Save Me

11 Jogo de cena


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews JUSSARA CULLEN, Nane, LahFernandes,
camila almeida, Eclipse She, Lady Masen, MaraRobsten, Lili Swan, ClaudiaMonteiro35, Raskia, novacullen, Marcela, sissy braga, Sisters_love, Josi Monteiro, Iolanda, DéSouza, Ka Almeidah, Polli, Vibella, Lia_Cullen e andreiapenelope, bjos!
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Capítulo dedicado a linda Lili Swan pela fantástica recomendação, obrigada, bjos!
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As palavras em sublinhado significa que são referências reais e podem ser por você pesquisado se assim desejar.
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Continuando...

“Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência”. — Henry Ford

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– Música sugerida (The Way You Look Tonight — Frank Sinatra “Original”) –

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Aro deu mais um passo adentrando o quarto infantil...

Você devia estar na cama, me esperando... Soltou pegando no cotovelo de Isabella e a levando próxima de seu corpo... Cheirou seu pescoço e aquilo enojou a moça que rígida manteve-se parada tentando regularizar sua respiração... Edward encostado à porta do banheiro ouviu as palavras do Volturi e o seguido silencio, vendo vermelho em cada sílaba pronunciada... As mãos em punho e a gana de estrangula-lo tomavam conta do rapaz que buscava se controlar... — Há dias não me serve... E sabe que nunca me esqueço de cobrar...

– Aro... Está machucando... Meu braço... Disse baixo, mas Edward pode ouvir e tremendo de ódio colocou a mão na maçaneta da porta... Aro respirou fundo como se sugasse o aroma da moça...

Vou dormir na outra ala, não estou com cabeça para ouvir choro de criança no meio da madrugada... Não se esqueça, ainda me deve... Soltou afastando-se e indo em direção à suíte do casal para pegar seu pijama... As palavras de Edward havia mexido com os nervos do homem e depois de tantas vezes ver no olhar de Isabella uma mistura de medo misturado a ódio escondido por trás de sua submissão fazia a possibilidade da moça tentar mata-lo possível ao seu ver... Isabella ainda estática levou a mão tremula ao peito a respiração descompassada pelo medo lhe causava ainda mais desequilíbrio... Edward por sua vez quase fizera uma grande besteira e no estado em que estava teria feito realmente um estrago irrevogável... O tom ameaçador usado por Aro intrigou Edward, a atmosfera sexual evidenciada na frase – Há dias não me serve – atiçaram ainda mais sua ira para com o inimigo... Edward abriu a porta e manteve-se ali parado fazendo a moça arregalar os olhos de medo, Aro ainda estava próximo... Edward fez sinal de espera com a mão e a moça com os olhos assentiu... Aro passou pelo corredor vestido em um robe negro... Isabella voltou a sentar-se na poltrona ao lado do berço aliviada demonstrando a Edward que ele havia passado... O Cullen respirou fundo, as mãos ainda em punho, a vontade era terminar com aquilo em definitivo, seria tão fácil... O idiota não tinha malicia nenhuma para uma luta seria facilmente abatido e... Estrangula-lo seria questão de minutos... Com os olhos fechados aquela possibilidade passava pela mente de Edward e o mesmo nem se dava conta de que animalescamente desejava a morte de alguém, nunca em toda a sua vida havia sentido aquilo, nem em momentos tensos dentro do FBI... Voltou a abrir os olhos, por segundos apenas os mesmo permaneceram fechados... A sua frente uma Isabella ainda tremula fitava-o com quase desespero... O rapaz caminhou calmamente até ela e mais uma vez se ajoelhou a sua frente...

Edward...

– Ele machucou seu braço... Disse notando o avermelhado instalado na pela branca do frágil braço esquerdo da moça.

Não foi nada... Nada comparado ao...

– Nada comparado ao? Questionou percebendo a hesitação da moça... Isabella desviou o assunto abraçando-o e ele desarmado devolveu o abraço percebendo que ela ainda tremia... – Tudo bem... Estou aqui... Está tudo bem... Dizia acalmando-a... A moça afastou-se dele buscando seus olhos...

Você tem que ir... Precisa ir Edward...

– Não vou deixa-la sozinha, não vou deixa-las aqui com ele. Declarou firme e a moça passando a mão no rosto másculo suspirou...

É perigoso... Ele pode aparecer...

– Passo a noite no banheiro, deito na banheira... Não me importo... Não vou sair de perto de vocês... Não vou! Disse mantendo a decisão, seus nervos inflamados pela ira contida berravam alerta máximo...

Não pode ficar aqui querido... Sabe disso... Seria arriscado e ele... Estranharia...

– Deus... Vociferou inconformado...

