Sangue Na E.E.I-N.T

5 Capítulo 4: Sala de Vigilância Parte 1


Notas iniciais
Desculpem-me a demora para postar. Mas, não tem quase ninguém lendo... =¬/

E empurra a porta até ficar escancarada. E como se ela já houvesse esperado por isso, sai do lado de fora para dentro um alien gigantesco. Peter dá vários tiros no monstro, fazendo o mesmo grunhir de dor, retroceder alguns passos e voltar a correr atrás dele. Nesse meio tempo, Kate sai correndo e tranca o portão pelo lado de fora. E ela escuta Peter gritar.

Peter: Sua piranha! Abra essa por... Ah! <é possível escutar barulho de carne sendo mastigada e ossos quebrando>

Kate nem olha para trás. Corre direto para a sala de vigilância. Que eram uns 200 metros dali. Muita coisa para quem está chorando e com medo. Chegando lá, ela abre a porta. E re-tranca ela. Ela não vê nada de anormal. Nenhum monstro, e nenhuma pessoa. Nada. Estava completamente vazio.

Porém, ela viu um computador, ela o ligou, e escreveu.

“Sala de Estudos Biográficos. Três dias atrás.”

Então ela viu tudo que Peter havia falado. E mais um pouco:

“Depois que os médicos-biólogos foram à enfermaria, levou-se algumas horas e algo estranho ocorreu com eles. Eles começaram a ter um tipo de convulsão. (Parecido com a de Daniele) Seus troncos começaram a pular para frente. Os médicos chamaram alguns soldados para conter a situação.

Quando os soldados apontaram as armas para os pacientes que estavam em convulsão, seres (que mais pareciam duas mãos juntas com uma boca e um rabo) pularam das barrigas dos pacientes, matando-os, e pulando em cima de alguns médicos e de alguns soldados.

E tiros começaram a voar de um lado para o outro. Como se os soldados estivessem guerreando contra os outros soldados e os médicos. Só houveram poucos sobreviventes, mas nenhum era humano.”

Kate passou mais um pouco o vídeo.

“Os aliens saíram dos soldados assim como dos médicos (e de Daniele), porém maiores. Eles haviam crescido.”

Kate estava começando a ter uma ideia de como esses aliens se alimentavam e cresciam. Então minimizou o vídeo e falou.

“Crescimento. Alimentação.”

Então carregaram 4 arquivos. O primeiro era um vídeo explicando detalhadamente como seria a alimentação da tripulação durante todo o período em que estariam na nave. O segundo era o vídeo de tudo que houve no refeitório da nave até aquele momento. O terceiro era vários vídeos de aliens se alimentando. E o quarto e último eram hipóteses de como eles se alimentavam.

Ela clicou no quarto arquivo. Então abriu-se uma foto de um médico-biólogo, ou melhor, o médico-biólogo. Peter. Ele usava um jaleco branco com uma camisa da mesma cor por baixo, e embaixo da foto estava o símbolo do “play”. Ela clicou lá e o vídeo começou.

“O vídeo começa todo preto e a voz de Peter é ouvida falando:

‘Segundo dia após a abertura dos ovos, às 5:54 na Terra.’

Depois o vídeo ganha cor, Peter aparece lá da mesma maneira que foi descrita na foto. Então ele começa falando:

‘Olá. Me chamo Peter, sou da Inglaterra, ou melhor, o que sobrou dela. Tenho 37 anos, sou um médico-biólogo e estive observando vários desses... (pausa) Monstros. Eu estive observando vários desses monstros e posso lhes dizer algumas teorias. Você que está assistindo esse vídeo, provavelmente é um sobrevivente ou alguém que está fazendo algum tipo de vistoria nesse inferno. Para começar, vou lhes dizer toda a verdade de como isso começou. Embora vocês possam ver nas câmeras:

Há 2 dias atrás, eu e o meu grupo de médico-biólogos, recebemos os ovos, que mais para frente descobrimos que eram casulos, como eu lhes falei, de Marte, o planeta vermelho.

