Scrios An Soul
3 Escrúpulos.
Notas iniciais
Esper que gostem...
O frio bateu nos cabelos loiros e longos num rabo de cavalo, a maga estava sentada no alto de um prédio, seus olhos frios analisavam a situação que estava. Ela suspirou, e mexeu no cabelo por mera distração. Percebeu a movimentação. Que chato, ela ficar com toda a diversão. Pensou a loira com um suspiro, se bem que ir contra sua parceira naquela noite não era uma boa ideia, ela estava irritadiça nos últimas horas. Ela pulou de uma altura considerável mortal ao mero humano fraco, mas a loira sumiu em pleno, estava sentada na mesa quando a morena apareceu, com um sorriso sádico e com as mãos cheias de sangue e as garras ainda grandes.
–Matou todos? – pergunta entediada.
–Claro meu anjo. – ela usou ironia com a loira. – Todos os guardinhas...
–Cala a boca, Mireni... – diz a loira com a voz elevada e irritada. – Vamos continuar com a missão...
A mulher Mireni, era alta e pele bronzeada, seus olhos eram como os gatos na cor verde-água, usava um colete preto que apertavam os seios, e o corpo escultural, naquela noite as duas estavam juntas em sua busca. A loira estava entre as buscas nos livros, parecia preocupada com a demorar naquele lugar.
–Achei... – diz Mireni virando-se para a loira. – E isso aqui não?
O livro era grosso, a capa marrom e meio velha, a loira se aproximou e viu nome, Antichi Incantesimi, e suspirou, assim estava fácil demais, pensou ela com desdém de si mesma. Elas sumiram numa fumaça negra para algum lugar.
XXX
Magnólia, estava como sempre estava ali movimentada, o de cabelos rosa estava ali, não parecia que tinham se passado dois anos ali, mas havia, seu coração estava quebrado de todas as formas, ele seguir para a sua guilda, Fairy Tail, imponente e quente, ele seguiu com passos firmes.
–Yo, Natsu... – diz albina com um suspiro.
Seus olhos nos dele, via a tristeza dele, mas aquilo era de se esperar do mago de cabelos rosa, ele sentou-se na mesa, solitário já que seu gato estava numa missão com a gata da Dragon Slayer do Céu, Charles e Wendy, não havia comprometimento com aquilo, o mago estava triste era obvio que estava, mas não era por causa das missões toscas que havia pegando nos últimos meses, mas sim pela burrada que fizera com sua companheira, que misteriosamente desaparecera naquela noite de tempestade.
–Natsu!? – chamou a maga de cabelos ruivos preocupada com ele. – Ainda pensando naquilo?
A voz da ruiva não era ouvida, naquela noite, ele estava louco ou algo do tipo. Ele sentia-se um lixo, não conseguir esquecer o rosto dela de raiva e ira da loira, que sumira na mesma noite da azulada, que o moreno procurava a dois anos mesmo sabendo que a maga odiava, tinha pensando que havia morrido, mas duvidavam daquilo, lembrando-se da noite do sumiço, não encontraram as chaves de Lucy ou as roupas dela, estranhamente houver um incêndio no quarto de Levy e no apartamento de Lucy, o Dragon Slayer do Fogo desconfiava por tal coisa acontecer em ambos os lugares, tinha pensando que Lucy havia morrido, mas os Cavaleiros da Ruina que havia cuidado do caso, disseram em ênfase que não havia corpo.
O cabelo rosado batucava, nunca fora de pensar, ele só agia por impulso, mas naquela noite, era uma noite fria e densa, o ar estava mais frio do que costumeiro ar quente de Magnólia. Estava gélido, ate mesmo os animais sentia medo, mas naquela noite havia sido estupido, após conversa serio com a ruiva e o moreno, ambos havia concordando, destrataram a loira e assim ela sumiu, não havia sinal dela em nenhum lugar.
–Natsu... Ela se foi... – a voz dela foi ouvida pela primeira vez.
–Eu devo desculpas a ela... – diz com a voz baixa. – Eu fui um bruto com ela, um idiota.
Ele percebia isso agora, depois de duas semanas em desespero, broncas e brigas que aconteceram na Fairy Tail naquele mês, uma carta negra chegar ali, era fria, sem emoção ou coração, mas o pior eram as palavras escritas ali, ele havia feito ela chorar, havia feito ela desistir da Fairy Tail, deixar a sua família. E agora senti-se um lixo com isso.
–Natsu... – chamou a outra albina da sua idade, seus olhos com medo do homem.
Naqueles dois anos muita coisa mudar, ele se tornara um homem, não era mais um moleque, e suspirou quando viu a olhar de pesar sobre si.
–Yo, Lisanna... – ele diz com a voz calma. – O que foi?
Ela pensou um pouco, parecia querer conta algo.