Ele não vai vir aqui Edward, disse que se manteria longe... Você ouviu... Ele vai ficar longe... Dizia percebendo a revolta nos olhos de seu guarda costas... O Cullen passou a mão nos cabelos de maneira exasperada e se levantou, fitou Kimberly dormindo tranquila e aquilo lhe trouxe uma inexplicável paz... Isabella levantou ficando com o corpo colado ao dele... O rapaz voltou-se para ele e de súbito beijou-lhe, um roçar de lábios... – Edward...

– Estarei lá embaixo, estarei por perto...

– Você precisa descansar...

– Bella, só vou descansar quando tiver a certeza de que estão seguras e não adianta, por mais que não me conte tudo... As lacunas demonstram que minha preocupação tem fundamento... Dizia tocando no rosto angelical e ela demonstrou medo mais uma vez, medo dele saber tudo o que já tinha sofrido... Medo de repudia-la por achar que realmente após ter sido usada como fora e ainda era havia se tornado um lixo humano...

**

O sol trouxe luz ao dia que se iniciava... Edward pouco dormira, um cochilo apenas no quarto que tinha para os seguranças... E seus homens estranhavam aquilo, por que o chefe, Edward Cullen, dormiria ali, por que tanto zelo? Era de se desconfiar e sim, o segredo não se manteria por muito tempo...

Bom dia chefe. Disse Kebi confuso ao ver o patrão se arrumando para retornar a casa principal...

– Bom dia Kebi, tudo em ordem? Questionando dando o nó na gravata.

Sim senhor, estou indo embora agora... Encerrei meu plantão. Devolveu arrumando sua mochila.

Ótimo bom descanso. Afirmou saindo em seguida...

**

Isabella descia arrumada vestindo um jeans justo da Diesel e uma camisa creme de seda Gucci pronta para sair com a mamadeira de Kim vazia e avistou seu guarda costas próximo ao jardim de inverno... A vontade de sorrir lhe atingiu, segurança e paz eram o que transmitia a presença de Edward ali.

Bom dia senhora Volturi. Disse formal.

Bom dia Edward. Devolveu e ao passar por ele propositalmente deixou-se esbarrar de maneira delicada, imperceptível para quem visse de longe... A proximidade era uma forma de estar por segundos que fosse perto um do outro... Ela passou deixando o rastro de seu perfume e esse Edward já estava se habituando a sentir... Falou rapidamente com a cozinheira...

Sairemos em poucos minutos... Disse passando novamente por ele, sorrindo... Aro saíra cedo e deixara avisado a Irina que só voltaria no final do dia, permitiu-se um pouco de paz àquele sombrio lugar...

**

A SUV negra ganhou as ruas de Manhattan com uma Kimberly babando em seu Cun Cun...

Onde está a gatinha do Dudi? Perguntou Edward parando no farol e Kim deu um gritinho em resposta.

Dudi... Soltou feliz...

Não comecem vocês... Edward você fica deixando-a acesa e ela vai querer sair da cadeirinha antes da hora... Repreendia bem humorada e ali o Cullen percebia o quanto Isabella se transformava longe daquela atmosfera que sua vida lhe imponha ao lado do marido... Marido, a palavra deixava Edward azedo ao lembrar-se...

Mamãe está nos dando bronca docinho... Disse sorrindo tentando não deixar-se incomodar pela lembrança de seu inimigo e fitando ambas pelo retrovisor viu Isabella revirar os olhos com um discreto sorriso nos lábios, sentiu-se bem melhor...

**

A consulta de rotina na pediatra fora rápida...

– Estamos bem então? Perguntou Edward pegando Kimberly no colo.

Sim, tudo em ordem. Afirmou Isabella guardando na bolsa as receitas de algumas vitaminas para sua bebê.

E agora, iremos aonde? Questionou sem tirar os olhos da pequenina a sua frente que mordia-lhe o queixo de brincadeira...

– Quero passear um pouco com ela, mas... Se demorar a voltar pra casa...

– Não se preocupe com isso, dou um jeito dele...

– Edward, é melhor...

– Vamos passear, quer passear docinho? Perguntou levantando a pequenina que colocava as mãozinhas no rosto de seu Dudi e em resposta lhe deu outro gritinho... O Cullen virou-se para Isabella. – Confie em mim princesa, resolvo isso... Falou passando tranquilidade e Isabella apenas assentiu... De volta ao carro foram em direção ao Brooklyn , famoso bairro nova-iorquino que tinha como um de seus cartões postais o Prospect Park, o local contava com áreas arborizadas, zoológico e quadras de beisebol, futebol americano... O que tornava o lugar confortável é que ali ninguém conhecido os veria, jamais a alta sociedade de Manhattan abriria mão de sair da ilha para um passeio no parque, antes pensariam em ir ao Central Park... Na grama a pequena Kimberly dava passinhos incertos tendo a mão da mamãe e de Edward para apoia-la...

Nunca tinha vindo aqui... Comentou Isabella.

