Saga Das Espadas - As Espadas
3 Guerreiro x Guerreiro: Chamas contra Água!
Notas iniciais
Girei meu corpo jogando minha espada em chamas para trás, e levantando uma de minhas mãos com a manopla, fiz um sorriso maléfico enquanto formava uma esfera em chamas em minha mão. A garota correu em minha direção, tentando me acertar com sua lâmina, me movi rapidamente pro lado e pude ver a manga de sua blusa subir, deixando as safiras expostas, então logo arremessei minha esfera em chamas:
-Bola de Fogo! – Acertei sua blusa a deixando em chamas, o suficiente para deixar a pulseira de safiras dela completamente exposta – Essa pulseira, você ganhou a três anos antes da Guerra Santa? – Perguntei me gabando e pulando para trás.
- Não importa! – Ela extinguiu as chamas com a água que flutuava atrás de si – Agora você vai me pagar! – Ela puxou a segunda lâmina e correu ferozmente em minha direção – Preparado para morrer?
- Nunca! – Corri da mesma maneira na direção dela, ela havia encantado as lâminas dela com água – Hora do ataque! – Nos chocamos, eu segurava minha espada na diagonal, enquanto ela forçava minha espada com as duas lâminas dela formando um “X”. Comecei a empurrá-la através da minha espada – Touro das Chamas! – As chamas da espada aumentaram e minha manopla brilhava como nunca, minha roupa começou a brilhar e a se transformar em uma armadura vermelha, ela percebeu minha transformação e pulou para trás.
- Touro dos Mares! – As águas de intensificaram e afiaram mais as lâminas dela, enquanto a roupa dela se transformava em uma armadura azulada. – Vejamos, também tenho um touro dentro de mim... – Ela correu na minha direção como eu animal selvagem, fiz o mesmo e nos chocamos novamente. Eu era empurrado levemente para trás, ela era mais forte que eu, então decidi que não me conteria. Então movimentei minha espada diagonalmente a fazendo me largar e pulei para o lado dela e depois dei alguns pulos para trás.
-Inferno! –Gritei, desfazendo minha armadura e as chamas da minha espada, aquela era uma das minhas magias mais poderosas. Eu envolvi meu corpo em puras chamas e depois fiz um circulo em volta de nós, formando uma arena. – Preparada para conhecer o “Garoto Ardente”?
- Mares! – Água foi retirada de todos os lugares, até mesmo das fontes da cidade. Ela fez um circulo de água em volta dos meus círculos das chamas, fazendo assim ser uma muralha de chamas, com poços ao redor. Sua armadura desapareceu e suas lâminas voltaram ao normal, ela ficou envolta pela água.
Ela só podia estar blefando, eu invoco o inferno e ela invoca os mares? Queria ver do que ela era capaz desde o começo, por que ela já não havia feito isso?
Corremos um em direção ao outro, largando nossas armas, começamos a empurrar um ao outro e a desferir golpes um ao outro, ela era forte, mas eu também era. Então continuamos assim por mais 3 horas de luta.
Nada a fazia desistir, nem mesmo eu, então eu desisti e a chutei para dentro do poço de água
- Desisto de brincar... – Peguei minha espada enquanto ela saia da água, desfiz minha armadura e gritei o mais alto que pude – BRASUS PYRO INFINITA! – Toda a água havia evaporado naquele instante, meu corpo flutuava no meio das chamas que haviam sido sugadas para próximo do meu corpo. Fundi-me as chamas e me tornei uma esfera de fogo gigante.
- Agora sim a brincadeira vai começar... –Ela colocou a mão no rosto limpando um pouco de sangue que ficara em sua boca e pegou suas lâminas no chão e as embainhou – NEXISUS AQUOS INFINITA! – Ela trouxe água de todos os cantos que ela pode e fez o mesmo que eu, as chamas mais longínquas haviam sido extinguidas, e ela se transformou em uma esfera de água gigante. Chocamos-nos por uma ultima vez, digo, nossas esferas se chocaram, causando uma grande explosão. Então apenas vi o corpo dela caindo no chão, com sua roupa um tanto rasgada nas mangas e meias e queimada na ponta de sua saia. Logo mais quando caí no chão eu já estava inconsciente.
Eu acordei na cama de um hospital, na cama ao lado ela estava lá. Dormindo como um anjo, tentei me movimentar, mas estava machucado de mais e mal conseguia mover algum músculo, o máximo que eu conseguia fazer era levantar um de meus braços e mover meu pescoço. Meu braço esquerdo estava enfaixado, assim como minhas pernas. Acho que a força do impacto foi grande o suficiente para me incapacitar. Mari que estava na cama ao lado deveria estar muito pior, já que ela ficou inconsciente antes de mim e ainda estava dormindo, ou ela havia morrido ou ela havia ficado gravemente ferida, então decidi arrumar tudo isso. Com meu braço direito apertei um botão que tocava uma campainha, então uma enfermeira veio até mim e perguntou:
- O que deseja senhor?
- Preciso sair daqui... – Disse me esforçando – Eu preciso encontrar os outros Gue... – Minha dor era tanta pelo meu esforço que eu gemia – Os outros Guerreiros... Eu preciso uni-los – Ela me deitou.
- Não, você não irá a lugar nenhum, não antes dela dizer a resposta dela. – Como ela sabia que nossa batalha seria para decidir se ela iria comigo ou ficaria aqui?
- Ok... – Me encostei na minha cama, relaxei meus músculos e fechei meus olhos, em alguns minutos eu voltei a dormir.
Fale com o autor