Notas iniciais
AEHOOOOO POVO! É, eu fiquei um bom tempo sem postar, sei disso '-' Okay, aconteceu mais coisas, mas vou evitar falar muito aqui, vocês devem estar ansiosos... Não digo para vocês esperarem muito dos extras, afinal, são apenas extras com histórias solos de alguns personagens! Deixo claro que somente esse ficou curto assim, não tinha muito o que escrever desses personagens. Espero que vocês possam ligar os momentos que citei, com a história que ocorreu... Porque tirando o do Tosh e da Maya (Extra 2), todos foram contados na história em tempo decorrente! o/ E também mudei a forma de narração, escrita sei lá... Em capítulos comuns, eu uso o nome do personagem na frente da fala (sinceramente, eu odeio isso, acontece que quando comecei a escrever, era uma noob master hiper blaster iniciante), por ter poucos personagens troquei para o sistema mais presente no site! RECEBEMOS MAIS DUAS LINDAS RECOMENDAÇÕES!! Quero agradecer imensamente a coisa fofa da Bella, que além comentar em alguns capítulos, ainda me recomendou *u* O momento de brilhar também vai para a laismariana12... Gente, ela está comentando t-o-d-o-s os capítulos já postados e ainda teve tempo pra recomendar. Ela ainda deve estar no quinto cap, sei lá, vai demorar pra ver isso daqui :') Pra ninguém ficar reclamando que eu demoro coisa e tal, fiz um desenho de todos os personagens (não juntos, não se empolguem) pra compensar, tá no final como sempre .-. Estão liberados ;3

Wally Burton

– Mãe, não me enche! – gritou uma última vez socando a porta do quarto.

A briga do momento era por ter colocado piercing na orelha sem pedir permissão ou ter requerido qualquer conscientização dos pais. Ligou o computador, colocando a senha quando a máquina se iniciou. Seu papel de parede era uma mulher seminua vestida de coelhinho, sorriu ironicamente enquanto olhava a imagem. Tudo aquilo era estranho para ele, essa nova fase não combinava com seu estilo de existência.

Hoje completava um mês que Wally descobrira o câncer em sua vida. Um mês de completa desgraça e de olhares caritativos sobre si. Não aguentava isso. Sua vontade era de se jogar de qualquer precipício que aparecesse pela frente, ou se entupir de remédios tarja preta. Não chegara ao estado de depressão ainda, mas também não esperaria isso acontecer, não conseguiria conviver o resto da sua vida com algo crescendo em seu peito. Seu tumor nunca poderia ser retirado ou eliminado através de sessões de quimioterapia, apenas poderia diminuí-lo com passar dos meses, mas o maldito sempre voltaria a crescer.

Não se sentia bem indo à escola desde o início do ano letivo, algo o incomodava no meio de tantas pessoas. Depois do diagnóstico passou a fugir de concentrações de pessoas, como um ladrão foge da polícia. O que mais lhe irritava, era sem sombra de dúvida, a pena que seus familiares criaram por ele, a pena que os médicos sentiam e todos aqueles olhares lamentando a vida desgraçada que acabara de ganhar. Entendiam muito bem que o jovem passaria a maior parte de sua vida no hospital drenando o tumor, ou fazendo sessões de quimioterapia.

O garoto levantou-se da cadeira, para se ver no espelho. Uma lágrima escorreu manchando sua maquiagem preta, borrou toda a extensão do rosto por onde passou, formando um caminho visível pela sua bochecha. Era dono de seu próprio estilo desde os treze anos de idade, onde achou que estava maduro o suficiente para fazer o que bem entendesse de sua vida. Desde aquela época não cortava o cabelo, deixando-o mais comprido que de muita menina por aí, vestia somente preto e ouvia músicas demoníacas, segundo sua mãe. Suas mãos foram em direção ao local úmido na maçã do rosto, secando-o com a canhota.

Baques vindos da porta soaram pelo quarto, fazendo Wally se virar assustado.

– Filho, vamos conversar? – sua mãe o chamava do outro lado.

– Não quero falar com você. – respondeu frio. – Aliás, amanhã eu não vou naquela porra de sessão! – exaltou-se.

– Mas Wally! É importante, sua primeira drenagem não foi tão eficiente, precisamos... – abafou um choro atrás da porta. – Precisamos fazer o possível para remover seu tumor! – não segurava mais as lágrimas, fungando alto deixando sair toda a tristeza guardada.