Meus avós maternos eram dessa região, passei muitos finais de semana aqui pelo Brooklyn com meus irmãos... Explicou entregando a moça um cachorro quente que acabara de comprar... Sentaram-se na grama prestando atenção em Kimberly que tateava o gramado um sua exploração infantil...

Não... Na boca não meu amor... Repreendeu Isabella ao ver a filha levar alguns fragmentos de grama a boca e a pequena parou no meio do caminho surpresa pela repreensão, mas obedeceu voltando a tatear o solo... Edward aproximou-se mais da moça, sentando-se quase grudado nela... Isabella mostrou-se um pouco tensa com a situação olhando para todos os lados...

Ninguém aqui nos conhece princesa, relaxe por apenas alguns minutos sim? Pediu dando um beijo na bochecha da moça e sorrindo limpou com o guardanapo o cantinho de seus lábios que tinham um restinho de molho e ela sem graça terminou o serviço também sorrindo... Kimberly tomou uma mamadeira de suco para se refrescar e comeu alguns pedacinhos do lanche de sua mamãe... Edward brincou com a pequena pelo parque e levou mãe e filha ao zoológico... Foi comum durante todo o passei ver Kimberly abrindo a boquinha surpresa ao ver os animais, mas foi quando viu um chimpanzé que a pequena deu gritinhos e com as mãozinhas chamava por ele... – Ele não pode vir aqui docinho, não tem como ele sair... Explicava Edward...

Qué... Dudi... Qué...

– Não pode gatinha... Disse desapontando-a... O passeio foi um mar de paz em meio aqueles momentos de tensão que eram estar de volta à mansão Volturi... Isabella pediu para voltar, não queria dar ainda mais motivos para seu marido... Edward deixando-as em casa saiu por alguns minutos em busca da encomenda que fizera a Eric Yorkie...

**

– Perfeito, exatamente o que eu precisava...

– Bem o dispositivo é literalmente um rastreador... Ele é via satélite e ao ser acionado envia uma mensagem ao numero celular programado informando a localização, se o aparelho celular possuir GPS a mensagem vem ainda mais completa mostrando exatamente o local através do GPS... Explicava Eric e Edward satisfeito sorriu.

Primoroso trabalho Yorkie, você se superou dessa vez. Declarou.

Bem o valor, ficou um pouco salgado... Você me pediu platina como material e pra completar achei de bom tom colocar um brilhando como acionador... Portanto a pessoa que utilizar o pingente precisará apenas apertar o brilhante, veja é como se fosse um pequenino amortecedor... Dizia com a peça de volta a suas mãos. – Acionado a mensagem é enviada... Se achar caro demais saiba que...

– Dinheiro não é problema. Disse o Cullen pegando a carteira... Despediram-se rapidamente e Edward antes de voltar à mansão passou em uma joalheria e comprou uma delicada gargantilha para compor o conjunto...

**

– O pessoal do buffet e a floricultura mandaram suas faturas... Disse a secretária de Aro e os gastos eram astronômicos, o lançamento do novo World Trade Center teria que ser luxuoso e disso é claro o arrogante Volturi jamais abria mão, contudo sua situação financeira não lhe favoreceria...

Inferno... Ainda não ocorreu o evento e eles já querem me sugar... Esbravejou. – Chame Caius... Agora! Soltou irritado... A moça saiu na velocidade máxima...

Aro...

– O evento de amanhã, resolva esses detalhes... Buffet, flores...

– Aro sabe que nossas contas... Dizia o obvio.

– Ok... Ok... Devolveu mantendo a irritação. – Transfira de meus gastos pessoais...

– Não sei se será suficiente...

– Como assim? Até minha conta pessoal está sendo afetada? Questionou chocado.

Aro... A inadimplência... Bem ainda estamos vivendo os reflexos da crise imobiliária que se desencadeou...

– Eu sei, eu sei... Soltou levantando-se impaciente. – Esse lançamento tem que render e muito... Quero todo o efetivo de corretores que temos a postos Caius, precisamos estourar de vender amanhã... Vou providenciar uma nova remessa de dinheiro... Disse mexendo na gravata com certa insistência. – Pode ir... E converse com os fornecedores, diga-lhes que vamos pagar tudo. Soltou e Caius saiu... A situação financeira de Aro era realmente caótica e permanecer escondendo com balancetes falsos já não estava mais surtindo o efeito necessário para manter sua pose... O Volturi tinha que concordar com Riley Bears... A situação pedia uma solução definitiva...

**

Edward retornou a mansão antes da chegada de Aro... Adentrou a casa e notou o movimento para o preparo do jantar...

Por favor, Irina avise à senhora Volturi que já voltei e estou à disposição. Disse dirigindo-se a governanta.

