Rumor has It...

2 Capítulo 2. Fascinado


Notas iniciais
Ola meus amores *-*
novo cap >
Boa leitura *-*
eu amei o comentario *----* e o favorito ♥

Capítulo 2 — Fascinado.

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"Ela que do brilho extremo fez-se inócua à fascinação da carne mansa, sob a divinal sorte da idealização. Apercebe-se do apagar fulgurante, da intensidade outrora luminosa."

Será que ela tinha noção de como estava linda naquele vestido dourado? Klaus sorrio com o pensamento vendo a bela Caroline a sua frente, mas o que ela fazia em sua casa? A não ser que... Seu sorriso se desfez com o pensamento, era ela a garota que ele pagaria?

— Ah... boa noite? — disse Caroline se recuperando ainda do susto. E agora? O que ela faria? Rebekah avisou-lhe que o irmão nunca poderia saber no que elas trabalhavam ou então iria perturbar a vida delas pelo resto da vida. Não podia faltar com Rebekah, ela era sua melhor amiga, alem do que, dançarina era um trabalho como qualquer outro.

— Perdoe-me, mas você é a... — fora interrompido pela loira.

— Stefan, — disse por impulso — Ele me avisou que precisava de uma compania e acho que deveria agradecer a você pela carona de hoje mais cedo — se aproximou do loiro sorrindo — Ele falou que estava precisando urgentemente.

— Stefan parece que lê a minha mente, muitas vezes — Klaus retribuiu o sorriso da bela, como pudera pensar que ela era como uma daquelas garotas.

— Então, aonde iremos? — perguntou a loira enlaçando seu braço ao de Klaus.

— Uma conferência de alguns amigos, você irá se divertir, tenho certeza.

Sairam da mansão indo em direção ao carro estacionado na frente da mesma. Caroline estava nervosa ainda mais nervosa agora que soubera quem era seu acompanhante. E se ele descobrisse? Rebekah jamais a perdoaria, tanto que foi bem clara quando disse fique longe dele. Lá estava ela junta do possivel assassino do pai de sua melhor amiga. Medo? Talvez, não, realmente ela estava com medo, mas o que poderia fazer? Sabia o que deveria fazer, mentir.

— Faz faculdade de que, sweet? — Caroline sorriu com o apelido.

— Direito, Rebekah esta na minha turma também.

— Quem diria que a minha irmãzinha estaria numa faculdade como essa — a loira escutava tudo atentamente, ele era tão belo, mas parecia triste, parecia que cada frase dita era repensada, ensaiada — Por que me olhas assim? — perguntou ele enquanto dirigia.

— Só estou prestando atenção, sabe, não é sempre que saio com homens como você — Caroline desviou o olhar para a janela, realmente não convivia com homens como ele.

— Milionário e egocêntrico?

— Educado e cavalheiro — disse se virando para ele.

Klaus não pode deixar de sorrir com o elogio, talvez seu plano fosse dar certo afinal de contas, Caroline era melhor amiga da sua irmã, ele só teria que se aproximar dela e chegaria a Rebekah, um plano perfeito. De fato Caroline era uma garota fascinante, os olhos azuis do loiro percorriam pelo corpo da loira parando na face de anjo, não se importaria nem um pouco de convida-la para sair com ele mais vezes.

— E seus pais? — perguntou tentando se concentrar no trânsito e não como o sorriso da sua acompanhante era lindo.

— Só tenho minha mãe, ela é a xerife daqui — viu a loira suspirar pesadamente, talvez aquele não fosse o melhor assunto a se tratar com ela.

— Eu sou sozinho, acho que sempre fui — Que diabos ele estava fazendo? Iria desabafar com aquela universitária?

— Acho que sei como se sente.

Por todo caminho conversaram sobre coisas banais, sem importâncias e engraçadas. Klaus estava sorrindo mais do que sorrira o ano todo chegando ate mesmo a gargalhar com algumas besteiras que sua acompanhante segredou-lhe.

— Sabe, quando me deu carona hoje pensei que fosse um chato e muito metido — confessou Caroline se recuperando ainda do ataque de risos.

