Sarah's Umbrella

12 Sarah\'s Dangerous Eyes.


Notas iniciais
He-ey!
Eu aqui de novo, me amem menos ♥
GENTE!
Nosso bear fez 24 aninhos, awm ♥
#HappyBirthdayLoganFromBrazilianRushers ♥ levanta a mão quem usou essa tag?
CARAS!
Carlos está noivo '0'
É, esa foi a minha reação quando soube.
Não, eu não curto Carlexa, mas curto Jalston. Sim, eu acho que o que eles estão fazendo é precipitado e errado, e, sei lá, isso talvez seja meu ciúme super possessivo + amor de fã falando, mas eu não acho que os deveriam noivar. Pronto, falei.
E, se o Logan começar a namorar aquela puta da Makenzie Vegabunda, eu vou até LA e estripo as duas, me escutem! Quem vai comigo?!
Também o mesmo para o seu Kendall e a dona Olivia Somerlyn. Tô de olho, hein guria? Mexe comigo que tá vai sentir o poder da porrada brasileira nordestina u.u
/BARRACOFOREVER
Quero. Gritar.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Okay, acho melhor lerem logo essa bagaça.
Com vocês, Sarah's Umbrella! ♥
SPOILER > ESSE TEM HOT SANDALL ♥

Kendall

-- Bom dia, dorminhoco. – Ouvi uma voz atrás de mim e abri meus olhos, apenas para ver olhos verde-escuros me fitarem, brincalhões. Sorri e afundei mais nos travesseiros.

-- Mais 5 minutos, mãe! – Reclamei.

-- Nada de “cinco minutos”, Kenny! E eu não sou sua mãe! – Sarah falou, se levantando e pondo as duas mãos nos quadris. Abri os olhos e me virei, ficando de barriga para cima e olhei, de novo, para ela, que sorria.

-- Eu tô com sono! E é sábado! – Falei, e fiz um biquinho, cruzando os braços. Ela revirou os olhos e foi em direção á cozinha. Ouvi barulhos de panelas e, quando vi, ela vinha com uma tigela e duas colheres na mão. – O que é isso?

-- Nosso café da manhã. – Ela falou, vindo para o meu lado da cama e pondo a tigela na mesa de cabeceira. Logo depois, ela sentou em cima de mim e pegou a tigela e as duas colheres, dando uma á mim. Ri com isso e começamos a comer, sem tirarmos os olhos um do outro. Uma gota de leite caiu em seu queixo e eu aproveitei para dar mordiscadas ali e em seu pescoço, que eu sabia que era um de seus pontos fracos. Ela começou a rir e me empurrar de volta á cabeceira da cama. – Kenny, pára, eu vou acabar derramando isso em você!

Revirei os olhos e continuei a comer, até que a tigela ficou vazia e ela pôs as duas colheres dentro dela, e a pôs em cima da minha cabeça, me puxando para um beijo depois. Seus dedos se enroscaram em meu cabelo recém-cortado e minhas mãos subiam e desciam por suas coxas torneadas. Separamo-nos e seus lábios estavam vermelhos e mordidos, em uma visão extremamente sexy de ser vista.

-- Acho melhor eu... eu... Tenho que ir ao banheiro! – Falei, apressado, tirando a tigela da minha cabeça e a jogando na cama enquanto ia para o banheiro e me trancava lá. Foi só eu entrar e respirar fundo que eu senti o cheiro de lavanda que vinha do sabonete líquido que ela usava (dizendo ela, que era só pra mim). Balancei a cabeça algumas vezes e desencostei-me da porta, indo ao box e tomando uma bela ducha de água fria, para acalmar meus nervos (que já estavam á flor da pele, literalmente).

-- Kendall, você está bem? – Sarah falou, do outro lado da porta, e eu deixei cair o sabonete que estava na minha mão.

-- Hã... Sim, eu tô... Tô bem! Não se preocupe! – Falei, mas acho que ela notei o tom estranho em minha voz.

-- Têm certeza? Sua voz parece meio estranha...

-- Não! Pfff, não é nada de mais, é que o sabonete caiu e eu fui pegar e acabei falando de onde eu estava, e como era embaixo, o tom saiu diferente e tal...

-- Ah, certo. Eu trouxe uma toalha á você. Quer que eu deixe aqui fora ou...?

-- Deixa aí fora, eu pego daqui a pouco. – Falei, em um átimo, e esperei ouvir alguma resposta dela, mas tudo o que consegui pegar foi o silêncio do outro lado. Encostei-me na parede fria do banheiro e deslizei até chegar ao chão.