Wally simplesmente não respondeu. Fingia-se de rebelde, mas corroia sua alma fazer sua mãe chorar. Somente não queria demonstrar que se sentia fraco e imune a todos esses ocorridos, mas muitas das vezes, escolhia a pior maneira de fazer isso. Seu pai o achava um delinquente, nunca se importou muito com ele, depois do susto do diagnóstico, chegou à conclusão que talvez tudo que calhara fora uma macumba do mais velho.

Abriu a porta, acolhendo a mulher de sua vida em um abraço. Aquilo vinha acontecer poucas vezes depois que se tornou um aborrescente, mas eram todas verdadeiras e carregadas de amor fraternal.

– Mãe, eu quero mudar. – por ser mais alto, encaixava seu queixo na cabeça da mulher.

– Eu sei Wally, estamos aqui para... – foi calada por um abraço mais apertado.

– Mas eu quero fazer isso sozinho! Só te peço paciência. – depositou um beijo sincero na testa da mãe e saiu deixando-a sozinha com a mobília.

Sua mente estava impregnada de pensamentos variados, ocupando todo o espaço e sentido de sua vida. Hora pensava em se suicidar, hora pensava em mudar suas atitudes. Nada fazia sentido nesse novo mundo, onde um simples diagnóstico de uma doença fatal leva sua vida a limites jamais vistos pelo homem.

Uma brisa gélida passou eriçando seus pelos do corpo, imaginou sua mãe gritando para levar blusa e ele simplesmente desobedecendo-a. Seus braços cruzados não esquentariam o suficiente, assim que localizou uma cafeteria barata, entrou para se esconder. O lugar era precário, o que também pode ser descrito como desagradável. Somente pessoas de baixa renda frequentavam ali, tornando-o popular na região. Puxou um banco alto, sentando-se ao balcão. Havia crianças berrando para não jantarem, bêbados sendo expulsos e até prostituas se vendendo naquele local, era uma barulheira comum, em uma cafeteria de esquina comum.

Um ar condicionado de pouca qualidade funcionava ali, esquentando os fregueses da noite fria que se encontravam. Uma mulher mal maquiada e fora do peso ideal veio atender ao rockeiro, fazia cara de poucos amigos.

– Vai querer o quê? – tocou direto no assunto passando um pano no balcão para limpá-lo.

– Acho que nada por enquanto... – ela o encarou não gostando da resposta, saindo para atender outros clientes.

O garoto continuou ali por mais alguns minutos, tentando decifrar os inúmeros códigos que sua mente trazia como solução. Girou sua cabeça para as enormes janelas fechadas do local, talvez estivesse assim, para que o cheiro de esgoto da rua não adentrasse o estabelecimento. Enfim notou uma nova loja que abrira a poucos dias do outro lado da rua. Sorriu torto levantando-se do banco e indo em direção ao lugar.

Atravessou a avenida movimentada sem se importar muito, ganhando buzinas desesperadas e derrapagens de pneus por toda a extensão que percorria. O local ainda fedia a tinta seca, e nem um nome tinha ao certo, mas reconheceria aquelas cadeiras e aqueles espelhos de qualquer lugar do mundo, afinal temia ir ao cabeleireiro desde criança.

Um homem de bigode excelentemente feito veio o atender simpático, e lhe mostrou uma cadeira vaga para sentar-se.

– Passa zero, por favor. – Wally referiu-se ao seu enorme cabelo.

–X-

O bigodudo prontamente terminava o processo do corte, vendo o garoto deixar lágrimas escorrerem pelo seu rosto timidamente. Wally fungava alto de vez em quando, limpando o rosto molhado com as costas das mãos.

– Moço, estou acabando já! – o homem anunciou meio acanhado, esperando uma resposta.

– Tudo bem, não vou sair sem te pagar, gente com câncer não pode fazer isso. – riu irônico. – Eles estão morrendo, e tentam se manter santos para não ir pro inferno depois. – passou os olhos rapidamente pela parede notando alguns cartazes e anúncios pendurados ali. – O que essa vacina do papel?! – indagou.

– Ah, é uma campanha do Governo para toda a população. Chama-se GNM, algo que nos imunizará de doenças da estação e coisas do gênero. – sorriu explicando. – O Governo sempre pensa no nosso país, dou graças por morar aqui! – o orgulho inundava seus olhos.

– É, quem sabe isso seja bom... – disse por fim.

Saiu de lá com a cabeça raspada, esse seria o primeiro dos passos que daria sozinho, numa tentativa de aceitar sua doença companheira.

[...]

