Scrios An Soul

15 Não há luz.


Notas iniciais
Yo, Mina-san... Espero que gostem...

Winney olhou todos, eles estavam com os rostos vermelhos, em sua mão uma bandeja.

-Esta tudo bem? – pergunta num tom de deboche. – Por que parecem que viram um fantasma?

-Está sim... – a ruiva foi rude.

Azulada ignorou isso, e andou ate Natsu, olhando de cima, sorrindo maliciosamente, mas voltou a sua atenção para os ferimentos dele.

-Yume? – a chamou num tom baixo, mas baixo do que habitual.

-Sim? Winney me chamou? – pergunta à morena, andando leve.

Ever engoliu a seco, Mateus estava ali, olhando, Winney só deu uma olhadinha, Yume começou ajuda-la, limpando as feridas de todos.

-Rapaz, você teve sorte. – diz Yume sem esboçar reação.

-E teve muito sorte, Raisu não usou todo o poder dela... – diz a outra em concordância.

Ouviram-se passos leves, a loiro entrou no quarto, estava com algo nas mãos, parecia uma fruta, pensou Winney se concentrando ali, olhou os azuis fitando com interesse. Mas ignorou, sentando-se ao lado da azulada, começou a falar algo baixo, que Winney ignorou, não queria ouvir a conversa dos outros. Esse dia estava sendo tenso demais, pensou a maga, assim que viu a loira entrar ali, seus olhos castanhos fitando eles com divertimento, aproximou-se.

-Como eles estão? — pergunta para Yume.

-Bem, relativamente vão sobreviver... – diz a maga sorrindo seca para a loira.

-Lucy, precisamos conversar... – pigarreou Natsu.

-Não tenho nada a conversar com você... – diz acidamente, olhou as magas que cuidavam deles. – Onde esta a Levy?

-Ela foi com Kira, Kathy e Yue, foram destruir uma cidade... – diz Winney ignorando os rostos de todos.

-Então ela foi se divertir... – diz Lucy com sorriso sádico no rosto. – Era de se esperar...

-Vocês vão destruir uma cidade? – pergunta Erza vermelha. – Por quê? Pode haver inocentes...

-Não há inocentes em cidade fantasmas... – diz Lucy com um sorriso, desviou do soco da ruiva. – Ainda assim, essa e nossa vida, a destruição... E, além disso, vocês não podem interferir...

Todos olhavam a loira, realmente não era mais a Lucy, pensou Natsu, olhando a maga com surpresa e dor.

-Lucy, isso e desumano... – diz Wendy de um canto.

A loira sorri, mas ainda, Winney e Yume já haviam saído, indo para o leito de Natasha, eles parecia não gosta da nova vida da loira.

-Isso e algo só a escoria faria... – diz Lyon num tom cético.

-Só a escoria, nãos sabem mesmo o que e ser o lixo... – diz Winney num tom sarcástico, seus olhos faiscando. – Perdeu para o novo membro da Noctis, né? Yume não e tão habilidosa, mas venceu você...

Lyon perdeu a cor, e sentiu o sangue subir a cabeça.

-Winney, pelo que eu sabia... – diz a loira num tom calmo. – Ultear quer a sua cabeça por seus comentários...

-Mas e a verdade... – rebateu a maga com malicia.

Lucy suspirou era só uma adolescente, pensou com ceticismo.

-Por que fazem isso? – pergunta Jura olhando-a atentamente.

-Isso e contra a ética das guildas... – diz Juvia num tom frio.

-Por que essa e a nossa sina, nossa dor... Nossa escolha... – diz a loira num tom neutro, olhando todos, o rosado via a sua força, em seus olhos. – Por que nenhum de vocês viu inocente morrer, não viu a destruição... Vocês não sabem como e sofrer...

A loira olhava com frieza e irritação.

-Essa e a nossa vida, e não a sua, são as nossas escolhas... – diz a loira de costa, e um sorriso negro subiu em seus lábios. – Essa e a nova vida, destruição.

Essa era a nova vida dela, a destruição.

XXX

O céu estava nublado, a chuva fina caia, era típico para aquela época do ano. Ele saiu das sombras, andando ao redor da cidade, mesmo ali, dava para ver a destruição de tudo ali, os poucos prédios que estavam ali, estava com rachaduras e com algumas partes quebradas.
Ele caiu em cima de um prédio, olhou a cidade atentamente, sem vida, pensou ele olhando a maga ao seu lado, era hora de destruir tudo aquilo. Ele pulou como um gato olhou ao redor, a maga estava ao seu lado, os cabelos presos e olhos fitando com indiferença aquilo, era hora de deixar a sua natureza aflorar, pularam para a rua, as capas negras não chamavam atenção, era só uma diversão, viram os magos mal-encarados, eles usavam roupas sujas e rasgadas, típico de Dark Guilda, pensou a azulada andando, sem chama atenção. As duas magas andavam, logo estavam no centro da cidade, como era mesmo? Pensou o mais velho olhando as três com frieza.

-Bem, vamos começa o show... – diz Kira num tom divertido. – Comecem pelos magos fracos, e queime os corpos...

