Notas iniciais
Geente desculpa pela demora D: faz umas 3 semanas que eu tinha o capitulo pronto, mas tinha preguiça de passar pro PC.
Esse capitulo é especial pra Cherrie e pra Lara Vic que recomendaram a fic ♥

Acordei no dia seguinte sozinha na cama e ouvindo alguem cantarolar ao fundo. Me levantei e fui à cozinha, seguindo o cheiro que estava vindo de lá.

Andy estava fazendo ovos com bacon enquanto cantarolava Helena do Misfits. Ironico não?

– Bom dia — eu disse

– Bom dia — ele respondeu vindo em minha direção, me puxando pela cintura e me beijando. Ele se afasta e volta a cozinhar cantarolando.

Eu o observei com um sorriso pensando em o que ele esta aprontando.

– Qual é a desse seu bom humor matinal? Ta até cozinhando. — perguntei

– Nada, só acordei inspirado — ele respondeu concentrado no fogão.

– Hum...

Sentei-me a mesa e comecei a me lembrar da tarde anterior. Eu ainda não digeri completamente a historia de que eu não sou filha do Harry. Não parece que tudo aquilo realmente aconteceu...

– O que você tanto pensa hein? — Andy sentou-se a minha frente me empurrando um prato de bacon.

– Ah, só estou lembrando de ontem — respondi e ele sorriu maliciosamente — Não, não essa parte de ontem.

rimos.

– Preciso lembrar de agradece ao Ashley depois — ele disse como se fosse algo normal

– Andy! — corei

– Ta bom, parei. Você tava lembrando do que?

– Da conversa com a minha mãe...

– É verdade, sua mãe foi bem legal, não parece que ela é aquela pessoa que te dizia aquelas coisas horriveis.

– É, ela mudou — falei

– Algum motivo especifico?

– Ontem quando saimos, ela veio me contar que... — contei toda a historia a ele.

– Nossa- ele disse espantado, depois que soube do rolo todo com o Harry e minha mãe — Eu não sei como reagiria no seu lugar.

– Nem eu soube como reagir na hora, estou aceitando aos poucos.

– Falando nesse assunto de pais — ele falou se levantando — Hoje vamos passar a tarde com os meus pais.

Eu quase guspi meu suco

– Hoje?!?!?!?! — perguntei com os olhos arregalados

–É, a cidade fica a umas 2 horas aqui e eu ja até aluguei um carro legal. — ele disse fazendo beicinho

– Fodeu — murmurei comigo mesmo

– Falou algo?

– Nada! — tentei disfarçar — Só... to digerindo a ideia. Então vou começar a me arrumar já.

Levantei-me e fui até o quarto. Parei a porta e me deparei com uma bagunça norme. Tinha meus presentes em um canto, as roupas do Andy no meio do quarto e o ''presentinho'' do Ash espalhado pelo quarto. Ri involuntariamente ao lembrar da noite passada, o que eu tinha na cabeça pra usar um negocio daquele? Suspirei. Fui tomar um banho ignorando toda a bagunça atras de mim. Sai do banheiro enrolada em uma toalha a proucura de roupas.

Peguei o vestido que a Emily me deu, uma das poucas sandalias de salto que eu tenho --e rezei pra não acabar caindo na frente dos pais dele porque né, desastrada de salto é catástrofe na certa--, o colar que o Andy me deu. Prendi meus cabelos em um tipo de coque e fiz uma maquiagem que se ressaltava pelos oculos.

– Andy, ja estou pronta! — gritei do quarto

– Ok -ele disse entrando no quarto — WOW que bagunça... WOW QUE ROUPAS SÃO ESSAS?

Ele me encarava com os olhos arregalados

– Nossa, tá tão feio assim?

– Não, você tá linda, é só que... Sei lá, não ta aprecendo você — ele riu.

– A Emily me deu esse vestido de presente, então resolvi usar hoje...

