Réri Poti e os Jogos da Zoeira
2 A "colheita"
Notas iniciais
The zoeira never ends.
Ainda tinha uma pá de gente chorando quando todos entraram na aeronave, J.K. entre essas pessoas.
Esperando-os na porta estava a infeliz responsável por todo o furdúncio. Ela era baixinha, tinha cabelos meio ruins num tom cor de burro quando foge, usava um óculos preto que tinha uns dois graus a menos do que ela precisava e tinha no rosto um sorriso que ela julgava ser muito malvadão, mas só a fazia parecer um daqueles memes escrotinhos. Na verdade, ela toda era meio escrotinha. –Bem vindos! E que a sorte- Ela disse, antes de ser interrompida por Suzanne. –Se você disser 'Que a sorte esteja sempre ao seu favor' eu arrebento a sua fuça, filha de uma égua! –Noffa, que estressada. Enfim, entra aí, cambada. Vai demorar, então é melhor vocês estarem confortáveis durante a viagem. Esse negócio é grande para caralho, então a gente vai colocar os filmes de Jogos Vorazes e Harry Potter para passar em duas salinhas. Quem quiser ler os livros é só pedir, tá Hermione?- Disse a autora, olhando para a menina que já estava com o braço levantado.Então todo mundo se dividiu nos diversos espaços da aeronave. Dumbledore, Minerva, Hermione, Snape e Voldemort pediram os livros para ler. Do lado de THG, todos os personagens apresentaram interesse em conhecer a saga do bruxo, mas quando eles viram que eram quatro livros e três tijolos, eles desistiram e foram ver os filmes. Por mais que todos aparentassem estar razoavelmente de boas, o nervosismo era visível. Lupin e Tonks pensavam em como deixariam Teddy desamparado se fossem assassinados sem nenhum motivo aparente a não ser fazer todo mundo no cinema chorar para cacete. Harry, Rony e Hermione se entreolharam, sabendo que tudo o que fizeram até ali tinha sido em vão. Voldemort lia na esperança de bolar um plano que o fizesse sobreviver, já que suas Horcruxes não serviriam para porra nenhuma. Draco se perguntava se poderia peidar e colocar a culpa em Goyle sem deixar suspeitas. Enquanto isso, na sala onde os filmes de Harry Potter passavam, os personagens que tinham acompanhado tia Suzzie na viagem à Hogwarts estavam todos grudados na tela, até o Haymitch, que geralmente estava bêbado demais para prestar atenção em qualquer coisa que não fosse bebida ou peitos. –Mamãe! Mamãe! Mamãe! Mamãe! Eu quero ir para Hogwarts de verdade! Eu quero ser um bruxo!- Gritavam Peeta e Prim, que a autora tirou do cu para colocar na cena, e foda-se a continuidade. –Mas meus queridos, o Distrito 12 precisa de vocês.- Ponderou Suzanne. –E além do mais, somente bruxos da Grã Bretanha podem receber sua carta de Hogwarts, e infelizmente vocês não são nem bruxos, nem da Grã Bretanha.- Disse JK. Os Panemenses protestaram com tristeza, Prim e Peeta começaram a chorar. Suzanne olhou para JK como uma mãe olharia para quem acabou de roubar doce de seu filhinho. –Maaaaas, vocês podem fazer esse teste online roubado do Pottermore para saber em qual casa vocês estão! Não é maravilhoso?- Disse Jo, tentando apaziguar as coisas. Eles resmungaram um pouco, mas como Katniss finalmente levantou-se e foi olhar as perguntas, os outros julgaram o teste válido e se puseram a fazê-lo, até que Katniss novamente se levantasse, dessa vez para jogar o computador no chão com toda a sua delicadeza de avestruz e gritar: –MAS QUE PORRA! POR QUE SONSERINA? EU SOU A PRINCIPAL, EU SOU A MERDA DO TORDO, EU SOU BOAZINHA, TENHO QUE IR PARA A GRIFINÓRIA, CARALHO! –Eu estou na Sonserina também!- Disse Snow, que tinha esquecido de tomar o seu semancol. –CALA A BOCA, SNOW! –Miga, reclama não que eu estou na Lufa Lufa.- Disse Peeta, deprimido. –Lufanos são ótimos em encontrar coisas!- Disse JK. Nesse momento a autora entrou na sala, parecendo preocupada. –Está tudo bem? Eu juro que ouvi a Katniss armando barraco. –E estava mesmo. Ela foi para a Sonserina, mas queria Grifinória.- Disse Peeta, ainda deprimido.- Sabe o que a JK me disse? Que Lufanos como eu são ótimos em encontrar coisas. –Que legal! E você já encontrou alguma coisa?- Perguntou a autora com uma falsa animação. –Encontrei o meu dedo do meio para você que está escrevendo essa fic podre. –E eu pensando que ele era um fofo. –É culpa sua, autora. A sua influência é negativa em todos nós. Você tira o nosso melhor, nos lixifica!- Disse Snow, ligeiramente exaltado. –CALA BOCA, SNOW! –Tudo vocês mandam eu calar a boca. Por quê? Eu sei que sou o vilão, mas vocês não precisam me tratar como lixo por causa disso. –É que o Voldemort e os Comensais são legais e a Coin não está aqui, então precisamos de alguém para descontar a raiva. De repente, uma voz surgiu das caixas de som. –Senhoras e senhores, em poucos minutos estaremos pousando no Distrito 12. Apertem os cintos e desliguem todos os aparelhos eletrônicos. Obrigado. A autora já estava sentando-se quando Jo e Suzzie abordaram-na. –Por que diabos nossos personagens principais estão dando piti o tempo inteiro se nós aceitamos o seu acordo?- Perguntou Suzzie. –Porque os dois são um pouco pitizentos, mas podem ficar tranquilas, a função da Katniss nessa fic já está acabando e o Harry vai melhorar assim que formos para a Capital, o que é jájá. –O Harry não é pitizento.- Murmurou Jo, porém foi ignorada. Eles pousaram em uma área descampada do Distrito 12, mas ninguém teve tempo sequer de olhar a sua volta, pois a autora estava apressada para a colheita e não queria ficar descrevendo coisas que todo mundo já conhece e que não são relevantes para a história. Chegando à praça, todos se amontoaram em frente ao palco montado, onde Effie subiu, seus cabelos em um lindo tom rosa papel crepom.
–Bem vindos! E que a sorte esteja sempre ao seu favor! Como vocês todos já sabem as regras, vamos logo à colheita!- Disse ela no seu sotaque irritante de sempre. –ESPERA!- Disse um moleque, que subiu correndo no palco com um papel na mão.- A autora mandou entregar isso aqui.- E estendeu um papel. Effie pereceu olhá-lo com estranhamento. –Tem 48 nomes aqui. É para ler?- Perguntou ela. –Não imbecil, é para limpar a bunda!- Gritou Haymitch, chapado de novo. –Grosso.- Gritou Effie de volta. –Grosso é o meu pau! –Disso eu posso duvidar! Todos se entreolharam, não sabendo se riam ou se choravam. Nisso a autora subiu no palco, arrancou o papel das mãos de Effie e a empurrou para o lado, tomando o microfone para si. –Os tributos são...- E ela leu todos os nomes dos personagens que estão no resumo da fic, se quiser saber é só olhar lá no alto.- Aqueles que tiveram os seus nomes chamados, sigam-me. Então dois pacificadores abriram as portas do Edifício de Justiça e eles entraram, como vacas seguindo para o abatedouro.
Notas finais
A autora ama lufanos. #diganãoadiscriminação
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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