Acredito que ela não vá mais precisar de seus serviços hoje senhor Cullen. Devolveu sem tirar os olhos da arrumadeira que colocava os pratos na mesa... Edward controlou-se para não bufar diante de tamanho mau humor vindo da mulher... Saiu da sala de jantar e retornando a parte de fora da casa, resolveu ligar avisando a Isabella que estava ali e assim a moça sentir-se-ia mais tranquila ele imaginava...

– Edward...

Estou aqui... Se precisar de algo...

Onde está? Perguntou.

Próximo à área da piscina. Respondeu e Isabella sentiu-se sim aliviada por saber que ele estava por perto.

– Sabe onde fica a sauna? Perguntou.

Sim, eu sei. Disse o Cullen.

– Me encontre lá daqui duas horas. Pediu e depois se despediram... Aro chegou para o jantar e ele e sua esposa partilharam da mesa, embora Isabella não desejasse nenhum pouco faze-lo...

**

– Sairemos daqui amanhã por volta das dezenove horas, esteja pronta, não quero aborrecimentos por conta de sua demora. Declarou com evidente mau humor diante do prato que degustava.

Fique tranquilo, estarei pronta. Afirmou mantendo a calma... Aro encerrou sua refeição, colocando o guardanapo de linho em cima da mesa...

Quero você na biblioteca agora. Declarou levantando-se e Isabella sentiu sua espinha gelar diante da convocação... Levantou-se no segundo seguinte e encaminhando-se para a biblioteca deixou para trás a refeição pela metade, era melhor assim, pensou... Adentrou a sala... – Feche a porta... Disse Aro servindo-se de uma dose de seu adorado The Dalmore... – Acesse o computador e abra sua conta bancária pessoal... Ordenou e em Isabella veio a vontade de indagar o porquê daquilo, mas sabia que fazê-lo seria um grande erro... A moça resignada sentou-se na alta cadeira e passou a acessar sua conta... Aro colocou-se atrás dela... – Quanto tem disponível? Perguntou e Isabella visualizando seu saldo...

Pouco mais de um milhão. Respondeu baixo.

Só isso? Por que tão pouco? Questionou voltando os olhos para a tela e prestando atenção aos números. – O que andou fazendo Isabella? Soltou exasperado e a moça engoliu em seco.

Bem... Não preciso de altos valores então há tempos o gerente de minha conta sugeriu fazer algumas aplicações e...

– Fez isso sem me consultar? Perguntou virando a cadeira em que ela estava sentada para si de forma brusca e a moça tremeu com a atitude e o tom de voz empregado por ele.

Aro... Eu não achei um problema nisso, nunca falamos sobre o assu...

– Você é burra mesmo só pode... Deixe-me ver isso... Declarou quase a derrubando da cadeira. – Será que vou ter que cuidar até de sua conta pessoal Isabella, será? Perguntou voltando seu olhar a ela de forma dura, os olhos brilhando, mas na verdade ele encenava sua irritação para com as decisões da esposa... Uma forma de camuflar o que faria a seguir... – Tsc tsc tsc... Isabella, Isabella... Isso me irrita tanto...

– Eu não preciso dispor de quantias altas, eu...

– Você, você... Você... Esbravejou irritado. – Você é uma garotinha mimada que vê em seu marido um banco que lhe banca tudo e assim não precisa tocar em um só centavo de seu patrimônio... Sua mal agradecida... É isso que você é e eu... Eu... O que faço com você? O que... Dizia empurrando-a e pressionando-a no encosto da cadeira... Ele revirou os olhos... A moça engoliu em seco. – Dê-me a senha... Vou eu resolver isso e a partir de agora vou ter que passar a monitorar sua conta... Ainda mais essa você é realmente um peso... Dizia voltando-se para a tela do computador... – A senha Isabella... Declarou cortante e ela temerosa lhe passou a senha. – Agora saia... Mais tarde acertamos mais essa sua malcriação. Falou e a moça mais do que depressa se retirou... Aro quando se viu sozinho tratou rápido de fazer uma gorda transferência da conta de sua esposa para a sua e satisfeito voltou a saborear seu whisky... Isabella saiu da biblioteca tremendo como vara verde e completamente confusa com a reação do marido, nunca ele tivera interesse em sua conta pessoal, e menos ainda com o que ela fazia com seu dinheiro... De uma hora para outra demonstrava sua desaprovação... Estranho pensava, mas o que fazer se rebelar e sofrer ainda mais como das outras vezes?

**

Como combinado Edward aguardou sua Isabella na sauna, ela demorou a aparecer, mas o fez no momento em que o rapaz pensativo decidia sair dali achando que ela não viria...

Estava achando que não viria mais. Disse assim que a viu.

Aro queria falar comigo na biblioteca... Desculpe te fazer esperar Edward. Disse baixinho... O rapaz não se importou com mais nada e a agarrou...

