Se Eu Fosse Você
4 Capítulo 4 - O Inferno Começa!
Notas iniciais
Tudo bom com vocês leitoras lindas? =D
Gente, mil perdões pela demora para postar o capítulo... É que minhas aulas começaram e tals... Sabe como é! Estou tentando me programar para começar a postar toda semana, quem topa?
Bom, deixa de lorota e vamos ao que interessa.
Hoje o capítulo vai ser dedicado a BreeCaroll que recomendou a fanfic! A recomendação dela foi super fofa, obrigadão linda!
Gente, no capítulo de hoje eles já vão estar mudados de corpo, espero que consigam imaginar as cenas com os respectivos personagens. A propósito, o Carlisle vai ser diferente do livro, ele vai ser ateu. Combinado?
Boa leitura! =D
#Capítulo 4 – O Inferno Começa!#
POV Carlisle
A última coisa que aconteceu.... Foi a pior de todas! Eu e Esme estávamos discutindo por um motivo idiota e de repente nos mudamos de corpo!
A luz aos poucos foi acendendo novamente e eu me vi em uma versão gay. Isso mesmo, Esme começou a murmurar super preocupada e bem feminina. Detalhe: Tudo isso no MEU corpo lindo e sexy! Ninguém merece... Ouvi minha voz ‘afemininada’ balbuciar:
-Ai meu Deus! O que vamos fazer agora? – Ótimo, além de ter que me ver gay ainda tem essa merda de sapato alto. Esme sempre os usava pois dizia que era muito baixa e que os saltos a deixavam mais bonita. Ótimo, mas quem se ferra agora sou eu que não sei andar em cima dessa agulha de costura! Me revoltei e falei nervoso:
-Calma Esme! Não vai dar piti agora né? – Como se não bastasse o universo conspirar contra minha existência, agora tudo que eu falo saiu uma voz feminina meio ‘amasculinada’. Eu mereço!
Tentei resolver à situação apertando milhões de vezes a porcaria do botão para abrir a porta do elevador. Felizmente consegui e logo falei:
-Vem cá Esme, desce aqui, desce! – Meio que a empurrei, ou melhor dizendo... Empurrei eu mesmo, quer dizer, o meu corpo e AH! Que porra é essa? Que confusão! Como imaginei, Esme logo começou a ficar perguntando... Como sempre.
-Ai meu Deus! O que você fez? O que a gente tá fazendo aqui? Porque que a gente veio pro quarto? – Revirei os olhos, era horrível me ver gay! Ela realmente devia estar ficando maluca, logo respondi:
-O quê? Ficou doida? Isso é um corredor! – Ela andava de um lado para o outro... O pior de tudo isso era me ver rebolando... Será que ela não sabe que sou HOMEM? E que macho não anda rebolando por aí? Ela tentou responder meio agoniada:
-Nós estamos no quarto andar! Era pra termos ido para o térreo... Ai meu Deus! O que faremos? – Ela socou a cabeça na parede contrariada... Tô até vendo quando eu voltar para o meu corpo ter aquela dor de cabeça... Ter que tomar milhões de comprimidos! Ah... O que eu fiz de tão errado na minha vida passada?
Tentei acalmar a situação tentando ir até ela. Nem preciso dizer que eu usando vestidinhos e essa porra do sapato alto era um inferno né? Falei mais do que nervoso:
-Nós íamos para o térreo quando eu ainda era eu, e quando você ainda era você! – Me encostei do lado dela e ela logo recomeçou o piti dela:
-Ah, eu não quero passar por tudo aquilo que a Renné falou! Eu não nasci homem... Eu não sou homem... Eu não quero morrer homem! Aliás, eu to odiando ser homem! Pra andar tem que ter essa coisa no meio da perna pra atrapalhar mais ainda minha vida! – Prefiro não dizer nada em resposta ao comentário insultante dela ao meu corpo! Não fiquei por baixo e logo indaguei:
-E por acaso você acha que eu to gostando de ser mulher? Espero que você não esteja naqueles seus dias infernais da TPM... Não vai rolar eu ficar menstruado! Depois ainda tinha que ser com você que faz sobrancelha, depila virilha e... AINDA TEM ESSE SAPATO! – Terminei com desgosto a minha fala. Afinal, eu to odiando mesmo esse sapato!
Ela me olhou assustada... Pra dizer a verdade eu também to ficando assustado! Não é todo dia que vemos alguém no NOSSO PRÓPRIO corpo né? Pior... Se ver gay! Ela logo disse:
-Só pode ser um castigo de Deus! – Droga, ainda vou ter que agüentar essa religiosidade dela... Merda!
-Deus?! Deus não existe Esme!
-Deus existe sim! E é ele, é ele, que vai nos salvar. Graças a ele, no quarto dia como Renné me contou, isso tudo vai passar. Destrocado, igual Renné e Charlie. – Ela me criticava sempre que podia por eu ser ateu. E agora ela vem com essas conversinhas bobocas?
Enfim, demos por terminar nossa discussão e fomos até o elevador para irmos embora. Na saída, precisava de um crachá, obviamente. Esme deveria estar muito apavorada, pois até se esqueceu disso.
Fomos barrados por um segurança! Não disse que o azar me acompanha? Para terminar de me humilhar, Esme tinha que ficar bancando uma de madame com meu corpo! Que vergonha...
Por fim, eu resolvi pegar o crachá no bolso do meu terno e ela ficou revirando a bolsa em busca do outro crachá. Quem passava nos olhava torto, pois era meio estranho um homem procurando algo em uma bolsa e uma mulher revirando o palito de um cara muito sexy como eu!