Não sei o que anda de errado comigo.

Eu nunca sou assim com qualquer outra garota. Mas, pensando bem, Sarah não é qualquer outra garota. Ela é uma mulher. Uma mulher forte, decidida e independente. O que será que ela viu em mim, um garoto que mal saiu das fraldas e da faculdade e ainda vive sobre a asa da mãe (tecnicamente)?

Aqueles olhos...

Aqueles malditos olhos verdes...

Ela me enfeitiçou no momento em que olhei para eles pela primeira vez. E, cá estou eu, morrendo porque não sei se a mulher do outro lado dessa porta idiota realmente gosta de mim do mesmo jeito que eu gosto dela. Cara, isso é muito gay.

Desliguei o chuveiro e abri a porta. Nenhum sinal dela. Peguei a toalha e a enrolei em minha cintura e me dirigi ao quarto, pegando a bermuda cinza e a boxer preta e as vestindo, quando vislumbrei algo.

Sarah, apenas de lingerie branca, bem na minha frente.

Engoli o enorme nó que se formou em minha garganta e soltei um pigarro, o que a fez se virar rapidamente e me fitar, espantada.

-- Kendall? Hã, há quanto... Há quanto tempo estava aí?

-- Cheguei agora. – Falei, ainda sem tirar os olhos de seu corpo. – Eu... Tive problemas. No banheiro.

-- Ah, ok. Hã, agora é a minha vez. – Ela falou e pegou a toalha, indo em direção ao banheiro, até que eu segurei em seu braço e a puxei, de encontro á mim.

-- Não agora. – Falei e a puxei para um beijo.

Assim que me aproximei novamente, avancei em seu pescoço, dando beijos e leves chupões pela região. Ela agarrou com mais força meus cabelos, enquanto fincava suas unhas em meus ombros.

Continuei descendo meus beijos até seu colo e desabotoei um dos dois botões do espartilho branco, que só servia pra regular o decote. Beijei de leve o local onde o botão cobria, e fiz o mesmo com o segundo botão. Ergui o olhar na sua direção, sorrindo pervertidamente, e depois minhas mãos foram até o resto dos botões, retirando-o de uma vez. Com a ajuda desnecessária dela, assim que ele voou pra algum lugar, sua boca estava grudada na minha novamente. Já bastante ofegante, eu acariciava seus braços e peitos, sentindo seus dedinhos ágeis puxarem meus cabelos e escorregarem por meus ombros.

Com uma mão firme envolvendo sua nuca e mantendo seus lábios firmemente colados nos meus, eu lutava contra a calcinha, que não queria abrir de jeito nenhum, com a outra mão. Pelo visto estávamos perdendo o jeito, porque Sarah também parecia estar com dificuldades com minha bermuda, mesmo usando as duas mãos para tirá-la, até que ela se irritou e me afastou de leve.

-- Resolve o meu problema que eu resolvo o seu, pode ser? – Ela ofegou, atordoada, e eu assenti na hora, tirando a bermuda com facilidade enquanto via a calcinha dela descer até alcançar o chão. Achando graça do momento complicado, voltamos a nos beijar com um sorriso, e eu senti meu amiguinho dar sinais empolgantes de vida mais embaixo. Ela abraçou meu pescoço com mais força enquanto eu apertava seus seios e soltava alguns gemidos roucos, e passei a mordiscar e sugar o lóbulo de sua orelha com vontade.

Subi uma de suas mãos até sua nuca, agarrando seus cabelos, e passei a outra por debaixo da sua coxa, me puxando pra mais perto. Ela desceu uma de suas mãos até encontrar o volume que procurava, e fez carinho de leve sobre a boxer, fazendo-me inspirar ruidosamente e buscar seus lábios com urgência. Eu podia ser bem exigente quando provocado.

Deslizando minhas mãos desde o seu joelho até seu quadril, eu segurei seu rosto com uma delas, embrenhando as pontas de meus dedos em seus cabelos por trás da orelha, e com a outra toquei sua intimidade devagar. Ela me beijou na mesma hora, só pra me provocar mais ainda. Igualmente dedicada a me beijar e a mexer seus dedinhos mágicos, ela não demorou muito a se levar ao primeiro orgasmo do dia, sorrindo orgulhosamente depois do feito. Incrível como eu sabia exatamente onde investir pra fazê-la pirar.

