Se Puede Amar De Nuevo

23 Confia em mim? [+18]


Na madrugada Ana acaba passando mal e Máximo a leva para casa e cuida dela...No dia seguinte os dois acordaram cedo para irem ao hospital juntos.

— bom dia Ana — vendo ela na cozinha — vejo que vai se alimentar bem hoje.

— quero estar bem e forte para cuidar do meu irmão.

— nosso irmão Ana — se aproxima dela e seus olhares se cruzaram — seus olhos são lindos Ana.

— os seus também Máximo — passa a mão no rosto dele — eu não posso negar o que sinto por você.

— não negue Ana — coloca os braços dela em volta do seu pescoço e aproxima seus rostos — eu sinto o mesmo e te prometo que não vou negar esse amor.

— acho que já demorei muito pra isso — o beija ferozmente até perderem o fôlego.

Ela vai tirando o blazer dele é jogando no chão e ele a suspende e a coloca sentada na mesa e vai levantando sua saia enquanto ela tira a blusa ficando de sutiã e fazendo ele parar e ficar olhando hipnotizado os seios dela.

— são tão perfeitos — tira delicadamente o sutiã dela e com as mãos massageia seus seios e vai distribuindo beijos por seu pescoço escutando os gemidos baixos que ela soltava.

— quero você dentro de mim Máximo — passando a mão por cima da ereção dele e escuta ele arfar de prazer com a carícia dela.

— seu desejo uma ordem — a coloca em pé novamente e abaixando sua saia a calcinha e ainda abaixado vai até a intimidade dela e da beijinhos fazendo ela se arrepiar inteira.

"Ana cade você?"

Máximo se levanta assustado e Ana coloca a roupa as pressas.

— Alejandro já ta acordado? — olha Ana desapontado — pensei que ele acordava mais tarde.

— ele até que acorda tarde, mas hoje ele prometeu que ia ficar comigo no hospital.

— e por isso ele madrugou?

— Ana você está bem — aparecendo na cozinha — estamos atrasados?

— o seu tio vai nos levar — olhando Máximo tomar café.

— é isso mesmo filho.

— então vamos logo — sai da cozinha.

— e então? — ele se aproxima dela e a segura pela cintura — nosso papo fica pra depois?

— nosso papo? — passa as mãos sobre os ombros e os aperta — eu vou adorar.

No apartamento de Victor

— eu to muito cansada.

— eu vou tomar um banho e você descansa um pouco — da um beijo curto e vai em direção ao banheiro.

— Victor Fernandes — sorri apaixonada — agora posso falar que te amo sem intromissões do passado pra atrapalhar nosso amor.

Minutos depois Victor e Inês já estavam na cozinha tomando café da manhã e combinando a hora que iam para o hospital.

— Inês você tem certeza que vai ficar o dia todo no hospital depois que passou o dia inteiro mal.

— eu preciso ver meu irmão Fernando o Alejandro e a Ana — vai até a sala seguida por ele.

— eu tenho que ir ao haras — pega as chaves do carro- mas se quiser eu fico com você.

— você vai trabalhar e eu vou ficar no hospital.

— ta bem, mas você pode pegar minha carteira que eu esqueci lá no quarto?

— claro Victor

O que Victor não podia prever é que a foto que o pai lhe deu estava perto da carteira e que Inês iria ver.

— o que faz essa foto nas suas coisas? — chorando mostra a foto.

— tem uma explicação, mas não posso te contar agora Inês.

— eu quero pelo menos um motivo pra foto do Victoriano estar nas suas coisas — já estava falando bastante alterada.

— por Deus Inês — pega a foto dela — ele era meu amigo e essa foto estava com meu pai e ele me entregou quando estive na fazenda.

— porque você não falou antes? Sabia dele e do que eu tive com ele no passado e mesmo assim ficou calado.

— só peço que você confie em mim até eu poder explicar o que está acontecendo — falou calmamente — um dia vou falar tudo o que aconteceu entre mim e Victoriano.

— não sei se consigo Victor — fala desapontada com ele — o que você pretendia?

— o que pretendia? Não sei do que está falando.

— que isso é um plano do Vicente e que você está nele.

— nunca ia te enganar Inês — tenta se aproximar mas ela se afasta — eu não faço parte de plano nenhum e não aparece na sua vida pra te prejudicar.