Riko Sonata

Um mês quente se alastrava pela cidade, deixando crianças e jovens ansiosos para o fim das aulas, onde todos iriam ficar de férias, livres para se divertirem. Hoje é o último dia das aulas em diversos colégios da região, menos para internato feminino.

Algumas garotas caminhavam apressadas pelo corredor, todas elas riam e brincavam, mesmo sabendo estarem atrasadas para aula de inglês. Notaram uma ruiva de cabelos ondulados sentada em uma mureta choramingando algo inaudível, elas apenas se entreolharam sabendo quem era. Rikori (N/A: lê-se Rí-kori) era a menina mais velha de todo o colégio, não pela idade e sim pelo fato de ter chegado ali com seus três anos de idade. Seus pais nunca se importaram muito com seu bem-estar, matriculando-a desde cedo para não arcarem com responsabilidades. Ainda assim, sempre fora possível ouvi-la contar o quanto os amava e o quanto se importava com sua família.

– Riko, você não tem aula agora também? – uma das garotas perguntou gentilmente.

– Na verdade, é prova. – virou-se sorrindo. – E eu já acabei!

As garotas assentiram, entendiam que ela levava seus estudos muito a sério, tendo as melhores notas da classe.

A ruiva continuou sentada, observando o jardim que tinha em frente. Muitas meninas combinavam de escapar hoje à noite para tomarem sorvete com rapazes de outra escola, isso sempre ocorria em tempos de verão. Nunca fora convidada e também não sentia vontade alguma de quebrar as regras escolares e trazer vergonha para seus pais. Sentiu um cutucão, girou sobre o quadril assustada para ver quem era.

– Fica quietinha... – uma voz masculina disse, puxando-a com a boca tampada.

– Quem é v-você?! – sussurrou enquanto o garoto arrastava-a pelos corredores. – Não pode ter meninos aqui! – andavam escondidos desviando entre armários e vasos de plantas.

– Prazer, sou Filipe. – calou-a com um beijo. – E eu gosto de você! – alargou um sorriso tímido, encarando-a corar.

Seus sentidos simplesmente pararam de obedecer aos seus comandos. Ela havia tido seu primeiro beijo com um mero estranho! Piscou algumas vezes, tentando reconhecer sua atual situação: estava sendo amassada por um garoto, que havia acabado de roubar-lhe um beijo, escondidos em algum canto. Sua íris verde estava dilatada, assim como sua boca permanecera entreaberta depois que Filipe descolou os lábios. Não controlava a palpitação em seu peito, qualquer um em uma distância de um metro ouviria seu coração falhar e pulsar eletricamente.

– Ei ruivinha, o gato comeu sua língua?! – riu do duplo sentido que criara. – Tenho uma irmã aqui, te vejo quase sempre... Só quis fazer contato dessa vez! – fixava seus olhos nas sardas pouco visíveis que ela carregava ao longo do nariz e bochechas.

– Eu não te conheço! – empurrou o garoto. – Seu pervertido e...

Mais uma vez fora puxada pela cintura, o rapaz a beijou profundamente brincando com sua língua estática. Mal o conhecia e ele já a tirava do sério.

– Hoje à noite. Sorveteria da esquina. Eu pago. – descolou e grudou mais uma vez seus lábios, deixando-a sozinha absorta em pensamentos.

Riko levou suas mãos ao peito, apertando-o para depois suspirar sozinha. Deu alguns passos para longe do cantinho de antes, ainda perplexa com os poucos minutos que o tal Filipe havia lhe tirado. Garoto abusado! Ninguém podia tirá-la do sério assim, e ainda lhe deixar uma decisão tão cruel como essa: ir ou não ir à sorveteria?

Apesar de o colégio ser em período integral, as estudantes poderiam visitar seus quartos ou simplesmente matar aula quando quisessem, mas aguentariam as devidas consequências mais tarde. A sardenta estava perdida demais para assistir aulas por hoje, quis descansar um pouco em anos.

Abriu a porta do dormitório, sabendo que sua colega não estaria ali. Uma de suas únicas amigas tinha ido passar as férias adiantadas com os pais, deixando a beliche e o armário com espaços vazios. Imediatamente se encarou no espelho da penteadeira, procurando alguma parte atraente em si mesma. Notou seus cabelos alaranjados e ondulados, era uma tonalidade rara de se encontrar, ainda mais natural como o dela. As leves sardas que cobriam seu rosto eram brinde, mas nada exagerado que pode-se ser notado de longe. Seu corpo sempre fora mais evoluído para sua idade, algo que particularmente lhe irritava na hora de escolher roupas. Na maioria das vezes, as blusinhas acabavam ficando curtas na frente, deixando-a com um decote desagradável.

