Sad Beautiful Tragic.
1 Capítulo Único.
Notas iniciais
Pessoas lindas - eu, Andy -posto a história aqui...
E um pouco tensa por sinal, enquanto falo, olhe só isso...
XD Espero que gostem, sinceramente, essa história tá mofarndo no PC da Elizabeth por isso..
Comentem!
Tempo atual.
“Sensação era sufocante”.
Sangue.
Escorreu por sua lâmina, enquanto uma risada saia assim que corpo caiu com um baque surdo, aquilo era prazeroso. Era tudo o que ele via – um monstro, como alguns chamaria aquela criatura sedenta de sede de poder, ódio e rancor – não havia mais esperanças...
Ele caiu, sentindo sua cabeça doer...
Um rugido saiu dos seus lábios – enquanto a marca ardeu como o inferno, ele apenas semicerrou os olhos, enquanto trincou os dentes – grunhiu ao ver os gritos de horror e dor que acometiam a maldita cidade.
-Rei Demônio!
Ele sentiu sua cabeça doer mais ainda – enquanto deixou o ódio, rancor e discórdia tomarem o seu corpo, atravessou o corpo do individuo de uma só vez – sua mente latejava, enquanto tentava controlar o monstro que habitava o seu corpo. Ele parou a cinco cm dele, enquanto o sangue jorrou para todos os lados, pequeno cortes se formaram em seu corpo...
Sua lâmina se banhava daquele delicioso sangue que escorria pelo metal escuro com escritos antigos – apenas riu-se disso, enquanto passou os dedos lentamente sobre ela, levou a boca, sentindo aquele gosto de ferrugem – avançou, enquanto todos os lados havia...
Gritos, sangue e mortes.
Aquilo lhe dava prazer, juntamente com a criatura que gargalhava, seu lado mais sombrio o dominava agora. Mas sua cabeça latejou assim que viu sua próxima vitima – ele apenas arregalou os olhos, enquanto um urro saiu dos seus lábios, era um rosnado demoníaco – enquanto paralisou, ela estava tremendo de medo...
Mas por que ele estava paralisado?
Seus músculos doíam – enquanto as lembranças passavam por sua mente – ele agarrou os cabelos, enquanto suas lembranças travavam miseravelmente uma batalha contra a sua sanidade.
Ele apenas sentiu novamente aquela sensação abrasadora – a dor voltou mil vezes pior, enquanto um grunhido saiu dos seus lábios – ele fechou finalmente os olhos carmesins.
-Sebastian!
Foi a ultima coisa que ouviu antes de mergulhar profundamente em seus sonhos.
x
Cinco anos antes.
“Um pesadelo, apenas isso”.
Tudo tem um começo...
Até a mais linda tragédia.
Ele apenas olhou em choque, seus olhos desfocados enquanto os gritos de desespero e insultos saiam, ele debateu-se até a sua força esvair, seu sangue jorrando e os olhos fixos em si, mas o terror estampado neles – enquanto a espada atravessava o corpo pequeno, ela ofegou, seus olhos azuis fixos em si, enquanto uma risada saia dos lábios do assassino, seu ódio cresceu, ele não podia protege-la – viu então o culpado de tudo...
Ele olhava, sem fazer nada.
-Odete!
A voz soava alto, desesperada, aquilo fez seu corpo doer mais que o inferno. Ele despertou aos prantos, enquanto sentiu sua perna latejar com a dor que consumia no momento, mas ignorou tentando esquecer aquela cena de horror que presenciará mais cedo, como ele pode? – enquanto sua respiração estava acelerada, ele respirou com dificuldade, sua lembrança ainda estava fresca– sentiu sua cabeça doer, enquanto lágrimas vinham por sua face.
-Por que ela, pai? Por que logo a sua irmã?
Sua voz soou um sussurro baixo, mas perdido em sua própria mente – enquanto levantou-se, arrastando-se pela cela onde deveria está outro, mas não estava e ele não sabia se estava vivo ou morto.