-Hai... – disseram as mais novas.

Elas sumiram, era hora de ser tornar um demônio. Levy e ele andaram pela cidade, alguns gritos foram ouvidos, eram obvio que elas começaram, com toda a rapidez, Levy cortou a garganta de um, o grito abafado, ela cortou diretamente na traqueia. Ela virou-se, e cortou mais uma vez, ali, era ela, a Levy que ela fizeram. Kira cortou os membros deles, precisão medica de ambos, eram especialistas nisso.

-Eu vou mata-los... – a voz soou as costas de Kira, ele olhou surpreso.

O homem era alto, seus olhos castanhos e os cabelos grisalhos sorriram largamente, chutando a barriga dele, enquanto a faca atravessou antes do raio, Levy estava sorrindo, sadicamente, era a sua sina.

-Vamos continuar minha dama... – falou Kira, debochadamente.

-Sim, meu cavalheiro... – diz a azulada num tom divertido.

Queimaram os corpos, a fumaça tomou aquele lugar. Correram, varias marcas de lutas e de sangue, Levy pulou, assim que viu um usuário da magia da terra, usou o seu selo, e quebrou a garganta dele, a cabeça tombou para o lado. Kira quebrou com precisão a perna de um, ele sentindo muito dor, gritou, antes que o raio cortasse sua garganta.

-Isso esta divertido... – diz Kira olhando o corpo, queimando, as chamas ao redor dele.

Ele andou, e derrubou algo com seus raios, um choro alertou os dois, Kathy tinha destruído metade da cidade, e junto com Yue, seus olhos vermelhos fitando a criança, ela tinha cabelos loiros.

-Quem e você? – pergunta infantil.

- Eu sou Kira Snark... – diz ela num tom risonho. – Você morar aqui?

-Não, o homem disse que ia me matar... – choramingou. – Ele disse que eu era perfeita para um ritual.

-Ritual? – a indagou, num tom debochando. – Que tipo de ritual?

-Não sei um homem chamado Sho estava aqui... – diz a criança.

Levy paralisou Sho, isso era algo interessante, pensou a maga, enquanto a fumaça subia para o céu, dando um ar mais sombrio aquele dia.

XXX

Ela andava, sentindo os seus dedos dormentes, como ela queria dormi? Ela andou, sentindo a dor, aquele lugar fora limpo, deixando ali para aqueles três meses. Ela andou, sentindo o ar lufado, ela suspirou como queria dormir? Entrou ali, o lugar eram grandes, com varias camas e as cores neutras, algumas ocupadas por um dos seus membros, depois de um longo e intensivo treinamento, coitados, teria que enfrentar Ultear no dia seguinte, pensou com desdém, mesmo sendo mais forte, não tinha tempo, sua prioridade era outra coisa, se aproximou da cama, as duas não sorriam, serias demais, pensou a morena. Ela fixou os olhos no olhos rosas, estava pálida, mas pálida do que normal, pensou, encostando-se na viga, enquanto a maga grunhiu, parecia irritada.

-Yo, Como se sentir? – perguntou num tom leve e interessado.

-Um pouco tonta... – diz a azulada num tom frio. – Por que eu tenho que ficar aqui?

-Por que foram ordens do Kira... – diz Yume, sem esboçar um sorriso de canto.

-Ela esta certa... – diz a morena num tom neutro.

Natasha fixou os olhos no rosto da morena, estava abatida.

-O que foi que aconteceu? De repente desmaiou... – diz ela mordendo o lábio inferior.

-Eu não sei... Realmente sentir como se a minha mente estivesse entrando num buraco negro... – diz a mais nova, num tom distante, tinha uma conversa consigo mesma.

Ela percebeu o cheiro, Winney, o que ela estava fazendo por ali? Perguntou-se, olhando a maga sorria travessa, enquanto eles falavam algo. Ela se aproximou realmente exagerar no poder, mas viram os olhos em si, Wendy percebeu a morena, ela sorria, mas tinha um medo evidente no rosto.

-Raisu... – diz ela com sorriso, ela ergueu a sobrancelha confusa.

-O que esta fazendo? – perguntou num tom de deboche, olhando para todos.

-Nada demais, ouvindo conversas muito boas... – diz num tom enigmático. – O que houver? Esta com uma cara de fantasma?

-Muito obrigado Winney... – respondeu num tom seco. – Eu realmente estou cansada, que tipo de conversa?

-Nada demais... – resmungou a maga.

Ela olhou com o rosto franzido, o que essa louca estava dizendo? Eles tinham sofrido com seu poder, ela suspirou, e andou alguns passos, atraiu atenção dos magos, além daqueles que estavam na cama, ela os observou. Gray olhou a morena, ela usava uma roupa cinza, mas jeans, viam se o rosto, mas pálido e cansado que o habitual, ela suspirou, seus olhos castanhos se estreitando, e olhando a jovem que sorria enigmática.

-Fala logo, o que tem para me dizer? – pergunta num tom irônico.

-Levy mandou um recado... – diz Winney.

-Hm? Que recado? – pergunta num tom distante.

