Rumor has It...
4 Capítulo 4. Rumores
Notas iniciais
Pensei que o cap n tava pronto e ele ja tava, ai fui escrever ele e vi que ja tinha escrito .-.
ARGH mt burrice -- Enfim, me desculpem e eu n vou tentar mais atrasar, ate pq postar uma vez por semana ja e ruim ;/
Boa leitura >
Capítulo 4 — Rumores.
"Palavras o vento leva, eleva e traz, e aí se estabelecem os mal entendidos.. os rumores."
— Temos realmente uma Caroline aqui — disse o barman novamente — Uma moça alta, morena e de cabelos ruivos, estou certo?
Klaus e Stefan se entreolharam.
— Não, ela é loira, alta e de olhos azuis — insistia o loiro, sabia que havia algo bastante errado nisso.
— Ah sim, bem... loiras aqui só temos a Rosalie e a Elisabeth — disse o homem desviando o olhar para baixo onde estavam Caroline e Rebekah.
Era o fim, pensou Caroline, o Barman abriria a boca e Klaus descobriria o trabalho dela da pior maneira possivel, não era assim que pretendia contar a ele sobre o que trabalhava. Desviou seu olhar para Rebekah que finalmente se mostrava preocupada, parece que ela tomara noção da gravidade da situação.
— Caroline? — sussurrou Rebekah chamando a atenção da amiga.
— Rebekah vamos sair por ali — a loira apontou para o final do bar onde tinha a porta para a saida.
As loiras rapidamente foram engatinhando ate o local indicado por Caroline. Levantaram-se devagar pegando os casacos na entrada e saindo mais do que depressa dali deixando Klaus e Stefan para trás.
— Ufa! — suspirou Caroline vestindo o sobretudo preto cobrindo a roupa vulgar que usava — Pensei que eles fossem descobrir.
— Você se preocupa demais — resmungou Rebekah revirando os olhos.
— Vamos logo para a estação — disse Carol andando pela calçada com a amiga.
A rua estava realmente deserta, talvez ja tivessem andado quase 2 quilômetros pois os saltos estavam doendo nos pés de ambas as loiras que resmungavam a toda hora.
— Quantas horas faz que estamos andando?
— Carol acho que mais de meia-hora — Rebekah revirou os olhos de novo.
As loiras andavam juntas de mãos dadas, sorriram quando finalmente avistaram a estação, o sorriso se desfez por saber que ficariam ali mais meia-hora.
Ouviu-se o barulho de buzinas, as loiras desviaram o olhar para BMW ao lado.
— Carol? Bekah? — perguntou Stefan descendo o vidro da janela encarando as loiras curioso — O que fazem aqui?
Caroline engoliu em seco.
— Ahn... ora o que fazemos aqui, Stef — revirou os olhos e deu uma breve risada — Saimos um pouco tarde da lanchonete.
— Lanchonete? — Bekah olhou Caroline confusa ganhando um olhar fuzilante da amiga.
Klaus estacionou o carro, aquilo era estranho, tinha algo muito estranho. Saiu do carro e viu Caroline e Rebekah tensas, estavam vestidas com sobretudos deixando apenas as pernas um pouco amostra, talvez o loiro tivesse se perdido tempo demais apressiando as belas pernas de Caroline sob a meia preta.
— Posso deixá-las em casa — disse fitando o corpo da mulher que desejava para si.
— Não Niklaus, prefiro a morte ao entrar no carro de um assassino — Rebekah sorriu sarcasticamente agarrando-se ao braço de Caroline enquanto arrastava a amiga em direção a estação de trem.
— Rebekah! Caroline! — chamou Stefan, as loiras viraram para trás no mesmo tempo.
— Ahn? — disseram em oni-son logo rindo delas mesmas.
— Vamos, esta tarde — pediu.
Klaus revirou os olhos e entrou na BMW, precisava compreender o porquê daquele nervosismo quando estava ao lado de Caroline. Deu a partida chamando a atenção das loiras e em minutos a Forbes estava arrastando a Mikaleson ate o carro, sentaram no banco traseiro, o loiro não tirava os olhos do retrovisor do carro, eles refletiam diretamente Carol.
