Notas iniciais
Minha primeira Fanfic que posto aqui, ela já tem alguns capítulos prontos e resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem. P.S: Ela já é postada em outro site, no caso em um Fórum, não pensar que é plagio.

Saint Seiya – Século XIV – Batalhas Sangrentas

#Prólogo

Local desconhecido

Neste mundo frio e desolado, um enorme palácio se ergue para alem do horizonte. Aos que diziam que este lugar era vazio se enganaram, pós nesta edificação colossal, duas pessoas encontravam — se sentadas em confortáveis poltronas situadas no imenso salão onde apenas a luz de seus cosmos se faz fulgir.

O primeiro, um homem de pele extremamente branca, trajando manto negro; com olhos verdes e cabelos pretos; absorto enquanto lê um livro rústico, coberto de poeira.

No outro oposto uma mulher extremamente linda que permanece quieta olhando para suas roupas. Roupas estas que escondem totalmente seu corpo.

– Bom chegou o momento... Vamos libertar Gerda... Quanto mais problema para o santuário melhor – Diz o homem erguendo – se da poltrona e jogando o livro no solo.

– Ah... Por favor, espere mais um pouco – Diz a mulher sem ao menos mexer um dedo.

– Quanto mais tempo para nosso senhor libertar seu cosmo melhor... Então vamos logo! – Responde o homem de forma ríspida voltando – se para um estreito corredor onde um imenso cosmo se fazia, mas nada que abalasse o homem.

– Ah... Então tá... O santuário vai vencer mesmo... O que importa – Diz a mulher, rindo enquanto retira o capuz revelando seus lindos olhos azuis acompanhados de longos cabelos negros que se misturam a penumbra.

A pele branca quase ofusca completamente as trevas graças a seu cosmo magnânimo.

– Estava com saudades da tua beleza... Mas antes o que achas do outro Deus que esta com ela? – Indagou o homem em meio a um sorriso insano.

– Obrigado – Disse em meio aos abalos de seus passos contra o solo — É um fraco igualmente a Gerda mais vamos usa – ló – Andou mais um pouco e segurou o braço do homem o levando para o corredor e parando diante a uma caixa dourada.

– Agora – Disse o homem tocando a caixa junto a sua companheira.

Renasçam! – O mundo vazio experimenta um poder colossal, o palácio desaparece na imensa explosão que ofusca toda a escuridão, as pessoas desconhecidas que liberaram o poder da deusa das almas perdidas já não estão mais lá, desapareceram completamente deixando para trás caos, cinzas e imensos temporais no mundo vazio, um verdadeiro cataclismo.

Primeiro Jubileu

As ruas de Roma lotavam – se de peregrinos vindos de várias partes da Europa convocados pelo Papa, tudo começou quando o primeiro Jubileu cristão foi instituído pelo Papa Bonifácio VII em 1300 com a BulaAntiquorum fide relatio. Esta decisão deu à peregrinação de fieis a Roma levando os mesmos aos túmulos dos Apóstolos Pedro e Paulo.

O início do novo século trouxe a Roma um número excepcional de peregrinos para venerar a mais famosa relíquia romana, a de Verônica que representa o rosto sofredor deJ esus na sua Paixão, guardada em São Pedro.

No entanto em uma das casas existentes em Roma onde os peregrinos passavam um homem olhava a multidão da varanda de sua casa, uma bela casa seguindo o estilo tradicional daquela época, o vento batia forte abalando a vasta barba do sujeito que permanecia quieto, apoiado na mureta, seus olhos azuis pareciam estar parados, mortos, não se mexiam, já os cabelos dourados presos em um laço prateado balançavam no vento gélido.

– Atena desculpa por não lhe ajudar nesta guerra, mas tenho meus motivos – Murmurou e se voltou para dentro da casa onde uma imensa luz fulgia pelas frestas da parede.

Santuário – Agora uma imensa cratera fumegante

Acabou! – Gritou com felicidade o soldado, a voz ecoou na cratera e despertou aqueles que permaneciam desmaiados ate então, há minutos atrás ouve um embate supremo entre Hades e Atena, onde o exercito da filha de Zeus se fez mais forte e prevaleceu sobre o batalhão de espectros.

– Sim acabou! – Apoiada em seu báculo dourado que resplandecia majestosamente na noite, Atena olha com mais clama para a cratera e constata que a maioria dos cavaleiros permanecem, jogando seus cabelos rosas para trás a jovem deusa toca a arma mitológica no solo calcinado.

– A luta contra Minos não foi nada fácil – Diz um rapaz de olhos verdes, cabelos curtos loiros, pele branca concluída com uma musculatura severa, trajado formalmente com a armadura dourada do templo de Touro.

– Todos os espectros já foram presos – Murmurou a jovem Deusa enquanto fitou o rio que cortava o vale, parecia revoltado, triste, suas enormes ondas engoliam os escombros do antigo santuário.

– É o começo de uma nova era cavaleiros! – Gritou a deusa com sua voz melodiosa que alcançou todos os ouvidos dos que por ali estavam.

Realmente uma nova era estava a começar, mas não do jeito que eles esperavam.

Notas finais
Desculpa caso tenha algum errinho.