-Não irá tocar em nenhum dos meus filhos, já basta a Odete!
Era voz dela, ele apenas correu – viu o corpo tombar para o lado, enquanto a espada negra atravessava sem dó e nem piedade, seus olhos se banharam, enquanto a fúria tomou seu corpo.
Um grito de puro ódio saiu dos seus lábios, enquanto apenas sua cabeça latejou...
Sua mente se desligou, enquanto seu corpo foi consumido pelo ódio.
x
Frio.
Lâmina atravessou o corpo dele.
Ódio, rancor e raiva daquele homem, era o que ele sentia, um choque de emoções passava por seu corpo, prazer...
Culpa dele, tudo era culpa dele, enquanto sentiu o sangue manchar mais a sua roupa esfarrapada. Sangue coagulou, manchando assim a roupa branca que ele usava juntamente com a expressão de puro terror que dominava a sua expressão.
Prazer inundou o seu corpo.
Seu grito de horror saiu abafado, enquanto um sorriso distorceu a face da jovem criança. O prazer estava eminente em seu rosto, enquanto um sorriso distorcia as suas feições infantis – era cruel, quase como senão fosse mais humano e sim um demônio que fora criado para aquele proposito – ele retirou, enquanto a pessoa andou para trás...
-Por... – a frase saiu abafada pelo jorro de sangue que sairá da boca, os joelhos do mais velho cederam com a tosse violenta que tomava o seu corpo, ele viu o sangue escorrer e escorrer pelo chão, uma risada dos seus lábios, divertido com tal cena patética – Por que... Sebastian?
Enquanto com um baque surdo caiu de lado – o sangue jorrava, enquanto o menino de sete anos apenas deu um sorriso meio trocista, seus olhos cor de rubi apenas brilhavam perversamente com aquela cena que lhe dava – sua expressão beirava a satisfação por aquilo.
Ele queria sentir.
Ele queria sentir agora sua alma desvanecer-se por entre seus dedos.
Sofrendo. Agonizando. Implorando.
O homem ofegou ao sentir a lâmina negra como breu se fincada em sua perna.
-Por que dentre todas as pessoas que eu acreditava que me amava o senhor me fez isso... – mostrou assim à marca negra que havia sua mão direita, os olhos estavam dilatados – Matou a minha mamãe sem dó e nem piedade, quase matou o meu irmão mais velho que fugiu do inferno que era aqui, matou a si mesmo... Pai.
Sebastian apenas viu o brilho de horror que tingiu os orbes tão rubros quanto as suas – as feições do mais velho vacilaram com isso, ele se contorceu de dor – o menino apenas retirou a espada sem cuidado algum, era média para o seu tamanho, o urro de dor soou enquanto um sorriso distorceu novamente sua expressão.
-Sebastian, eu sinto... – a voz soou rouca.
Mas foi cortada violentamente – espada tremia na mão do menino, Sebastian apenas gargalhou – enquanto as primeiras gotas d’água caíram sobre sua pele pálida, causando arrepios.
-Fique quieto, velhote! – rosnou furioso, seus olhos rubros fixos na figura ensanguentada, apenas senti a sua raiva crescer novamente– Não pediu perdão quando me viu suplicar por ajudar, não quis ajudar quando eles mataram sua irmã, minha tia morreu aqui nesse inferno de lugar, por sua culpa, ainda ouço os gritos dela... Os gritos de desespero que o senhor ignorou.
-Sebastian... O que houver? – o sangue escorreu por sua boca.
-Não se lembra de não, deu a minha alma ao demônio...
Sua voz soou fria como o gelo, uma risada saiu dos seus lábios ao ver o desespero e dor nos olhos daquele ser que fora parte de sua transformação naquilo que era partir de agora – sem emoções, enquanto apenas fincou mais a espada no corpo do pai que ofegou com isso – Sebastian apenas sorriu, enquanto puxou os cabelos tão negros quanto o seu e a espada foi cravada no peito dele.
