Se Puede Amar De Nuevo

9 Passado volta ao presente


Notas iniciais
não foi o melhor capitulo mais estou trabalhando para melhorar a historia como um todo...

O que fazer quando seu passado volta para viver seu presente?

No rancho Victor sobe ate o quarto e deita do lado de Inês colocando seu braço por cima da cintura dela.

— me perdoa por ser tão inseguro — fala perto do ouvido dela — não quero te perder.

Em alguma parte da cidade estava Loreto e Tavares com seus planos.

— acho que o Junior está desistindo de te ajudar.

— ele não vai se livrar de mim fácil Tavares

— o que vai fazer?

— já adiantamos a missão cheque mate meu caro

— e já estamos prontos?

— para a primeira parte sim.

No racho todos dormiam enquanto Fernando rolava na cama acordado.

— eu preciso falar com a Ana urgente — senta na cama — mas se ela tiver ocupada? Eu também não quero que o patrão brigue com ela por minha causa — fecha os olhos tentando dormir novamente.

Na mansão Máximo estava preocupado com fato de Ana ter caído da escada por sua causa.

— fui um estúpido em ter feito o que fiz com você Ana — a pega nos braços.

Ele a leva para o seu próprio quarto e tenta fazer ela acordar quando consegue finalmente.

— você está bem? — fala preocupado — você sente algo doer?

— onde eu estou?

— te trouxe pro meu quarto.

— não Máximo — se levanta rápido mais fica tonta e desmaia nos braços dele.

— não faz isso comigo Ana. Acorda por favor — aproxima seus labios dos dela e a beija calmo e tranquilo — você tem que me perdoar.

Máximo achou mais prudente levar Ana para o quarto dela para que quando acordasse se sentisse mais segura.

O dia seguinte estava ensolarado e todos acordaram cedo para aproveitar melhor o dia. Inês e Alejandro cavalgavam, mãe e filho entre risos e brincadeira, enquanto Victor conversava com Fernando sentados nos degraus da entrada da casa.

— você já escolheu o curso Fernando?

— estou querendo cursar veterinária como o Alejandro.

— um bom curso, mas, é isso mesmo que você quer ou é pelo Alejandro?

— na verdade eu tava olhando o curso de administração de empresas.

— e porque você não tenta? É um bom curso e você pode montar um negócio seu ou trabalhar em uma grande empresa.

— eu vou seguir seu conselho seu Victor.

Inês que descia do cavalo vai até os dois.

— você é uma exímia amazonas meu amor — levanta e vai até ela — a melhor e minha namorada — a abraça por trás.

— faz tanto tempo que não venho cavalgar ao ar livre no campo que as vezes me esqueço de como é bom essa sensação.

— pena que amanha vamos embora — fala triste.

— podemos voltar outros fim de semanas Victor.

— ainda esta brava comigo?

— do que estaria?

— do que falamos a noite

— esquece isso Victor.

No domingo pela manhã Inês já estava em casa e chegou na hora do café da manhã.

O clima entre Máximo e Ana estava estranho e Inês percebeu de imediato, mas preferiu se calar ela termina seu café e sai da mesa deixando Máximo sozinho com Ana.

— você vai me ignorar pra sempre? — fala sussurrando — o que pensa que esta fazendo?

— o senhor acha que ainda posso lhe olhar depois do que fez?

— me perdoa Ana — fala em tom de suplica

— você ia abusar mesmo de mim? — pergunta revoltada.

Inês que voltava pra sala escutou e não gostou nada do que o irmão tinha feito.

— Máximo Huerta Junior — fala gritando — o que você fez com ela?

— dona Inês a senhora escutou errado — estava nervosa.

— não escutei errado o que esse desgraçado quis fazer com você — bate no rosto do irmão sem pena — não foi essa a educação que nossos pais te deram Máximo.

Ana chorava e Máximo saiu calado deixando apenas as duas mulheres.

— o que meu irmão fez com você?

— eu não posso.

— é meu irmão mas ele está errado.

— o seu irmão estava bêbado e não fez nada de mais.

— ele tentou te violar minha amiga

— ele já falou comigo.

— não se conforme ele tem que pagar.

— ninguém paga por violar uma moça pobre dona Inês.

— então não foi a primeira vez?

— esquece tudo isso Inês

— Ana você já foi violada alguma outra vez?

— não fui — se retira.

Inês vai ate o escritório do irmão com muita raiva.

— porque fez isso seu podre?

— eu estou arrependido Inês — fala de cabeça baixa.

— e se a Ana for embora pra sempre?

— ela não pode ir — se preocupa com a possibilidade de ela ir embora — foi um erro eu não queria foi irracional eu admito, mas não quero que ela sai dessa casa.

— acho que agora é tarde de mais Máximo.

— eu vou fazer algo pra reparar tudo isso.

[...]

Máximo estava preocupado por não ver mais Ana por perto dele e vai até seu quarto para saber se estava doente, mas quando entra ele vê Fernando e não lhe agrada a presença do garoto no quarto da governanta.

— o que faz aqui garoto?

— sou Fernando — estende a mão para cumprimentar mas é rejeitado — você quem é?

