Notas iniciais
Oi, oi gente!! Eu sei, eu sei, ontem era o dia de atualizar e tals. Acontece que fiquei a tarde inteira escrevendo e pesquisando coisas para a própria fic e de noite precisei sair, então só fui terminar de madrugada, mas de qualquer jeito estou postando hoje! Bom, vamos ao que interessa ...
6 recomendações. SEIS RECOMENDAÇÕES!!!! Dá pra acreditar? Eu nunca poderia imaginar que um dia teria tanta recomendação em uma fanfic, kkk. Quero agradecer a larissapucketfanfic que deixou minha última recomendação e fez eu chorar de alegria!! Obrigada lindja! ^^
De uns tempos pra cá, eu fiquei meio sem criatividade e até comentei com um leitor amigo, que não tinha um final pra história e que eu pretendia terminar ela lá pelo 20° capítulo, porém, essa semana eu tive um surto de criatividade!!! *-*
Não sei quantos capítulos vai ter, mas já tenho um final e ainda vai demorar muito pra essa carneficina acabar. Só lhes digo uma coisa: a história acabou de começar!! :)

Toshio- Não me sinto seguro quanto a isso... – falou receoso.

Maya- Quanto a isso o que?! – passava a mão em seu queixo, dando um ar sugestivo.

Toshio- Sei lá, seu irmão está dormindo na casa de um homem que nós nem conhecemos. E nós... Bem, nós...

Maya- Relaxa, o doutor Lee é bom homem. Ele era pediatra sabia? Antes de tudo acontecer, nossos pais nos levava à consultas sempre com ele! – sorriu meigamente.

Toshio retribuiu o sorriso, coisa que não era comum e segurou nas mãos da menina. Saíram daquela casa deixando Rin com o doutor para cuidar de seu olho machucado.

-X-

Leon já havia acordado, e agora que a luz do sol se estendia por toda Terra seria mais fácil realizar a cirurgia em Azami. Preparara todas suas ferramentas e descobrira a garota deixando-a em cima dos lençóis. Ainda estando vestida apenas por suas roupas íntimas e também não acordara de seu profundo “sono”.

O médico começou limpando a área afetada pela kunai. Tirou todo excesso de sangue, assim pode ver melhor onde cortaria e o poderia puxar. Tocava de leve a parte inchada na região lombar de Azami, queria ver se estava inchado ou algo do gênero. Com suas mãos hábeis puxou uma parte da pele e prendeu em uma espécie de grampo cirúrgico, assim teria uma abertura maior para puxar o objeto intruso. Escorreu sangue pela cintura da psico, ele não se preocupou até o momento e começou a puxar lentamente a kunai.

Leon não havia sedado a garota já que ela estava inconsciente, se arrependeu profundamente deste erro quando sentiu uma mão gélida segurando sem seu antebraço.

Azami- O que você... Pensa que está fazendo? – encarou-o com um de seus olhares de assassina.

Leon- Ca-calma! Só vou tirar a kunai da sua barriga. – seus olhos demonstravam um “perdão” inferior.

Azami se sentou com dificuldade e franzindo o cenho. Seus olhos percorreram seu corpo semi-nu, e depois voltaram-se para o amigo loiro que estava ajoelhado em sua frente.

Azami- Tem certeza que era só isso? – falava o intimidando.

Leon- Claro-ro que sim! Acha que eu faria o que com você?! – perguntou gesticulando exageradamente.

Azami- Não sei! Eu estou sem roupa seu idiota, quer que eu pense no que?!

Leon- Você poderia ter hiportermia! – arrumava uma desculpa.

Azami- Ah, Claro! Hipotermia né?! – ironizou.

O menino olhava tímido para o chão, se arrependendo do que não havia feito. E sabia que Azami não deixaria seda-la. Ele se levantou e fingiu estar guardando as ferramentas, quando na verdade preparava um sedativo em uma gase.

Azami- Será que eu poderia tirar a... – ela não teve tempo para terminar a frase e Leon colocou a gase com o sedativo no nariz da menina, a fazendo cair inconsciente de novo. – Seu... Maldito...

Leon sorriu vitorioso, e voltou a mexer no ferimento. Estava com medo da psico acordar novamente. Fez um movimento rápido e puxou a kunai como Azami retirou o micro chip de seus pais, para cima, assim extinguindo qualquer opção de arrancar uma veia junto. Ela deu uma mexida assim que o objeto foi retirado.

O médico entrou em desespero quando teve que lidar com um sangramento fora de cogitação, afinal ele não esperava isso. Juntou todas as gases que podia, e colocou na abertura. Teria que parar aquilo primeiro antes de poder costurar a fina pela da amiga.

-X-

“Sorte que nós não paramos para dormir.” – pensava Maya aflita. Correram a madrugada inteira, revezando quem carregava Rin nas costas. Se não fosse essa atitude, talvez ela e Toshio não teriam conseguido chegar a tempo na antiga cidade da menina.

Ela prendia seus cabelos negros no costumeiro coque, deixando alguns fios rebeldes caírem sobre o rosto. Tinha os orbes levemente esverdeadas de Toshio sobre si, isso a deixava incomodada.