— Não sabia que saiam tão tarde — falou Stefan fechando a porta do carro — Ganham hora extra por isso?
— Bem, todos ganham não estou certa? — Caroline sorriu bocejando em seguida.
Depois de quase duas horas de carro, sim, Klaus estava andando a 40km/h numa pista de 80km/h, motivo? Duas loiras dormiam no banco traseiro do carro, parecia pecado acorda-las do sono tão profundo que pareciam ter.
— Você acreditou nessa de lanchonete? — perguntou Klaus ao amigo Stefan que estava quase dormindo pensando em sua amada Elena.
— Ahn? Hm, bem... ate que foi meio estranho, você não acha?
— Vou voltar mais vezes naquela boate, talvez se eu falasse diretamente com o dono ele me responderia o que desejo saber — deu uma breve acelerada passando a andar a 60km/h, em minutos chegava ao apartamento de Caroline e Rebekah.
O prédio não era um dos melhores, pode repara observando-o de fora, mas parecia ser bem aconchegante, mesmo sendo localizado na classe media da cidade de Mystic Falls. Desviou seu olhar do prédio, que fora indicado por Stefan, para as loiras que ainda dormiam, seus olhos se perderam enquanto se admirava a apreciar a pele convidativa de Caroline, os lábios delicados, os cabelos sedosos e de um aroma adorável.
— Chegamos — disse Stefan olhando para as loiras — Caroline, Rebekah, acordem.
Caroline abriu pausadamente os olhos azuis piscando-os em seguida, nem se dera conta que havia dormido o percusso todo. Podia ver Klaus a olhar pelo retrovisor, seus olhos se encontraram e ele desviou o olhar do dela, estava desconfiado, ela podia perceber isso.
— Obrigada pela carona — a loira abriu a porta do carro e logo saiu, nem lembrara de chamar sua melhor amiga, estava ocupada demais adimirando como a postura de Klaus era elegante e superior, ele parecia o tipo de homem que ela nunca alcançaria, que ela nunca estaria a altura dele e isso era excitante, era um desafio.
— Obrigada por me acordar! — Caroline foi desperta de seus pensamentos escutando a voz irritada de Rebekah e em seguida a porta da BMW de Klaus ser brutalmente fechada.
Pode ver o loiro fuzilar sua amiga com os olhos.
— Nos vemos amanhã na faculdade, meninas — disse Stefan sorrindo.
— Ate Klaus — uma voz tímida de Caroline chamou a atenção do loiro.
— Ate — disse somente e arrancou com o carro dali.
Subiram para seu apartamento, Caroline se encarava no espelho do elevador, o que ela achava? Que Klaus acreditaria em elas serem garçonetes? Bufou irritada logo saindo com Rebekah do elevador indo para o apartamento, precisava encontrar um modo de Klaus não desconfiar mais dela, talvez... sorrio com sua ideia, sim, poderia dar certo.
[...]
Na faculdade Elena chegara cedo acompanhada de sua melhor amiga, Vicki. Sempre era Caroline que cuidava dos preparativos para a festa dos calouros, mas lá estava Elena substituindo Caroline e Rebekah correndo de um lado para o outro tentando resolver alguns dos muito problemas. Ah, mataria Caroline quando ela chegasse na faculdade.
— Terra chamando Elena — disse Vicki despertando a morena de seus devaneiros.
— Ah desculpa, Vicki é que eu to preocupada, a festa dos calouros é sexta-feira agora e amanhã a minha irmã gêmea chega de viagem — Elena torceu o rosto.
— A Katherine? Afz Elena como você pode ter uma irmã igual ela?
— Não sei, mas deixa para lá...