De princípio. Nós ficamos assustados com o tamanho dos ovos. Tivemos medo dele chocar. Então, fizemos o trabalho o mais rápido possível... Colocamos primeiro um ovo na máquina de Raio-X, percebemos algo estranho. Estava cheio de coisas ovais dentro dele.

A primeira coisa que veio a nossa mente foi... ‘Um ovo cheio de ovos dentro..?!’ Bom, nós fizemos a mesma coisa com o segundo e com o terceiro. E como nós havíamos suspeitado, a mesma coisa com os outros dois ovos. Nós então percebemos que os ovos gigantes, eram muito duros. E que eles não poderiam ser ovos, pois como um filhote poderia quebrá-lo sozinho?

Foi aí que nós percebemos algo. Aquilo era algo mais para um casulo. Como eu lhes disse anteriormente. Nós decidimos quebrar os ovos, quero casulos... Ovos... Onde eu estava com a cabeça... Enfim, nós decidimos quebrar os casulo. Então, nós quebramos e botamos os ovos em refrigeradores, para depois, serem estudados. Mas antes, fizemos a contagem. No primeiro casulo haviam 67 ovos. No segundo, 63, e no terceiro e último 70. Sendo assim... Nossa. Exatos 200 ovos. Enfim, nós colocamos na refrigeração e fomos para os casulos.

Aparentemente ele foi feito com um tipo de rocha... Porém, descobrimos através de analises, que era uma madeira. Muito diferente e incomum, possivelmente, era do sub-solo de Marte. Não sei ao certo. Talvez não pertença à uma árvore, pois lá não tem ar, ou se tem, não o nosso. Pois bem, descobrimos que era de uma madeira. E por incrível que pareça, nós escutamos algo diferente no refrigerador, quando abrimos, os ovos estavam abrindo.

‘Que estranho... No frio’. Os ovos abriram sozinhos. Tinham dois soldados com a gente, e eles apontaram suas armas para os ovos, e meu amigo e melhor ajudante que já tive em minha vida, John, foi para mais perto dos ovos, há... E eu me esqueci de mencionar que os ovos não abriram por completo, mas sim, apenas o topo, e abriu em quatro partes. E ele chegou mais perto apenas para ver os havia dentro dos ovos. Eu disse a ele.

Eu: John! Saia daí! Venha para cá.
Ele: Não... Espera, tem algo aqui, parece um rabo... Parece um poste ou algo assim no meio dos ovos...

De repente, algo que pareciam duas mãos abertas e juntas com um rabo, pulou na cara dele, e ele começou a gritar. Os soldados atiraram naquela coisa. Mas como estava grudada no rosto dele, ele morreu junto com aquela coisa horrível.

Todos nós, tirando os soldados, gritamos de horror, medo e tristeza. Do nada, mais daquelas coisas, pularam de seus ovos, e acertaram a cara de alguns, eu corri para a porta da refrigeração, tranquei-a, e eu e os que não tinham sido acertados pelos aliens, até os soldados, corremos para a porta daquela sala.

Foi algo muito ruim ter que deixá-los trancados lá, possivelmente para morrerem. Mas nós não tínhamos alternativa. Nós avisamos outros soldados, mas não todos, nem os cozinheiros, outros cientista, mais nada nem ninguém. No dia seguinte, quando entramos na sala, havia algo de estranho...

Algo, completamente errado aconteceu... Nem eu, nem os soldados, nem ninguém podia acreditar naquilo. Eles estavam bem, sem aquelas criaturas em seus rostos. Na verdade, haviam sumido. Sim, só os que haviam morrido estavam no chão. Mais nenhum. Nós levamos os médicos-biólogos à enfermaria e...

Notas finais
Espero que tenham gostado. Agora que vai começar a explicação para vocês entenderem melhor o que houve.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.