Notas iniciais
oiê! Bom, antes de lerem, quero agradecer a alicecalhau (adorei o nick u.ú) que deixou nossa 9° recomendação, valeu linda! *--*
Então, deixo claro, que esse capítulo me direcionei ao humor e ao desenvolvimento da história, resumindo, ele ficou parado.
Deixo claro também, que chegamos na etapa final da fanfic (acalmem-se ¬¬), chegamos na última "saga" mas pretendo colocar mais uns doze capítulos ou mais ou menos hehe. Portanto, de agora em diante, não teremos sangue e ação em todos os capítulos, e muito menos zumbis. WTF BATS?! Sim a história é de zumbis, mas não gosto de coisas clichês, ou seja, a qualquer momento posso matar todo mundo e criar uma história do mundo dominado pelos zumbis e fazê-los evoluírem com o passar do tempo. ~zoas
Enfim, quando lerem esse capítulo, entenderam o motivo de eu tirar os zumbis por um curto e breve tempo.
E para finalizar, deixo apenas um recado: eu nunca deixo pontas sem fazer nós :)

Azami- Eu disse para não se animarem. – resmungou sentada em frente à estrutura branca.

Toshio- Não enche. – cobria o rosto com o capuz da blusa.

Esperavam Gabe dar uma volta com Chucrute. O homem não se sentia bem após os últimos acontecimentos. Não se sentia bem, sabendo que a mulher de seu irmão, que havia ficado sob seus cuidados, estaria sendo submetida a experiências e coisas que nem ele próprio sabia ao certo.

Maya- A moça do balcão, disse que seria só seguir essa trilha para chegar no campo de refugiados. – apontava para onde seguir.

Rin- É tipo um hotel? – ajeitava o tapa olho com uma das mãos.

O grupo se entreolhou, esperando uma resposta fria de Azami. Seus pensamentos foram interrompidos por cavalgadas pesadas.

Gabe- Vamos logo para aquela merda. – disse estranho.

-X-

Andaram por uma espécie de trilha. Parecia mais um caminho entre árvores. Do lado direito, enxergavam o mar e a balsa ancorada no cais por aonde chegaram mais cedo.

O caminho não era cumprido, já avistavam um prédio bonito, cercado por muros com arames farpados enrolados. Não seria uma prisão, talvez fosse um método de segurança apenas. Talvez. Ouviam vozes, risos, conversas, uma barulheira toda vindo daquele lado. Mas nada parecia fora do comum.

Pararam de frente aos grandes muros que cercavam o local, se lembraram da vez que foram para a Capital. Se depararam com um portão automático.

Wally- Abra-te sésamo?

Toshio- Shazam?

Maya- Piri-pim-pim? - a olharam com desaprovação. – Foi a única coisa que veio na cabeça, desculpem. – curvou a cabeça, fingindo ter se entristecido.

Leon- Podiam simplesmente apertar a campainha. – falou obviamente, com o dedo prestes a tocar no interfone.

Azami- Espera! – se dirigiu ao braço do amigo. – Ninguém vai ficar reclamando depois, não é? – encarava o grupo. – Ou dizendo coisas do tipo: “porque viemos?” “esse lugar é uma desgraça!”. Não vou aceitar isso, quero que seja uma decisão de todos.

O grupo concordou engolindo saliva, e deixaram o médico finalmente tocar o botão. Um som comum, mas que não ouviam há um tempo, foi soado. Sentiram seus pelos se eriçarem de ansiedade, previam algo de bom, queriam que esse lugar fosse realmente o fim de seus problemas.

- Sobreviventes? – uma voz perguntou do interfone, e o grupo respondeu que sim. – Ótimo, entrem! – parecia estar feliz pelo fato.

O portão se abriu, dando passagem ao grupo. Seus olhos refletiam a luz do sol leve do fim de tarde quente, e seus cabelos balançavam no ritmo da brisa. Havia algumas pessoas caminhando pelo pequeno pátio de entrada, viraram seus rostos, seguindo o portão automático ser aberto. Afinal, eram novos refugiados.