Senti tanta falta de poder te abraçar... Disse beijando-lhe em seguida, a moça ainda tremendo... – Ei... Está tudo bem, ninguém virá aqui uma hora dessas...

– Isso... Isso está saindo do controle e...

– Bella... Chamou buscando seus olhos. – O que Aro queria? Perguntou preocupado.

Eu não entendi Edward... Ele... Ele pediu para que acessasse minha conta pessoal e começou a dizer... Explicou a ele toda a situação se mostrando realmente confusa, ou melhor ingênua seria a palavra certa...

Desgraçado... Está tão desesperado que não se importa mais em esconder que te rouba...

– Na verdade ele ficou bravo porque eu não avisei que tinha deixado uma quantia em aplicações e...

– Princesa... Disse puxando-a para mais perto dele, olhando no fundo dos seus olhos... – Ele se mostrou bravo, mas posso apostar que foi só um joguinho para conseguir o que realmente lhe interessa e você ainda deu sua senha para ele... Dizia.

Como queria que eu agisse? Soltou intensa acalmando-se em seguida. — Que o enfrentasse e sofresse as consequências e...

– Tudo bem, tudo bem... Disse encerrando o assunto, não havia o que fazer... Ela estava rendida e presa ao homem e ele usava e abusava do poder que tinha sobre ela... Edward fechou os olhos abraçando-a mais uma vez... Colocou a mão no bolso e retirou a caixinha que escondia o delicado pingente que agora era preso a uma fina gargantilha... – Tenho uma coisa pra você... Disse afastando-se minimamente e abrindo a caixinha mostrou a peça.

– Linda... Mas Edward eu não posso aceitar... Eu...

– Pode e vai, essa peça não é um simples pingente princesa... Isso é um rastreador e quando apertado dispara uma mensagem informando sua localização... Explicou e a moça surpreendeu-se. – Quero que você use... Se alguém perguntar... Diga que foi um presente de seu pai, uma joia de família... Não a tire por nada... Ok? Pediu sério. – Eu não sei ao certo tudo o que vamos enfrentar... Sei apenas que preciso dessa segurança para prosseguir com o plano... Nós vamos conseguir, tenha fé... Em breve ficará longe desse safado... Disse beijando-a mais uma vez... – Se estivermos longe um do outro, se você estiver com problemas, em... Em perigo, você vai acionar isso e eu vou de imediato saber onde está e poderei ir até você o mais rápido possível, entendeu? Perguntou e ela assentiu... Beijaram-se mais uma vez e a moça achou por bem se despedirem... Edward a contra gosto deixou-a ir depois de colocar a gargantilha em seu pescoço...

**

Isabella dirigiu-se para o andar de cima, entrou em seu quarto depois de passar pelo quarto de sua bebê e ter a certeza de que a pequena ainda dormia... Ouviu o barulho da ducha ligada, trocou-se colocando uma camisola longa perolada... Iria retornar ao quarto da filha e ficar um pouco mais com ela...

Onde pensa que vai? Perguntou Aro saindo nu do banheiro e a moça parou no meio do caminho, voltou-se para ele... – Não precisa nem dizer... Declarou mostrando ainda mais irritação por ter a certeza de qual seria o destino da esposa... Aproximou-se dela... Passou o dorso da mão sobre seus seios cobertos pela camisola... – Você poderia ser muito mais interessante e não essa mosca morta que é... Soltou insatisfeito expirando com força... – Ao menos sabe fazer um boquete descente... Sua submissão me deixa entediado, mas fazer o que... Disse. – Venha... Falou caminhando para a cama, deitou-se no meio da king size... – Recompense-me por te aguentar sua parva... Agora Isabella. Sentenciou e a moça voltando ao seu estado robótico fez o que lhe era ordenado, lembrou-se de Edward e de seus carinhos e cuidados, daquela noite na piscina um sonho em realidade, lembrou-se da gargantilha em seu pescoço e por um segundo imaginou o que aconteceria se ela apertasse o brilhante, levou a mão ali sem pressionar... Seria socorrida, mas a que custo? Sua pequenina Kim como ficaria? Resignada entregou-se ao sacrifício... Ouvir Aro gemer, ter em sua boca todo o seu calibre se inchando e inchando... Mas uma vez Isabella vivia seu martírio... Ele forçou sua boca a recebê-lo por completo, ela tendo ânsia se controlou... As lamurias vindas dele tornaram-se mais extensas, sua pequenas mãos em um vai e vem com o membro rijo entre elas o levava onde queria estar e logo gozou aliviando-se na boca dela... O corpo a sua frente, nu, convulsionando de prazer foi mais uma vez o registro do que era sua vida, pensou Isabella e ali nada de esperança, nada das alegrias vividas durante aquele dia ao lado de sua pequenina Kimberly e seu lindo guarda costas conseguiam suplantar a dor de sentir-se mais uma vez humilhada, de sentir-se ainda mais lixo... – Saia... Quero ficar sozinho aqui! Ordenou e ela saiu a passos lentos... Olhar distante... Quando alcançou o corredor caminhou mais alguns metros e deixou-se desabar ali em um choro silencioso...