Pra terminar de completar meu mico em público, Esme resolve sair com a bolsa gigante nela pendurada no meu braço! Sim, agora sim eu estava um completo gay.
Nunca imaginei que essa merda de troca de corpos fosse mesmo verdade... Que castigo pra mim heim?!
Assim que conseguimos sair da advocacia visivelmente normais, demos de cara com Edward na calçada. Ele desligou o celular e perguntou:
-Que demora, eu já estava ficando preocupado. Tá tudo bem? – Esme revirava os olhos, eu tinha uma leve vontade de olhar para o lado e assoviar...
Por fim consegui responder um singelo ‘Sim’. Ainda não me acostumei com toda vez que eu falar minha voz sair fininha mas já que é assim... Felizmente Edward se tocou e foi embora fazendo uma piadinha sem graça:
-Já que não vai haver nem um homicídio, eu posso voltar para o meu escritório né?! – Esme também se bancou e assentiu a cabeça. Lógico que ninguém sabia de nada dessa maluquice toda.
Ele deu a mão para mim e eu logo ofereci a minha. Era um modo educado de se cumprimentar as pessoas. Ele falou esperançoso:
-Esme, eu ainda tenho fé que vocês vão desistir dessa maluquice toda! – Sujou, o que eu fui fazer? No começo da reunião Esme tinha sido super grossa com ele e agora eu no lugar de Esme fui todo educadinho. Pra terminar de completar nosso problema, Esme fez questão de nem olhar na cara do meu amigo a hora que ele foi cumprimentá-la... Ou melhor, cumprimentar meu ex-futuro corpo.
Edward pareceu não perceber, pois pegou Esme pelo braço e cochichou:
-Agora eu te entendo cara, ô mulherzinha difícil essa heim? Por isso que eu não troco todas por uma só! Bye bye, até mais tarde. – Tô ferrado depois dessa! Ainda consegui ver Esme fazer uma careta. Não disse que to ferrado?
Ele foi embora e eu fui até Esme caminhando nesses malditos saltos novamente. Ela me perguntou:
-E agora, o que que a gente faz? – Já que ela foi grossa com Edward, agora eu também vou ser com ela:
-Bom, eu não sei você. Eu vou pra minha casa, pra arrancar esse sapato aqui! – Ela logo se manifestou:
-Não senhor, a casa é minha. – Dei uma risada irônica e falei brusco:
-Nem as casas, nem os apartamentos e nem nada! E agora, nem as calcinhas que estão no seu armário tá? – Ela se tocou que eu estava mandando ela pra casa do Edward... Óbvio. Ficou toda bravinha:
-Eu não vou para aquele bordel do Edward! – Logo respondi:
-Nem se preocupe, você não faz o gênero dele tá? – A primeira coisa que eu pensei foi essa, afinal, a mulher é minha e eu to mandando ela pra casa de um amigo... Uma coisa não muito certa. Ela logo pensou em outra coisa:
-A questão não é essa. Eu quero minha casa, eu quero minha filha, eu quero minhas roupas! – Eu sabia que estava sendo um completo idiota, mas agora eu estava realmente nervoso. Quem começou tudo isso não foi ela? Agora ela que se vire! Virei-me para ela e falei bem ríspido:
-Você me expulsou de casa porque você quis, agora agüente as conseqüências, que incluem o ronco do Edward tá? Eu vou pra minha casa, de onde, aliás, eu nunca deveria ter saído. – Fui saindo e completei – Ah, e vê se você não rebola. Quatro dias, dá pra segurar? – Saí sem ao menos me despedir.
Era uma merda andar nesses saltos assassinos, não via a hora de chegar no meu carro. Como se não bastasse meu casamento estar acabando, ainda tenho que viver o inferno de ficar no corpo da minha esposa que um dia eu fui capaz de amar.
Peguei o carro e comecei a dirigir até minha casa, afinal, o inferno já começou mesmo!
Notas finais
haushsuahusahusahus'
Só mais um aviso básico, essa fanfic não é mamão com açucar! Já vi muita fanfic que o casal se separar num capítulo no outro já estão no rala-e-rola juntos novamente... Essa aqui, vai demorar pacas para eles assumirem que ainda se amam tá?
Outra coisa, já que a maioria das garotas que leem essa fanfic aqui são autoras de fanfics Carlisle, queria dizer uma coisinha... Percebi que vocês andam excluindo e postando as fanfics novamente... E isso é PÉSSIMO para mim porque eu perco totalmente as atualizações de novos capítulos! =/
Por favor, não façam isso! Quando fizerem, me avisem ok?
Um agradecimento mega-especial a Nyh_Cah, Ninna_Carlie, Issa_Grossi, Carlesme17, nataliedrews, eclericuzi, laalacullen, ClaraDorsck, Thay_Pattz, BreeCaroll, MellanyG, Thaty_Twi, CarolinaCullen e joan que comentaram no capítulo passado! Fiquei muito feliz com os reviews, infelizmente não consegui responder todos, vou tentar mais tarde! Espero por recomendações.
Respondendo a uma pergunta da usuária e grande amiga minha Carlesme17, eu estou bem sim... Não morri não, fiquem tranquilas... kkkkk..... Volto a postar reviews em breve! É que minha vida anda uma correria ultimamente.
Espero por mais reviews nesse capítulo do que no outro viu? haha'
Beijokas de Chocolate com Conhaque! #deliciadaCacauShow
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