School of my life
26 Tentando fazer as pazes
Notas iniciais
Reyna
Era uma manha fria, o tempo mostrava que logo a neve começaria a cair. Respiro fundo e termino de por o cachecol, ontem foi um dia logo, ficamos um bom tempo na delegacia, mas no final foi decidido que Ashley só sairia se a mãe dela fosse hoje.
Mas algo ainda torna tudo muito suspeito. Calypso estar na loja no dia, Calypso estar conversando com a Rachel e com a Drew, eu finalmente havia percebido com ao poucos daria para montar o quebra cabeça.
Suspiro e me encaro no espelho, eu uso uma calca jeans, botas, um casaco preto e um cachecol roxo. Meus cabelo estão solto caindo pelos meus ombros.
Pego o celular jogado em cima da cama e o graúdo no bolso da calca e caminho ate a cozinha. Onde minha mãe e Hylla, minha irma, tomam café.
– Reyna- exclama Belona, minha mãe- você sabe se a mãe daquela garota vai na delegacia hoje?
– Não sei mamãe- digo, minha mãe era a delegada da cidade
Pego uma panqueca e um copo de suco e começo a comer.
– Por a pressa Rey- pergunta Hylla- hoje é feriado, não tem aula.
– Tenho que ir na casa da Rachel.
– Vocês não tinham brigado.
– Aham! Mas preciso falar com ela urgentemente- digo
– Nossa que mistério- Disse Hylla.
–Hylla você é muito curiosa- digo.
– E você é uma chata- ela rebate
– Garotas- adverte minha mãe.
– Precisa de carona, maninha?- pergunta Hylla estampando um sorriso falso na cara.
– Não muito obrigada vou a pé — digo
Me levanto das mesa.
– Eu já vou- digo dando um beijo na testa da minha mãe, e pegando a minha bolsa.
Saio de casa e começo a andar pelos bairros de Olympus, a casa da Rachel ficava em rua de elite, na esquina, perto do centro da cidade. O que significava que teria que atravessar o centro, pois morávamos em direções contrarias.
Olympus era um cidade calma e pacifica, a típica cidade dos sonhos, as loja abriam cedo quando se passava pelas ruas do comercio as pessoas a acenavam e te cumprimentavam.
Cruzei a rua que dava na casa da Rachel. Na esquina podia se ver a mansão Di Angelo. Uma casa gigante em prata e preto, era uma casa feliz quando Bianca e mãe de Nico estavam vivas, agora as flores do quintal estavam muchas e a casa extremamente silenciosa. Ao lado da mansão Di Angelo, se erguia o pequeno palácio de Afrodite, mãe de Silena, Piper e Drew, que era uma casa gigante e chamativa.
E em seguida a casa que procurava, a casa dos Dare. Caminhei pelo jardim bem cuidado da casa e parei na porta da frente, toquei a campainha uma vez e esperei. A porta da frente se abriu revelando a mãe da Rachel, com seus cabelos ruivos presas em coque firme no alto da cabeça.
– Reyna, querida- ela me abraçou.
– Oi Sra. Dare. Hum... Posso falar com a Rachel?
– Claro ela esta no quarto- disse ela abrindo caminho para a minha passagem.
Atravesso a casa que é tão familiar para min, chegando nas escadas, eu as subo e viro a direita e entro sem bater no quarto no final do corredor.
Rachel esta sentada na cama com uma tela na sua frente e toda suja de tinta. Tenho que conter a surpresa fazia anos que ela não pintava, desde da época que virou plástica.
– Mae me deixa em paz por favor- ela pede
– Rachel- digo
– Reyna? O que esta fazendo aqui?- Ela pergunta não apresentando nenhum indicio de raiva na voz.
– Bem, precisava falar com você- digo me sentando na berrada da cama
– Fala- ela diz enquanto guarda os matérias de pintura.
– Você esta pintado?- digo observando o quadro a minha frente.
– Era isso que queria saber?- diz ela- Não, resolvi pintar hoje.
– Esta bonito- observei
– O que quer Reyna?
– Hum... Esta brava comigo?- perguntei com um certo tom de arrependimento na voz.
– Por que estaria?
– Sei lá, abandonei você na festa, não falamos a dois dias.
– Não, não estou. Drew tentou dizer que era pra min estar mas não consigo Reyna, você só estava com o seu melhor amigo.
–Que bom- digo- Chel você fizeram a iniciação com a Calypso?
– Não, claro que...- O rosto dela ganha uma expressão de choque.
– O que foi?
– Temos um problema Rey- diz ela
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