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Edward mais uma noite passara nos aposentos reservados aos seus homens na propriedade do Volturi... Arrumou-se, tomou seu café da manhã e Irina avisou que Aro queria vê-lo... O Cullen concentrou-se em vestir seu disfarce de profissional acima de qualquer suspeita e foi encontrar o homem na bendita biblioteca...

Edward bom dia... Disse direto.

Bom dia. Devolveu.

Hoje a noite você irá conosco no meu carro, os outros seguranças irão em outro carro... Quando chegarmos lá, já sabe... Olho em cima dela. Declarou.

Ok... Fique tranquilo, manterei sua esposa totalmente monitorada. Afirmou deixando o homem satisfeito...

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Passou-se toda a manhã e Isabella não apareceu no andar de baixo, a babá, Charlote, subira e descera com a mamadeira de Kimberly e nada de Isabella... Ligou para o seu celular e nada dela atender... Preocupado já não era mais o estado de Edward, ele estava na verdade intrigado... O Volturi saíra logo depois de conversarem... O que estava acontecendo? Simples... Isabella estava envergonhada, sentindo-se ainda mais humilhada e com suas esperanças soterradas diante da dor que seu coração sentia e por isso preferiu ficar isolada, longe de tudo e todos, longe de seu guarda costas que por mais empenhado que estivesse não conseguiria ajuda-la, nunca conseguiria... Pensava encolhida na poltrona ao lado do berço de uma pequenina que no chão fazia a festa com seus brinquedos, a mamãe em angustia apenas observava apática, sempre alisando o pingente suspenso na gargantilha... A vontade de acionar aquele rastreador lhe queimava desde o momento em que o marido a forçara mais uma vez... A face doce e sorridente de Edward lhe aparecia como um sonho, sim era tudo que aquele homem era... Um sonho inatingível...

**

Um dia inteiro sem ver suas meninas, não conseguiu uma misera oportunidade de subir e ver o que se passava no andar de cima daquela casa... Viu subirem uma bandeja com uma pequena refeição, pensou que talvez sua Isabella estivesse adoentada... Mas inferno, por que não atendia suas ligações? O horário do evento aproximava-se... Impaciente, já não se cabia mais de tanta angustia sem ouvir e ver Isabella e Kimberly... Edward aprontou-se para acompanhar o casal... O terno impecável de corte sob medida em um tom de grafite não mostrava um simples guarda costas, mostrava sim o homem alinhado e elegante que ele era... No horário marcado Aro apareceu também elegantemente vestido e logo atrás dele vinha ela, sua Isabella de cabeça baixa em um vestido grená assinado por Roberto Cavalli... Os homens colocaram-se a postos, Seth abriu a porta para Aro e Edward fez questão de abrir a porta para Isabella... Não perdeu a oportunidade de tocar nela que ao receber a mão dele sobre a sua se retesou relaxando em seguida... Os olhos se encontraram por segundos e o rapaz teve a certeza algo muito errado estava acontecendo... Fechou a porte e se encaminhou para o assento ao lado do motorista... Seguiram caminho em direção ao evento que era naquela noite o mais badalado da cidade...

**

Fotógrafos recebiam os convidados... Luzes e mais luzes iluminavam o arranha-céu praticamente todo de aço... Uma arquitetura blindada e praticamente à prova de ataques... Ela estava linda, analisava o Cullen, mas o brilho de seus olhos era inexistente... Caminharam para o interior do edifício e no hall principal ocorria o evento... O local estava lotado de celebridades, ricos empresários, pessoas da alta sociedade de NYC prestigiavam o lançamento daquele que era o empreendimento do momento... Aro como um pavão quis mostrar-se e aproveitou a bajulação que recebia... Edward viu ali a oportunidade de aproximar-se...

Isabella... Disse achegando-se um pouco mais e ela levantou o olhar fitando-o por alguns segundos e desviando em seguida. – Estava preocupado... Você não atendeu a nenhuma de minhas ligações e está... Estranha, completamente cabisbaixa... O que...

– Aqui estão vocês... Disse uma animada Alice aproximando-se deles e logo atrás vinham Jasper, Emmett e Rosalie... – Bella que vestido lindo. Falou abraçando-a e lhe fitando franziu a testa, Alice perceptiva como era notou que algo estava fora do lugar...

Olá Alice. Disse suave... Edward sentiu-se um inútil ali, um completo inútil... Os rapazes a cumprimentaram logo depois de Rosalie...

Tudo bem conversarmos? Quer dizer seu marido não vai... Questionava Alice...