–Eu tenho novidades sobre o paradeiro de Lucy... E de Levy... – acrescentou ela com a voz duvidosa, odiava dar esperanças.
Natsu levantou-se, uma chama da esperança se acedia no mago do fogo, talvez dessa vez ele tivesse uma pista certa sobre a loira.
–Fala, Lisanna... – diz com esperanças.
Em algum lugar em Fiore.
A loira andava apresada ao lado da morena, ambas com capas pretas que iam ate o chão. O lugar estava em pleno verão, mas aquele lugar, era sempre frio e inabitada para que a guilda pudesse ficar escondida da sociedade e dos magos oficias ou de Vossa Majestade, como todos chamavam o Rei de Fiore por ali, a porta se abrir, era um prédio antigo da Idade Media, mesmo assim mantinha aquele da antiga Casa Real de Fiore, mas aquilo era passado. A loira retirou-se de suas vestes a chave prata, e colocou na porta, ela abriu para algum lugar, mas não naquela casa, a magia as levou para a Sede de Zerstörung, em algum lugar de Fiore, a sede ficava escondida graças a magia. O lugar era enorme, cheio de magos que andavam de um lado para outro, alguns estavam prontos para sair em missões de risco por Fiore a pedido do Conselho Magico ou ate mesmo pelo Rei, que não sabia da existência de tal guilda, maligna aos olhos das guildas oficiais.
–Yo, Lucy e Mireni... – diz a azulada.
Estava com um vestido de babados em vermelho vivo, seus cabelos tão longos quanto os da loira, seus olhos aveleiras fitavam com alivio por vê-la viva, mesmo que a missão que a loira e morena, fora fácil demais para o desgosto da loira.
–Yo, Levy-chan... – diz a morena com sorriso. – Lucy, depois a gente se falar...
A maga some pelo corredor a direita da loira. Ela viu a maga suspirar, e seguir azulada pelos corredores de sua guilda.
–Onde esta a Raisu? – indagar a loira com curiosidade.
–Com Kira – diz Levy com a testa vincada. – Parece que os dois magos mais temidos da Guilda iram para uma missão juntos.
Lucy suspirou, quando chegara na guilda, conhecera de verdade a segunda natureza de Raisu, sua natureza frigida e temida, ela dava arrepios ate no mestre, mas Klaus, sabia dobrar a Dragon Slayer da Luz e Treva, ela seja tão má e sádica quanto Zeref.
–Mas ela esta aqui? – pergunta Lucy, tinha que falar com a maga.
–Ela saiu com Kira, parece que a missão e acabar com uma Dark Guilda. – diz Levy pegando sua chave prata e colocando na porta a sua frente.
Abriu-se num apartamento, dentro da guilda, tinha os moveis neutros, nada exagerado, ali havia fotos com os companheiros, retirou a capa, e sentiu um pouco de fome, e seguir para a cozinha, Levy estava sentada ali, seus olhos de aveleira fitando as fotos, mesmo ali, eram felizes com eles, mesmo tendo ódio em seu coração, pensou Levy.
–Levy, servida? – pergunta a maga a amiga.
Ela acenou.
XXX
Floresta Träume.
Os cabelos negros se misturavam a floresta, os olhos vermelhos como sangue brilhavam perversamente, mas não havia qualquer tipo de emoção a não se aquela. Ele olhou sua companheira, tinha os cabelos castanhos, brilhavam a lua, era uma noite de matança, para ambos, eles corriam rápido, como dois lobos em caça, era uma noite de caça. A mulher sorriu irônica, e viu seu companheiro naquela noite.
–O que iremos fazer? – pergunta a maga com a voz angelical.
–Dividimos metade para você, metade para mim... – diz ele com ironia. – Fico com o mestre...
–Injusto... – resmungou a maga rolando os olhos. – Você não tem escrúpulos....
O mago riu, seu riso irônico e sagaz.
–Certo, vamos fazer assim... – pensou ele um segundo. – Caso eu termine antes, eu fico com ele, caso seja você...
–Hai – concordou com malicia.
Eles sumiram no ar, a fumaça azul-escuro e fumaça verde, ambos sumiam no ar. Na Dark Guilda, os magos estavam tremendo, havia boatos que dois magos estariam ali, todos tremiam, magos sem escrúpulos.
–Parece que estávamos sendo esperados... Kira... – comentou.
Seus olhos castanhos brilhavam perversamente, e seus lábios estavam numa sorriso sagaz, era pequena ao lado dos homens fortes ali, mas aquela mulher, e estava sentada. Kira estava ali ao seu lado, encostado numa viga de madeira, sorrindo perverso nos lábios, seus olhos vermelhos deliciado com suas presas, talvez fossem divertidos está ali. A mulher pulou, e olhou a guilda com desdém, sua aura assassina exposta, os magos paralisados, como aquela mulher linda, poderia ter aura tão forte, quase demoníaca. Ele pulou ao lado dela, aura tão demoníaca, os magos suavam frio, eles nunca tiveram chance.
