Notas iniciais
Oeeeeeeeeeee! Tudo bem?! (perguntas retóricas minhas '-')
Estou eu aqui novamente, com um capítulo bonitinhoo! Sério, esse capítulo ficou muito "kawaii"pro meu gosto, quem não curte que me apedreje no final!! -_-'
Mas tipo, ficar 14 capítulos só no sangue e na pancadaria enrola, tive que dar jus ao "romance" que coloquei nos gêneros... ~vocês indo ver se tem romance agora, kkk~
Bom, leiam e comentem suas opiniões e críticas, por favor! Espero que esteja ao agrado de vocês leitores!! ;)

"Eu acordei no meio do nada. Não foi justo o que aquele maldito grupo fez comigo. Mas eles que me esperem, vou ser mais forte e acabar com aquela psicopata que manda em todo mundo de lá!!

Eu acho que estou com alguma fratura, única coisa que explica minha dor desnecessária. Também, ser jogado de um penhasco e esperar sair ileso é idiotice.

Sorte que no meio da estrada eu encontrei almas caridosas, -risos- acho que aquela asiática gostosa está afim de mim, mas não sei qual é a dela com o árabe grandão, então prefiro deixar as coisas como estão.

Eu... Tenho medo do que pode me acontecer caso eu encontre o antigo grupo. Por isso me juntei a outras pessoas, por vingança! Quero acabar com aquele doutor/cachorrinho da Azami, não foi justo o que eles fizeram comigo, até em quem eu confiava, me traiu.

Mas do que adiantou todo esse ressentimento guardado? Agora estou aqui, sofrendo por eles e... Sendo comido por zumbis."

. . .

Ash- Sentiram minha falta?! — se mostrou ao sair do meio das árvores.

Um de seus braços estava enfaixado e era segurado por uma outra faixa maior e mais grossa que rodeava seu pescoço. Se entendia que ele o tinha quebrado.

-X-

Ashley Fontine. Idade desconhecida. Ex-soldado do exército nacional. Sua marca, era o colar dado pela sua mãe, que ficava exposto em seu peito como uma medalha. Usava um estranho e grande moicano.

Fazia quase dois meses que o grupo havia se desfeito do homem, quando o mesmo tentara assassinar Azami. Ele fora jogado do penhasco mais perto e mais alto possível pelo grupo de companheiros, e pelo que lhe parecia não havia morrido na queda.

Ash- Vocês me trataram como um lixo. Um cavalo que quebrou uma pata, e não é mais útil para transporte. — se mostrava por inteiro, deixando que o reflexo batesse em seu colar metalizado.

Junto a si, apareceu uma uma mulher asiática com uma kunai em cada mão e um homem que parecia ter descendência árabe. Em movimentos únicos, os dois se posicionaram atrás de Ash, suas faces demonstravam seriedade e insanidade.

Toshio- Cara... — tossiu, fazendo escorrer uma pequena gota de sangue entre seus lábios.

Ash- Cale-se! — repreendeu-o. — Eu só quero a Azami!

Mei- Ashley, não acredito que isso seja justo. — a mulher asiática se pronunciou, tentando trazer á tona um pouco de razão ao homem sedento por vingança.

Saiyd- Não é justo. — concluiu o homem com dificuldade de falar a língua.

Ash parou analisando a situação.

Azami era carregada inconscientemente pelo médico da equipe. Uma garota até então desconhecida, apoiava Toshio e uma criança que tinha seu olho esquerdo ensanguentado e certa parte dele pendurado. Todos tinham o famoso líquido viscoso e rubro espalhado por seus corpos, e no caso de Azami e da criança que eram mais sérios, pareciam até ter uma hemorragia.

Maya- Eu não sei quem você é. Pra você estar querendo a psico, é algo realmente sério porque... Convenhamos, ninguém se mete com ela. — falava receosa. — Só peço que deixe meu irmãozinho fora de qualquer coisa que pretenda fazer porque...

Mei- Não queremos a criança. Apenas a que empunha uma katana.

Leon- Ash, ela não tem estado pra brigar agora! Pelos velhos tempos colega, eu te peço... — pedia encarecidamente uma exceção.

Saiyd- A garota. — o homem de forte feição realmente não dominava a língua, falava com muita dificuldade e pronunciava poucas palavras.