Sentindo algumas mechas de seu cabelo grudarem em seu rosto por estar suada, eu voltei a espalhar beijos por seu pescoço, porque hoje aquela área parecia estar especialmente perfumada. Se aproveitando da minha distração, suas mãos foram descendo até encontrarem o elástico de minha boxer, e nem preciso dizer que ela já estava no chão em menos de dois segundos. Me afastei de seu pescoço e ela envolveu meu membro com uma mão, mantendo nossas testas unidas. Ela começou a masturba-me rapidamente, fazendo-me apertar suas coxas com força e afundar meu rosto em seu pescoço. Meus músculos do abdômen se contraíam enquanto ela acariciava minha nuca com a mão livre e beijava meu ombro, que estava próximo da sua boca. A minha respiração falha e quente no seu pescoço estava a arrepiando inteira, ainda mais quando ela começou a gemer baixo bem ao pé do meu ouvido.

Quando já estava nítido que eu me segurava pra não acabar com a festa, eu segurei meu pênis, me fazendo soltá-la, e peguei a carteira do bolso de trás, tirando um preservativo dela. Ela mesmo colocou a camisinha em tempo recorde, considerando-se que eu beijava seu pescoço feito um louco, e me pegando de surpresa por sua rapidez, penetrando-se de uma vez só e com força. Ela soltou um gemido alto, que logo foi abafado por minha boca, e fincou suas unhas em meus braços. Comecei a investir rápida e furiosamente, gemendo contra seus lábios, e segurando firme em sua cintura, a puxando pra mim a cada investida. Estávamos realmente urrando, suados e com os músculos totalmente tensos de prazer, até que nossos gemidos foram ficando cada vez mais cansados e eu finalmente gozei, aguentando até ela atingir seu segundo orgasmo.

Ela colou nossas testas, ainda ofegante, e me puxou para mais um beijo, minha língua pedindo passagem que ela, prontamente, cedeu. Soltamo-nos e eu me levantei para jogar a camisinha no lixo, até que senti sua mão em meu braço e ela me puxando para baixo.

-- O que foi?

-- Aonde vai?

-- Jogar a camisinha fora. Por quê?

-- Ah, pensei que fosse embora. – Ela falou e eu revirei os olhos, me agachando e ficando no mesmo nível que seus olhos esverdeados. Peguei seu queixo com uma das minhas mãos e a fiz olhar em meus olhos.

-- Nada vai nos separar agora, ok? Eu só vou sair da sua vida apenas quando quiser que eu não faça mais parte dela e, mesmo assim, eu ainda vou lutar para ter seu coração de volta, entendeu?

Ela sorriu e assentiu, me dando um leve beijo na bochecha. Levantei-me e a ajudei a se levantar, antes dela correr ao banheiro e me puxar junto com ela.

*

-- Ah, vamos, Kenny! É divertido! – Sarah falou, pela milésima vez. Estávamos no Rockfeller Center*, patinando. Na verdade, ela estava patinando, porque eu não sabia como conseguir equilibrar meu peso em dois patins super finos e não ia ser muito legal ver esse meu corpinho super sexy andando por aí. Ela poderia ficar com ciúmes. (Cara, eu sou muito convencido. Preciso ouvir mais a Sky.)

-- Não, valeu! – Falei, gritando da barra de segurança, ainda comendo minha pipoca. Ela revirou os olhos e continuou patinando, fazendo até alguns passos. Tenho que confessar que fiquei maravilhado. Ela sabia realmente como patinar. Fiquei a observando por um tempo – seu sorriso, seus passos, até seus tropeços – e decidi tentar. Fui pra fila, comprei meu ingresso, peguei um par de patins e comecei a calçá-los, quando ela surgiu na minha frente, apoiando-se na barra e sorrindo.

-- Decidiu tentar agora, foi?

-- Haha, muito engraçada. – Falei e me levantei, tentando me equilibrar e quase caindo, mas me segurei na barra e cheguei ao gelo. Ela segurou minhas mãos e começamos a patinar, ela na frente, claro.

Ela me ensinou como equilibrar o peso corretamente e como deslizar rapidamente. Ficamos fazendo isso por horas até que eu consegui aprender e fomos jantar fora, como recompensa – se bem que ela me prometeu uma nova recompensa depois, se é que entendem – .

Chegamos em uma rua escura e ela se encostou ainda mais em meu braço. Puxei-a para mais perto de mim e continuamos caminhando, até que dois caras apareceram no final da rua e nós paramos. Olhamos para trás e havia mais dois vindo na nossa direção.

