School Of Monsters: Monstros No Colegial
2 Bem vinda ao nosso mundo, Acácia.
Notas iniciais
Pov. Acácia
Quando cheguei no planeta 1001, entrei na estrada da cidade de "Monstertown", já estava anoitecendo mas deu para admirá-la. As árvores eram muito maiores do que as árvores no planeta dos humanos, as casas eram grandes e antigas e davam uma sensação estranha, porém, aconchegante.
No dia seguinte eu ia ter aula, por essa consequência tinha que ir dormir mais cedo.
– Como eu vou fazer isso eu não sei; ainda estou confusa, perplexa e com muita fadiga, mas ainda por cima, meio assustada. Como eu vou conseguir me habituar a tempo das aulas começarem? Eu sei que vai ser impossível...
Pensei.
Chegando em casa fiquei observando todos os cantos, por curiosidade mesmo. Logo, minha mãe, suavemente, falou:
– Filha, sei que vai ser difícil se acostumar, mas os melhores e mais marcantes momentos da minha vida ocorreram aqui, eu garanto que você vai gostar.
– Tomara...
Respondi meio insegura.
A propósito, o tamanho do quarto está bom para você?
Ela perguntou, sarcasticamente, já que o quarto era do tamanho do mundo.
– Sim, melhor impossível.
Respondi sem perceber que era um sarcasmo.
O que eu mais amava na minha mãe era o seu bom-humor indestrutível, ela era realmente inabalável!
Tive que ir me deitar as 22h, mas como estava com a cabeça cheia fui dormir somente depois de 00h.
No dia seguinte fui acordada violentamente pelo despertador, que fazia um PÉEEEE PÉEEEE PÉEEE infernal.
Quando olhei já eram 7h e 13min da manhã, sendo que o ônibus passaria as 7h e 20min! Como tinha uma higiene pessoal super rigorosa, quando fui me trocar já estava em cima da hora. Daí, peguei qualquer blusa, uma calça jeans surrada, um All Star vermelho e um casaco rosa-chock. Eu não estava a melhor das melhores mais dava para aguentar. Era o que eu pensava até eu ler o que estava escrito na blusa: Beba até me querer. Quando eu pensei em trocar já não dava mais tempo então, fechei meu casaco até o pescoço e sai em disparda ao ônibus.
Quando entrei fiquei abismada. Havia todo o tipo de ser, de feitiçeiros (os feitiçeiros tem os pés e as mãos um pouco mais avantajadas, são bem maiores do que as dos humanos, porém, se os feitiçeiros forem ao mundo real, eles ficam proporcionais à visão da população terrestre.) até seres meio bicho meio gente.
Ninguém pareceu se importar com o meu perfil físico (ufa) mas ninguém também pareceu em se importar em falar comigo.
Chegando na escola subi os degraus e andei pelo corredor cautelosamente, sem pressa e, quando o sinal bateu, entrei na sala.
Esperei todos se sentarem para eu poder ver os lugares que estavam faltando e, quando finalmente todos que estavam presentes sentaram, eu vi que havia dois lugares sobrando, um do lado do outro.
O professor, Mr.Malfen, queria que todos sentasem para ele fazer a chamada e, depois, pediu que eu me apresenta-se e contase um pouco de como cheguei lá. Depois da chamada, fui me apresentar:
– O-olá, meu nome é A-acácia e eu vim do planeta terra para cá por causa...
Não consegui terminar pois todos nós fomos abordados for um garoto que entrou na sala e começou a falar com o Mr. Melfen, ofegantemente:
– M-me desculpe professor, eu tive um problema familiar.
Assim que ele entrou na sala, meus olhos brilharam e eu corei, corei muito, ele não parecia nenhum monstro ou feitiçeiro, ele parecia um... um... humano?
– Está bem, mas só desta vez você vai entrar!
Assim que ele pos os olhos em mim, eu pecebi que ele também corou.
Quando derrepende, involuntáriamente, eu gritei:
-Será?!
-Será o que, senhorita Runoff?
Perguntou o professor.
- Nada!
- nada que eu queira compartilhar.
Susurrei para mim mesma.
- Muito bem! Alec, porque você não mostra a escola para a nova estudante, Acácia?
Pergunotu o professor.
- Com prazer!
Respondeu Alec.
-Vamos, senhorita Runoff? Perguntou o jovem.
- Sim!
Falei, animada.
-Ele gravou meu sobrenome! Eu sei que o Sr. Malfen pronunciou ele á segundos atrás, mas esse é o 1o passo, não é, Acácia?
Pensei.
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