– Você sabe que não precisa mudar seu jeito por causa dos meus pais né? Quer dizer, olha pra mim, é de se esperar que eu tenha uma namorada como você.

– Mas não custa eu me arrumar que nem uma menina normal uma vez na vida né- ri.

– Você é perfeita do seu jeito — ele disse me abraçando

– O-obrigada — corei de novo — mas agora eu ja to pronta e você nem se arrumou ainda, são quase dez horas e temos que chegar pro almoço, não vamos nos atrasar!

– Nossa, relaxa, é só um almoço, que exagero. — ele disse entrando no banheiro.

Aproveitei enquanto ele tava no banho para arrumar a bagunça do quarto. Quando abri uma das gavetas pra guardar as roupas, encontrei um pequenho saquinho vermelho de veludo. Abri e joguei o que tinha lá dentro na palma de minha mão. Era a minha lamina. Eu tinha até esquecido dela. Eu estava tensa por causa daquele almoço e então lembrei o quanto eu me sentia aliviada quando a usava. Encostei ela em meu pulso. Vi todas as cicatrizes que eu tinha no braço e um arrependimento forte bateu. Nada daquilo valeu a pena. No final nunca vale. Eu não tenho mais motivos pra me cortar, sou feliz ao lado do Andy e não preciso mais disso. Peguei a lamina e a atirei pela janela. Não quero nunca mais pensar em fazer algo desse genero.

Me deitei na cama fechando os olhos e imaginando tudo de ruim que poderia acontecer. Eles poderiam não gostar de mim ou do jeito que eu sou desastrada posso acabar quebrando alguma coisa de valor sentimental e eles acabarem me odiando pra sempre. Estremeci involuntariamente, confie em mim pra surtar com situações imaginárias.

Lembrei de outra coisa que costumava me acalmar antes. A musica. Abri uma parte do guarda roupas, e saí jogando tudo pro lado até achar o que eu queria. Peguei meu violão, deslizei meus dedos pelas cordas. Comecei a tocar Summertime do My Chemical Romance. Meus dedos tinham vida propria, me empolguei ao som da musica e quando menos percebi, eu estava cantando junto

' 'Terrified of what I'd be As a kid from what I'd seen

Every single day when people try

And put the pieces back together

Just to smash them down

Turn my headphones up real loud

I don't think I need them now

'Cause you stopped the noise

And if you stay

I would even wait all night

Or until my heart explodes

How long?

Until we find our way in the dark and out of harm

You can run away with me Anytime you want''

A musica consegue expressar com melodias o que eu nãao consigo expressar com palavras. Essa musica fala basicamente o que eu sinto pelo Andy. Aquele tipo de musica que parece que foi escrita pra você.

Em seguida comecei a tocar Safe and Sound do Tonight Alive. É outra musica que expressa perfeitamente meus sentimentos. É tão facil me expressar atravez da musica.

''Nothing compares to what we share

I don't have a care in the world

Cause even if it all came crashing down

As long as you're around I'll be safe and sound''

– Que musica linda — Andy fala de repente me fazendo assustar.

– É Tonight Alive...

– Sua voz é linda tambem.

– Você gosta de me ver corada né? — Falei, provavelmente com as bochechas em um tom carmesim. Desde quando eu canto bem? Ele quer é me mimar isso sim.

– Eu gosto de você — ele rebateu

Senti meu rosto em chamas. Não consegui responder nada, apenas abaxei a cabeça envergonhada.

– Então... Vamos — ele disse

– Ok — assenti me levantando

Assim que descemos, Andy me indicou um porshe preto,

– Caralho — meus olhos se arregalaram ao ver o carro — Tudo isso só pra um almoço com os seus pais? Não era "só um almoço"? — Disse o mesmo que ele me disse. Quem tá exagerando agora?!

