Scars

1 I wont let go


Notas iniciais
Espero que gostem.

Flashback —

Destiny, mas conhecida como Miley, estava deitada em sua cama fitando o teto e ouvindo musica em seu fone. A luz estava apagada e sobre seu rosto piscava as luzes agoniantes da tela da tv que estava ligada. Se levantou em um pulo só e desligou a televisão, aquelas luzes em seus olhos a dava dor de cabeça. Tirou os fones do ouvido e foi até a janela respirar o ar poluido de Nova iorque. Já estava cansada de toda aquela rotina chata. Acordar cedo, ir a escola, voltar da escola e ficar trancada no quarto o dia todo sem fazer nada. Mas fazer o que? Miley não podia sair, sua madrasta a trancava e não a dava a liberdade tão merecida. Miley lembrou naquele instante enquanto observava a rua movimentada ali daquela janela toda suja, que sua madrasta havia saido para beber como faz todas as noites de sexta- feira. Pegou seu casaco e seu celular que estava em cima de seu criado-mudo e saiu de seu quarto em passos leves para não acordar sua meia irmã, que se a visse fugindo iria dedurar para sua mãe e isso acabaria de vez com a vida de Destiny, ou melhor, de Miley.

Desde pequena Miley gosta de ser chamada assim.Destiny para ela é um nome "brega". Serve mais como um lema do que como um nome. Sua mãe, tish, era uma pessoa muito correta e sonhadora, queria chama-la de dreamer, mas seu pai billy preferiu Destiny Hope, pois sabia que seu destino era trazer esperança ao mundo. Miley achava isso muito bonito, mas achava que não era a verdade, afinal, a última coisa que traria ao mundo era esperança, pois isso nem ela tinha.

Abriu a porta da sala de estar e saiu porta a fora sentindo aquele vento frio bater em seu rosto bagunçando todo o seu cabelo e obrigando-a a fechar os olhos. Andou por aquela rua escura e sombria, olhou as horas em seu relogio que indicava ser 23:07 da noite, deu de ombros. Miley não obdecia a regras, não era a primeira vez que saira assim de casa, sem dar avisos, também se desse receberia um "Não" diretamente como um tapa na cara. Sua madrasta costumava voltar de magrugada e quando voltava ia direto para o quarto e se jogava na cama caindo em um sono profundo, nem ia ao quarto de Miley, isso era bom, pois assim Miley podia entrar em casa sem ser notada e sua madrasta idiota, lilly, nem saberia que miley tinha saido.

Miley colocou suas mãos no bolso do casaco e seus dentes se bateram, por conta do frio que estava fazendo. Ela de repente ouviu passos lentos e pesados vindo atras dela, ela se encolheu e andou mais rapido tentando chagar ao seu destino, que era a casa de seu amigo, Cheyne. Ela visitava ele toda sexta a noite escondida de sua madrasta. Quanto mais andava mais sentia a pessoa se aproximar, respirou fundo e tentou se controlar para não sair correndo, Miley nunca foi de mostrar sentir medo, ela sabia que podia ser forte sempre, pois mesmo passando por muitas coisas na vida ainda estava ali de pé. Ao finalmente chegar na rua de Cheyne ela olhou para trás para ver se havia dispitado o individuo que a seguia. O bairro que Miley morava era perigoso, sempre passava na tv coisas horriveis que acontecia ali como brigas e estupros. Alem de ter casas de festas em toda parte, imagine quantos bebados andava por ali a noite. De acordo com os olhos claros e lindos de Miley não havia ninguem ali a não ser ela, ao se virar de novo para a rua depois de perceber que não estava mais sendo seguida, esbarrou em algo que parecia ser um corpo, bem musculoso e produzido. Um homem alto e loiro a encarava com um cigarro na boca, era bonito e tinha olhos bem claros, havia um sorriso malicioso em seu rosto quando ele tirou o cigarro e o segurou entre os dedos.

–Desculpe. -Miley falou baixinho quase sussurrando. Será esse o cara que estava a seguindo? Miley engoliu em seco e tentou desviar do grande homem que aparentava ter uns 18 ou 19 anos de idade, mas ele a segurou pelo braço e de novo colocou cigarro na boca dando uma chupada e depois soltando aquela fumaça fedida no ar. Miley fez careta de nojo ao inalar aquele cheiro horrivel. E fez força para tirar seu braço das mãos dele até que conseguiu e continuou andando como se nada tivesse acontecido. "Idiota" ela pensou e segurou as lagrimas. Miley não mostrava medo por fora mas por dentro tremia mais que um celular no vibracol recebendo uma ligação.

–Ei garota. Onde pensa que vai? -Ele gritou a seguindo com passos rapidos. Miley se desesperou e almentou o movimento, suspirou aliviada quando viu que estava quase chegando. Mas quando se deu por si estava vendo tudo embaçado. O homem passou a mão por sua boca junto com um lenço úmido e depois disto ela não viu mais nada.

(...)

Acordou atordoada, se sentou sobre o colchão no qual estava e colocou sua mão sobre sua cabeça gemendo baixinho. Sua cabeça doia como se tivesse levado varias pancadas. Observou o lugar escuro onde se encontrava e não podia reconhecer e nem se lembrar de como foi parar ali. Miley se sentiu perdida e fechou os olhos tentando se lembrar, e depois de muito esforço lembrou-se de estar indo em direção a casa de seu amigo Cheyne e ter encontrado-se com um homem misterioso, talvez o mesmo que tenha levado ela aquele lugar sombrio e gelado. Miley se arrepiou ao pensar no que o homem poderia ter feito com ela enquanto estava inconsiente ou no que ele vai fazer quando aparecesse e a visse acordada.