Em certo instante, que já seguiam para dentro do prédio, algumas pessoas se uniram em uma salva entusiástica de palmas, e sorriam felizes por eles, talvez por terem sobrevivido ao mundo de fora.

A franja caia sobre os olhos de Azami, e a deixava com olhar desconfiado e frio. Colocou a bainha da katana com a lâmina por dentro do sobre tudo e o fechou, escondendo também o cinto de adagas.

Riko- Que maneiro da parte deles, não é? – comentou com Wally.

Wally- Sim, mas olha para a psico. – quase cochichavam. – Ela não gostou disso.

Riko- Ela nunca gosta de nada. – deu de ombros.

Pararam em um local para deixarem Chucrute antes de entrar, lá ele seria bem tratado e poderiam o visitar sempre.

Entraram num salão parecido com o do hospital, e foram ao balcão, perguntar como fariam para fazer parte de lá.

Leon- Boa tarde, como fazemos para... – recebeu duas chaves, e um mapa. – Mas nós... – a atendente parecia não querer conversar com o grupo, fez sinal para que deixassem o lugar.

Voltaram ao pátio de entrada, e se sentaram para olhar o mapa que lhes fora dado. O papel, era novo, continha indicações de como andar pelo estabelecimento, que por sinal, era gigante. As chaves tinham chaveiros com os números 22 e 71. Ao olharem o mapa, viram um lugar com vários números, deduziram ser as chaves dos dormitórios.

Leon os guiou até o local. Era apenas um prédio grande, dividido em duas partes, a ala feminina e a ala masculina. O grupo estranhou ter os nomes como alas, lembraram-se muito das divisões no laboratório.

As garotas ficaram com a numeração 71, pois estava em verde e ornava com a decoração e a pintura da ala feminina. Os garotos seguiram pro lado azul, a ala masculina.

Riko- Podia ser um rosa claro, ia combinar mais com as meninas. – balbuciou fazendo careta.

Maya- Não reclama, pelo menos aqui não tem zumbis. – falou se estressando com a companheira.

Azami- Isso é o que você acha. – enfatizou o pronome, e andava calma na frente procurando seus quartos.

-X-

Ala masculina.

Rin- Deixa eu dormir na beliche? Deixa?! – puxava a camisa do amigo, fazendo olhos pidões.

Leon- Sua irmã vai acabar com minha raça se você cair ou se machucar. – pensou alto com as mãos no queixo. – Mas é melhor que você durma encima que o Toshio. – concluiu tirando sarro.

Toshio- Eu parei de me mexer muito, ok? – argumentou contra a zombação.

Gabe- Nós vamos fazer o que de agora em diante? – mudou o assunto para algo mais sério.

Leon- Aqui ninguém deve trabalhar. – afirmou. – Devem somente... – hesitou pensando em algo melhor. – Viver, ou coisa do tipo.

Toshio- Podemos visitar o quarto das meninas. – sorria torto.

Rin- Eu gostei da ideia! – pulou de cima do beliche que acabara de arrumar.

Assim seguiram, deixaram suas mochilas com as poucas roupas jogadas pelas camas e pelo chão, aproveitando ainda que a tarde não havia se escurecido completamente.

O prédio dos dormitórios era realmente grande. A numeração de quartos de cada ala, ia até 200, e se dividia em dois andares com direito a elevador. A numeração do quarto dos meninos não passava de cem, por isso ficava no mesmo andar do das garotas.

Acharam o quarto delas, e bateram levemente na porta. Não se demorou em ser aberta.

Rin- Oi mana! – falou já entrando.

Maya- Olá... – estranhou a presença dos companheiros no ambiente.

Toshio- O quarto de vocês é bem maior que o nosso. – falou em tom de admiração.

Leon- Só tem você? Cadê as meninas? – apoiou-se em uma cama, estava arrumada até se sentar.

