Notas iniciais
Bem pipoquinhas espero que gostem, obrigado por comentar: ❤️Duda ❤️Percabeth4ever ❤️isabella blanco ❤️gabriele ❤️Drééh Tinista Blanco Rodrigues ❤️Eduarda Stoessel Blanco ❤️Cah Castillo Vargas ❤️Maria Clara Blanco ❤️Boa Leitura❤️

Violetta sentiu der rodeada pelos braços de Leon e ser rodada para fora da cama pelo mesmo que tinha um sorriso imprescindível em sua face como um garotinho travesso que acabara de ganhar um chocolate como prêmio de algo, ambos continham os olhos fixos no outro, Violetta sentiu sendo puxada para fora da cama por Leon e o mesmo grudar rapidamente os corpos de ambos, a loira sentia a respiração de Leon acelerada em seu rosto, logo tomando impulso Violetta selou seu lábio com o do mexicano, sem os desgrudar viu o mesmo a empurrar para a cama e ficar por cima dela e os separar colando as testas, voltando a aquele doce beijo, ambos concretizavam uma batalha com as línguas e deram um sorriso bobo um para o outro , Leon deitou Violetta na cama, pegando uma manta entendendo sobre ambos dando a mão a Violetta, as interlaçando e a loira começou a dar beijinhos sobre o rosto de Leon.

–Violetta –Chamou Leon roubando a atenção da mesma.

–O que ?

–Agora é para sempre ? –Perguntou o mexicano em tom de súplica.

–Agora é para sempre ! –Respondeu a loira selando os lábios de ambos.

Violetta sentiu seus sentidos a despertando, com uma preguiça aparente a si, abriu seus olhos encontrando os de um mexicano que parecia a mirar enquanto dormia, o olhar daquele homem era como se perscruta-se Violetta de tal forma que tornou-se evidente mas algo realmente a incomodava e não era a mirada de Leon.

–O que foi pequena ?

–A dias atrás eu te classificava como um pedante, um pérfido e agora...estou aqui, é como se uma nódoa tivesse sido retirada do meu campo de visão, compreende ?

–Sinceramente ? –Indagou o moreno vendo uma sinal negativo vindo da parte da mulher a sua frente –Não...-Respondeu o mexicano em um tom divertido.

Violetta sentia-se como se fosse suscitada pela primeira vez indo a caminho de Leon, tomando os lábios do mesmo de forma rude e agressiva mordendo o lábio inferior do mexicano agressivamente, depois daquele ato, Violetta percebeu o lado pachorrento de Leon aparecer fazendo uma permuta com Violetta a prendendo contra a parede.

–Mal acordou senhorita ! –Os olhos de Leon estavam direcionados profundamente aos de Violetta como se conseguisse enxergar além deles, uma linha do horizonte que claramente não existia entre ambos, os lábios de Violetta voltaram a sentir os de Leon assim tendo seus sentidos amolecerem a uma pequena “agressividade” que ambos começaram a compartilhar naquele momento, Violetta sentiu Leon depositar pequenas mordidas em seu lábio inferior e voltar a olhar nos olhos daquela mulher.

–Leon, terei de viajar.

–O que ?

–Buenos Aires, Leon meu irmão foi preso, tenho que ir lá...

–Mas eu vou junto –Afirmou Leon em um tom sério, que poderia afirmar ter uma certa fúria na voz.

–Não, você vai ficar aqui em Barcelona, estamos entendidos ? –Indagou Violetta em um tom ríspido de afirmação, vendo Leon levar sua mão a testa e fazer um sinal e exclamar:

–Sim senhora capitã !

–Bom menino ! –Exclamou a loira indo em direção a porta, mas sendo segura pelo mexicano de olhos verdes que a encarava com decepção.

–Promete que volta ?

–Sim...

–Não quer que eu fique com a Manuela ?

–A Angie está muito sozinha, agora que o papai...tchau Leon -Violetta sentiu seus lábios mais uma vez serem tomados pelo atraente mexicano no seu campo de visão do sul.

Violetta entrou no elevador naquele prédio mirando sua imagem no espelho realmente não era a mesma Violetta de 2 anos atrás, seus olhos eram mais claros, seus cabelos eram loiros, perfeitamente ondulados com cachos leves, mais compridos, virando para não ver sua imagem no espelho, Violetta viu o elevador apitar e as portas se abrirem assim dando um longo suspiro saiu daquele lugar “apertado” dirigindo-se a fora daquele prédio, Violetta pegou seu celular e pose a discar, com as mãos tremulas levou seu celular a orelha enquanto anunciava ao taxista onde seria seu destino, Violetta não sabia se era bom o perfeito que a pessoa não atenderá, ou melhor que Natália não atendera, pondo-se a ligar para Francesca.

–Fran ?

–Oi Vilu...

–Está chorando Francesca ?

–Violetta, já tentei de tudo não liberam o Marco...

–Estou indo pra ir, estou a caminho do aeroporto, calma Francesca, não vai fazer nenhuma loucura.

Encostando seu corpo ao banco, deu um longo suspiro virando sua cabeça para o lado, cerrando sua pálpebras, com a súbita esperança daquilo ser um mero sonho que lhe atormentava seu interior, aquilo transparecia por completo em seu exterior.