Depois de alguns minutos o que Miley mais temia aconteceu, o homem loiro e alto entrou no lugar que aparentava ser um porão abandonado e poerento, ele carregava um prato e um copo em suas mãos, os jogou em cima da mesa e encarou Miley de lado.

–A bela adormecida finalmente acordou. -Ele sorriu torto e depois mordeu os labios. -Bom dia flor do dia. -disse pegando com força no pulso de Miley a levando até a mesa onde se encontrava o prato e o copo, a sentou em uma cadeira com agressividade. -Come, lhe fará muito bem.

–Quem é você? Por que me trouxe aqui? -Miley falou o encarando com cara de nojo. O que tinha no prato não era nada bom, era um sopa nojenta que parecia terra misturada com gramas, eca, e no copo havia um liquido que parecia ser agua, mas quem garante não é?

–Quero me divertir, só isso. Agora se alimente, não quero comer uma "mina" desnutruida. -Ele disse com um sorriso malicioso em seu rosto. Miley se arrepiou de medo e pensou em sair correndo, mas essa não era um boa opisão. O cara era mais rapido e forte, ele a alcançaria e sabe lá o que faria com ela por tentar fulgir. "O que ele quis dizer com 'comer uma garota desnutrida?" Miley pensou colocando a mão sobre sua cabeça ao saber do que se tratava aquela frase. "Droga" resmugou.

–Não vou comer essa porcaria. -Miley disse grosseiramente empurrando o prato para longe. O homem mudou a expressão de seu rosto que passou de malicia para raiva. Ele a encarou com ódio.

–Vai pro colchão guria, agora. -Ele disse apontando para o mesmo. No momento passou varias coisas pela cabeça de Miley, o que ele faria com ela? E sua madrasta? Ela com certeza ja notara seu sumisso e a interraria viva quando chegasse em casa... Se chegasse.

–O.o que vai fazer? -Gaguejou indo de vagar ao colchão que não era nada confortavel.

–Tire a roupa. -Miley o encarou e arregalou os olhos. Ela segurou as lagrimas mas não pôde controlar o medo, começou a tremer, o ato idiota da garota o fez rir em saber que a garota sentia medo dele. Talvez isso o desse mais prazer.

–Pra que?

–APENAS TIRE A ROUPA SUA IDIOTA! -Ele gritou assustando a Miley a fazendo tirar a roupa. Miley estava lenta de mais, o cara revirou os olhos e resolveu ajuda-la, se sentou ao seu lado e tirou sua calça com força e rapidez. Agora ela se encontrava apenas de calcinha e sutiã. Ela não se conteve e começou a chorar desesperada.

–Não faça isso por favor, eu sou vi-virgem e n-não.. por favor, não faça isso -Miley se ajoelhou e segurou a blusa do cara apertando com toda sua força fazendo-o se assustar e depois gargalhar zombando de sua cara, Miley ja estava derrotada, chorava sem parar.

O homem pegou uma fita e colou na boca de Miley, mas isso ainda não a impedia de gritar, a voz dela era muito forte, fazia um eco ensurdecedor mas isso não o impediu de continuar o seu trabalho. Ele a deitou sobre o colchão e sentou em cima dela segurando seus braços com força para ela parar de se contorcer para tentar se soltar. Ela gritava por ajuda e chorava sem parar. O homem deu leves mordidas em seu pescoço a deixando arrepiada. Chupões e mordidas por todo seu pescoço e sua orelha. Depois ele desceu até seus seios tirando seu sutiã e beijou sua barriga. Depois quando alcançou sua calcinha, Miley moveu-se com o joelho até a parte intima do homem o fazendo pular e deitar na outra parte do colchão e colocar sua mão sobre o mesmo, ele gemia de dor e Miley se recompoz. Tirou a fita com força de sua boca, fazendo a mesma arder. Se levantou rapido e pegou suas roupas vestindo-as de qualquer jeito. Ao tentar sair do local o homem a agarrou por tras e a jogou no chão com força. Chutou sua barriga e depois bateu duas vezes seguidas em sua cara.

–Vadia. -Ele disse a chutando cada vez mais forte. Ela gritava de dor e de ódio.

–Não, por favor, para -Ela chorava e gritava ao mesmo tempo. Mal podia esperar para aquilo acabar. Ela tentou se levantar e bater nele, mas ele era mais forte e segurou seus pulsos com força. Foi quando ele sentiu algo estranho... Cortes, cortes ali onde ele estava apertanto começaram a sangrar.

–O-que é isso? Você... você se corta? Você é louca? -Ele falou, e ela começou a chorar ainda mais. Os cortes eram recentes por isso sangraram quando o homem enfiou suas unhas com força ali. Ele a soltou a deixando cair com tudo no chão. No fundo ele sentiu pena dela. Miley se levantou e saiu correndo, correndo o mais rapido possivel.

–Espera. -Ele disse, mas ela nem olhou para trás, apenas correu sem parar.

Flashback off.

Notas finais
Bom, espero que tenham gostado. Deixem Reviews dizendo o que acharam =/ por favor, beijos