Maya- Riko foi tomar um banho, e a Azami dar uma volta. – revirava algo dentro de sua bolsa calmamente.

Silêncio. Os meninos se olharam, estavam assustados com o que ouviram. Torciam ter escutado errado ou Maya ter se enganado.

Wally- Repete a última frase... – sentou-se tentando aliviar a tensão.

Maya- E a Azami foi dar uma volta... ? – sibilou parando seus movimentos, os olhando estranhamente.

Toshio- Ela o que?!! – grudou nos ombros da morena, e os apertava fortemente.

Leon- Estamos falando de Azami Curtis, certo?– levou as mãos à cabeça e bagunçava seus fios loiros atônito. – Não se pode deixá-la sair sozinha, em lugar que nem nós conhecemos! Ela vai querer matar todo mundo... – gesticulou exagerado.

Gabe- Ela saiu a quanto tempo?

Maya- Uns dez minutos antes de vocês chegarem. – acanhou-se, não queria se assustar mais.

Leon- Vamos atrás dela! – quase ordenou.

Saíram então, Leon, Toshio e Maya atrás de uma única garota, numa imensidão de ilha. Claro que onde os refugiados podiam ficar, era um tanto limitada, e conhecendo psico como conheciam, não seria nas áreas de livre acesso que estaria. Procuraram primeiro, no hall de entrada dos dormitórios.

Maya- Então moço, ela é meio alta, um pouco maior que eu. Tem os cabelos médios, castanhos escuros, mas não é preto como o meu. E deve estar usando um short curto desfiado, não estou com um agora, mas...

Toshio- Para de usar você como comparação! – interrompeu estressado

Leon- Ela tem um olhar demoníaco, a franja cobre um de seus olhos, tem bastante busto e deve estar com uma katana na bainha... – pensou melhor enquanto imitava o que dizia. – Não! Ela não seria tão descuidada, então... – olhou o lado esquerdo do hall e encontrou quem procurava.

Azami lia uma revista de moda, um tanto estranho para alguém como ela, e esboçava uma feição calma, e sua franja estava presa atrás da orelha, dando-lhes uma visão ampla do delicado rosto da companheira.

Maya- Estávamos te procurando psico... – apalpou o tórax, dando parecer se aliviar da tensão de agora pouco.

Azami- Não fiz nada de errado. – folheou uma página.

Toshio- Ainda sim, não é seguro sair sozinha. – se jogou ao seu lado, espatifando as pernas abertas.

Leon- Cadê a katana? – notou a amiga sem sobre tudo, e sem o cinto de adagas, não o estava escondendo.

Azami- Segredo. – um leve sorriso torto, repuxou seus lábios finos.

O grupo subiu aos quartos, e se reuniram mais um tempo no dormitório feminino. Saindo apenas para lanchar.

Discutiam o como haviam chegado ali, em Yale. Lembravam-se de uns meses atrás, quando se conheceram, ou até então contavam suas vidas antes da vacina GNM.

Leon contou de seus primeiros companheiros, e Gabe, contou como foi o casamento conturbado do irmão falecido.

Azami permanecia concentrada em uma revista que roubara do hall de entrada, sem se manifestar na conversa. O sinal de toque de recolher fora soado, mostrando que qualquer um que fosse pego fora dos dormitórios, seria castigado, uma atitude estranha para um lugar que pregava a salvação.

Wally se despedira das companheiras, assim como os outros, e já se movia para saída quando foi surpreendido pelo médico.

Leon- Cara, isso é sangue no seu nariz? – se aproximou apontando o dedo.

Wally- Não é nada, esquece. – limpou o líquido viscoso com as costas da mão.

Toshio- Era sim! Eu também vi. – o parou segurando pela camisa.

Wally- Vão se foder, não era nada. – saiu apressado em direção ao quarto, sua mão apertava a narina.

-X-

O dia amanheceu, trazendo um calor pior que estava ontem. Todos agitavam o pano de suas vestes, ou balançavam suas mãos contra os rostos. Encontraram-se no refeitório, para tomar o café da manhã.