Ash- Saiyd, Mei. Lembram do que lhes disse quando os encontrei? — somente Mei assentiu. — Quero que façam agora.

A mulher asiática se posicionou para contra atacar, fazendo Saiyd entender o mesmo. Corriam na direção de Leon que tinha Azami nos braços meio acordada meio dormindo.

O loiro se desesperou sem saber o que fazer até ver uma flecha manual um tanto conhecida, atravessar diante de seus olhos. O que fez Mei e Saiyd pararem de correr.

Toshio- Quer brigar? Então que seja limpo. — desapoiou-se de Maya, que sussurrou seu nome no intuito de fazê-lo parar. — A psico não está em sua melhor condição. Eu luto por ela!

Ele estava atrás de seu grupo, ao lado dos materiais pertencentes de cada companheiro. Arrancou do saco arrastado, seu costumeiro casaco com capuz. O vestiu com a touca, deixando transparecer somente seus lábios, que tinham um singelo sorriso.

Mei encarou Ash, com um olhar de dúvida, não sabia o que faria.

Discretamente, o arqueiro jogou a M4 junto a mochila do médico para o lado de Leon, para que ele se defendesse caso preciso. O mesmo fez com a espingarda de Maya, e por precaução mandou junto com as pistolas que agora pertenciam ao Rin.

A katana ficou no saco, com eles.

Ash parecia confuso do que fazer, queria gritar e fúria e devolver todo o mal que Azami havia o causado. Mas não podia, algo mexia com ele no momento. Fez sinal para que Mei e Saiyd continuassem.

O homem e a mulher corriam desviando das flechas lançadas por Toshio. Maya entrou na briga, atirando sempre a frente de onde eles iriam percorrer.

De repente algumas aves levantaram vôo desesperadas dentre a mata, saindo das árvores e moitas que rodeavam o campo verde. Todos olharam aflitos para o mesmo local.

Foi-se possível ouvir um gemido baixo, um murmúrio presente dali. Depois se juntou um som de pé rastejante e mosquitos que rodeiam algo podre.

-X-

Um zumbi. Tinha uma das mãos cortadas, roupas rasgadas e fedia.

Ele surgiu do meio das árvores, rastejando um pé com fratura exposta e era acompanhado por mosquitos que zumbinham incessantemente.

Toshio riu da cena patética, e mirou uma flecha certeira na cabeça do bicho. Por um momento, até sentiu nostalgia disso.

Antes que o zumbi pudesse cair finalmente morto no chão, as plantas mais uma vez se mexiam frenéticas e aos poucos revelavam um por um dos zumbis que estavam juntos com o primeiro.

Em questão de segundos havia um bando inteiro com mais de setenta cabeças-mole no campo

O grupo se desesperou sabendo que não tinham por onde voltar e Maya estava com Rin e Toshio afastados do médico e da psico. Não teriam tempo para voltar atrás deles.

Ash gritou algo como um código desconhecido para Mei. O que fez a asiática lançar uma das kunais na direção de Azami que jazia deitada na grama.

No alvo. A kunai pegou na região da lombar da garota, que gemeu de dor mesmo estando inconsciente. Leon tomado por fúria de não ter protegido a amiga, apertou o gatilho da sua arma, mirando em Mei e no homem robusto. Mesmo com os dois caídos, ele metralhava-os até estourar suas peles então mortas, e fazer respingar sangue noas zumbis que se aproximavam. Mesmo não sendo o plano ele acabou distraindo alguns dos bichos. Ash não se encontrava mais á vista, dando parecer que havia sido engolido pela multidão de zumbis que avançavam na direção do grupo.

Leon- Toshio!! Lembra da casa perto da estrada?! Aquela que tinha entrada pra fábrica?!! — gritava correndo com Azami nos braços, ia por uma direção oposta ao do amigo.

Toshio- Sim! A gente se encontra lá!!! — era encosto de Rin que mancava, Maya vinha atrás com o saco, a espingarda e as pistolas.

-X-

Leon já havia conseguido fugir da infestação de zumbis. Tinha nos braços, uma menina de cabelos castanhos claros desacordada. Soava frio e respirava forte.