-- Ora, se não é a nossa querida Sarah... – Uma voz falou, vindo das sombras. Sarah se encolheu e soltou-se de mim, cruzando os braços.

-- James. O que quer? – Ela falou, ainda olhando para as sombras, até que o tal James apareceu. Ele olhou de Sarah para mim, apenas parando na minha mão depositada na cintura de Sarah, como uma forma de precaução.

-- Não vai nos apresentar esse seu novo amigo? Que indelicado da sua parte, Sarah! – James falou e eu comecei a ficar zangado. Quem esse cara pensa que é pra brincar com a cara da MINHA Sarah e a minha cara também, hein?

-- Por quê precisa saber sobre Kendall, afinal? Seu problema é comigo, não com ele.

-- Sarah...

-- Kenny. Por favor. – Ela falou, virando-se, olhando em meus olhos e tirou minha mão de sua cintura, que caíram ao lado de meu corpo.

-- Que lindo! Acho que vou chorar... Mas, você realmente não acha que estou aqui por sua causa, não é? Sarah, Sarah... Sempre se achando o centro do Universo. Eu vim atrás dele.

-- De mim? Por quê?

-- Você é aquele advogado imbecil que fez com aquele tapado do diretor daquela companhia de advocacia de merda não liberasse os documentos que me tornavam donos daquele imóvel no Harlem. Por sua culpa, eu perdi, talvez, meu melhor negócio!

-- Eu fiz aquilo porque o ponto pertencia á uma senhora que precisa daquilo para cuidar se si mesma e das crianças abandonadas que ela cuida. Sorte a minha o senhor Hampton ter me ouvido e não liberado a papelada á você! – Falei, me aproximando, de modo que já estávamos cara a cara, quando senti dois pares de mãos segurarem meus braços.

Sarah me olhou, assustada e triste. Ela sabia que eu estava falando da pensione de Marcella e ela estava aflita, por mim. Acho que eu até já sei por quê.

-- Você é um puto de um advogado, sabia? ADVOGADO DE MERDA! – James gritou na minha cara e eu virei meu rosto, fechando meus olhos.

-- Engraçado. Não sabia que um advogado de merda podia ganhar de um cara tão importante quanto você, certo James Edward Blake II? – Falei, cínico, e ele grunhiu, se virando e desferindo um soco em meu estômago. Sarah gritou e tentou me ajudar, mas dois capangas dele a agarraram.

Enquanto isso, James continuava a desferir socos em meu estômago e rosto. Os capangas dele me jogaram no chão e começaram a chutar meus lados e um deles chutou até as minhas partes baixas. Eu tentei não expressar minha dor, mas era meio impossível gritar de dor, ás vezes. Consegui ver o rosto de Sarah no meio das minhas lágrimas e notei que ela também chorava, movendo-se convulsivamente nos braços do capanga. Sangue começou a escorrer de meus lábios e meu nariz e eu pude sentir uma das minhas pernas sendo quebrada. Dei um grito de dor e Sarah gritou junto, soltando-se dos braços do capanga e correndo até mim. James fez um sinal para que parassem e ficou olhando, enquanto ela sentava-se no chão ao meu lado e punha minha cabeça em seu colo, as lágrimas caindo sem parar de seus olhos.

-- Kendall, você tá bem?

Tossi – o sangue espalhou-se em sua blusa branca – e assenti, fracamente.

-- Eu vou chamar uma ambulância pra você, tudo bem? – Ela falou, passando a mão em meu rosto sujo e estragado, e me deu um beijo na bochecha. Logo depois, ela se levantou e foi pra cima de James.

Um dos capangas tentou segurar ela, mas ela foi mais rápida e partiu pra cima dele, ficando enroscada em suas costas e mordendo sua orelha com força. O cara gritou e ela segurou seu pescoço com força, torcendo-o para o lado, fazendo com que o corpo caísse, inconsciente, no chão.

Logo depois, mais dois vieram pra cima dela. Ela esquivou-se do soco de um e bateu com seu cotovelo nas costelas do mesmo, fazendo-o cair no chão, enquanto equilibrava em suas costas e chutava, com força, o peito do segundo. Ela continuou caindo em direção á James, que sorriu, maleficamente.

O outro capanga que restava saiu correndo e ela ficou cara a cara com ele. Tentei levantar-me, mas não consegui. Meu corpo doía demais. Peguei meu celular no bolso – com muita dificuldade – e disquei o número de emergência.

