Notas iniciais
Oi pessoal! Desculpa aí pela demora em postar, mas essa semana já começou punk.... Espero que gostem e comentem, por favor? Obrigada.

–Rachel-

Acordei assustada e vi uma médica me examinando. Meu Deus, será que meu bebê estava bem?

_Oi Rachel, já estou terminando aqui. Fique tranquila._ ela disse e eu assenti, mas tinha que perguntar.

_E o bebê?_ ela sorriu.

_Seu filho está bem, é a mãe dele que precisa de relaxar._ ela disse simpática.

_Filho? É menino?_ perguntei ficando mais animada.

_É sim, achei que já sabia. Agora relaxe._ assenti e finalmente fiquei quieta para ela poder terminar os exames.

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Meia hora depois vi minha mãe e Finn entrar no quarto. Eles pareciam tão preocupados. Será que tinha alguma coisa errada?

_Ah Rach, como você está se sentindo?_ minha mãe me perguntou e eu sorri.

_Bem, na medida do possível._ ela sorriu e eu olhei para Finn. _Amor, não precisa ficar com essa carinha de preocupado não, está tudo bem com nosso filho._ disse e ele me olhou nos olhos emocionado.

_Filho?_ assenti.

_A médica me disse que é um menino. E que aparentemente puxou seus genes de gigante porque ele está um pouco maior do que deveria estar._ eu disse e ele riu pegando minha mão.

_Rach, eu, sua mãe e a médica estávamos conversando e como você precisa de repouso absoluto por essa semana inteira, pensamos que você pode ficar lá em casa comigo essa semana que você não vai poder ir na escola, o que acha? E meu jantar de aniversário vai ser lá também, aí você não precisaria nem se locomover muito._ ele disse. Assenti e um sorriso lindo apareceu no rosto de Finn.

_Meu pai está aqui? Eu queria conversar com ele._ perguntei e vi minha mãe olhar para baixo, mas foi Finn que respondeu.

_Ele não veio, disse que vai conversar com a gente amanhã lá em casa._ assenti e fiquei triste, sabia que meu pai não se importava muito, mas nem querer saber como eu estou foi demais. Finn percebeu minha tristeza e sentou ao meu lado segurando minha mão.

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–Finn-

Levei Rachel para minha casa e a coloquei na minha cama, ela estava reclamando dizendo que mesmo em repouso ela podia andar, ainda assim não deixei que ela subisse as escadas da minha casa de maneira nenhuma. Fui à casa de Shelby e peguei uma mala com as coisas de Rachel, e assim que cheguei em casa vi Leroy e minha mãe na porta. Suspirei fundo, qual a parte de a Rachel precisa de descanso e ela está na minha casa eles ainda não entenderam? Sorri amarelo e deixei eles entrarem em casa.

_Finn, a gente precisa conversar._ Leroy disse e eu assenti mostrando o sofá. Nos sentamos e vi minha mãe olhar para o chão.

_Que foi?_ perguntei impaciente, aquele dia estava realmente sendo um inferno.

_A Rachel tem que tirar esse bebê, ela é uma menina ainda, e esse bebê será a prova viva de que você cometeu um crime. Ela ainda tem 17 anos, e nem terá feito 18 ainda quando o neném nascer, você vai ser preso com certeza._ Leroy disse frio e eu tive que contar até mil para não socar a cara dele.

_Ela não vai tirar meu filho, e eu sei muito bem que posso ser preso, mas para falar a verdade eu acho que é um risco que vale a pena correr. Eu amo a Rachel, nunca pediria uma coisa dessas para ela, e por favor, deixem ela descansar. Ah, e se for para falar em tirar o bebê não precisa voltar aqui em casa amanhã._ disse me levantando do sofá e indo em direção à porta, eu e Rachel precisávamos de um pouco de sossego. Eles foram embora me mandando olhares mortais, mas realmente a opinião deles não me importava mais.

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Entrei no quarto e vi Rachel dormindo calmamente na minha cama, coloquei meu pijama e me deitei ao seu lado. Abracei minha pequena com cuidado e pensei como as coisas mudaram completamente na minha vida. Se há um ano atrás alguém me dissesse que eu estaria morando em Ohio e estaria para ser pai eu iria morrer de rir e falar que a pessoa estava louca, mas como a vida dá muitas voltas aqui estou eu e para ser sincero, eu não mudaria nada do que aconteceu nos últimos meses. Rachel se aconchegou a mim e sorriu abrindo os olhos.

_Finn, você demorou pra chegar, aconteceu alguma coisa?_ ela perguntou ainda sonolenta e eu apenas sorri.

_Não aconteceu nada meu amor, você precisa descansar._ ela sacudiu a cabeça.

_Eu não quero, eu quero você._ ela disse e meus olhos se arregalaram.

_Han?_ ela corou.

_Eu acho que são os hormônios, só pode ser._ sacudi a cabeça rindo.

_Você nunca me enganou safadinha, mas hoje a gente não pode. A médica disse que hoje é repouso absoluto._ ela assentiu fazendo beicinho.

_Ok, mas só porque isso é para o bem do Chris._ ela disse e me sentei.

_Chris?_ perguntei chocado.

_Nosso filho. Eu me lembro que você me disse que queria por o nome do seu pai em seu filho um dia, então eu pensei que nada mais apropriado do que colocar esse nome lindo no seu primogênito._ ainda estava em choque.

_Mas?

_Mas nada Finn, meu pai é um bosta, eu nunca colocaria o nome dele em um filho meu. E Christopher é um nome tão bonito._ senti lágrimas nos meu olhos, Rachel realmente era a mulher mais perfeita do mundo. _Que foi? Se você não quiser a gente pode mudar o nome._ sacudi a cabeça.

_Eu te amo Rachel. Casa comigo?_ foi a única coisa que consegui falar. Ela ficou séria e depois começou a rir.

_Esse pedido é sério? Porque depois que eu disser sim não tem mais volta._ eu assenti e ela me abraçou forte. _Espera, mas a gente pode casar?

_Só quando você tiver 18 anos a gente pode casar oficialmente, mas eu quero viver como seu marido antes disso. Você aceita morar aqui comigo? Ficar comigo como se fosse minha mulher?_ ela assentiu e sorriu.

_Claro que aceito Finn! Eu te amo.