— pois não é o que parece senhor Fernandes.

— e o que parece senhorita Huerta? Estou disposto a fazer o que quiser comigo

— acredita em mim Inês — em tom suplicante — nunca ia te fazer mal meu amor.

— ta bem Victor — fala mais calma.

— eu vou explicar tudo na hora certa — consegue se aproximar e a abraça — eu te amo de mais pra te ver sofrer ou pra te enganar.

— não sei a razão, mas eu confio nas suas palavras.

No hospital Ana andava pelos corredores para voltar a sala de espera quando encontra alguém.

— Ana Leal?

— me conhece? — ele a olhava curiosa.

— sou Soledade, mãe de Victoriano.

— dona Soledade? — a abraça forte — há quanto tempo.

— eu digo o mesmo Ana.

— o que a senhora faz aqui no hospital?

— estou em um tratamento de saúde já faz uns meses.

— a Inês me falou algo, mas não pensei que encontraria a senhora por aqui.

— e como está Inês? E meu neto já deve estar um homem.

— o Alejandro está mesmo, pena que ele de última hora não pode vim.

— alguém está doente?

— meu irmão Fernando está doente.

— melhoras para ele — tira um papelzinho da bolsa e entrega a ela.

— o que é isso dona Soledade?

— entrega a Inês e peça que ela permita que meu neto possa me visitar.

— Inês vai adorar e acho que até ela vai querer ir também.

— tenho ela como uma filha.

— eu tenho que ir porque estou esperando os resultados dos exames do meu irmão — se despede e vai embora.

Soledade estava saindo do hospital quando uma pessoa esbarra nela e ela se desequilibra mas é segurada.

— me perdoe senhora — a segurando.

— eu conheço você — olhando o homem assustada.

— acho que não — ele sorri.

— não pode ser meu Deus — toca o rosto dele — você é ele são tão parecidos na forma de falar.

— eu e quem?

— meu filho

— acho que está... — não termina de falar porque ela vai embora — essa voz? Tenho a impressão de já ter escutado — sente uma pontada forte na cabeça, fica tonto e se encosta na parede próxima a ele.

#lembrança on

— já falei que se você e a menina não fugirem o pai dela vai atrás de você.

— ele não vai fazer nada comigo mãe.

— não tenha tanta confiança nesse homem meu filho.

— se algo acontecer que seja comigo e não com ela e o bebê.

— ele não seria capaz de fazer mal a filha e o neto, mas ele pode fazer algo de ruim contra você a qualquer hora.

— não vai acontecer nada dona Soledade.

#fim da lembrança.

Victor ainda se sentia mal, mas foi se encontrar com Inês que já estava na sala de espera com Ana e Máximo.

— quando os resultados saem? — pergunta Inês.

— o médico falou que hoje a noite — fala Ana olhando Inês.

— então so vamos esperar? — Máximo fala sem paciência.

— vai dar tudo certo e vocês vão poder salvar o Fernando — Victor fala esperançoso.

— eu vou levar a Ana pra casa e voltamos a noite — fala Máximo olhando Inês.

— mas eu não quero ir pra casa — ela fala direta.

— vai Ana que eu fico com o Victor até a noite.

— pensando bem, vou aceitar porque não dormir bem nessa madrugada.

— então vamos Ana — segura na mão dela — a noite vamos estar aqui para o resultado.

Ana e Máximo vão para casa em silêncio no carro e quando chegam Ana vai para o quarto e vai direto tomar um banho, depois de algum tempo Máximo entrou no banheiro em silêncio e ficou a observando.

— desde hoje pela manhã eu estou com o pensamento nos seus seios tão deliciosos — já tinha ficado sem roupa e muito excitado.

Acaba assustando ela.

— Máximo o que faz aqui? — tenta se cobrir com as mãos.

Ele entra no boxe a suspende e ela entrelaçando as pernas na cintura dele começou a beijar desesperadamente e crava as umas nos ombros de Máximo ao sentir que seu membro a penetrava lentamente.

— o que você queria mesmo?

Ela pega a cabeça dele e conduz ate seus seios deixando ele mais louco de tesão.

— não sabe como eu desejei.

Ele se deliciava nos seios dela e a penetrava cada vez mais rápido a água que caia sobre eles e seus corpos chocando em meio de gemidos era o que se ouvia naquele box, até que chegam ao orgasmo juntos.