestar com a respiração, mas ela não era louca de falar nada com ele.

_Seria assim tão ruim se a Rachel arrumasse um namorado?_ ela perguntou e Hiram riu.

_Ela é irritante demais para arrumar um, agora vai pro quarto e fica quieta lá._ ele mandou e senti que ele se aproximou do quarto novamente, entrei debaixo da cama pela segunda vez. Hiram abriu a porta e logo em seguida abriu o guarda roupas de Rachel pegando alguma coisa, eu não conseguia ver o que era, mas o senti deitar na cama e passado alguns minutos vi que ele estava gemendo. Aquele nojento estava gemendo o nome da minha namorada, da sua enteada, eu não podia acreditar, ele tinha pensamentos impuros sobre Rachel e aquilo eu não podia aguentar.

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Quando saí de baixo da cama vi a calcinha de Rachel jogada no chão com o esperma nojento daquele velho. Coloquei a peça no lixo e pulei a janela, minha Rachel não voltaria para aquela casa de maneira nenhuma.

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–Rachel-

Eu estava saindo da escola quando Finn apareceu e buzinou para que eu entrasse em seu carro. Assim que o fiz ele acelerou e foi rumo à sua casa.

_Amor, eu tenho que ir para casa._ disse calma e ele sacudiu a cabeça.

_Você não volta para lá, eu não vou deixar._ ele disse nervoso e eu não entendi nada.

_O que aconteceu Finn?_ perguntei séria e ele parou o carro perto de uma praça.

_Rachel, Hiram alguma vez tocou em você?_ ele perguntou sério e eu gelei.

_Ele me bate sempre, mas nunca tocou sexualmente não._ expliquei e ele pareceu se acalmar um pouco. _Por que?

_Pequena, eu vi aquele porco masturbando com a sua calcinha e gemendo seu nome, eu não posso deixar você voltar para lá._ ele disse olhando em meus olhos, eu sabia que ele fazia esse tipo de coisa, e confesso que morria de medo, mas eu precisava voltar para casa ou eu colocaria a vida da minha mãe em perigo.

_Finn, eu preciso voltar, minha mãe não pode ficar lá sozinha._ por fim ele assentiu e dirigiu até minha casa contrariado. _Me deixa na esquina, ele não pode me ver chegar de carro._ ele parou o carro e segurou minha mão.

_Te amo pequena, me manda mensagem mais tarde para eu não morrer de preocupação._ eu assenti e lhe dei um beijo, eu não queria voltar para aquela casa, mas sabia que era preciso.

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Entrei em casa e vi meu padrasto assistindo TV na sala, ela estranhamente sorriu para mim e eu assenti correndo para meu quarto, deitei na cama e fechei os olhos. Não sei exatamente quanto tempo depois eu acordei com minha mãe abrindo a porta e a trancando.

_Oi filha, como você está?_ ela perguntou sentando na minha cama.

_Eu estou bem, e você? Estava com saudades!_ disse levantando e a abraçando.

_Hiram resolveu me dar um tempo, tem sido grosso, mas não fez nada, afinal meu braço ainda está melhorando. Fiquei sabendo que você caiu e perdeu a memória, como assim?_ eu olhei para o chão.

_Como você sabe disso?_ perguntei assustada e ela riu.

_Seu namorado é um ótimo namorado._ ela disse e eu corei.

_Então você e Finn conversam? Vou ficar com ciúmes hein?_ disse brincando e nós continuamos conversando contando tudo que nos acontecera nos últimos dias. Hiram realmente estava estranho.

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–Finn-

Era noite quando a campainha lá de casa tocou, eu não estava esperando ninguém então olhei pelo olho mágico e gelei quando vi Hiram parado na frente da minha porta. Abri e fingi não conhecê-lo.

_Pois não?_ disse e ele mostrou o distintivo da polícia.

_Meu nome é Hiram Corcoran, recebi uma denúncia que pode haver drogas aqui na casa._ ele disse e eu suspirei, ele sabia de alguma coisa e certamente ele queria era procurar alguma coisa que me ligasse à Rachel.

_O senhor pode entrar._ eu disse e ele sorriu entrando olhando tudo minunciosamente. Guardei meu celular no bolso, lá era o único lugar que ele poderia ver alguma coisa suspeita. Hiram foi ficando nervoso que não achava nada e finalmente me olhou nos olhos.

_Quem é você? Por que seu carro estava parado na porta da minha casa hoje?_ ele perguntou e eu continuei calmo.

_Meu nome é Finn Hudson, eu sou professor de história no Mckinley High, e eu devo ter parado lá por acaso, nem sei aonde o senhor mora._ disse educadamente. Ele pediu desculpas e foi embora, sabia que ele estava contrariado, agora era rezar para ele não descontar a raiva em Rachel ou Shelby. Peguei meu telefone e liguei para minha pequena que atendeu imediatamente.

_Amor?_ ela disse sonolenta e eu ri.

_Te acordei? Me desculpa, é que Hiram veio aqui em casa, ele viu meu carro na porta da sua casa hoje. Tranca a porta._ eu disse e ela ficou muda. _Rach?

_Finn, será que depois que ele for dormir eu posso ir para sua casa?_ ela perguntou.

_Claro que pode, quer que eu vá te buscar?

_Quero, agora eu tenho que desligar porque ele está chegando. Te amo._ ela disse e eu fiquei curioso, ela não parecia nada bem.

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–Rachel-

Hiram chegou e foi direto para seu quarto, eu limpei o sangue da minha blusa e sutiã e saí de fininho, estava me sentindo muito mal e precisava de Finn perto de mim. Ele me pegou na porta da minha casa e assim que entrei no carro comecei a chorar.

_Me desculpa._ eu disse e Finn me olhou sem entender nada.

_O que aconteceu pequena?_ eu não consegui falar e ele continuou dirigindo segurando minha mão. Chegamos na sua casa e eu tirei a blusa, ele sacudiu a cabeça assim que viu meus cortes e fez o inesperado, ele beijou meu machucado. _Não chora, eu estou aqui com você, é normal ter recaídas. Naquele exato momento a campainha tocou, era Hiram. Puta merda.