Jogou-se na cama, ainda indecisa, nunca havia saído depois do toque de recolher. O internato tinha pouca vigilância de noite, por isso sempre havia escapatórias para as mais fogosas. Dessa vez, Riko pensava seriamente em fazer parte desse grupo.

–X-

Ajeitou seu vestido florido preferido, puxando o tecido para baixo e depois o recolhendo para esconder seus seios avantajados. Borrifou um perfume doce na curva de seu pescoço, dando um último sorriso para si mesma antes de seguir as garotas desesperadas pelo corredor. Andavam furtivamente, algumas com saltos e sapatos barulhentos na mão, para não chamar atenção. A ruiva permanecia com sua sapatilha de camurça nos pés, nunca conseguiria se equilibrar num salto comum.

Enfim saíram, uma de cada vez, saltando pelo muro estreito e baixo, pisando finalmente na avenida pouco movimentada em frente ao colégio. Cada menina seguiu um rumo diferente, umas destinadas a baladas, outras iriam em bares e sorveterias mais distantes atrás de encontros arranjados, mas somente uma ruiva se arriscou a ser vista no comércio da esquina.

O lugar estava lotado, mas havia uma mesa especial contendo somente um garoto incomum, que batia os dedos descontroladamente no mármore. Inspirou fundo e se sentou ao seu lado sem cerimônias.

– Meu Deus, que coisa linda! – desceu os olhos pelo corpo escultural da menina ao seu lado.

– O que você quer comigo, não posso ficar mui... – mais uma vez, o loiro a interrompeu selando seus lábios.

Mesmo Riko não o conhecendo, nessa terceira vez, decidiu agir. Timidamente levou uma de suas mãos à nuca de Filipe, trazendo-o para mais perto. O mesmo apenas sorriu vitorioso entre o beijo, deixando sua mão posicionada na coxa dela.

– Olha só, quem te viu quem te vê, ruiva! – a viu estremecer enrubescida. – Vai querer sorvete ou picolé?! – tirou o cardápio da mesa.

– Tanto faz... – encarou o chão tímida.

Escolheram o mesmo sabor de sorvete, e logo iniciaram uma conversa descontraída, cada um se conhecendo um pouco mais. A noite continuava quente, tendo a todo o momento, mais e mais pessoas habitando o estabelecimento familiar. Mesmo com tantos desafios entre eles, Riko não podia negar o quanto Filipe era atraente e o quanto sua companhia lhe fazia bem. Ele se ofereceu para pagar a conta como prometera, e saíram do local.

O garoto acompanhava a sardenta pela rua atento a qualquer movimento desconhecido, sua mão segurava a cintura delicada da mais nova. Ele mesmo sabia que havia feito uma ótima escolha chamando-a para sair daquela forma diferente.

– Preciso entrar... – a garota arfava, implorando por ar enquanto o loiro ainda procurava seus lábios para mais. – Filipe! – o empurrou de leve, rindo da expressão carente ele fazia.

– Ah, só mais um pouco, ruiva!! – fez um biquinho tentando se aproximar da menina a sua frente.

– Não, minhas aulas ainda não acabaram. E além do mais, meus pais devem vir me pegar amanhã ou no final de semana. – parecia séria, mas a verdade é que também queria ficar mais um pouco.

– Ok! – acabou se rendendo, afinal, se extrapolasse demais no primeiro dia, talvez não tivesse mais chances com ela. – Eu quero te ver de novo... – encarou-a profundamente.

Riko não respondeu, selou uma última vez seus lábios, pedindo por mais tempo e se virou deixando-o pasmo com seu ato de surpresa. Caminhou calmamente até o muro, lançando um olhar de despedida para Filipe que continuara no mesmo lugar da pegação.

–X-

Amanheceu com batidas abafadas vindo de sua porta. Todos seus pecados da noite anterior vieram à mente, imaginando o diretor vendo filmagens da fuga ou até mesmo seus pais do lado fora, bravos por terem recebido alguma denúncia anônima. Engoliu em seco, tentando manter seu desespero somente na cabeça. Aproximou-se da porta, puxando o trinco levemente para seu lado para poder se esconder devido à camisola.

– Bom dia, srta. Sonata! – de fato, era o diretor da escola. – Você tem visitas, perdão por acordá-la tão cedo.

Riko sentiu seu corpo se esvaziar em um único suspiro. Assentiu com a cabeça, abrindo mais a porta para poder deixar entrar quem quer que estivesse ali. Uma mulher de feição conhecida adentrou, tendo suas mãos pousadas sobre uma imensa barriga de grávida. A mesma apenas fechou a porta depois de entrar.

