Same Mistakes

5 Tonight I wanna live my life.


Notas iniciais
Mil desculpas por não ter postado antes. Estava cheia de provas e ainda estava tendo os jogos da minha escola. Uma confusão essa minha vida... Explico lá em baixo. haha!
Espero que gostem, minhas jujubas!

Levantei-me, escovei os dentes e lembrei que hoje era sábado.

- Olá melhor dia da semana... — Marina falou, entrando no banheiro.

Olhei em seu rosto e de repente aquela sensação de tristeza, e ou, raiva, havia passado. Seu rosto me encarava tentando descobrir o porquê de olhá-la tanto, com aquela pasta de dente dentro de minha boca.

– O que foi, nunca me viu na vida?. — Ela falou limpando a pasta que estava ao redor da minha boca.

– Não é só que... Vou ser muito sincera com você. Não consigo entender como você não está chateada, logo depois disso tudo... — Falei passando uma água no rosto.

– Nina.. — Ela falou abrindo um pequeno sorriso em seu rosto. — Depois que você passa por tudo que passei em toda minha, acaba deixando essas coisas para lá. Eu sei que é meu sonho conhecer os 1D... Mas às vezes nós temos que colocar nossos sonhos em um canto e colocar a realidade no lugar. -Deu um sorriso baixo e abaixou a cabeça.

– Marina, você é a pessoa nesse mundo, que menos merece estar passando por isso. Eu amo você e todas as meninas e quando vejo vocês assim, tão infelizes... Sinto-me horrível, a pior amiga do mundo. Eu sei que ver o pai doente é a pior sensação do mundo, sei como se sente.. Foi a mesma coisa de quando meu avô ficou doente. A pessoa quer fazer alguma coisa, mas não pode.

Ela se levantou, se direcionou até o quarto e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer, mas sabia o que ela estava sentindo, sabia o que estava passando. Já estive em sua posição não fazia muito tempo e ela foi a que mais me apoiou em tudo, da descoberta da doença, até o estado final.

Entrei no quarto e à vi com uma garrafa enorme de Vodka.

– O que você está fazendo? E de onde tirou isso? Você é louca? Sabe que beber não adianta em nada, não é?

– Eu não aguento mais... Minha cabeça está a mil e ainda estou quase repetindo o ano, sabe o que é isso Nina?

– Você pensa que só você tem problemas? Eu também já passei por isso e você sabe muito bem. Confie em mim, beber não adianta em nada.

Sentei-me ao seu lado, tirei a garrafa de Vodka de sua mão. Ela encostou sua cabeça em meu ombro e começou a chorar. Não conseguia vê-la daquela forma, era muito difícil controlar meu choro e conseguir ser forte.

Já se passava uns 10 minutos, desde que estávamos sentadas no chão daquele quarto. Olhei em seu rosto todo inchado e em seus olhos vermelhos pelas lágrimas e aquilo me dava um aperto no coração. Levantei-me e tentei levantá-la.

- Você não pode passar o resto de sua vida sentada no chão de um quarto!. — Falei a olhando intrigada.

Segurei suas mãos e finalmente ela se levantou. Olhei para ela e segurei novamente suas mãos.

- Pronta para ir até lá fora? — Nos encaramos. Ela segurou minha mão com mais força, enxugou uma última lágrima caída ao seu rosto.

- Pronta!.

Saímos do banheiro e todas as meninas já haviam saído do corredor. Nós às procuramos por toda a casa e nada de encontrá-las.

Fomos até a área de serviço e encontramos todas rodeadas de Vitória, que no qual estava chorando. Surpreendemo-nos, Vitória sempre foi uma pessoa que tão forte e daquelas que não choram por nada. Bia já havia explicado o motivo dela estar chorando. Marina foi até Vitória, sentou-se ao seu lado e sussurrou em se ouvido alguma coisa do tipo "Eu te perdôo", depois elas se abraçaram e começaram a chorar e demos um abraço todas juntas, de irmãs.

Sempre fomos muito bestas com essas coisas, qualquer coisa virava um motivo de lágrimas, seja de alegria ou de tristeza e esse foi o maior motivo de ter tanta confiança em todas elas. As via como irmãs e isso fortalecia bastante nossa amizade.

Fomos até a sala e começamos a assistir a um filme de romance, "Um amor para recordar"

– Sabe um dia eu gostaria que tivesse um menino que gostasse tanto assim de mim, pelo que sou, não pela minha aparência, ou coisa do tipo. — Falei com a boca cheia de pipoca e indo pegar minha coca-cola que estava à cima da mesinha. Sentei-me novamente e Vitória concordou comigo balançando a cabeça, depois colocou mais pipoca em sua boca.

O filme já havia acabado e passava-se das 4 da tarde. Olhei em meu celular e vi três ligações perdidas e duas mensagens não lidas. Todas as ligações e uma das mensagens foram do Bruno. A primeira mensagem dizia.

