Se Puede Amar De Nuevo
29 Irmãos
— deixa dessa babaquice e vai atrás do peão — fala Máximo sorrindo — os dois se amam e ficam nesse chove e não molha — olha Ana.
— ele tem razão amiga — olha cúmplice Máximo.
— então porque os dois não assumem o que sentem um pelo outro logo — foi direta deixando os dois sem graça.
— Inês eu entendo se você não quiser mais falar comigo — fala sem graça — vai pensar o pior de mim.
— pior de que Ana? Adorei que você seja minha cunhada.
— mas ainda não somos namorados — fala Ana de imediato.
— ainda não somos namorados Ana — fala Máximo — mas aceitaria ser minha namorada?
— pedido de namoro? — olha Ana — aceita sua boba.
— Máximo?!
— só não posso ajoelhar e te fazer o pedido, porque estou impossibilitado no momento — rir sem graça — mas quero saber se você aceita?
— aceito Máximo — sorri toda boba pelo pedido.
— já que vocês estão de bem eu vou buscar o meu bem, mas antes de ir no apartamento dele vou passar na casa da mãe dele.
Ela sai do hospital e o primeiro lugar que ela vai e para casa de dona Soledade.
— preciso falar urgente com a senhora.
— o que foi Inês está nervosa.
— Victoriano, não sei como dizer, mais ele tá vivo.
— ele veio aqui me falou tudo, mas foi embora Inês.
— embora? Então a senhora já sabe que ele está vivo?
— veio até aqui me dizer quem era e como descobriu, e que você está grávida — olha Inês é sorri — mais um neto de vocês é uma alegria.
— ele ainda vem pra aqui dona Soledade? Preciso falar com ele.
— você devia ter chegado mais cedo e ele estaria aqui.
— não sabe para onde ele foi? Ele não falou com a senhora?
— ele teve que ir para resolver algo muito urgente de alguns cavalos doentes.
— eu o perdi?! — coloca as mãos no rosto em sinal de desespero — de novo não meu Deus.
— ele vai voltar Inês — fala preocupada — você não pode se aborrecer por causa do bebê.
— se ele falar com a senhora, me fala?
— falo filha — a abraça carinhosa — quero que fiquem juntos.
Inês sai da casa e volta para o hospital onde encontra Máximo e Ana a sua espera com as feições tensas.
— algo aconteceu ao meu filho?
— precisamos contar ao Fernando quem somos irmãos Inês.
— ele já pode receber esse tipo de notícia? — fala Inês preocupada — podemos dizer toda história?
— o Fernando tem o direito de saber quem é sua outra família — falou Ana firme.
Inês e Máximo vão juntos até o quarto de Fernando.
— dona Inês e seu Máximo? O que fazem aqui?
— Fernando temos algo pra para falar com você algo importante — Inês se aproxima a cama.
— alguma coisa com a Ana — fala preocupado — o que tem a minha irmã?
— é... Fernando, você nunca soube quem era seu pai verdade? — fala Máximo nervoso — mas eu e Inês sabemos.
— vocês sabem? — pergunta confuso — e como sabem isso?
Inês respira fundo e fica ao lado da cama enquanto Máximo foi para o outro lado ainda nervoso com o que tinha que falar.
— conhecemos seu pai ha muito tempo, mas só descobrimos quando você veio ao hospital e que foi informado a necessidade de um transplante de medula.
— mas não tinha médula que fosse compatível e o seu tempo se esgotava até a grande verdade da sua e da nossa — olha a irmã — ser revelada.
— de que verdade falam? E porque não me dizem o que fazem aqui?
— Fernando, sua mãe há muitos anos atrás se envolveu com um homem que acabou a enganando e deixou ela grávida e sozinha — toma um pouco de fôlego — esse homem já era viúvo e tinha filhos.
— quem é Inês? Quero ver ele é saber porque me abandonou.
— não será possível — falou Máximo frio — esse homem morreu com sua maldade e segredos Fernando.
