Sansão, O Novo Rival
13 A Morte do Sansão
Notas iniciais
E aguardem novidades para as novas fics!
Escola do Limoeiro 07:05 hs
Novamente Cebola se encontrava à espera de Mônica, sabia que ela não estava legal pelos... recentes e infelizes acontecimentos, apenas esperava que ela o perdoasse e não surgisse sendo rebocada por um garoto por estar despressiva. Sim, depressiva, os acontecimento do dia anterior foram tão fortes que Mônica nem queria vêlo pintado de azul-sansão.
Mas tinha que tentar, o amor não o tornava masoquista, apenas insistente.
Cêbola: Mônica!
Ele a vira por um momento andando de forma robótica, dava para ver as olheira e a ausencia de vaidade tanto no rosto quanto em suas roupas. Sua expressão era o que mais o assustava, parecia dizer "não ligo, vou tentar não ligar" preferia mil vezes uma surra.
Cebola: Mônica, — chamou novamente — Mônica!
Ele enfim conseguiu alcança-la, mas não por causa de sua insistência, mas por causa do armário da Mônica que ficava logo alí, e por isso, ela parou. Novamente, Mônica estava tentando "não ligar".
Cebola: Mônica, eu já pedi desculpas!
Pela primeira vez Mônica olhou diretamente para ele.
Mônica: Não pediu!
Mônica permanecia com um bico nos lábios, assim escondendo os seu dentes salientes, parecia estar mais zangada por ter enfim falado com o Cebola do que pelos acontecimentos recentes.
Cebola: Bom, estou pedindo agora! — deu um sorriso amarelo (N/a: ou seja "cara de pau") — Não foi culpa mi...
Mônica o olhou de uma forma que era tradicional na realação dos dois, uma cara que dizia "não se atreva a mentir ou te mato", foi a partir nova expressão facial da Mônica que o Cebola passou a mentir menos. (N/a: ou seja, quase nada)
Cebola: ...Não foi totalmente culpa minha.
Mônica: Ah, é mesmo Cebola?! — perguntou ironicamente.
Flashback
Mônica&Cebola: AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
Parecia impossível, mas Cebola conseguiu se agarrar ao galho da árvore em frente, e Mônica se segurou instintivamente o seu pescoço.
Cebola: Sabe Mônica, quando eu penso em você me agarrando... — disse olhando para a altura entre o galho e o chão — ... Não é exatamente assim que imagino!
Mônica: Cala a boca Cebola, e faça alguma coisa, e não ouse se aproveitar da situação... — e disse baixo:- ... Como sempre!
O galho chacoalhou.
Cebola: Tem peso demais aqui, Mônica.
Mônica: Está me chamando de gorda?
Crekc
Cebola: Não Mônica, eu só estou dizendo...
Outro creck.
Mônica: Cebola, faça alguma coisa!
Cebola: ...
Mônica: Cebola!!!
Cebola: ...
Mônica: CEBOLA!!!
Cebola: Você não falou para eu fazer alguma coisa? Então eu estou rezando!
Creck
Foi o último creck, e o galho se partiu de vez, Cebola caiu direto no chão, mas Mônica foi mais persistente em não cair e se agarrou em outro galho.
Cebola estava caído no quintal e quando finalmente ergueu a cabeça...
Cebola: Olha, o Sansão! — mas a exclamação de Cebola alertou Mônica ao resgate do coelho.
Quando Cebola pegou o coelho à sua frente Mônica se soltou do galho, tendo a queda amortecida pelo Cebola.
Cascão: CARECA, AQUI!!!
Cebola não pensou duas vezes ergueu parte do seu corpo para dar impulso para arremessar o coelho, no processo a Mônica cabou rolando por suas costas lhe dando ainda mais tempo. E numa lançada só, Sansão rolou no ar e passou direto pelo Cascão, caindo no meio da estrada.
Mônica: Sansão! NÃAOOOOOOOO!!!
VRUMMMMM
O caminhão passou por cima do coelho, o deixando cheio de graxa e amaçado, nem mesmo o olho esquerdo era possível salvar, ou melhor, recuperar.
Mônica: NÃAAAOOOOOOO!!!
O escandalo da Mônica foi tão grande que chamou a turma inteira do bairro para ver o que estava acontecendo, até mesmo o Do Contra apareceu. (N/a: E já conhecem a figura,né?!)
Mônica caiu de joelhos com as palmas viradas para o alto, em frente aos tralhos de pano azul que restara do Sansão. A espuma do bichinho de pelúcia estava espalhada ao longo da rua, e todos os membros da turma rodeava Mônica.
Mônica: POR QUÊ???
Mônica num ato insano e com o rosto molhado de lágrimas, começou a reuzir o máximo de espuma jogada na rua e a enfiar no pedaço de pano estraçalhado que um dia foi o Sansão.
Ninguém disse nada, até o Do Contra se manifestar.
Do Contra: Mônica, ele se foi.
Mônica: Não, ele não foi ainda...
Do Contra: Mônica, ele se foi!
Mônica: NÃO, AINDA HÁ ESPERANÇA!
Do Contra: ELE SE FOI SUA LOUCA, VOCÊ TEM DE ACEITAR — Do Contra chacoalhava a Mônica com força, enquanto esta só fazia chorar.
Marina que era especialista em trabalhos manuais analisou o que restara do coelhinho. Marina assumiu uma posição proficional e ao mesmo tempo consoladora, como um médico toma para falar o diágnóstico de um paciente à família.
Marina: Mônica, boa parte do tecido que encobria o Sansão foi perdida, provavelmente levada pelo caminhão. Não podemos arrumar outro tecido porque este é raro e não se constuma fabricar mais hoje em dia.
Mônica estava inconsolável, e Do Contra estava pensando se seria necessário lhe dar um tapa para ver se a acalmava.
Marina: Mas a espuma de coelhinho é bem reaproveitável, outro bichinho de pelúcia pode estar precisando...
Nesse Momento Felipe cutucou o Toni.
Felipe: Elas estão falando de doação de órgãos?
Mônica: Faça a doação... Já não me resta nada mesmo....
Fim do Flahback
Notas finais
Sim, decidi fazer as duas, e para quem é fã de crepúsculo (e mesmo para aqueles que não são) vejam a minha outra fic, uma comédia "REENESME QUER SABER":http://www.fanfiction.com.br/historia/239419/Reenesme_Quer_Saber
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