Gabe- Isso é leite de vaca? – tomou um gole do líquido alvo. – Eu adoro isso... – sorria simplesmente, um bigode branco se formou acima de seus lábios.

Rin- Verdade! – virou o copo de plástico de uma vez. – Faz tanto tempo que não tomo. – ficou com o mesmo bigode.

O grupo riu, e tomaram cuidado para não ficarem da mesma forma que os dois. Fazia tempos que eles não alimentavam de forma decente, porém hoje, lavaram as almas.

As piscinas do campo de refugiados foram abertas. E para surpresa do grupo, haviam doações de roupas de mergulho para aqueles que não tinham.

Riko- Nós vamos, não é? – parou de frente ao lugar com as roupas.

Rin- É claro que sim! – puxou sua irmã desesperado.

Toshio- Se a Maya vai... – pensamentos pervertidos invadiram sua mente.

Wally- Vocês vem? – se referia a Azami e Gabe, que não se manifestaram em escolher as roupas.

Azami- É claro que... – preparava-se para dizer o não.

Gabe- Eu vou. – sorriu tímido, não era de se divertir assim, mas queria se distrair um pouco.

Psico fora forçada a ir pelas suas companheiras. Trocaram-se cada um em seus quartos.

Riko- Ficou lindo! – olhou cada detalhe do corpo de Azami exposto.

Maya- Você pegou um tamanho meio apertado. – virou o rosto, afirmando tímida.

Azami- Apertado?! – falou irônica apontando para seu corpo inteiro.

Riko- Ninguém mandou você ter mais que o normal. – deu de ombros.

Seu busto estava saltado para fora do biquíni preto, que não ajudava por ser menor que seu tamanho normal. Decidiu vestir o short desfiado por cima, já que a peça inferior não tinha condições de uso.

Saíram apressadas em direção ao parque aquático, Azami cobria os seios com os braços cruzados, uma tentativa falhada de escondê-los. Riko vestia um maiô florido com aparência de velho e usado, como a maioria das roupas, já que eram doações. Maya estava com um simples biquíni, e o cobria com sua camisa social transparente e rasgada nas mangas.

Gabe estava impaciente no portão de entrada das piscinas, assim como Rin.

Rin- Que saco! Cadê elas? – batia os pés e fazia biquinho.

Gabe- Devem estar passando maquiagem. – sibilou calmo, deixando um ar cômico.

Toshio- Claro, a Azami principalmente. – continuou a zoação.

Viram de longe, três garotas vindo em meio a uma multidão. Uma ruiva e duas morenas. Levantaram as mãos, indicando onde estavam.

Riko- Oi Leon! – sorria docemente, ignorando os outros ao lado.

Azami- Esperem, cadê o rockeiro? – se referia ao Wally.

Leon- Ele não saiu da cama desde ontem a noite... – comunicou calmamente.

Psico os encarava séria, somente ela sabia do que se tratava.

Maya- Esse calor está infernal, vamos logo pra água. – arrastou Rin e Toshio pelos braços.

Ao entrarem, se depararam com um formigueiro. Não literalmente, mas uma piscina superlotada onde não havia espaço para mergulhos. E a cada dia isso piorava, talvez Yale não houvesse sido projetada para tantos refugiados. Pensavam no que iriam fazer caso a população não parasse de crescer. Os jovens já brincavam na água, exceto Azami, que encontrou uma cadeira vazia na sombra, e por lá ficou a manhã ensolarada.

Alguns homens bem vestidos, às vezes passavam distribuindo garrafas de água gelada, para aliviar o calor. Sempre serviam psico, a achavam atraente e tentavam puxar assunto.

- A bela moça, gostaria de uma garrafa de água gelada? – se esforçava para ser galanteador.

Azami- Vai se ferrar, já peguei uma. – seus olhos permaneciam fechados, mostrando estar descansando, os serventes saiam assustados quase sempre.