A morena andava pelos corredores da faculdade, colava cartazes avisando da festa nos murais quando seu coração desparou, talvez, só talvez não vira um homem tão lindo como aquele, se comparava somente a Stefan. Se aproximou timidamente enquanto ele parecia falar com alguém no telefone, ela só queria ver melhor quem era aquele homem tão belo, corpo másculo, cabelos negros como a noite e olhos, ah, se perderia no azul daqueles olhos. Ele dava poucos passos enquanto falava ao telefone, cada movimento captado pelos olhos da morena, quem seria aquele ser tão belo? Nunca o virá antes na faculdade.
— Sabe Elena... o Stefan existe — sussurrou Vicki rindo em seguida.
— Pare Vicki eu só estava curiosa — repreendeu a morena logo dando as costas aquela visão — Afinal eu amo Stefan e ele é tão lindo quanto aquele homem.
— Lindo o Stefan é, isso nós não podemos negar — ambas riram.
— Com licença — as amigas olharam imediatamente para trás onde aquela voz rouca e sedutora se fez presente. Elena quase desmaiou ao sentir aquele homem tão próximo de si, os olhos azuis a fitavam e ela sentiu as pernas tremerem com a aproximação.
— Sim? — foi Vicki quem falou pois Elena ainda gesticulava algo para falar.
— Sou o professor Damon Salvatore, poderiam me informar em que bloco encontro a sala 378S? — perguntou o moreno fitando Elena com um breve sorriso — Elena, estou certo?
— Como sabes o meu nome? — perguntou a morena surpresa.
— Katherine — disse apenas.
— Professor essa sala é do curso de direito, acho que é o mesmo da sala da Caroline, não é Elena? — intrometeu-se Vicki chamando a atenção da morena.
— Sim, e-eu acho — Elena praguejou-se por gaguejar, como ele conhecia Katherine?
— Bem, obrigado senhoritas — disse Damon e tão rápido como chegou, se foi.
Elena ainda pode se perder nas costas firmes dele, o corpo atletico e tão... excitante?
— Há rumores de que a senhorita esteja de caso com o milionário Niklaus, Caroline Forbes — debochou Rebekah entrando no carro.
— Ah Bekah pare de história, você viu como seu irmão me tratou ontem — a loira sentou ao lado da amiga no carro e logo Rebekah dava partida no mesmo indo em direção a faculdade.
Passara o dia anterior todo esperando uma ligação que fosse dele, mas nada.
— Ele esta desconfiando que você é uma prostituta e como eu conheço, mandará um detetive descobrir tudo da sua vida — Caroline encarou a amiga encredula e a mesma só fez rir — Carol vamos esquecê-lo por um momento ok? Temos a festa dos calouros para organizar e você sabe muito bem que os trostes são os veteranos que fazem!
— Ta, ta...
Em meia hora chegavam ao campus universitário, de fato aquele era um dos lugares que Caroline mais adorava frequentar, em poucos periodos terminaria o curso de direito, largaria a vida de dançarina e se tornaria uma advogada respeitada. Sim, essa era a meta da loira antes de conhecer Klaus, e agora que ele entrara em sua vida, como estava essa meta?
— Caroline! — gritou Vicki acenando se aproximando da loira enquanto ela fechava a porta do carro, Rebekah ficava ao seu lado.
— Oi Vicki — disse Caroline sorrindo.
— Elena quer matar vocês duas, melhor correrem e ajudarem ela logo.
— Relaxa Vicki — disse Rebekah abraçando e dando um selinho na amiga — Já esta tudo pronto — e saiu arrastando Caroline para longe de Vicki e todos.
— Você sabe que não tem nada pronto — debochou Caroline acompanhando Rebekah.
— Mas a Elena não precisa saber disso.
Ambas as loiras riram andando pelos corredores do campus, hora acenavam outra hora paravam para cumprimentar alguém, era sempre assim, todos os dias. Se apressaram indo para a sala, afinal no primeiro tempo finalmente chegaria o professor responsável por metodologia científica, já estavam atrasadas na matéria a duas semanas desde que a antiga professora saira.
— Tomara que seja um professor e bem gato — Caroline escutou a amiga falar enquanto se sentavam nas cadeiras.
Sentavam na frente, desde o primeiro periodo fora assim, gostavam de se dedicar ao curso que escolheram, e quando se tratava de Direito, precisavam de responsabilidade.