– Tudo bem... Aro está entretido com as pessoas a sua volta nem irá notar a minha falta... Soltou.

Tudo bem? Perguntou Emmett ao irmão e Jasper ouviu...

Ao que parece não... E estou me sentindo um idiota por não saber qual é o problema... Ela não me disse. Declarou incomodado... Emmett varreu os olhos pelo salão e notou o Volturi os observando.

Jas você conhece o homem? Perguntou e o cunhado já sabia de quem o grandão falava.

Sim, há tempos...

– Ótimo, vamos fingir bajula-lo um pouco então... Mantenha sempre seus inimigos mais perto que os próprios amigos... Declarou e Jasper o seguiu deixando Edward próximo às meninas... Alice e Rosalie conversavam com uma Isabella que em sua mascara de paz não deixava transparecer problema algum, mas a irmã de Edward sabia que algo estava errado... Manter-se ali na postura militar, observando a movimentação em torno de sua protegida estava fazendo do Cullen aquela noite o ser mais impaciente da face da terra, sua ânsia de poder toca-la, abraça-la, cuidar dela... Exatamente cuidar dela era o que seu interior pedia, era o que o clima pedia e ele não sabia o porque do distanciamento, mas algo lhe dizia que após terem se visto na sauna algo atingiu sua Isabella e a deixara abatida, muito abatida...

A mulher trajava um vestido elegante, contudo absurdamente insinuante, um decote frontal deixava a mostra o vão entre os seios e aquilo transpirava sensualidade e aliada a postura altiva, o olhar superior e o andar em marcha felina fazia da entrada de Vitória Holand ao evento uma atração especial, não houve olhares masculinos que não se despertassem por ela... Acompanhada de um segurança a mulher desfilou displicentemente entre os convidados distribuindo sorrisos provocativos... Caminhou em direção ao Cullen e foi impossível não notar a aproximação... Isabella de imediato sentiu o clima mudar, sentiu a atmosfera intensamente sedutora vinda dos olhos de Vitória direcionada exclusivamente a Edward e aquilo levou a moça que se via vitimada pela vergonha, humilhação e resignação a dar um salto em direção à revolta e ira... A quem diga que seus olhos de um verde cristalino tornaram-se quase negros intenso era seu incomodo diante da cena... Alice também se deu conta...

– A conhece? Perguntou ao ouvido de Isabella e a moça sem pronunciar uma palavra deu uma negativa com a cabeça.

Edward Cullen... Como vai querido? Disse com quase soberba e o rapaz segurou o sorriso... Vitória estava realmente na personagem.

Senhorita Holand... Disse pegando em sua mão e a moça empinou um pouquinho mais o nariz em tom de superioridade...

**

Todos sem exceção notaram sua presença e adicione a essa lista Aro Volturi que conversava com Jasper e Emmett naquele momento esbanjando seu habitual bom humor e amabilidade disfarçados...

Uau... Soltou Emmett.

Essa só recebendo de joelhos. Comentou Royce deixando o Volturi curiosíssimo...

**

Os olhares entre Vitória e Edward foram trocados e Isabella irritou-se ainda mais, os olhos em fenda... Rosalie que voltava de uma rápida conversa com uma conhecida notou a estranha atmosfera trocando ela também um olhar com a cunhada.

Quem é esse ser? Perguntou e antes que Alice se pronunciasse...

Edward com certeza sabe. Soltou cortante uma Isabella evidentemente alterada...

Existem presas disponíveis? Perguntou Vitória bem próxima ao ouvido do Cullen a vontade de Isabella foi se atirar em cima da ruiva, uma ira lhe possuía trazendo-lhe a coragem que a muito lhe faltava, as mãos em punho, o olhar gélido... Alice e Rosalie notaram sua alteração...

Próximo ao bar... Indicava Edward... – Homem de barba ao lado do grandão e do aloirado... Detalhava de forma discreta e ao redor achavam que aquilo era uma troca de insinuações quase depravadas, e claro Isabella era uma dessas que tinha a certeza disso... Deu um passo a frente...

Uma cena não vai te ajudar... Disse Alice lhe trazendo a realidade e ela parou... Vitória acabara de descobrir quem era sua presa, ou melhor, pato e sem perder tempo deu a impressão de deixar Edward falando sozinho e caminhou em direção a sua refeição... O segurança que a acompanhava trocou um rápido e discreto olhar com Edward e foi nesse instante que Isabella se deu conta da presença do homem que era ninguém menos que Jacob.

Jake... Disse Alice também notando e levando Rosalie a olhar o homem que acabava de passar e Isabella a ter a certeza de que louca não estava, os olhos da moça ainda com raiva direcionaram-se para Edward que notando a situação ergueu uma sobrancelha de forma interrogativa...

Bella... Soltou confuso.

Ela é o que sua? Uma... Amiga? Soltou em um misto de raiva com ciúmes incontrolável...

