Notas iniciais
Esse capitulo vai ser um pouco pequeno, vai ser mais só a introdução. u.u

MELISSA

–-Melissa, por favor pare de ler um pouco. Já leu esse livro milhares de vezes. Vai se divertir, amanha continua lendo isso.-- Disse Feerye muito bravo, estava me olhando com cara de que se eu não parasse de ler imediatamente ele iria jogar algum feitiço para eu desaprender a ler, ou me transformar em um inseto.

Feerye era meu tutor desde que me achou em uma floresta a mercê de algum predador, ou um roubador de almas qualquer. Ele era muito alto, um leigo poderia confundi-lo com algum gigante, mas ele também era um tanto magro. Tinha uma longa barba e cabelos longos, lisos e castanhos. Usava na maioria das vezes uma tipica roupa de bruxo roxa com detalhes em dourado, e um grande chapéu pontudo que o fazia parecer ainda mais alto.

Sou muito diferente de Feerye, a não ser pelos longos cabelos castanhos que as vezes parecia vermelhos, e eram muito cacheados. Tenho apenas 1,67 de altura, sou uma anã perto dele. Tenho algumas sardas, e muito diferente de meu tutor sou uma Imortal. Os imortais não são incomuns, na verdade eles que estão no poder, outras criaturas até os ajudam, mas nunca passam de meros ajudantes. Imortais são conhecidos por terem grandes asas que os protegem, permite o voo, e os torna imortais. Podem esconde-las, e apenas usar quando necessário. Mas se alguém consegui de algum modo corta-las é o fim, não morre de imediato, mas a dor é tao intensa que deseja a doce morte. E por fim se tornam mortais, a maioria se mata, alguns enlouquecem, outros vivem vidas normais como meros humanos.

Tenho 17 anos e minhas asas, ao contrario da maioria já estava comigo quando nasci, na maioria só aparece aos oito anos. Quando Feerye me encontrou, disse que eu estava deitada na floresta olhando para as estrelas e sorrindo. E que também cantarolava uma canção muito bonita, que hoje infelizmente lembro apenas de uma parte. E havia uma grande luz ao meu redor que iluminava tudo a minha volta, foi assim que me encontrou, tinha apenas 3 anos. Nunca dei trabalho para meu tutor, na verdade era muito boa nas coisas que me ensinava, principalmente quando havia leitura. Me ensinou a lutar, mas nessa parte não era tao exemplar. Meus maiores problemas é que sou muito comilona e preguiçosa e Feerye disse que eu era muito insolente em alguns momentos.

Larguei o livro que Feerye havia me dado, ele fala sobre todas as criaturas do mundo, acho tão interessante essas criaturas, mas conheci muitas poucas onde moro. Apenas um duende chato que é também meu melhor amigo, fazer o que... Moro em uma toca na arvore, claro que dentro é imensamente maior que fora. Não mora muitas criaturas perto, não sei o motivo mas, as únicas criaturas que vi foram duendes e algumas fadas. Como Feerye disse para me divertir, peguei minha mochila, e coloquei os itens para fazer uma boa trilha pela floresta: Alguns pãezinhos, algumas nozes e amoras. Uma grande corda, uma poção para curar ferimentos que peguei na biblioteca, água e minha varinha(que não sei usar muito bem como uma bruxa de verdade) . Feerye não gostava quando eu fazia isso, porque '' É muito perigoso, e algo ruim pode ter capturar'', Mas se é pra se divertir iria me divertir do meu jeito.

Fui ate a aldeia dos duendes, e chamei Garvin para irmos para a trilha, como estava na hora do almoço paramos em uma taberna da região, comemos uma sopa com pão duro (que é incrivelmente gostoso). E fomos pagar a conta.

–- Obrigada, por preferir nossa taberna. -- A duende dona da taberna deu um grande sorriso. -- Ah senhorita, um cara veio a sua procura ontem, bom pelo menos batia com a sua descrição. -- De repente a expressão dela mudou.

–- Por mim? Que estranho, não tenho contato algum com pessoas fora da região... -- Quem poderia ser? Talvez ninguém importante.

–-Não contei onde se encontrava, pois vai saber quem era, poderia ser alguém com mas intenções. O rapaz era muito misterioso e sombrio e desconfiei, e o falei que avia visto alguém como você perto do vale das fadas. De qualquer modo, sugiro que não vai para essa direção.

–- Obrigada pela informação. Ate mais. -- E dei um ultimo sorriso para a duende enquanto ela se virava para atender outro cliente.

E Garvin e eu fomos enfim para nossa ''jornada''.

Notas finais
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