"Ei vamos pro boliche hoje, chame as meninas, que eu vou chamar o povo, aí quando for umas 07h00min horas a gente vai. Me ligue! Do garoto que você mais ama!"

- Convencido! — Pensei olhando para a mensagem. A outra era uma mensagem dizendo meu saldo. — Nossa que inútil. — Pensei jogando meu celular à cima do sofá e perguntando se as meninas iriam querer ir ao boliche. Todas responderam que sim e mandei uma mensagem para ele confirmando.

Eu fui a primeira a me arrumar. Para a nossa sorte, sempre deixávamos roupas reservas na casa umas das outras, para caso ocorresse da gente ter que sair. Resolvi colocar uma roupa arrumada, mas nem tanto. Era somente para um jogo se boliche então nem preocupei muito. Coloquei meu perfume favorito, que era Someday. Eu sabia que o perfume era do Justin Bieber, mas, não podia negar adorava ele e suas músicas e também o achava lindo. Na verdade eu era uma belieber.

Todas já estavam prontas. Descemos até a garagem e quem foi nos deixar, foi a irmã de Bia. Ela dirigia super bem e também era super engraçada e legal com todas nós.

Chegamos ao boliche. As meninas entraram primeiro e eu fiquei lá fora conversando com Gabriela, a irmã de Bia. Ela foi embora e eu resolvi entrar. A primeira coisa que vi assim que subi as escadas e olhei pela porta de vidro, foi o Pedro sentado na mesma mesa que as meninas e conversando. Eu não sabia de gostava dele e isso fazia com que eu tivesse muita vergonha de falar com ele, ou, sobre ele.

Abaixei-me atrás de uma planta bem alta e mandei uma mensagem para Amanda.

"Vem aqui fora urgente!". — Nina

Afastei um pouca minha cabeça de trás da planta e olhei através de porta de vidro. Cada vez me dava mais vergonha e apreensão de que ele me vesse.

Amanda já estava chagando, quando eu quase caí para trás do susto que tinha levado de um galho da planta que bateu em minhas costas.

– Você nem demorou... — Falei sarcasticamente olhando para ela.

– Por que você está escondida? Enlouqueceu de vez?

– Porque é um lugar legal. — Falei novamente com um tom sarcástico. — É porque o Pedro está lá e eu tenho vergonha de olha na cara dele.

– Me poupe Nina. — Ela falou me levantando.

Entramos juntas no boliche e percebi que quase todas as pessoas da mesa estavam me olhando. Falei com o todos e sentei-me ao lado de Marina e Bruno. O tempo inteiro fiquei sem dizer uma palavra. Cada vez que olhava para o Pedro e percebia que ele retribuía o olhar, me dava mais apreensão de ficar naquele lugar.

Percebi que o Pedro estava se levantando.

- Graças a Deus, ele estar indo embora. — Pensei comigo mesma.

Percebi que ele começou a andar em minha direção. Tentei virar o olhar, mas cada vez ficava mais difícil ficar sem olhá-lo.

Finalmente chegou nossa vez de jogar no boliche. Eu era a primeira e acho que também era a pior daquele jogo. Peguei uma das bolas mais pesadas sem saber. Minha mão foi caindo, quando sentir mãos macias as segurá-las. Levantei meu rosto e vi que estava cara a cara com o Pedro.

- Calma, eu não mordo. — Ele falou mordendo os lábios.

Dessa vez segurou minha mão com mais força e encaixou seus dedos nos meus. Ele me acompanhou, ainda segurando a bola e a jogamos. Não foi o Strike, mais também não tive 0 como pontuação. As rodadas foram seguindo e ele sempre dizia, que queria me "Ajudar".

O boliche já estava fechando e até que foi divertido. Liguei para a minha mãe e ela foi me buscar. Vitória iria dormir em minha casa naquela noite. Sempre combinávamos alguma coisa no sábado à noite.

Passaram-se uns 10 minutos e minha mãe nada de chegar. Sentir ser abraçada por trás e vi que havia sido o Bruno. Quando pensei na possibilidade de ter sido o Pedro, me arrepiei inteira e fiquei com um pouco de medo. Não sabia o que estava acontecendo comigo. Nunca tinha acontecido de eu ficar daquela forma com nenhum menino que eu havia ficado e isso era diferente para mim.

Minha mãe chegou e eu e Vitória entramos no carro. Balancei minha mão em forma de tchau, pela janela para Bruno e segui caminho. Até chegar à minha casa nenhuma palavra foi dita e isso me preocupava já que ela falava mais do que um humano normal suportava.

Cheguei em casa e já estava tarde. Subi o elevador com minhas sapatilhas seguradas na mão e ainda no elevador, prendi meu cabelo de uma forma bagunçada, sem usar pompom. Finalmente o elevador havia chegado ao meu andar. Minha mãe abriu a porta da casa e me puxou para trás.

- Nós precisamos conversar, Nina. — Ela falou super séria e aquilo me deixou com muito medo de ser um motivo bastante sério, como uma doença, ou algo do tipo.