– Gosto de chegar em grande estilo — Ele soriu de lado

Entramos no carro e a viagem foi silenciosa, tirando as músicas que passavam pela rádio, mas eu não consegui prestar atenção, passei o tempo inteiro na minha epifania pessoal até Andy me interromper:

–Chegamos!

– Mas já? — Meu coração começou a disparar e meu coração gelou.

Eu mesmo não entendi o motivo pra tanto nervosismo, afinal era só um almoço não? Um almoço que poderia acabar em desastre. Claro, sendo pessismista, realmente não tem como eu me acalmar.

– Ta nervosa?- Perguntou Andy.

– Sim, quero dizer, não. Não sei. ah! sei lá — tentei responder

– Sim, não ou talvez? não entendi — ele riu

– Ah, um pouco — Na verdade era muito!

– Hel, vai ficar tudo bem, é só um almoço — ele falou com uma voz suave — Ao meu lado você estara sã e salva — disse andy sorrindo fazendo uma analogia a musica que cantei hoje mais cedo.

– Okay, vou tentar me acalmar.

Desci do carro e segui Andy até a porta da frente. A casa era uma dessas tipicas casas de suburbio com jardims enormes e bem decorados. Era simples, porem bonita. Ele bate três vezes na porta e eu me agarro as costas de sua blusa como aquelas criancinhas amedrontadas que se esconde atras da mãe. Ouço o som da porta se abrindo

– Andrew! -era a amy. Não, ele não precisou me apresentar pra ela antes de eu saber o nome dela. Ah, me diz que fã da banda não é pelo menos um pouco stalker? Ainda mais quando você conta com os caras pra te contar tudo em detalhes!

Solto-me do Andy deixando ele abraçar sua mãe

– Mãe! Estava com saudades

– Eu tambem estava com saudades querido. como vão as coisas?

– Vão bem... mãe, essa é a Helena, minha namorada — ele disse saindo da minha frente

Tentei sorrir simpatica, mas acho que não deu muito certo

– Oi — disse timida

– Olá querida — ela disse me abraçando — Ouvi falar muito bem de você.

Olhei para o Andy que levantou as mãos como quem diz '' Eu não fiz nada, não olha pra mim'' e eu soltei um riso abafado.

– Venham, entrem. — ela nos puxou pela mão adentrando a casa — O Chris ta lá na sala.

Andy comprimento seu pai com um abraço e aqueles tipicos tapinhas nas costas. Depois ele me apresentou ao Chris que me comprimentou com um beijo no rosto.

– Então você é a famosa Helena. — Disse Chris

– É, acho que sim. — sorri sem graça

– Bom te conhecer — ele sorriu

– Igualmente, Sr Biersack.

– Por favor, me chame de Chris

– Ok, Chris. — assenti, sorrindo.

– Me ajuda na cozinha Helena? — Perguntou Amy — Vamos deixar os ''homens'' conversarem. — Piscou rindo, e estendeu a mão, deve ser um sinal pra segui-la.

– Tude bem- sorri, acenei para os homens na sala e a segui até a cozinha.

Lá tentei ajudar com o que eu conseguia fazer, não muito, mas pra cortar temperos e arrumar a mesa eu sirvo, enquanto ela me contava as coisas que o Andy aprontava quando era menor. Me diverti muito e acabei ficando confortavel na presença dela. Ela me perguntava coisas da minha infância também, o que me fazia lembrar do Harry, mas eu deixava isso pra lá e seguia prestando atenção nos contos. Ela parecia estar gostando de mim, o que foi um alívio, eu esperava que ela fosse pensar que eu fosse como aquelas garotas que saem com caras como o Andy por status ou coisa assim.

– Helena? — Ela falou de repente, enquanto esperava o assado ficar pronto — Você tem a mínima ideia do que você com o meu filho?

– Eu...? Ãhn, não? Quer dizer.... — Vish, pronto. Tava tudo indo muito bem pra ser verdade...