O loiro analisou a situação da psico, ela sofria com hemorragia interna, talvez estivesse lidando com uma infecção já que tinha ferimentos que estavam abertos a muito tempo. Provavelmente tinha febre com mais de 39°c, e o pior ela não respondia aos seus chamados e chacoalhos.

Ele estava ao lado da muralha da Capital.

Chegaria mais cedo que Toshio, já que seu caminho seria apenas em linha reta.

Sorte que nunca se desfazia de sua maleta de primeiros socorros, e ela estava na mochila que ele carregava. Sua maleta estava mais para mini-sala-operatória-móvel, porque havia bem mais que primeiros socorros ali. Encostou sua arma na parede que envolvia a cidade, e aproveitou a pouca iluminação que ali tinha. Estendeu um pano no chão, onde deitou Azami. Primeiro limpou todo o corpo da garota, tirando o sangue escorrido da sua coxa direita. Depois de limpo, ele colocou-se a costurar a abertura que adaga havia causado em sua coxa, notou que quando a menina puxou o instrumento cortante da sua perna, no intuito de matar o guarda que estava em cima de Leon, ela cortou um pequeno ligamento dos músculos. Mais tarde ela sofreria com algumas dores no joelho caso se esforçasse, por causa disso.

O médico terminou o primeiro curativo, mas ainda havia inúmeros ferimentos por seu corpo.

Decidiu que esperaria o sol raiar para que operasse Azami, tirasse aquela kunai de sua barriga. Sangrava pelo vestido branco inteiro, deixando-o molhado e gelado. Estava frio, e Leon só vestia o macacão branco do laboratório, já que todas as vestes do grupo, ficou no saco que Toshio levara.

Azami tremia e soltava curtos gemidos de frio. Aquilo deixava o loiro preocupado e atônito. Pegou um bisturi, e rasgou as partes mais úmidas do vestido dela. Logo percebeu que teria que arrancar quase inteiro. Assim o fez, já que a amiga corria risco de ter hipotermia. Leon corou no instante que viu Azami apenas com as roupas íntimas, desceu seus olhos, por todas suas curvas volumosas, desde o busto farto, a cintura estreita e ao quadril largo, como se desejasse ter ela. Mas voltou ao seu foco, tirou o pano que lhe servia como forro e a cobriu com cuidado para não pegar no ferimento da barriga, deitou-se diretamente no chão. Ainda ouvia Azami tremer e roçar os dentes de frio. Não teria outra opção, sem ser esquentá-la com próprio corpo.

Puxou a menina em seus braços e formou uma espécie de concha em que Azami estava centrada em baixo de seus membros superiores e inferiores. Não demorou e o próprio Leon pode sentir a temperatura dela esquentar. Ele sorriu satisfeito com o ato, e adormeceu sobre os cabelos sedosos da amiga ferida.

-X-

Toshio- A gente precisava de um médico, o Rin não vai aguentar se continuar desse jeito. — cochichou enquanto carregava a criança nos ombros.

Maya tinha seus olhos cheios de lágrimas, precisava de uma solução, o quanto antes possível.

Maya- Pra ir para essa casa que vocês combinaram, vamos passar pela minha cidade?! — disse com um sorriso iluminador no rosto.

Toshio- Sim, nós passamos na casa antes de ir para sua cidade, mas porque?! — indagou.

Maya- Antes de conhecermos vocês, tinha doutor que cuidava da gente quando não conseguíamos comida! Ele era esperto, deve estar mais vivo que nós. Vamos levar o Rin até ele! — sorria limpando as lágrimas do rosto.

Toshio balançou a cabeça positivamente, dando parecer que concordava com a ideia, apertou o passo. Sentiu um leve toque molhado e macio em sua bochechas, logo em.seguida de um estalo gostoso. Era Maya lhe beijando carinhosamente, apenas sorriu acanhado, puxando o capuz da blusa com uma mão, não queria que ela visse sua cara abobalhada.

Passou Rin para suas costas, assim poderia correr mais rápido, já que a vida dele estava em suas mãos.

To be contiued.

Notas finais
oiiiii de novo!! Aposto que vocês não me aguentam mais... '-'
Gostaram?? Mereço reviews?! E recomendações??! Vocês que decidem... Até a próxima semana galeris, beijinhos de chocolate õ/