— mas como eu vou conhecer meus irmãos? Não quero nada deles nem tão pouco se esse homem tivesse vivo eu queria conviver com a pessoa que fez minha mãe sofrer toda uma vida — falava com rancor — só queria ver e dentro da minha cabeça só ia existir um só sentimento, o desprezo.
— seus irmãos já sabem e estão no hospital desde que você foi internado — fala Inês de imediato.
— pois que vai embora, eu não quero nada deles — estava alterado — minha única irmã se chama Ana Leal.
— NÃO FERNANDO!
— o que aconteceu seu Máximo — fala assustado — você não pensaria assim?
— Máximo se contenha por favor ou vamos sair daqui.
— Inês ele nos odeia — fala desesperado — nosso irmão Inês.
— do que ele tá falando dona Inês? — os olhava confuso — porque ele fala isso?
— Fernando, você é filho do nosso pai — suspira pesadamente — Máximo Huerta e nosso irmão mais novo.
— isso não é verdade dona Inês, não pode ser — estava atordoado.
— Fernando eu e Inês queremos conviver com você como irmãos que somos — estava mais calmo — se você nos permite vamos ser uma família.
— o que Máximo fala também é um desejo meu Fernando, você é um bom menino e merece tudo que foi tirado de você por todo esse tempo.
— eu sou um Huerta? — com a voz embargada — sou irmão de vocês? — estava confuso.
— se estiver confuso entendemos, mas por favor não nos afaste da sua vida porque você é meu irmão e da Inês também.
— eu posso pensar?
— um Huerta é conhecido como impulsivo na maioria das vezes — Inês ri — mas você pode pensar.
— mas Inês? — Máximo olha ela confuso.
— sou a irmã mais velha de ambos e como tal tenho que respeitar o momento dos dois.
— ta bom irmã — Fernando fala é sorri para ela — o Máximo é impulsivo?
— e outras coisas que você vai descobrir quando tiver pronto.
— isso é complô dona Inês e seu Fernando? — se faz de ofendido — pensei que gostasse de mim Inêsita.
— aí aí Máximo — sorri — vamos deixar o Fernando descansar — vai até ele é beija sua testa — durma com Deus maninho.
— eu finalmente tenho um irmão mais novo — o abraça forte — estou muito feliz de ter você como irmão.
Inês é Máximo já estava perto da porta quando Fernando chama e eles olham.
— eu gostei de ter irmãos como vocês — sorri — mas eu quero a Ana comigo.
— ta bem Fernando — Inês sorria com o comentário — vou chamar a Ana — sai do quarto junto a Máximo.
Três dias depois...
— seria loucura o que vou fazer? — pergunta para si mesma quando estaciona o carro de frente a casa — mas não tenho coragem meu Deus — encosta a cabeça no volante.
— Inês filha, o que faz aqui?
— dona Soledade?! — sai do carro afobada — cade o Victor... Victoriano que eu quero falar com ele.
— ele saiu há poucos minutos, mas se quiser esperar fique à vontade, mas o que queria falar pra ele?
— preciso dizer que sou louca apaixonada por Victoriano Santos e não sei mais viver sem ele e sem seus carinhos e beijos — toma fôlego — preciso dizer que quero ficar com ele para sempre e criar esses bebê e nosso Alejandro.
Ele estava atrás dela a observando e escutava cada palavra.
— eu quero voltar pra você Inês — sorri — quero dormir e acordar do seu lado e nunca mais te soltar.
— mas Victoriano? Sua mãe disse que tinha indo embora — falou surpresa.
— e tinha, mas eu esqueci de pegar umas coisas minhas e acabei voltando e acabei escutando você Inês — termina de falar e sorri encantado com ela.
— eu vim falar que eu não sei viver sem você amor.
— eu nunca mais vou te deixar minha melodia.
— é bom mesmo senhor Santos — bate no braço dele — já basta esses vinte anos sem você.
— então vamos viver o agora meu amor — a puxa pela cintura — nosso Alejandro e o bebê — a beija — temos muito o que viver minha melodia amor da minha vida.
— não vou te deixar ir embora e ficar bem juntinho de você, porque esse é o melhor lugar — beija o pescoço e vai subindo até a boca, encosta seus labios no dele.
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