Notas iniciais
Gente, desculpem pela demora em atualizar a fic. Queria poder postar dois capítulos consecutivos, mas o próximo ainda não tá pronto. Mesmo assim, espero que curtam o enredo deste. Cory e Cindy acharam a cidade... O que vai acontecer com eles?

Alguns minutos tinham se passado. Sentado na areia, Ramsey já estava na companhia de Jim e de Jenna, que já tinham se exaustado na água.

– Acho que vou indo... – A moça se levantou, enrolada numa toalha. Estava tremendo, o vendo estava um pouco frio. – Tomarei um banho irei fazer alguma coisa pra gente jantar.

– Vai lá. – Os rapazes se despediram e ela saiu.

Os dois voltaram suas atenções para Tyler, que ainda se acabava na prancha, tentando surfar ondas.

– Quando é que ele vai parar? – Ramsey questionou à Jim. – Ele vai acordar cheio de hematomas amanhã.

– Se acordar, né? – O negro foi irônico. – Ele não sabe quando desistir... Está louquinho pra aprender a surfar, mas só consegue cair e se afogar cada vez mais.

Os dois riram e Jim se levantou, olhando para os lados.

– Cadê os outros? Estão na cabana?

– Não. O Cory e a Cindy foram para a cidade, e o Terrence foi andar na areia.

– Ah... tá... Acho que já vou indo também. Tô arrebentado! – Jim disse. – Acho que nem vou tomar banho, só chegar lá e dormir até semana que vem.

– Vai na fé, mano. Eu vou continuar aqui...

– Vê se aproveita um pouco e entra na água.

– Pode deixar... – Ramsey concordou, vendo o amigo se distanciar.

Novamente ele estava sozinho ali. Podia ver Tyler de longe, apenas nadando mais uma vez após cair da prancha. O horizonte estava bonito, mas a noite já estava chegando junto com o vento frio. Era estranho ainda não ver ninguém na praia... “O que o povo da cidade fica fazendo durante o dia?”

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Na cidade, os dois jovens tinham chegado na rua que mais queriam: A do Shopping. O estabelecimento não era muito grande, apenas dois andares. Mas parecia ter muitos produtos.

– É um pouco estranho, mas como eu disse... Se não tem ninguém em casa, vamos entrar. – Cory se aproximou da porta do Shopping e, no empurrou, a abriu.

– Não, é melhor não mexermos aí. – Cindy estava preocupada. – Não sei o que aconteceu nessa cidade, mas as pessoas podem estar sumidas, escondidas, nos vendo... E podem até nos prender. Além do mais, já tá ficando noite e a gente precisa voltar pra cabana.

– Larga de besteira, Cindy. Não tem ninguém aqui não. – O rapaz já foi entrando com sua câmera, filmando tudo.

Ainda preocupada, a moça resolveu segui-lo, mas atentamente. O pálido foi a frente, filmando tudo e observando pela própria filmadora, enquanto Cindy estava tendo a atenção puxada por algumas roupas numa estrutura ao fundo.

– Quê... São lindas! – Disse se aproximando dos tecidos e vendo-os.

– Eu disse. – Cory assentiu, continuando a andar. – Pegue o que quiser, acho que não tem um vendedor.

O rapaz viu na beirada do segundo andar uma estante de vidro cheia de câmeras novas e filmadoras de alta resolução.

– O que é isso, gente? – Exclamou enquanto subia correndo à escadaria para o andar superior. — Acho que morri e fui pro céu.

– Onde está indo? – Cindy largou as roupas, virando-se para o rapaz.

– Só pegar umas câmeras ali. Vê se escolhe algo, já, já vamos voltar para a praia.

– Eu não sei... Apesar de parecerem bonitas e tudo mais, ainda acho que são de alguém, ou tem alguém aqui. – Ela assentiu, continuando parada. – Por que... Como essas peças foram feitas e continuaram limpas até hoje?

– Ah... – O outro deu-se de ombros, chegando ao piso dois.

O lugar era como uma loja de tecnologia. Havia celulares, telefones, controles e aparelhos, filmadoras e tudo mais.

– Caramba! Aqui em cima tem muita coisa... Vem cá, Cindy!

– Tá bom, eu já vou.

No outro andar, Cory colocou sua filmadora encima de uma estante de vidro e foi até a prateleira e pegou uma nova. Encaixou-a nas mãos e tentou liga-la enquanto se virava.

– Isso é muito...

Quando viu um corpo na sua frente, pensou que era Cindy, mas antes de ver a figura um martelo bateu fortemente no seu rosto. O impacto lançou-o contra a estante de vidro na beirada do andar, ele quebrou toda a estante e caiu lá de cima, batendo frente à Cindy no piso do primeiro andar.

– AHHH! – A moça gritou desesperada ao ver o rapaz com a cabeça sangrando, inconsciente ou morto no chão.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim. *...* O próximo capítulo vem em breve... E obrigado pelos comentários e acompanhamentos!! :-D