– Sabe? O dia seguinte do que vocês se conheceram, ele me ligou, me contando sobre você. Sendo, honesta, eu achei que você mais uma daquelas que se fazem de vítimas pra conseguir o que quer. — Ela tava com uma cara tão séria que eu pensei que ela fosse me chutar da casa dela no momento que ela terminasse de falar.

– Mas o jeito como ele te descreveu... Quem ouvisse poderia pensar que ele estava falando sobre um filhote indefeso. — Ela sorriu sacudindo a cabeça. — E desde então vocês não se desgrudaram. E todas as vezes que a gente se falava, ele me dizia o quanto você era íncrivel, o máximo e sei lá mais o que.- Nessa hora eu corei, e sussurei um "caramba", que eu duvido que ela tenha ouvido.

– Ele tem sorte de ter você. Ele, na verdade, está agindo como um bobo apaixonado, que chega a irritar um pouquinho, mas não conta pra ele okay? — Ela riu e não me contive, ri com ela. As peças estavam finalmente se encaixando, e essa a notícia boa pra mim.

– Espero que vocês se cuidem. Bem. E não, não to falando só de sentimentalismo. O que eu quero dizer é que eu sou muito nova pra ser avó, e você muito nova pra ser mãe. — Ela piscou e gargalhou da minha cara abismada. Como assim?! Eu fiquei ali encarando ela de boca aberta. Demorou um pouco pra finalmente voltar a vida e responder alguma coisa.

– Eu.... eu sei. Não. Criança. Grávida, imagina! Claro que não.... Você é muito nova pra ser mãe, quer dizer avó. Eu sou muito nova pra ser mãe. Claro. — Comecei a balbuciar o que vinha na cabeça, enquanto ela ria e colocava a comida pronta na mesa.

– Espero que sim. Não se assuste com isso, Helena. — Ela riu mais uma vez, e eu sorri pra ela. Ela era um doce, por mais que tivesse me feito passar vergonha. — Agora, vai chamar os dois na sala, por favor? Já está tudo pronto.

Depois fomos todos à mesa comer. Foi tudo muito animado, perdi as contas de quantas vezes eu ri com eles. Foram todos muito acolhedores comigo, eu até esqueci todo o nervosismo que eu estava sentindo. Andy olhava e sorria aprovador pra mim durante o almoço.

Depois voltei para a cozinha para ajudar com a louça suja. Enquanto eu limpava tudo, eu observava Andy no quintal fumando. Eu nunca fui fã de cigarro, mas o Andy ficava muito sexy fumando. Fiquei admirando-o. Ele fitava o nada, distraido, e as roupas pretas ressaltavam o branco de sua pele. O jeito que ele soltava fumaça, não sei como descrever, mas era algo muito atrativo, mesmerizante, algo impossivel não admirar. Ele volta seu olhar para mim e abre um sorriso ao perceber o olhar reciprocuo. Sorrio de volta envergonhada e volto a me concentrar na louça suja.

Assim que acabo volto pra sala e encontro o Andy assistindo Batman: The dark Knight Rises.

– Batman! — não me contive.

Sentei, freneticamente, ao lado do Andy e fiquei vidrada na TV.

– Verdade, você gosta né? — ele sorriu — O que achou do filme?

– Ah eu gostei, eu fiquei esperando o Bane quebrar a espinha do Bruce Wayne e ele ficar paraplegico, e ai o Dick Grayson tomar o posto de batman. Por fim o Robin chama Robin mesmo e o Bruce Wayne não ficou paraplegico igual na queda do morcego, mas tirando isso o filme foi muito bom.

– Caramba — Andy me olhava de olhos arregalados — achei uma menina que é fã de verdade do batman. Eu gostei muito da saga O Advogado do Diabo, qual sua favorita?

– A historia que eu mais gostei foi A Piada mortal. — respondi

– Caramba — Amy riu — Vocês são iguaizinhos hein.Uma mulher dessas é pra casar, Andrew!

