Scrios An Soul
25 Prazer.
Como descrever esse momento?
Loucura.
Insanidade.
Ou só intenso prazer.
Gemido soou aos ouvidos dele – enquanto apenas brincava de torturar o corpo que estava abaixo de si – só mesmo isso para ela gemer daquele jeito que ele achava sensual e sexy.
Jellal apenas beijava o corpo, enquanto demarcava ali – a pele pálida se tornou vermelha por varias mordidas que o mago fez com boca, estava deixando-a louca, ou talvez menos normal, o mago negro sabia como trabalhar sua língua, no corpo que estava ali a sua mercê.
Ele mordeu o lábio – enquanto uma ideia veio a sua cabeça – enquanto apenas torturava com as mãos hábeis que conhecia melhor que ninguém os pontos fracos daquele corpo... Retirou o sutiã preto que ela usava, olhando os belos seios...
Pálidos e Perfeitos.
Ele começou com um movimento circular no seio dela – que a fez grunhir.
-Pare... – sussurrou – Está me torturando.
-Essa e graça... – diz com um sorriso malicioso.
Ele ouviu o grunhido nada satisfeito dela – enquanto abocanhou um dos seios, chupando e mordendo enquanto mexia no outros – fazendo movimentos, enquanto prendia ela por baixo de si. Ela gemeu – contorcendo aos toques atrevidos dele.
-J-Jellal... – ela sussurrou – V-você e um monstro...
Ele riu – parecia que havia mudando o seu jeito de olha-la – apenas mordeu cada parte do corpo, enquanto ela gemia... Ele sorriu, ela estava a sua mercê naquele quarto – sem ninguém para atrapalha-los...
Ele tomou os lábios dela novamente.
O gosto dela – era exótico – ele se deliciou com isso, enquanto ela aranhão suas costas com as unhas afiadas – isso deixaria belas marcas em suas costas – enquanto ele mantinha os lábios ocupados com os dela.
-Pare de marcar, Raisu... – sussurrou sensualmente no ouvido dela.
-Você que começou, querido... – diz com ironia.
Ele riu baixo – enquanto cheirou o pescoço dela, enquanto acariciou a base dela, mordeu o lóbulo da orelha, fazendo gemer com isso – estava testado o limite da sanidade mental.
Ouviu-se um xingamento dela – ele estava torturando-a de todas as formas – ela praguejou para si mesma – Jellal riu-se, enquanto brincou com os cabelos sedosos...
-Você está apressada hoje... – diz cinicamente.
-Ah! Por que tenho um encontro mais tarde... – retrucou com arquear de sobrancelhas.
Ele riu – enquanto apenas beijou os lábios carnudos – e ele a sentiu joga-lo na cama, estava por cima, enquanto olhava o peito do mago...
-Jellal... Jellal... – sussurrou. – Olha o estrago que fez...
Ele riu divertido – gostava de testa-la ao limite – olhando o corpo seminu maga.
-Ah! Vamos continuar... – diz maliciosamente.
Ela xingou – enquanto andou pelo peito com as mãos – e tomou os lábios dele...
Era errado.
Ela sabia que sim, mas...
Ela queria só sentir o prazer, ou talvez, fosse loucura de ambos.
Jellal beijou – enquanto apenas brincava com os seios dela – ela arranhava, havia algo de divertido nisso, ela mordeu os lábios dele, enquanto ambos se entregavam ao prazer...
Quantas vezes eles fizeram isso?
Quantas vezes ela gritou o nome dele?
Quantas vezes estavam conectados assim?
Não havia nada a comparar com isso. Nenhum dos dois sabia – mas o que importava? – eles só queriam esquecer, só queria sentir, só queria ser desejados...
As mãos frias pelo suor desceram para o peito do rapaz, ela acariciou e arranhou todo o local – sentia satisfeita com isso – um sorriso surgiu nos seus lábios, era tão rígido e másculo, ele arfou enquanto ela descia os beijos para o pescoço – ela sabia as fraquezas como ele sabia das suas – ela distribuiu uma série de beijos pelo local, fez questão de deixar um chupão que demoraria pra sair (um dos muitos que marcariam), as mãos dela caminharam para o abdômen malhado, os dedos contornaram cada gomo, as unhas trilhavam marcas vermelhas até a borda da cueca dele. Ela sorriu travessa – Jellal arfou ao perceber o plano da mulher a sua frente – aquilo realmente ia ser divertido ou até mesmo excitante para ele.
Uma mão adentrou o tecido e logo agarrou o membro grande e rígido, por um momento ela pensou “Parece-me delicioso! Devo come-lo ou apenas...”, mas ao ouvir um gemido longo de Jellal, ela ignorou o pensamento, precisava fazê-lo sentir prazer. Ela beijou os ombros do rapaz mordendo os músculos tensos de expectativa.