Fala de quem? Vitória? Questionou.

Como pode tamanha vulgaridade? Não me faça de idiota Edward...

– Bella... Disse Alice pegando no cotovelo dela.

Você também viu Alice. Disse voltando os olhos para a nova amiga.

Todas nós vimos e o que eu vejo agora é o meu marido babando em um traseiro... E esse traseiro não é o meu. Soltou Rosalie e sem perder tempo caminhou a passos largos em direção a Emmett...

**

– Então você é o anfitrião da noite. Disse Vitória de forma direta sem ter medo de acertar o alvo...

Aro Volturi... Disse Beijando a mão que lhe foi ofertada, a ruiva não apostava baixo...

Vitória Holand. Declarou e todos a volta notaram o clima intenso que aquele nome queria transmitir.

Ao seu dispor linda dama. Devolveu o Volturi.

Saiba que cobro a disposição que me é ofertada e não aceito parcelamento. Disse segura ostentando um sorriso quase maquiavélico... Os olhos de Aro estavam vidrados e direcionados única e exclusivamente para a moça...

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Edward notando ao longe o seu bem sucedido plano sendo colocado em pratica sorriu escancarado...

Isso é nojento... Todos vocês são uns... Nojentos. Falou demonstrando que realmente estava enojada, o Cullen se voltou para ela... Ali ninguém estava notando os dois no momento e principalmente o Volturi que se via paparicando seu novo objeto de interesse...

Bella... Disse aproximando-se mais dela e a moça afastou-se quase colérica... A rapidez de raciocínio do ex-agente lhe alertou que aquilo era ciúmes puro e simples e é claro seu ego se engrandeceu, mas ele não usaria aquilo a seu favor, não sabendo que sua Isabella estava alterada antes de tudo aquilo e ele precisava saber o motivo... Levantou os olhos por instantes sem deixar de observar como ela inspirava e expirava de forma quase violenta, seus poros naquele momento exalavam revolta... A ala leste do grande salão se abriu para o jardim que compunha o conjunto decorativo em torno do novo arranha-céu... De forma discreta, sem fazer alarde, Edward direcionou sua Isabella para aquele ambiente... A moça a contra gosto caminhou onde lhe era indicado... Quando o movimento diminuiu o Cullen ficou de frente a ela... – Eu lhe disse que em alguns momentos eu pareceria ele, lhe avisei... Soltou dando o alerta, a voz imperativa e por incrível que pareça a moça submissa, medrosa e completamente frágil partiu pra cima dele...

Ordinário... Quer brincar comigo não é? A idiota aqui tem sido um bom divertimento certo? Cuspia agarrando a lapela do paletó do Cullen... Edward segurou as delicadas mãos e as tirou de sua atividade de minutos atrás... Os olhos fixos em sua garota distanciaram-se por momentos ínfimos vagando ao redor... Não, ninguém notara a cena que ela fizera... O jardim possuía altos arbustos muito bem cuidados e o Cullen mais uma vez agiu no ímpeto, com demasiada ousadia... Puxou a moça em direção a um daqueles arbustos, o local estava com pouca luz e deserto... – Você está me machucando. Disse ela puxando uma das mãos, ele virou-se inteiro para ela...

Nesse momento um dos meus planos está sendo colocado em pratica e você ao invés de comemorar comigo está tendo ataques histéricos. Disse suave e a moça ainda com raiva bufou. – Princesa...

– Isabella. Disse quase como uma ordem e ele revirou os olhos...

Spoiler -

O quarto ostentava uma decoração em vermelho sangue com preto, as luzes indiretas traziam ainda mais mistério ao lugar... Um copo de whisky lhe foi ofertado...

Sinta-se a vontade. Disse sensualmente e o homem mexeu-se na cadeira tentando esconder a evidente ereção. – Quem é você? Perguntou parando a sua frente, o robe vermelho de cetim escondia boa parte do corpo e seu cumprimento que ia até o meio da coxa evidenciava as torneadas pernas, as mãos na cintura, o ar altivo...

Sou o seu criado! Afirmou colocando o copo na mesinha ao lado.

Prove! Declarou levantando um pouco mais o queixo e o homem sem esperar uma nova ordem ajoelhou-se, engatinhando beijou-lhe os pés...

Notas finais
Planos, armações, encenação... Aro e Edward estão em pé de igualdade nesse quesito... Até que ponto permanecerão no mesmo patamar? Será que Edward conseguirá manter bem sucedidos todos os seus intentos?
Me digam, preciso saber o que pensam, quais são as teorias que alimentam... Fico aqui aguardando ansiosa!
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Bjos e obrigada por estarem aqui mais uma vez, SUAS LINDAS!
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Novidades sobre o próximo capítulo vocês encontram no Facebook, grupo Lu Nandes Fanfic's.
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Até terça com mais Save Me!