Casar?!?! Eu e Andy nos encaramos e tenho certeza que a palavra ''casar'' pairava em ambas as mentes. Nos encaramos por mais alguns segundos e simultaneamente começamos a gargalhar.

– Boa piada mãe! — Andy disse em meio a risos.

Não contive o riso. Não sei se era realmente engraçado, ou pensar em casamento me deixava nervosa a ponto de rir escandalosamente.

Eu e Andy nos entreolhamos novamente e paramos de rir. Voltamos a assistir TV até acabar o filme. A tarde tambem passamos lá, ouvi um monte de historias sobre o Andy e até fizemos o clichê de ver fotos dele quando era criança. Foi tudo muito tranquilo, e por sorte, ou não, eu nao fiz nada de errado.

No caminho de volta estava um silencio constrangedor e o Andy estava muito pensativo. Estranho, mas não liguei muito. Não trocamos uma palavra até estarmos de volta no meu apartamento.

– Viu — ele disse se tacando no sofá — Não tinha motivo pra tanto nervosismo, eu disse que eles iam gostar de você! Na verdade, eu acho que agora minha mãe gosta mais de você do que de mim.

– Larga de ser dramatico -ri — Mas a verdade é que quase não ficamos juntos hoje. Você passou a maior parte do tempo com o seu pai e eu com a sua mãe.

– é verdade, o que vocês conversaram tanto hein?

– Tudo sobre você...

– É, minha mãe é assim mesmo...

Andy é interrompido pelo som de alguem abrindo a porta, ou melhor, invadindo o apartamento

– AI MEU DEUS VOCÊS ESTÃO VIVOS, ACHEI QUE TINHAM SIDO SEQUESTRADOS E TORTURADOS E ACABADO MORTOS EM UMA ESTRADA — O rei da histeria, vulgo Ashley, entra gritando.

–ASHLEY! -gritei o interrompendo — se acalma cara!

– Ta bom — ele respirou fundo — Aonde vocês estavam? Achei que tinham morrido

Ele disse enquanto me abraçava.

– A gente só tava na casa dos meus pais, quanto drama — Andy respondeu se levantando do sofá — Agora pode soltar minha namorada antes que ela morra sufocada

Eu de fato estava perdendo o ar com o Ashley me apertando daquele jeito. Ele me soltou.

– UUUU então a porra ficou seria, quando é o casamento? — Rebateu Ashley em um tom sugestivo.

– Nossa Helena, vamos casar logo, porque olha, é o dia inteiro esse assunto hoje hein — Andy disse se virando pra mim

– Né, todo mundo falando de casamento hoje — concordei.

– Quem vai casar ai??? — Jess entra gritando. É a soulmate do Ash mesmo — Adoro casamentos!

–NINGUEM — eu e Andy gritamos ao mesmo tempo.

– Nossa, desculpa, não falei nada — Ela disse fazendo um gesto de fechar a boca com um ziper.

– Ashley você tava até agora na casa da Jess? — Andy disse com malicia na fala.

Jess corou e Ash sorriu maliciosamente

– Ah, sabe como é né. — Respondeu Ash

– Ai meu deus — falei fazendo um ''facepalm'' — cade a Emily?

– Ta no hotel com o resto do povo. — respondeu Ash

– Ah, ok, vou mandar uma mensagem pra ela.

Peguei o celular

'' Vem pro ap, o Ash ja ta aqui u_u''

Não demorou muito e ela respondeu

''Só o Ash né? ele não ta com a Jess não né? u_u''

'' Nossa, percebi um ciumes ai? ''

'' NÃO É CIUMES''

''Nossa, desculpa ai hein! Faz assim, vamos sair pra jantar e depois você vem pra ca. Precisamos conversar''

'' Okay, eu e os meninos estamos indo ai então'

– Eai galera! -interrompi a conversa deles — vamos jantar?

Notas finais
Eai, gostaram? Nao esqueçam dos Reviews