Sangue inocente
4 Sangue puro
Notas iniciais
–Dean, Dean!! Acorda!!
–Que foi? — Dean acorda assustado com os gritos do irmão.
–Mais uma criança foi morreu. Vamos, levanta logo! Temos que ir lá ver! — disse Sam tirando o seu terno do cabide e o vestindo.
–Na onde aconteceu? Quando? — disse o outro irmão se levantando da cama como se fosse uma tartaruga.
–Foi essa madrugada. Se veste rápido. A casa fica um pouco longe daqui.
Dean foi para o banheiro cambaleando de sono. Não era nem 7h00 da manhã e Dean não dormiu muito bem, por culpa de Zacarias, que fez o favor de abrilhantar o sonho e o pressionar para dizer sim a Miguel. Mais uma vez, o caçador não hesitou em dizer "não".
Após colocarem o terno, os Winchester foram para a casa da criança, Marshal, ver se encontravam mais pistas sobre o demônio Adfur.
*Na casa da vitima*
–Oi. Eu sou Bon Scott, esse é Angus Young, somos do FBI. — disse Dean mostrando o distintivo, junto com Sam. — Mais uma criança assassinada?
–Isso mesmo. Tudo indica que seja o mesmo assassino das outras crianças. -disse o policial.
–O corpo ainda está na casa? — perguntou Sam.
–Está. Mas sugiro que não entre lá. AS coisas estão bem feias.
–Não se preocupe policial. Nós já vimos de tudo. — disse Dean.
–Se você diz... — o policial assentiu — O quarto é logo ao lado das escadas, no segundo andar.
Os Winchesters entraram na casa e subiram as escadas. Ao entrarem no quarto, eles se depararam com vários legistas colocando o corpo em uma maca e o cobrindo com um plástico.
Dean mostrou o distintivo falso e apontou para o corpo coberto, para que tirassem o plástico do corpo da criança.
O corpo estava pálido, como se tivesse perdido todo o sangue, e no peitoral da criança havia uma marca escura formando o desenho do colar da babá Mereditty.
Ao sairem da casa, Dean foi conversar com um dos detetives que estavam lá, e Sam foi falar com a mãe da criança.
–Senhora Müller? — disse Sam se revisionando na frente dela.
–Sim. — disse ela com os olhos vermelhos de tanto chorar.
–Sou o agente Young. Sinto muito pelo seu filho.
–Ele era meu único filho. Não acredito que isso aconteceu com meu menino! Eu quero que o responsável por isso seja punido! — terminou a mulher com lágrimas escorrendo em seu rosto.
–E ele será. — Dean apareceu com um pepel na mão. — Não se preocupe. Nós vamos acha-lo. Você disse que viu o assassino. É este? — falou Dean mostrando uma foto de um homem que tinha conseguido com o detetive da fita de segurança.
–Sim... eu o vi. Eu ouvi meu filho gritar e então, corri até o quarto dele. Quando abri a porta eu o vi ao lado da cama de Marshal. Ele me olhou e pulou a janela. Mas era tarde demais... meu filho, já estava...
A mulher não conseguiu terminar. Talvez a palavra "morto" era muito difícil ser dita por ela, depois do que aconteceu.
Enquanto a mulher falava, Dean olhava para o outro lado da rua. Um rosto conhecido surgiu entre as pessoas ali. Era a mulher misteriosa. E pelo visto, ela também o reconheceu.
–Com licença. — Dean saiu de perto de Sam e da Sra. Müller e foi ao encontro da mulher misteriosa, que também estava vindo de encontro com o caçador.
–Pensei que tinha deixado claro pra você deixar o caso. — começou ela.
–E eu pensei que tinha deixado claro pra você que não deixaria. — Retrucou Dean num tom de descaso, passando os olhos por todo corpo da caçadora.
*roupa da caçadora http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54817263*
Dean não tinha percebido a beleza da mulher até aquela hora. O beco, onde se conheceram, estava muito escuro, então não tinha dado para ele reparar.
–Como dizem, você é mesmo orgulhoso. — disse a mulher fazendo o mesmo caminho com os olhos no corpo do Dean e depois fazendo uma cara de que gostou do conteúdo.
–Que tal nós pularmos a parte do "eu te conheço" e ir para a parte "quem é você"? — Dean mordeu o maquicilar e fez cara de bravo.
–Não intere...
–Não interessa quem eu sou! — disse Dean a imitando e terminando a frase. — É ai que você se engana bonitinha. Porque, como eu já disse, eu não vou deixar o caso só porque você disse. E é melhor você se controlar pra não me dar outro soco nervosinha, porque hoje eu não to de bom humor.
–Ui! Vai me bater Sr. ignorante? — disse a mulher num tom de sarcasmo. — Ok. Se é assim que você quer, vamos ver quem pega o demônio primeiro.
Dean aceitou a aposta, e a mulher deu de costas e sumiu entre a multidão.
–Pegando o número de outra Dean? — disse Sam ao chegar perto do irmão.
–Não. Ela é uma caçadora. — disse Dean olhando a multidão para ver se encontrava a mulher.
–Caçadora? — perguntou Sam com um sorriso de canto de boca.
Dean contou toda a história para Sam.
–Hahaha! — Sam riu — Ela te deu um soco na boca? Haha. To gostando dessa garota.
–He he! — forçou o outro irmão sinicamente.
–Ela é durona e bem bonita..
–Não, ela é nervosinha e louca.
–Mas não deixa de ser bonita.
Depois dos comentários audaciosos de Sam, os irmão resolveram volta pro hotel para pensar em uma forma de pegarem o demônio.
*No hotel*
Já era fim de tarde e Sam e Dean ainda estavam pesquisando sobre Adfur, o demônio, até que Castiel aparece.
–Olá rapazes! — disse ao aparecer em um canto do quarto.
–Cass! — disse Dean depois de levar um pequeno susto com a aparição repentina.
–Hey Cass! — comprimento Sam.
–Vocês tem que parar Adfur. — disse o anjo sério.
–E você tem que parar de aparecer sem avisar. — começou Dean fazendo graça. — Vou te apresentar a porta de entrada um dia desses.
–Não temos tempo pra isso Dean. Ele vai atacar de novo. Essa noite.
–E porque você não o para? — perguntou Sam
–Não posso.
–Por..? — continuou Sam.
–Ele é um tipo de demônio diferente, e meus poderes não é o suficiente para detê-lo.
–Quanto diferente? — Sam continuou com o questionário.
–Bom, pra começar, ele prescisa de adoradores, pessoas que o siga, como se fosse dicípulos. Essas pessoas oferecem sangue de criança para ele entroca de favores.
–Isso nós já sabemos Cass. — disse Dean se sentando numa das camas.
–É, mas o que vocês não sabem é que com a vinda de Lúcifer pra Terra, ele se tornou mais forte, então ele pode pegar o sangue das crianças pessoalmente.
–E pra que ele quer o sangue de crianças? — perguntou Dean.
–Por que crianças são puras de alma, assim como seu sangue. E ele precisa de sangue puro para fazer o que deseja.
–E o que é? — disse Sam.
–Criar um meio de fazer com que Lúcifer tenha mais poder pra acelerar o apocalipse.
Notas finais
SPOILER: Próximo capitulo vai ter muita ação!
Agora me façam feliz e deixem-me Reviews e mentions no Twitter. *__*
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