Toshio- Seus olhos são azuis, sua pele branca e seu cabelo escuro. – falou olhando pro nada.

Maya- Você é quase moreno, tem o olho meio verde e o cabelo castanho. O que tem? – questionou irritada.

Toshio- Nada. Só que... Você é bonita. Não dá pra acreditar que tem só 14. – dava de ombros.

Maya- Qual é o problema?! – parecia ainda mais irritada. – Você tem só 15 e é só um centímetro maior que eu!

Toshio- Agora vai falar da minha altura?! E daí que sou um pouco baixo, ainda sou mais alto que você!

Maya- Eu sou menina, tenho a altura certa. Você não deveria se comparar...

Toshio- Cala a boca! – interrompeu. – Eu sei o que você vai falar.

O doutor Lee, um homem velho e grisalho apareceu na porta e fez sinal para que eles falassem mais baixo.

Toshio ficou pensando no como brigava com a menina a sua frente. Seria normal essa diferença entre duas pessoas que se gostam? Pensou em Leon e Azami, os dois tinham 17 sendo Leon alguns meses mais velho que a psico. O médico era mais velho e mais alto e mesmo assim os dois brigavam sempre. Chegou a conclusão que talvez isso fosse normal.

Lee- Maya. – chamou o doutor mais uma vez pela porta semi-aberta.

A garota se levantou do chão onde estava, sendo seguida por Toshio que a acompanhava. Os dois entraram na casa do homem, e viram um pequeno canto da parede coberto por cortinas. Não se podia ver muito através delas, mas sabiam que ali estava Rin.

Toshio- Porque nos chamou? – perguntou indiferente.

Lee- Vou ser direto. O pequeno Rin teve uma grave lesão no glóbulo direito. – Maya agarrou o braço de Toshio, parecendo estar preocupada. – Ele terá cegueira monocular, e isso é irreversível.

Maya- Cegueira... Monocular? – indagou.

Lee- É, ele perdeu todos os sentidos de percepção de luz no olho direito. Eu tive que retirar o glóbulo, já que o mesmo havia sido perfurado para dentro. Deram sorte da lesão não ser profunda, podia afetar o cérebro e causar sequelas. No entanto, ele só perdeu a visão do olho direito. – finalizou.

Toshio- Ele só perdeu a visão? – deu ênfase a palavra.

Doutor Lee o encarou e depois abriu a cortina no canto. Maya e Toshio se aproximaram para ver a criança.

Rin- Oi gente! – sorriu tímido. – Estou dando trabalho, não é?! – Maya pôs-se a chorar no pé da cama enquanto segurava as pequenas mãos do irmão.

Toshio- Fica calmo garoto. O homem que te fez isso já teve o que merece.

O Kazume mais novo estava com seu macacão dado no laboratório ainda, agora com mais sangue seco. E seu olho ferido tinha um curativo de gase segurado por uma fita adesiva branca.

Rin- Mana, eu posso usar um tapa-olho? – Maya apenas sorriu limpando as lágrimas.

-X-

“Merda, o sangramento não para! O que eu faço, o que eu faço?!” — Leon pressionava o ferimento na região lombar de Azami, mas nada era eficiente.

As gases estavam encharcadas de sangue, sua compressa já estava acabando e nada dele conseguir estancar o sangramento.

Tudo ia de mal a pior, quando ouviu alguns barulhos de galhos sendo quebrados vindo da mata. Passos eram ouvidos, lentamente e vários ao mesmo tempo.

Leon- Mas que porra! Vai me aparecer zumbi logo agora?! – dizia estressado enquanto pegava a M4 que estava encostada na parede que rodeava a Capital.

Ele tinha uma das mãos friccionada nas gases e outra tentava inutilmente segurar a arma mirando para qualquer coisa que desse sinal de vida, vindo dentre as árvores.

O médico se surpreendeu ao ver um grupo com seis pessoas saírem com as mãos pra cima. Eram quatro homens e duas mulheres. Eles tinham faces de medo, e pareciam ter passado por situações difíceis.

Apenas o homem que aparentava ser o mais velho tinha arma de fogo, sendo um simples revólver, ao seu lado um outro homem um pouco mais novo segurava um machado e uma das mulheres tinha um facão.

Todos tinham seus braços levantados num sinal de rendimento, pareciam ser um grupo amigável.

Leon- Quem são vocês?! – gritava agora com as duas mãos na arma.

- Calma amigo! Só precisamos de uma informação, não iremos fazer nada!! – o homem que segurava o revólver pronunciava. – Viemos do leste, acabamos de passar por uma infestação enorme de zumbis e queremos seguir ao litoral, para ser mais correto, queremos ir a Yale.

Quando o homem terminou de falar, Azami tossiu sangue o que fez Leon se virar bruscamente para ajudar a amiga e esquecer que não estava sozinho. Largou a M4 e voltou a pressionar a abertura em sua barriga.

Leon- Desculpa, nunca fui ao litoral do país. Não sei por onde fica. – não os olhava.

