Sangue Verde

15 Capítulo 15 - Perdidos/Cinderela


Notas iniciais
Olá meu queridos leitores.
Como avisei aqui está o capitulo, sei que é um pouco pequeno, mas eu disse que ia publicar mesmo que fosse pequeno.
Espero que gostei, pois este é um Especial Natal :)
PS: No fim tem uma parte bem fofa *.*

Bella PDV
-Agora ninguém nós vai encontrar Edward! — Comecei a ficar assustada. Já estávamos ali há horas e depois daquele beijo fiquei sem jeito algum, eu não sabia o que fazer e Edward não me dirigiu mais nenhuma palavra.
-Edward! Podes fazer a porra de me falar! Estou farta de estar sozinha neste maldito carro!
Tudo o que ele fez foi olhar para mim durante 5 segundos e tornou a virar o olhar.
-Ok, é isso que queres é isso que vais ter…
Dei meia volta no banco e virei-me para a porta, eu ia ser capaz de sair daquele carro, eu não vou baixar os braços para esta maldita porta. Comecei a forçar a porta para o lado de fora, e quanto mais forçava mais a porta fazia barulho, bem barulho era bom sinal. Estive assim durante 1 ou 2 minutos até que a porta abriu de repente para fora e eu fui atrás dela caindo no chão.
Levantei-me rápido do chão passei com as mãos na roupa a tentar limpar um pouco das folhas agarradas na roupa e no cabelo. E ai é que me lembrei eu fui capaz de abrir a porta! Ahh, ele tem que levar com o gozo. Virei-me para o carro e espreitei para dentro.
-Eu disse que você ia ter aquilo que merecia, agora pode ficar ai quieto e calado que nem sei lá o que porque eu vou a procura de ajuda.
Virei-me para um lado qualquer e comecei a andar em direcção a alguma coisa… Eu pelo menos estava a tentar, enquanto ele estava sentado no banco do carro.
-Bella, tu vais perder-te! – Comecei a ouvir os passos dele a pisar as folhas caídas no chão. Ele vinha atrás de mim.
-Sabes Edward, pareces uma menina, eu é que devia de estar assustada com isso e não tu. Afinal tinha razão nas minhas teorias.
-Que teorias? E eu não estou assustado, simplesmente tenho a necessidade de auto preservação, se nos encontrarem será ao pé do carro e não no meio do mato.
-Tinha um teoria de que serias “bicha”, e pelos vistos é bem verdade.
-Acho que ainda não te dei provas suficientes de que isso é mentira, ainda a uns 20 ou 30 minutos te dei uma prova bem convincente.
-O que? Aquele xoxo? Até um garoto de 10 anos fazia melhor que tu.
Enquanto falava-mos fomos dando alguns passos em direcção a… nada…
-Por favor Bella…
-Sabes para onde estamos a ir? É que eu não sei, e tu já moras nesta cidade a mais tempo que eu.
-Não Bella, não sei. Eu costumo andar na cidade e não no meio do mato.
-Hum… é nestas alturas que Jacob faz falta. Por falar nisso, o teu telemóvel?
-Acho que o tenho… — E começou a esfregar as mãos nos bolsos até tirar um pequeno aparelho milagroso.
-Acho que é a primeira e única vez que te agradeço por andares com isso atrás de ti. Vá marca o numero dos teus pais.
Ele digitou o numero dos pais no telemóvel e colocou no ouvido.
-Não tenho rede… — Disse por fim.
-AGHHHH! Porque é que é sempre quando eu mais preciso que algo de mal acontece, e logo contigo ao meu lado.
-Não sabia que te deixava assim tão nervosa… Se quiseres podemos dar um jeito nisso. – Disse ele chegando-se ao pé de mim.
-Demasiado perto. – E afastei-me. – Temos de começar a andar, se não nunca mais lá chegamos.
-Que desculpa, eu já percebi que te deixo nervosa.
-Edward! Acorda para a vida, andamos perdidos no meio do nada e tu só falas nisso! Ainda não percebes-te que eu NÃO QUERO NADA CONTIGO SEU “VIADO”! – E de repente comecei as bofetadas a ele, eu estava farta de andar e não sairmos do meio de árvores, e depois ter que o ouvir com lamechices, ou sempre a criticar-me, tudo foi juntar-se a minha pior parte, a agressividade, e por mais que eu quisesse parar não conseguia o meu interior pedia-me que o fixe-se.
-Para Bella! — E ele tentava agarrar-me nos braços. – Isabella por favor eu já ando farto de andar nestas confusões. –E continuava a tentar agarrar-me, sim ele tinha razão, estas confusões não iam dar a nada. Senti o meu corpo ceder e começar a ver tudo a roda, é a mesma sensação de quando desmaei quando soube do acidente de Edward. A última coisa que vi foi a cara de aflito de Edward e sentir os braços dele a aparar-me.

EDWARD PDV

Eu vi Bella a ficar branca, sem forças, não sabia o que fazer nesta situação.
-Bella acorda por favor! – Deitei-a nas folhas ciadas no chão e encostei a cabeça dela ao meu peito.
-Bella, minha Bella acorda. Não me deixes. – Sentia as lágrimas escorrerem pelas minhas bochechas.
-Eu não queria enervar-te, por favor, Bella!
Eu não a quero perder meu Deus, não me atires sem eu lhe dizer ao menos o quanto gosto dela. Sabes que eu não a odeio.
-Se tu fores eu vou contigo minha princesa. – Aproximei-me dela e dei-lhe um pequeno beijo.
-Amo-te. – Declarei por fim.

Notas finais
Vemo-nos para a semana que vem ;)
E desta vez é acerio, não vos vou tornar a deixar sem noticias.