–Onde esta o seu mestre? – pergunta ele serio, seus lábios sorridentes.
Os homens viam os dois, eram dois anjos da mortes, demônios para julga-los ali, seus sorrisos perversos.
–Acho que eles estão querendo ser torturados... – diz o mago com expectativas.
Ela não ouviu ele, farejou o ar, estava ali, paralisado, os cabelos grisalhos e olhos verdes apavorados, estavam ali, seus lábios tremiam de pavor com os dois, eram anjos, de tão lindos, como poderia matar. Ela agahou-se.
–Raiden? – indagar duvidosa, aquele era o mestre daquela Guilda patética.
Ele apavorou-se, sentia o medo dele, os olhos vermelhos o fitavam com sorrisinho, talvez fosse um pesadelo, mas como posso imaginar, uma mulher tão linda. A capa caiam sobre os ombros, os cabelos longos estavam presos numa trança de lado, e o sorriso era sagaz.
–Comecemos... – diz a voz maliciosa de Kira, com os lábios numa linha divertida.
Os magos avançaram, mesmo com medo deles, estavam agoniados queriam escapar dali, daqueles anjos-demônios, Kira chamou o trovão vermelho como os seus olhos, ele cortou de uma só vez aterias não muitos importante para o corpo humano, ele tinha incapacitado pelo menos 10 magos de uma só vez.
–Exibido... – diz a maga desviando de todos os golpes, sem dar nenhum.
Ela pegou a katana debaixo de suas roupas, avançou com toda aspereza, mas fechou os olhos, nunca havia visto as mortes de seus inimigos e não seria agora, ela movimentou-se com o vento, cortou a garganta de um com precisão, sem causa grande danos naquele homem, desviou de um choque e de uma bala, ela girou no ar, criando com seu corpo um vento forte, que jogaram os magos contra a parede do velho prédio.
–Trovão das Trevas... – diz ela invocando sua magia.
Logo a espada e revestida com a magia das trevas, ela cortou a artérias dos braços ou das pernas, em menos de vinte minutos todos estavam caídos, agonizados pelo chão, que se enchia de sangue.
–Raiden, você estão presos por matarem 50 pessoas... – diz KIra com malicia. – Sua pena e a morte, mas quem terminou primeiro?
Raisu estava sentada, estava com a katana acima de suas pernas, seus olhos castanhos estavam sem emoções aparentem, ela olhou o velho senhor.
–Você, como pode ser tão linda... –diz o homem de joelhos.- Mas tão sádica.
–Eu não sou sádica... – a voz dela saiu irritada com o homem. – Por que matou 50 inocentes?
O homem viu a curiosidade, e suspirou.
–Eu não sei... Foi um pedido especial, só fizemos a nossa parte... –diz ele com a voz baixa, sentindo a culpa.
Raisu olhou Kira, que suspirou, seus olhos vermelhos estavam raivosos.
–Tudo isso por dinheiro, você e mesmo a escoria... – diz ele enojado com o velho senhor.
–Você esta fazendo isso por dinheiro, nos matando... –diz ele com arrogância, sentindo o medo.
–Na realidade não... – desmentiu Raisu ainda sentada. – Nos estamos fazendo isso pelos inocentes, não nenhuma recompensa nisso... Bem diferente disso, nos não receberemos nada por isso... Não compare com você.
Ele viu a ironia na voz dela, mas estava quase morto, quando o raio vermelho estava na mão do mago que não sorria.
–Por que vocês fazem isso? – pergunta ele olhando os dois magos.
–Nossa redenção... Para ver se nossa culpa diminuir... Nossa dor. – diz Kira com a voz baixa.
–Eu vou esta lá fora... Não demore... – ele viu a mulher, o anjo da morte sair.
KIra suspirou, segurou o raio.
–Vocês são anjos... –diz o homem em seus últimos momentos.
–Não, somos os demônios... – diz Kira com aspereza.
–Não, ainda um pouco de luz em si... – diz o homem com os olhos verdes nos vermelhos. –Vocês são anjos, mesmo fazendo esse tipo de coisa...
Logo o homem cair, o sangue sair de seu corte, Kira saiu de cabisbaixo, seus olhos vermelhos viram os olhos castanhos.
–Ele ainda tinha luz? – pergunta Kira olhando a maga com um suspiro.
Ela não respondeu, seus olhos estavam olhando aquela lua, tentou tirar da sua cabeça aquilo, estava fazendo isso por eles, os inocentes, mas algo a incomodava, mas não deu atenção para isso, só queria dormir, e esquecer isso.
–Vamos embora, estou cansada... – diz ela com a voz baixa.
–Certo... – diz ele colocando o capuz do casaco.
Ela fez o mesmo, e sumiram na noite escura.
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