Algo chamou a atenção da garota fria, e talvez fosse um dos serventes. Sentia aquela sensação estranha de já tê-lo visto antes. Levantou-se, e o seguiu discretamente, o que não fora fácil, já que suas poucas roupas chamavam muita atenção. Desviou-se de todos, se direcionando aos cantos do parque aquático.

O homem era comum, não tinha beleza, talvez fosse franzino demais. O servente entrou em uma porta com a placa “somente funcionários” estampada na frente, nada fora de comum. Exceto se pensar que nenhum refugiado trabalhava. Então, de onde viriam os funcionários que trabalhavam em Yale?

Abaixou-se em uma das janelas que o lugar tinha, e apenas esperou.

- Cara, isso não é fácil! – era seu servente que reclamava, o que achara conhecido. – As pessoas daqui são rudes!

- Pra você que não veio daqui, isso deve ser bem pior. – caçoou.

- Sim! Depois que o Diretor morreu, não tinha jeito de ficar na Capital. – concluiu.

As orbes ônix de Azami, agora estavam arregaladas pelo susto. O homem viera da Capital, talvez fosse um daqueles que lhe serviam comida enquanto era torturada. Passou as mãos na cicatriz da perna, onde o cinto de adagas quase sempre escondia. Agora aparecia, e não deixava dúvidas de que tivera algo enfincado ali. Não tinha boas lembranças de lá, ao sair da Capital também tivera experiências ruins que a marcaram na região lombar.

- Do que o chefe morreu mesmo? – alguém perguntou curioso.

- Um grupo de doidos entraram lá. Ele furou o olho de um garotinho, e uma menina matou ele com uma adaga. – resumiu.

- Eu vi um garoto de tapa olho na piscina infantil... – comentou assustado.

- Você o que? – seu tom de voz saiu aflito e atônito. – Será que...

Azami não os esperou concluir a conversa. Correu sem se importar em ser vista os espionando. Seus cabelos pairavam no ar, e o forte brilho do sol atrapalhava sua visão. Gritava pelo nome de Rin, e o procurava naquele monte de pessoas juntas, mas não o encontrava.

Algo a incomodou daquela conversa que ouvira, não aconteceriam coisas boas dali pra frente, isso era certeza. Enfim encontrou alguém conhecido naquela multidão.

Leon- Que foi garota? – perguntou sorridente, estava encostado na beira da piscina com o queixo sobre os braços.

Azami- Você viu o Rin?! – indagou se abaixando para encará-lo de perto, o sol atrapalhava sua visão.

Leon corou bruscamente. Conforme psico abaixou, deixou seu busto abertamente visível, somente o biquíni o segurava e cobria. O médico loiro saiu da água sem responder nada, e puxou Azami pelo pulso, mostrando que iria ajudá-la a procurar a criança.

Finalmente acharam um menino de cabelos negros úmidos, e que se exibia com um tapa olho na piscina mais rasa.

Rin- Sim, ele me furou nos olhos!! – contava entusiasmado. – Mas nem senti dor e... – foi puxado pelos ombros, saiu pingando água.

Azami- Precisamos conversar. – o encarava séria, enquanto Leon o permanecia sem tocar no chão.


To be continued.

Notas finais
E aí? Curtiram? Agora posso explicar melhor... Tipo anssim (eu falo "anssim" mesmo u.ú), vai ter um treta muito zica, e ninguém sabe disso. E os zumbis, bem, tenho um plano melhor para eles por enquanto.
Sabe aquela hora que os garotos estavam no dormitorio? Me veio aquela série do Two and Half Men! E aí eu pensei: Três Homens e Meio por causa do Rin... kkkkk ;3
Por favor leitores, entendam que preciso fazer isso, não queroa gente reclamando nos comentários que falta ação e mimimi! :@
Será que chegamos em dez recomendações? *--*
Deixem seus comentários com críticas, e se não entenderem alguma coisa, por favor me comuniquem ^^