-Adeus, papai, ou melhor, Fênix Demoníaca...
Sua voz soou fria, enquanto o corpo caiu desfalecido no chão, o jorro de sangue apenas misturou-se a chuva – um sorriso novamente alegrou sua face sinistra, um sorriso que era um misto de emoções puras e ingênuas, mas ao mesmo tempo ruins, sua cabeça latejou e a marca ardeu como o inferno, mas era uma dor boa – Sebastian apenas olhou a chuva que caia, lavando o rosto cheio de sangue...
Finalmente livre.
Sua cabeça latejou, uma dor excruciante dominou seu corpo que estava sendo queimado em sua mente, era só uma ilusão – enquanto uma imagem veio em sua mente, ofegou – enquanto socou o chão, ainda se culparia por tudo, um urro de dor saiu dos seus lábios, enquanto os olhos dela vinham novamente em seu rosto...
Ele viu os dois vultos, um deles pequeno, mas ele sentiu seu corpo contrai-se numa bolha, mas viu a risada infantil de um deles, apenas trincou os dentes com isso, mas gritou...
Ele apagou.
x
Tempo atual.
“Não havia esperanças”.
Sua cabeça doía.
Enquanto sentiu algo fofo perto de si – Sebastian apenas moveu-se, mas sentiu algo o impedido, olhou ao redor confuso ao quarto branco – sua perna estava enfaixada, sua cabeça latejou.
-Como se sente Sebby? – a voz dela soou animada.
Ele a fitou – seus olhos castanho-rubros agora, enquanto a pequena olhava animadamente para ele, ao seu lado, o seu salvador, Yuri apenas moveu as sobrancelhas para ele, o rapaz tinham quase a mesma idade, mas o moreno seria sempre mais novo.
-Onde estou?
Sua voz soou fria como o gelo.
-Na Grimoire Heart, Raisu e eu viemos te ver antes da missão... – respondeu o rapaz.
Franziu os lábios, enquanto sentiu suas costas doer.
-Quais os danos? – pergunta diretamente à pequena.
Ela sorriu – um sorriso trocista e sério ao mesmo tempo – enquanto tamborilou com o dedo sobre o estrade da cama.
-Você se esforçou demais, você teve duas costelas quebradas, seu braço foi deslocado do lugar... – murmurou a menina com um sorriso, suave e infantil, Sebastian apenas observou as feições desenhadas e belas dela que se distorciam com uma careta que ela fez, possivelmente lendo pensamentos alheios – Sangramento interno, além de um corte fundo na perna esquerda, nada demais. Nee, não devia ter feito tanto esforço... Sebby.
Sebastian apenas ignorou o resmungar dela – sua cabeça latejou – moveu as sobrancelhas, mas ignorou isso, enquanto lembrou-se de sua ultima missão.
-Matei a vitima? – pergunta num tom monótono.
Yuri arqueou as sobrancelhas, confuso com a pergunta dele, mas Sebastian manteve os orbes carmesins longe dele, estava tenso com a provável resposta dele, mas ele já sabia qual era resposta, a garota apenas suspirou com isso desviando os castanho-rubro deles e fitando com interesse a parede em questão – enquanto deu um meio suspiro, praticamente olhou sério – e sentiu os olhares acusadores em si.
-Não, você não o fez... Foi Zancrow, parece que paralisou no lugar...
-Entendo... – murmurou sem emoção – Acho que foi aquele veneno.
Yuri apenas concordou silenciosamente.
Sebastian apenas franziu o cenho – enquanto recostou-se na cama, ouviram-se as palavras reconfortantes dela, enquanto a mesma saia, Yuri a seguir – enquanto o outro apenas fechou lentamente os olhos, lembrando-se daquele dia.
Em que finalmente havia se tornando o Rei Demônio.
“Escuridão tomou o meu coração”.
Aquele pensamento fazia sentido agora, ele era apenas...
Um monstro.
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