— Máximo Huerta — fala em tom de menosprezo — o que faz aqui?

— então você é o patrão da Ana? — estava encantado em falar com um homem tão importante.

— não respondeu minha pergunta.

Ana saia do banheiro de toalha e quando vê os dois homens para e olha assustada.

— acho que não tenho mais nada o que fazer — Máximo falava com um certo Tom ciumento — você está ocupada Ana — sai do quarto antes que ela falasse.

— o que fazia os dois no meu quarto?

— eu vim avisar que vou pra faculdade depois do trabalho e ele não sei o que queria.

— eu sei o que ele queria — fica séria — eu vou falar com ele mais tarde.

**Auditório nacional**

Inês acabava de assistir um concerto musical no qual um amigo de muito tempo era maestro.

Andava destraida no corredor quando esbarra em alguém sem querer.

— me perdoe senhor — fala educadamente.

— não se preocupe Inês

— me conhece?

— eu sei que já passou quase vinte anos,mas você não mudou nada minha pequena — olha nos olhos de uma Inês assustada.

— não pode ser — fala nervosa — esse olhar eu conheço de algum lugar

Na mansão Huerta Máximo estava no escritório quando ele é invadido por uma Ana furiosa.

— o que realmente pensa de mim Máximo? — seu olhar fuzila o dele.

— porque entrou aqui desse jeito — estava visivelmente irritado — quer ser demitida senhorita Leal?

— que se dane esse emprego e você — joga uma pilha de papel que estava em cima da mesa — sua irritação quando tudo não sai do seu jeito — bate na mesa e aponta o dedo indicador na direção dele — você não manda em mim.

— porque está agindo assim?

— porque estava no meu quarto seu idiota?

— fui saber porque você estava faltando tanto e encontrei o moleque e você saindo do banheiro.

— o Fernando? Ele é meu irmão idiota e se soubesse do que se passa na casa saberia que ele já chegou já faz alguns dias e que trabalha no haras.

— me desculpe — fala baixo e envergonhado — sou um estúpido mesmo.

— não me diga Máximo Huerta — fala debochada — da próxima pergunta antes de se achar no direito de pré julgar.

— para de me chamar de idiota — se levanta e se aproxima dela — meu nome é Máximo.

Ana se afasta e sai do escritório sem falar nada.

— você está com ciúmes da Ana? — se perguntando confuso — Mas ela é uma linda mulher e um pouco esquentada as vezes, mas isso a deixa mais encantadora.

Tavares e Loreto entra no escritório sem bater.

— vínhamos amanhã — vai até o uísque — mas seu amigão Loreto tava com saudades.

— falei que não era pra vim na minha casa seus calhordas.

— o que você queria que eu fizesse com minha saudade — empurra Máximo pra cima da mesa — sou um cara sentimental.

— o cara é mesmo Máximo — Tavares saca a pistola e aponta pra ele engatilhada — é melhor escutar nosso amigo.

— eu não vou escutar ninguém — fica em pé novamente — pode matar a galinha de ovos de ouro de vocês.

— eu não falei em matar — fala dissimulado.

— mas acho que você esqueceu de falar com o Tavares.

— o cara é um maluco Junior.

— você tá contratado Loreto e você já pode abaixar a arma Tavares.

— é conversando que conseguimos ir pra frente Tavares — encara Máximo — não sou um burro ignorante como você pensava Junior.

Inês estava pálida e não conseguia entender o que se passava na sua frente foi quando o homem a sua frente falou:

— está se sentindo bem Inês? — não ta me reconhecendo Inês? — segura as mãos dela — sou eu meu amor.

— você morreu — tira a mão da dele — não é você.

#narrado por Inês#

Eu não poderia acreditar no que estava vendo, aquilo so podia ser um pesadelo e quem era aquele homem que eu via na minha frente e falando comigo não era real, era como se o mundo tivesse girando tão rápido que eu não pudesse me colocar em pé e por isso minhas pernas falhavam.

Eu confesso que eu nunca acreditei que ele tava morto,mas nunca eu pensei em encontrar aquele homem quase vinte anos depois e vivo na minha frente. Começo a andar o mais rápido que posso e sem olhar para trás quando finalmente consigo um táxi, entro nele e peço ao motorista que me leve para mansão.

#narração Inês off#

Ana aparece na sala onde Inês estava sentada no sofá e logo vê a amiga muito pálida e com a fisionomia assustada.

— o que aconteceu com você — se aproxima preocupada — você tá passando bem?

— eu acho que vi o fantasma de Victoriano Ana

— um que? Isso é impossível amiga.

— bem mais velho, mais era ele na minha frente.

— o Victoriano? Não pode ser Inês.

— acho que foi uma brincadeira de super mau gosto do Victor.

— e porque faria isso?

— ele falou do Victoriano o fim de semana inteiro da possibilidade dele está vivo.

— mas isso não pode ser possível.

A campanhia toca e Ana vai atender e deixa a pessoa entrar.

— ele insiste Inês — fala sem graça — vou deixar vocês sozinhos.

— o que faz aqui?

— eu vim aclarar as coisas — se aproxima dela — eu finalmente te encontrei Inês e nada vai me separar de você.