Enquanto isso, Sarah partia pra cima de James. Ela tentou dar um chute no ar, direto no queixo dele, mas ele foi mais rápido e segurou a perna dela, de modo que ele a segurou e a jogou na parede, isso com uma mão. Ela bateu com força no concreto e seus olhos se abriram, bem na hora que ele ia pra cima de seu pescoço. Ela envolveu as pernas na cintura dele e começou a bater testa contra testa. Ela livrou-se dele e ele caiu, a mão na testa sangrante. Ela sorriu e estalou os dedos.

-- Já vai desistir? – Ela falou e ele sorriu, levantando-se.

-- Baby, eu mal comecei. – Ele falou e deu uma rasteira nela, que caiu, audivelmente, no chão duro.

-- SARAH!

-- Kendall, eu tô bem. – Ela falou, tentando se levantar, mas o pé de James em seu pescoço, sufocando-a, a fez com que permanecesse ali.

Eu tinha que fazer alguma coisa logo. E rápido.

Olhei para o lado e vi um dos capangas desacordados e uma arma em sua cintura.

Será que eu teria coragem de fazer isso?

Sem pensar duas vezes, me arrastei até o corpo moribundo e peguei a arma, apontando para as costas de James, que continuava sufocando Sarah. Disparei um tiro que o atingiu bem no braço esquerdo.

Vi Sarah arregalar os olhos e virar-se para mim, que continuava imóvel, com a arma na mão. O cara virou-se para mim e tocou na ferida sangrenta, que manchava a blusa verde. Quando ele começou a vir na minha direção, ouvimos sirenes de ambulância e ele xingou, fugindo dali, sem antes lançar-me um olhar furioso antes de sair.

Sarah levantou-se e correu até mim, tirando a arma da minha mão.

-- Vamos fingir que nada disso aconteceu, ok?

-- Tudo bem. Você está bem? – Perguntei, ainda meio grogue. Tentei levantar minha mão até seu pescoço, mas meu braço doía demais.

-- Sim, estou. Mas por quê está me perguntando? Você é quem foi violentado, Kendall.

-- Me desculpe. É que eu não consigo parar de me preocupar com você. – Falei e ela sorriu.

-- Nem eu com você.

-- Foi por isso que lutou daquele jeito? Para me proteger?

-- Sim. E você? Foi por mim que deu um tiro no James, quase destruindo assim, sua iniciante carreira de advogado? – Ela falou e eu ri, tossindo um pouco, o que a fez sentar ao meu lado e pôr minha cabeça em seu colo, mais uma vez.

-- Sim. Eu não estava mais aguentando te ver apanhando por minha causa. Afinal, eu sou o homem dessa relação.

Sarah riu e começou a afagar meu cabelo. Meus olhos começaram a cair, mas eu lutava para que continuassem abertos. Ela, vendo que eu estava prestes a dormir, começou a cantarolar baixinho e a me dizer :

-- Durma, meu amor. Não se preocupe, porque, amanhã de manhã, eu ainda amarei você.

(...)

Notas finais
AWM!
QUE FINAL SANDALL LINDINHO, gENTE ♥3333
Por quê #Sandall tem que ser tão cuti-cuti, hein?
E aí, quem gostou do hot? Narrado pelo Kenny, se não perceberam. É, foi meio estranho escrever ele, mas deu tudo certo.
Kendall e Sarah tiveram sua primeira vez - não ao pé da letra, pfvr! - juntos *------------------*
Patins ♥
Quem aqui já viu aquele filme, Sonhos no Gelo, com a Michelle Trachtenberg? Cara, eu AMO/SOU aquele filme ;-; /snif
Eu me baseei nele e nos meus conhecimentos oriundos das Olímpiadas de Inverno h3h3
Affz, o James tinha que aparecer e estragar todo o momento cutie de Sandall, nham ¬¬'
NÃO!
KENDALL, NÃO!
AAAAAAAH, SALVEM MEU MARRIDO, MDS 'ooooooooooooo'
Sarah mostrando que manja dos paranauê, h3h3.
Gente, vocês não sabem o que vai acontecer no próximo capítulo!
S
P
O
I
L
E
R
>>> Momento Vanlos e Skarlos correndo perigo, scrr .-.
É isso!
Espero que tenham curtido e sorry pelo capítulo curto :/
#WonderKisses babyz ;***