Saturday Night e outras histórias tristes
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Meio ano se passou e eu tive uma surpresa maravilhosa. Não era um personagem de ficção, embora as vezes se porte como um lord, ou como um “maldito punk”- nas palavras dele mesmo. Aquela pessoa que me fez ter esperanças de viver meu próprio romance, feliz dessa vez. Que a cada dia que passa me conquista não só com palavras, mas sim com atitudes.
Achava que só nas minhas histórias eu teria alguém assim. Mas não. Palavras bonitas proferidas com carinho e de uma maneira natural, sem parecer forçar afeição. Minha boca ainda dói pelos beijos finalizados com mordidas e tem bem certinho a marca de quatro incisivos no meu pescoço, mas eu gosto tanto disso que tenho vontade de sair gritando aos quatro ventos.
Sempre fui tão indiferente em relação a mostrar o que eu estou sentindo de verdade, mas agora eu quero mais é que fiquei estampado na minha cara o quão feliz eu estou.
Fazer planos de como vamos passar o domingo, usando a camiseta do misfits que ele me deu e sonhar com o futuro não parece errado, pelo contrário, me passa confiança, e eu espero que ele sinta o mesmo.
Ainda tenho receio de dizer que ele é uma das melhores coisas que já aconteceram na minha vida. Mas ele é simplesmente tudo o que eu sempre quis.
Não sei como as coisas vão se desenvolver a partir de agora, mas pelo menos uma vez eu quero ser a protagonista da minha própria história. A princesinha da terra média e o um Hobbit, ou o vampiro poderoso do Sabbath e a neófita quase sem status, várias opções. Mas em todas elas, eu quero ele.
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