– Eu sou sua tia Aysaka, vou cuidar de você a partir de agora. – sorriu confortando-a. – Quer ajuda para arrumar as malas?

– Co-como assim?! – riu amarela, com uma interrogação gigante embolando sua mente. – Porque cuidar de mim?! – continuou insistindo na respostas.

A mulher mais velha suspirou sentando na cama mais baixa com dificuldade por causa da barriga.

– Sua mãe não deve ter falado de mim, brigávamos muito na infância. – brincava com os próprios dedos sem graça. – Seus pais morreram na última noite, bateram o carro enquanto vinham bêbados pra cá. Fui responsabilizada por você! – passava um olhar de pena para a ruiva. — Espero que a gente se dê bem, mas você precisa se apressar caso queira ver aqueles que te abandonaram aqui ser enterrados. – suas últimas palavras soaram frias, mas devidamente precisas.

Enquanto lágrimas escorriam sem permissão pelo seu rosto, somente duas coisas se destacavam entre os pensamentos da ruiva no momento:

Eles estavam vindo me pegar.

Nós não vamos nos ver de novo, Filipe.

[...]

Desenho akê

Possíveis perguntas sobre o desenho:

– Porque a Riko tem mais peito que a Azami?

~ Quando eu comecei o esboço, a Riko seria a Azami... Depois eu mudei porque tinha feito um sorriso muito meigo, e não estava disposta a apagar ele! Mas entendam, a Riko NÃO TEM mais peito que a psico :3

– Porque a Riko não está usando o vestido florido habitual dela?

~ Na verdade, ela está. Vocês que estão loucos, e não estão vendo flores ali.

– Você não desenhou o Leon?

~ Sim, eu desenhei. Ele é o cara que só tem Orkut (piada que roubei do Questão da LJSL, espero que tenham entendido.), do lado do Tosh.

– Você não desenhou o Toshio?

~ Sim, eu desenhei. É o cara do lado do Leon.

– Porque a Maya e o Rin estão com o cabelo claro, sendo que eles tem os fios pretos?

~ Algo extraordinário aconteceu enquanto eu desenhava o bebelo da Maya... EU GOSTEI! Eu gostei tanto, que fiquei com medo de cagar forçando mais o lápis, e quando fui fazer o Rin, achei que ficaria muito escroto os dois serem irmãos e terem o cabelo de tonalidades diferentes...

– Porque o Gabe está com cara de cafajeste gostoso?

~ Porque ele é assim, vocês que imaginavam ele errado u_ú

– O Wally parece desidratado. (isso não foi uma pergunta.)

~ Sim, minha gente, ele tem câncer!! Não me diga que vocês imaginavam ele corado, bonitão e musculoso ¬¬

– Porque a Azami ficou com cara de má?

~ Minha mãe entrou no quarto quando eu estava finalizando ela, e perguntou se essa menina era má. Eu não soube responder.

Ok, acho que deu pra entender...

Notas finais
Sim, essa montagem está ridícula. Acontece que segundo as regras de conduta do site, só pode uma imagem por capítulo e como não quero correr o risco de ter minha história apagada, prefiro deixar isso... Quem quiser ver melhor depois, vou upar a imagem no deviant (tem o link no meu perfil). PQP ESQUECI DE FALAR! A coisa xuxulenta (?) da Maria Beatriz, não apenas desenhou a Azami, como passou uma digitalizou divosamente e ainda COLORIU *u* http://mbavila.deviantart.com/art/Azami-Sangue-nas-Maos-Zumbis-na-Terra-415000382 Esse capítulo foi dedicado a Marilu (tia Malu, linda xerosa e psicótica por ruivos), ela foi a leitora que mais me ameaçou de morte, mais me xingou e mais me apoiou durante a história... Eu fiquei com medo dela, e mudei a história de uma par de personagens :') Enfim, ela me ajudou pacas, e nada mais justo dedicar o extra com o personagem favorito dela, para ela o/ ~prometo não demorar com o próximo extra, ajuda se vocês mandarem opiniões~ Estava pensando em montar um grupo no feicebuque para eu e vocês se comunicarem melhor, assim quando eu laçasse o segundo round de SMZT, ninguém me abandonasse e todos fossem felizes :s Sei lá, estava só pensando mesmo... Se alguma alma caridosa quiser fazer esse favor, me contate o/ #FUI ~imitando o nomegusta, mode on~