-Sho esta usando crianças... – diz Winney num tom serio. – Ele não foi visto, mas a Levy tem uma das crianças... Parece que o demônio esta a solta...

Raisu suspirou, eles estavam andando, ela olhou o teto por uns segundos, sentindo os olhares em si.

-Eu estou indo atrás dele, mantenha todos aqui. – diz ela de costas. – Vou atrás de Jellal, Lucy e Meredy, o resto aqui, se for preciso mate-os.

-Hai... – diz Winney olhando os magos que olhava Raisu, ela sumiu na fumaça negra. – Ela vai virar o demônio... Não quero esta na pele do Sho...

-Por que deixa-la sozinha?! – diz Gray, todos olhava o mago com surpresa.

-Por que ela e forte, e nos temos deve de segura-los aqui... – diz Yume, sem esboçar reação. – Ela e uma das Lides da Noctis, nossa chefe...

-Então, Jellal e Kira são os lideres junto com a Raisu? – pergunta Jura curioso.

-Sim, três liderem... – diz Winney limpando os ferimentos de Lyon, sorri com malicia ao ver o rosto se contorcer com isso. – Doer né? Isso quer dizer que vai sobreviver...

O cinismo estava na voz dela.

XXX

A morena andou, enquanto a fumaça estava ali, densa e fria, a chuva começou a cair, era sua sina, pensou um pouco amarga, mas viu a loira, azulado e rosada, todos ali, olhando-a com curiosidade, eles estavam ali, longe de tudo, fora de Fiore, olhando ao redor, viu a barreira magica para proteger a Fairy Tail, Blue Pegasus e Lamia Scale, tudo isso para protegê-los, patético, pensou a morena rindo levemente, sua natureza aflorada.

-Estamos prontos... – diz Jellal num tom seco. – Sho não ira escapar...

-Ele merece morrer... – diz Meredy esticando os braços.

-Liberta os demônios... – diz Lucy, rindo levemente.

-Isso e nossa sina... – diz Raisu, olhando o céu. – Nossa dor...

-Vamos lá, a caçada... – diz Meredy.

O precipício abria-se ao redor, como era mesmo? Pensou ela pulando, sentindo o ar, a lufada e água molhando o corpo, enquanto sumia, a loira deu um risinho, seguindo, como um tipo de brincadeira entre eles. Assim que apareceu, estava num floresta, sentindo o cheiro forte, os lábios se retraíram logo a azulada e outras magas estavam ali.

-Por onde começamos? – pergunta Raisu num tom distante.

-Estamos limpando... – diz Yue com sorriso sádico. – O que vamos fazer?

-Nos iremos para uma caçada... – resmungou seus olhos castanhos fitando o céu.

-Boa sorte então... – diz Kathy num tom neutro.

-Nos iremos depois de destruir isso... – diz Kira, seu sorriso negro e sádico.

-Certo, não demorem... – diz Meredy fitando intensamente.

O vento soprou mais forte, era um aviso. Todos ali olharam o céu, o ressoar dos trovoes alertou, o vento gélido fez voar os cabelos de todos, era hora, Raisu sentiu o cheiro conhecido, ela grunhiu. Suas presas mais afiadas, seu verdadeiro demônio sendo libertado.

-Norte, 200 m... – vincou a testa. – Vamos lá, prontos?

-Sim... – a loira andou, e ficou em posição.

-Já sabem onde nos encontramos... – comentou Jellal. – Cuidado, e não e enfrente Sho sozinhos...

Eles corriam, a floresta era um borrão negro, sombrio e sem vida. Não podia negar, era algo excitante, não podia desistir, era a sua sina. Lucy estava logo atrás de Raisu, vendo as costas da maga, desviou de uma arvore, encontraram o alvo, ele corria, estava acompanhado. Ela pulou em arvore, seguindo pelo ar, era rápido, o ar frio balançava as arvores uma dança sombria, a chama negra brilhou forte e sombria, Lucy invocou a sua magia, a magia a qual ela usava. O brilho alertou Jellal, e os outros, Raisu então jogou a sua magia neles, ele parou seu rosto num sorriso macabro, estava ali. Os cabelos grisalhos, a expressão de 30 anos, e o rosto seria, e os olhos num tom intenso de azul, Sho, o Imperador das Trevas.

-Ora, ora... – a voz maliciosa encheu a campina. – Jovem Raisu... E Lucy, Estrelas Negras Lucy e Raisu... Muito interessante...

-Sho... – Raisu diz a nome como uma praga. – Usando crianças, que decadente...

Sho grunhiu, ela testava sua paciência.

-Medir as palavras, querida... – diz ele num tom seco.

Jellal e Meredy estavam ali, ambos olhando aquela cena.

-Estrelas Negras Jellal e Meredy, uma honra vê-los... – a voz saiu em escárnio.

Raisu olhou aura demoníaca libertada, era hora da luta.

-Ira mesmo contra mim... Raisu... – diz ele num tom de deboche.

Ela não sorria sua aura libertada completamente, os seus companheiros libertando, eram duas auras demoníacas.

Era uma luta contra ele, Sho.

Trevas V.S Trevas.

Notas finais
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