– Ahhh... Sua diaba. – Ele gemeu quando ela começou a movimentar sua mão masturbando-o.
Ela sorriu quando sentiu a mão dele apertar sua cintura em um claro sinal de prazer, ele gemia baixo enquanto acariciava e apertava a cintura fina da morena. Enquanto uma mão o masturbava – ela sentiu o prazer intenso que vinha – enquanto Jellal soltava gemidos de prazer intenso, a outra brincava com os músculos do peito e abdômen arranhando-os, ela intensificou o movimento e olhou para o rosto de Jellal, ele apertava os olhos de prazer. Ela sorriu ainda mais e voltou a beijar-lhe o pescoço.
Jellal agarrou a cintura dela – e gemeu alto, enquanto sentia um intenso prazer com as mãos dela ao redor de seu membro – Raisu sorriu vitoriosa, satisfeita com isso – enquanto sentiu os dedos firmes ao redor de si.
-Por que sua diaba está fazendo isso? – ele arfou quando a mão parou de masturbá-lo.
-Não sei do que está falando... – diz num tom seco.
Ele revirou os olhos – ela era uma diaba muito gostosa – puxou para si, enquanto ela sentiu o membro rígido e duro debaixo da calça escura do mago. Ele riu-se enquanto ela apenas grunhiu em expectativa...
Era só o começo.
Algumas horas depois.
Ela estava sobre o peito nu dele – o suor estava impregnado neles – enquanto as roupas estavam espalhadas pelo chão...
Ele estava acariciando a pele pálida, ela dormia tranquila no peito dele – ele viu o rosto sereno e pálido, quantos anos eles faziam isso?
Ele suspirou – ele gostava dela de verdade – mas do que isso...
Ela era sua. Desde quando ele pensava assim?
Desde aquela noite...
Noite em que ambos se entregaram ao prazer – ela fora sua – sempre, mesmo sendo quem era, ele apenas cheirou os cabelos macios que caiam sobre os olhos dela...
Havia linhas de expressão – estresse – pensou o mago lembrando-se da primeira noite, enquanto lembrava-se das marcas, dos beijos, dos sentimentos que sentiram, pela primeira vez... Ele desejara repetir a dose do buque – sim, buque – o cheiro dela era inebriante com aquele toque doce e amadeirado, único.
Ele olhou – enquanto ouviu um claro bufar – ela estava ainda dormindo, ele olhou o corpo seminu, ele acariciou os locais... Estava se divertido com isso.
-Jellal... – sussurrou ela – Pare com isso.
Ele apenas acariciou.
-Quero te pedir um favor... – a voz dele soou baixa.
Raisu suspirou – enquanto levantou os olhos – estava claro que estava cansada depois da atividade noturna. Ela o fitou, cobrindo-se com o lençol e olhando-o com a expressão franzida.
-O que foi? – pergunta séria, fitando-o.
-Preciso que volte para a base da guilda... – diz ele calmo. – Está correndo risco de vida aqui... Satoru nunca descansara, até tê-la...
-Pare Jellal, eu sei me cuidar... – diz ríspida.
Ele olhou-a com a expressão franzida – havia previsto isso – estava olhando-a intensamente, queria protege-la...
-Raisu... – diz ele em tom amargo. – Não quero que morra...
-Se esse e o meu destino... – diz ela simplesmente calma.
Mas antes que completasse a frase – ele a puxou, beijando-a fortemente – enquanto ele segurou-a, beijando levemente seus lábios, sentindo o gosto exótico.
-Eu gosto de você... Eu praticamente estou te implorando que fique segura... – diz ele no seu pescoço – Não quero que fique a mercê de alguém... Só a mim. Não quero que morra... Eu...
Ele não conseguir completar a frase – ela o colocou para baixo e olhou os seus olhos – havia alguma coisa em sua expressão era calculista, calma, não havia nada de errado com ela... Um sorriso brotou de seus lábios...
Ela riu-se baixo.
-Você e mesmo alguém estranho... – a voz dela soou muito pragmática.
Ela revirou os olhos...
Enquanto deitou-se ao seu lado – sem olha-lo.
-Kira vai brincar com os maguinhos... – diz baixo, enquanto acariciava.
-Eu sei... – diz ele rindo baixo. – Ele disse para nos não ‘atrasamos’ muito na brincadeira...
-Pervertido... – rosnou ela.
Ele sorriu – enquanto beijou-a fortemente...
Talvez algumas horas, eles continuassem brincando.
~*~
Quarto da Fairy Tail – Naquele momento.
Lucy olhava tudo com desdém, por que diabos estavam ali?
Ouviu o ressonar deles – Levy olhava todos com sorriso sinuoso no rosto – deu um leve grunhido, no quarto estavam a ‘Equipe Fairy Tail A’. Natsu estava jogado numa cama, estava ali, Gray e Erza estavam meio esquisitos em suas respectivas camas, Lucy suspirou, por que Kira queria brincar com eles?