— Não sendo aquela bruxa da antiga professora, por mim serve qualquer um — a loira deu de ombros separando o material para aquela materia.
Caroline sorrio pensando em Klaus, como ele fora gentil com ela no dia que acidentalmente se conheceram. E só de lembrar o modo como ele a beijara, sentia seu corpo todo esquentar. Fora então que seu sorriso desfez, Klaus descobriria que ela era uma dançarina de boate, ou melhor, ele acharia que ela era uma prostituta, e ate explicar que nunca fora para a cama com ninguém por dinheiro, ele já não escutaria mais ela. Bufou.
— Bom dia classe — Caroline desviou seus olhos para o novo professor e seu corpo gelou. Sim, era...
— Damon — Rebekah disse alto ate demais pois o moreno olhara imediatamente para elas.
Com certeza, aquele fora um dos momentos mais tensos de Carol, era Damon Salvatore, irmão de seu melhor amigo, cliente vip na boate e adimirador possessivo, era o mesmo Damon que a desejava todas as noites e que quase se deixou levar uma vez. Céus, ela estava ferrada, muito ferrada.
— Rosalie? — perguntou Damon tão surpreso quanto as loiras.
Caroline suspirou derrotada.
— Preciso de ar — disse se levantando e saindo da sala, pouco se importando com o que Damon falaria depois, afinal ele era seu novo professor.
Andou pelos corredores da universidade completamente confusa, não, naquele dia ela não voltaria para a sala. Como a vida pode lhe pregar uma peça assim? Onde ela imaginária que Damon fosse professor? Pegou seu celular digitando uma mensagem para Rebekah pegar seu material e saiu do campus universitário.
Klaus naquela manhã não acordara nada bem, motivo? Uma loira que dominava seus pensamentos, Caroline era ou não era uma prostituta? Bufou irritado enquanto tomava banho, lógico que ele não acreditara na história dela ser garçonete, muito menos de ter saido uma hora daquela de seu 'trabalho'. A última coisa que Klaus podia denorminar-se, era burro.
E aquela loira, aquela universitária, aquela Caroline, estava testando sua inteligência. Quem era Caroline, afinal? Bufou novamente por não ter as respostas que queria, não, ele não queria acreditar que ela era uma prostituta, muito menos que ele se encantara por uma prostituta. E se ela fosse, iria pagar por tê-lo feito de idiota todo esse tempo.
— Neli — chamou a empregada enquanto saia do banho vestindo seu roupão.
— Senhor Mikaelson? — a jovem empregada bateu na porta do quarto.
O loiro rapidamente a abriu olhando a jovem a sua frente, pode vê-la corar.
— Quero que prepare um jantar, nada muito refinado, trarei amigos então coloque mais pratos na mesa — viu a jovem assentir e sem mais fechou a porta na face da moça.
[...]
— Alô? — Caroline atendeu o telefonema.
Estava sentada a quase 3 horas no mesmo local, era um parque próximo a universidade. Uma árvore lhe dava a sombra perfeita enquanto ela apreciava a bela vista.
— Alô? — insistiu não escutando ninguém responder na outra linha.
— Caroline? — aquela voz fez os pelos da loira se arrepiarem, era o mesmo sotaquê inglês de...
— Klaus?
— Sim amor, estou ligando para convidá-la a um jantar, traga Rebekah também.
— M-mas por que? — praguejou-se por ter gaguejado.
— Uma pequena reunião de amigos, não desejas vir?
— Não, claro que irei, obrigada por ter me convidado — a loira sorria como nunca, seria quase um encontro com Klaus.
— Então ate mais tarde — o loiro desligou o celular e suspirou.
Hoje colocaria Caroline contra a parede, não da maneira que ele desejava, mas descobriria quem ela era, já estava tudo pronto, ela não imaginaria a surpresa que teria.
Notas finais
Ah e eu amei todos os comentarios e adorei os favoritos, mt mt mt
Obrigada por lerem e acompanharem a fic, beijos da Sah ;*
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