Ouvindo o taxista cobrar seu dinheiro Violetta, pegou sua bolça se dirigindo a porta a fora, entrando naquele lugar onde algumas pessoas circulavam, enquanto outras apenas sentavam e aguardavam algo que parecia nunca chegar, Violetta ditava seus dados a uma atendente enquanto comprava uma passagem no voo que estava praticamente vazio, dirigindo-se ao portal principal sentou em sua poltrona esperando o avião decolar, Violetta jogou-a para trás cerrando novamente suas pálpebras apenas sentindo algumas lágrimas rolarem, Natália vinha a sua mente, aquele desgraçada não podia fazer isso com ela, parecia que havia se esquecido de tudo, como se não fosse o suficiente para ser recordado, Violetta esquecia sua vida, sua profissão, Leon, tudo para lembrar-se dos atos que Natália pretendia realizar contra si.

Violetta estava tocando a campainha de sua casa em Buenos Aires, apenas vendo ela se abrir e uma mulher de 20 anos a abrir e esboçar um suava sorriso condescende nos lábios mas que não passava de uma falseta, para encobrir a tristeza, partindo para dar um abraço a sua amiga, Francesca.

–Fran...-Violetta viu a italiana desabar em lágrimas, Violetta apertou o abraço desabando-se também como uma criança perdida a caminho de casa, sem rumo, sem parada, um paralelo inacabável a sua frente. –Estou grávida...-Violetta viu Francesca separar-se do abraço e a fitar no fundo dos olhos como se os perguntasse do que a pessoa que estava fazendo aquela afirmação estava falando.

–Dele ? –Violetta viu a pergunta de Francesca causar a mesma, olhos arregalados, por dentro Violetta queria rir, mas não faria aquela desfeita com sua amiga que encontrava-se paralisada com a afirmação que acabara de ouvir, Francesca olhava Violetta e nesse olhar existia uma dúvida: esganar ou parabenizar Violetta.

–Francesca sem cerimonias eu e “ele” estamos noivos, vamos logo a delegacia –Exclamou a loira puxando a italiana pelo braço a despertando. Violetta ao chegar na garagem daquela casa arregalou seus olhos –Meu carrinho ! –Os olhos de Violetta brilhavam ao velo aquele carro branco para 5 lugares, um dos mais modernos do mercado, a mesma foi capaz de dar pulinhos de alegria.

Acelerando seu amado carro Violetta via ainda Francesca com sequelas do susto que acabara de levar, naquele dia o congestionamento em Buenos Aires era impressionante parecia ser, era inacabado ele nunca andava aquilo era um verdadeiro retrocesso, Violetta já sentia uma dor de cabeça ardente, vendo que seu celular apitava.

–Francesca pega para mim ? –Ela ouviu sua amiga bufar e direcionar-se a bolça da Violetta, dando a mesma um sinal negativo com a cabeça –O que foi ? –Violetta mirou quem lhe chamava no celular e um sorriso bobo se formou em seu rosto e sussurrou para Francesca –Leon...

–Meu amor ?

–Leon...

–Você esta bem ?

–Sim, mas porque ?

–Estava com saudades de você...

–Que lindo...

–Eu te amo pequena...

–Eu também te amo Leon...

–O que ele queria ?

–Saber se eu estava bem, que está com saudades e falou que me ama –As recordações de Violetta saíram como suspiro de uma boba apaixonada...

Finalmente Violetta cruzou a rua da delegacia em que Marco ainda se encontrava, as duas saíram rapidamente do carro apenas pegando a bolça e conferindo se fecharam a porta, correndo para dentro naquele lugar que não pode ser definido como exuberante.

Aqueles homem ou melhor aqueles policiais encaravam todos como se fossem meros ninguéns, Violetta e Francesca buscavam pela recepcionista mais alegre que encontrassem, dito e feito a da última “cabine” continha um sorriso maior que o rosto.

–O que as senhoritas desejam ?

–Meu irmão Marco ele...

–Marco Castilho ?

–Sim...

–Desculpe terão de esperar o julgamento em 2 meses...

Violetta e Francesca se entreolharam e suspiraram derrotadas e se retiraram, ambas voltaram para o carro com um olhar perdido.

–Vilu me desculpe você veio a Buenos Aires por nada...

–Tudo bem, de qualquer jeito estou indo em bora Fran, vou passar no aeroporto, fico lá, você dirige o carro embora pra casa –O silencio reinou entre ambas a decepção era muita, as duas só queriam que Marco voltasse pra casa foi negativa.

Violetta já desembarcando em Barcelona foi direto para a casa de seu “pai” lá como de costume não tinha ninguém, Violetta tomou banho e foi direto pra casa de Leon, só teve uma surpresa ao chegar no prédio, como não havia ninguém na portaria foi direto ao elevador ao chegar no 12° andar desceu e encontrou a porta de Leon aberta, entrou e teve uma surpresa:

–Maria ?

Notas finais
Pipoquinhas me digam o que estão achando da fic ! Pipoquinhas fantasmas deem sinal de vida ! Comentem ! Recomendem ! Favoritem ! Acompanhem !