Vitória foi em direção ao meu quarto enquanto eu acompanhei minha mãe para seu quarto.

– Filha, eu falei com as mães das meninas e... Vocês vão ter que fazer um intercâmbio de 1 ano, para deixar o inglês fluente. Eu sei que isso é muito cedo, mas é mui... — A interrompi.

– E qual é a notícia ruim nisso? Mãe é meu sonho. Para onde eu vou? E quais meninas vão comigo? — Falei completamente animada.

– Calma mocinha, isso ainda não está certo. Nem data certa nós ainda temos, pode ser esse ano, daqui a dois anos, ainda não combinamos isso. -Falou sorrindo. — Bom, as meninas que vão com você são todas, sendo que a Mari só vai passar 6 meses.

– Certo. Vou falar para elas agora mesmo.

Fui correndo para o quarto quase gritando de alegria. Abri a porta com tanta rapidez que Vitória levou um susto. Ela ficou o tempo inteiro me perguntando o que havia acontecido e eu só dizia que iria dizer quando estivessem todas juntas. Liguei para Marina e falei que iria ter uma conferência entre todas nós.

Já estava falando com todas e falei do que minha mãe havia dito. Na mesma hora em que disse que ainda não teria um lugar certo, ela gritaram "Inglaterra!". Claro que eu também iria preferir a Inglaterra, até porque algum dia, por algum acaso, eu poderia encontrar os 1D por lá. Nós estávamos surtando e ficamos falando daquela viagem à noite inteira, como se aquilo fosse ocorrer no outro dia.

Comecei a fazer um desenho ainda falando com as meninas. Era mais ou menos um pássaro ganhando a liberdade para o infinito. Meu trabalho de artes, que infelizmente eu havia esquecido de fazer e já era para a segunda feira. Resolvi pintar o pássaro de azul, era uma cor que me acalmava e uma das minhas favoritas. Colori o céu de um preto acinzentado e fiz várias estrelas bem douradas. Vitória deitou-se em minha cama ainda quando eu estava pintando e pegou meu livro. -Que isso que você está fazendo?. Falei indo em direção ao meu guarda-roupa, para vestir meu pijama, no caso minha roupa favorita em todo esse mundo.

Fui em direção à Vitória e puxei o livro de sua mão. Na verdade não era um livro e sim um diário. Eu não conseguia acreditar, que ela daquela idade ainda tinha uma coisa que no qual eu tive com 6 anos.

– Porque você nunca me contou sobre isso? — Falei rindo e entregando o diário à ela.

– Por você iria ficar rindo da minha cara, que nem está fazendo agora.

– Na verdade Vitória, eu tenho uma aqui em casa, que eu nunca usei e acho que vou passar a usá-la. Sei lá, é uma coisa ridícula, mas, ao mesmo tempo é bom para contar o que você sente.

Sentei em minha cama e comecei a mexer no computador. Entrei no site da capricho e lá vinha dizendo "O que esperar para o show de One Direction no Brasil.". Eu já tinha uma idéia do que deveria acontecer, mas, resolvi ver.

Como esperava tudo o que tinha, já sabia. Comecei a pensar no que iria vestir.

- Ei Vivi, por que a gente não faz uma dessas camisas com a foto deles ou coisa do tipo?. — Falei virando o computador em sua direção. Ela fez um sinal de positivo com a cabeça e quase nem me deu ousadia. Acho que estava chateada por eu ter tomado seu diário.

Já era tarde e Vitória já havia dormido. Peguei meu livro de História e comecei a estudar. Na terça-feira eu iria ter prova e com toda certeza, a matéria não estava fácil.

Fui ao banheiro, peguei meus óculos. Era totalmente cega sem eles. Voltei para a cama, liguei a luz do abajur e quando olhei para baixo Vitória estava quase caindo da cama. Comecei a rir, quase tive um treco. Desci da minha cama e fui até a dela tentar empurrá-la de volta para sua cama. Comecei a empurrá-la feito uma louca, usei a maior força do mundo. Depois de ter tentado de todas as formas, finalmente conseguir colocá-la de volta à cama.

- O que essa guria comeu ontem à noite?. — Pensei, caindo sentada ao chão.


Notas finais
Jujubitas de cerejas, sério me desculpem!
Em uma semana eu tive os jogos do colégio e ainda umas provas.
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Já viram a nova música do Justin, turn to you? Completamente perfeita!
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Minhas pipoquinhas, espero que tenham gostado! Não posso dizer que foi meu cap favorito mas, não achei ele um lixo!
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Quero muitos Reviews e se quiserem, também estou aceitando recomendações... Gente é muito chato, eu faço o possível para escrever o mais rápido que posso o cap e quase não recebo Reviews... Estou ficando sem inspiração..
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Beijitos de Doritos! Talvez hoje à noite, eu coloco o cap 6. Só depende de vocês! haha