Obviamente...
Não seria algo muito bom para eles?
Ela apenas fez um selo em cada membro – em todos os quartos: Blue Pegasus e Lamia Scale estavam tendo o mesmo tratamento – apenas um sussurro de palavras, gritos foram ouvidos, enquanto Kira sorriu no ‘outro mundo’, estava num lugar escuro e com cheiro forte de mata nativa, ele estava andando...
-Boa Noite, pessoal! – diz ele animado om sorriso meio irônico. – Como está a força?
Ouviu-se grunhidos de todas as partes – por que ele era assim? Era simples impossível entender o mago negro.
-Onde está a Raisu-san? – a voz dela soou, Wendy estava tremendo de frio.
Kira deu um leve sorriso – sabendo que estava prestes a fazer – ele coçou a cabeça.
-Está dormindo, depois ela vem para cá... – diz sorridente.
Wendy viu a leve inclinação de leveza da voz de Kira – enquanto ele olhava para todos com a expressão.
-Hoje foi um ótimo dia... – diz ele pensativo. – Mas por que queriam falar conosco?
Jura apenas o fuzilou – enquanto o mago mais novo estava sorrindo bem leve.
-Quem era aquele maluco que estava morto na floresta? – pergunta Erza séria.
-Sho, o Imperador das Trevas... Ele realmente era uma pedra no sapato do Mestre... – diz num tom baixo. – Sho era um vadio, que eu tentei matar algumas semanas durante aquele ataque...
Todos olhavam para Kira – seus olhos fixos – enquanto ele riu alto, e olhou para o lado, enquanto Raisu apareceu bocejando juntamente com Jellal, ambos mantinha uma distancia plausível para manter a sanidade mental.
Ela estava calma – enquanto revelou o rosto meio cansado – Jellal olhava todos sério, enquanto mandou um olhar nada amistoso para Kira que riu-se, havia acabado com a diversão de Jellal com Raisu, ele havia encontrado um novo jeito de irrita-la ou apenas faze-la sentir prazer.
Era tudo meio estranho com aqueles dois...
-Como foi autópsia do corpo? – pergunta Jellal, pigarreando.
O clima havia ficado tenso de uma hora para outra. Jellal fitou Kira que apenas franziu o cenho.
-Corpo de Sho foi abusado até o fim, quero dizer torturado... – diz Kira olhando ambos os magos negros. – Não há como dizer, mas Sho estava sendo descartado por alguém muito poderoso...
-Pode ser mais claro? – pergunta Natsu olhando-o.
-Alguém estava usando Sho, como ele estava usando Satoru... – diz olhando os magos com sorriso. – Por isso, todos vocês estão em perigo...
Raisu apenas balançou a cabeça em desdém – era sério isso – ela balançou a cabeça, enquanto deu um suspiro duro e desdenhoso, olhou Jellal e Kira procurando por um tipo de ajudar por partes dele, olhou Lucy e Levy, enquanto fez um ‘tsc’ com os lábios.
-Lucy, Levy, Yuri e Yue irão para ‘aquela’ missão... – diz Kira com a voz baixa, estava sério. – Cuide-se meninas!
Raisu olhou para ele – enquanto cruzou os braços – depois suspirou, enquanto ajeitou os cabelos, seus lábios estavam tensos e franzidos, enquanto Ultear chegou bufante, ao que parecia estavam todos tensos com algo – enquanto Jellal mantinha uma conversa com Richard que acabara de aparecer.
- Raisu, Raisu... Está tão tensa hoje querida... — a voz de Katsuo soou divertida.
Ele estava sentando ali próximo, não tinha nada ali além dele e algumas magas, que o fitavam com sorriso debochador, ela o fitou com os olhos estreitados, e um sorriso subiu em seus lábios pequenos.
-O que está fazendo aqui? Maldito... – rosnou Natsu.
Katsuo riu-se – enquanto apenas deu de ombros – olhando Lucy com interesse depois olhou para Winney que o ignorava.
O frio veio gélido – que fez até mesmo o mais duro coração tremer – Raisu virou-se, seus lábios estavam em tom tenso, enquanto apertou o casaco ao redor de si, aquilo era mau...
Não tinha nada de errado nisso, pensou otimistamente.
Mas o ar estava gélido como a morte – ela conhecia aquilo, sabia o que estava por vim juntamente com Jellal que a segurou por um ombro...
-Está tudo bem? – pergunta baixo para ela.
Ela apenas olhou – seus olhos castanhos fixos no vazio – balançando a cabeça negativamente, enquanto os olhos...
-E hoje será uma noite tensa...
Voz dela soou como uma dor enorme – Jellal grunhiu.
Katsuo suspirou, ela estava certa...
Era só o começo de uma guerra por sangue.
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