- Me chamo Dave, eu sou... Eu fui bombeiro. Quer ajuda? – disse se aproximando, para poder ver o que ele fazia.

Leon- Eu não preciso. – mais uma vez Azami tossiu sangue, dessa vez escorria por seu rosto. – Mentira, preciso sim! – puxou Dave para seu lado, e explicou. – Minha amiga teve uma kunai cravada aqui, eu fiz todos os procedimentos que aprendi em meu curso médico, mas começou uma hemorragia e não sei como estanca-la!

Dave- Você não elevou o ferimento. – ele procurava algo com olhos e encontrou a maleta de Leon. – Em caso de cortes mais fundos, você precisa deixar a área afetada mais alta que o resto do corpo.

O homem levantou Azami pela cintura e colocou a maleta debaixo, deixando-a flexionada e sua barriga bem mais alta.

Leon- ... Assim o sangue não tem força de chegar ao ferimento. Como eu sou idiota! – levou uma das mãos no rosto, em sinal de estupidez.

Dave- Você deve ser novo, erros acontecem para te ensinar, — sorriu amigavelmente. – mas deu sorte que eu apareci. Poderia ter perdido sua amiga! – sua expressão agora era séria.

Não demorou um minuto para que Azami parasse de sangrar, Leon a limpou e depois sentou junto do grupo que acabara de conhecer. Eles fizeram uma fogueira e conversavam sobre o lhes acontecera.

Dave- Essa é minha esposa, Beth, — apontou para a mulher loira com facão. – esse é meu irmão, Gabe, — era o homem um pouco mais novo com machado. – e esses são alguns sobreviventes que encontramos pelo caminho.

Tinha uma garota ruiva com leves sardas espalhadas pelo rosto, aparentava ter uns 16 anos. Um menino de bandana que escondia seus cabelos, e uma criança que segurava o vestido da menina meio escondida.

Beth- Já que Dave não diz, eu os apresento. Essa é Riko e seu priminho Ling. O da bandana ali, é meio chato, é o Wally.

Wally- Vai se fo...

Dave- Mais respeito por favor! É minha mulher, e foi ela quem te salvou. – repreendeu-o.

O garoto resmungou um “tanto faz” e voltou a ficar quieto.

Riko- Vocês estão sozinhos? – disse docemente.

Leon- Não. Na verdade somos em cinco. – hesitou, e voltou a falar. – Nós encontramos um ex-companheiro depois que saímos da Capital e precisamos nos separar, pois tinha muitos zumbis no campo.

Wally- E cadê o resto?

Leon- Nós marcamos de nos encontrar numa casa. Pretendia sair daqui quando ela melhorasse... – fitou Azami tristemente.

Wally- Aquela delícia ali tem nome? – sorria maliciosamente.

Leon- Azami. – metralhava o menino com os olhos.

Beth ofereceu um copo de leite quente a Leon e o mesmo aceitou. Ainda olhava feio para Wally que ria do que acabara de fazer.

Conversaram mais um pouco, até que Ling adormeceu no colo de Riko. A mesma se levantou para pegar uma coberta e cobrir o primo.

Wally vestiu uma blusa de couro e encostou-se a um tronco caído, o grupo já estava se preparando para dormir.

Leon- Já quero pedir desculpas adiantadas.

Dave- Porque? – questionou Leon indiferente.

Leon- É que minha amiga é um tanto... Mal humorada. Se ela acordar, não sei qual vai ser sua reação quanto a tudo isso, então já peço desculpas.

Dave- Ok. – riu. – Olha, eu lembrei que você não sabia onde era Yale. Você não ouviu a transmissão sobre a ilha?

O médico olhava intrigado para o homem. Primeiro pensou em que nunca pensaram em ligar o rádio durante esses meses. Segundo que, o que teria de especial nessa ilha?

Leon- Transmissão? Ilha?

Dave- Nossa! Isso realmente deve ser novo pra você... Acontece que há umas quatro semanas, estávamos numa escola de nossa cidade e o rádio estava ligado. Em todas as frequências se transmitia uma mensagem de “salvação”. – agora a feição de Leon era mais próxima do espanto. – E que havia uma ilha no litoral, que estaria livre da infestação. Todos os países teriam uma ilha milagrosamente salva e a do nosso, é Yale.

To be continued.

Notas finais
Hehe, oi de novo gente!! ;)
Eaí curtiram os novos personagens? Sugestões? Críticas? Por favor, comentem!! ^^
Ah, eu queria fazer uma votação pra saber a popularidade de cada personagem (eu sou idiota, não liguem.)!! Tipo, eu peço que vocês respondam no "o que precisa melhorar" o nome de dois personagens que vocês gostem, um feminino e um masculino. Afinal, eu preciso saber quem eu vou matar (muahahaha, brincadeira, por enquanto...), mas isso é importante não esqueçam! E no próximo capítulo, eu dou o resultado dos votos de cada personagem.
[está valendo até os personagens mortos, eu só quero saber qual vocês preferem mesmo... :3]
#partiu, huehue