— E o que achas de mim agora?

— Acho que és um homem fascinante Niklaus — a loira sorriu, nem precisava mais ir aquela conferência se fosse por conta de diversão, estava se divertindo bastante com Klaus ali.

— É exatamente como eu a descrevo, sweet.

— Obrigada — a quanto tempo não fora elogiada de forma tão educada, sem ser elogiada apenas pelo corpo enquanto dançava, ser chamada de nomes vulgares. Se sentia uma nova pessoa ali, na verdade, se sentia a verdadeira Caroline ali ao lado dele.

— Quer saber? Vamos esquecer essa conferência, que tal irmos para a minha casa?

Essa proposta fez o corpo de Caroline estremesser, será que tinha julgado ele cedo demais? Revirou os olhos com a proposta, ele com certeza não era diferente dos outros.

— E bebermos um bom vinho, jogarmos conversa fora e eu acabar na sua cama gemendo para você? — a loira destrancou a porta enquanto falava, Klaus somente arqueava as sobrancelhas. Ele a havia ofendido sem saber? Se bem que a ideia dela não seria nada má.

— Caroline o que esta fazendo? — perguntou freiando o carro enquanto a loira que tanto o fizera bem saia irritada do mesmo.

Klaus estacionou o carro e saiu logo em seguida atrás da loira. Não havia ninguém na rua, as vezes um ou dos carros que passavam por ali. O loiro gritava por Caroline e ela parecia ignora-lo, não, ela estava ignorando-o.

— Caroline, não quiz ofendê-la — gritava tentando fazê-la escuta-la.

— Ah não? — a loira se virou de frente para ele, quase 5 metros os separavam — Sabe Klaus achei que você fosse diferente, mas você não é!

— Sweet acredite, eu nunca fiz isso por mulher alguma, gritar no meio da rua não é do meu feitio — ele se aproximou mais enquanto ela o olhava incrédula e de braços cruzados.

Caroline não dizia nada, apenas observava aquele homem esbelto se aproximar dela, por que não conseguia ficar irritada com ele? Sabia lá no fundo que realmente queria que aquilo acontecesse, queria beber uma ou duas taças de vinho com Klaus e todo o resto. Conhecer ele só a fez se encantar mais com o loiro, mas ele não era para ela.

— Caroline, volte para o carro — a loira desviou seu olhar para ele que agora estava a menos de um passo dela — Não quiz ofendê-la, só sugeri minha casa porque gostei de sua companhia, e perdê-la em uma conferência chata não esta nos meus planos.

— Não passa taxi aqui mesmo — bufou segurando na mão do loiro.

[...]

— Serio Stefan, que diabos você ainda faz aqui? — resmungou Rebekah olhando seu ex namorado e melhor amigo de Caroline deitado na cama da loira.

— O que foi? Não consegue ficar a sós em um quarto comigo? — disse malicioso.

— Você e o seu irmão trocaram de identidade?

— Não, qual a graça de ser o Damon? — perguntou enquanto balançava os braços do ursinho de pelúcia de Caroline.

— Pegar todas as namoradas do meu irmão mais novo? — intimidou-o

— Vai pro inferno, Rebekah — resmungou Stefan se sentando na cama encarando a loira a sua frente — Você ainda não me disse onde esta a Caroline.

— Eu já disse, ela esta em um encontro — se encostou na parede cruzando os braços, Stefan nunca soube do trabalho delas, na verdade poucas pessoas sabiam.

— Só falta você me dizer que é com o Tyler — Stefan revirou os olhos, não gostava de Tyler, nunca gostou. Muitas vezes se perguntou se não era ciume, se não nutria algum sentimento pela amiga, pena que só descobriu isso depois de terminar com Rebekah.

— Não Stefan — respondeu a loira impaciente — Eu só quero poder ficar no meu apartamento em paz, a Caroline com certeza vai chegar tarde, não sou obrigada a aturá-lo!

— Bekah para de mágoa!

— Mágoa? — riu ironica — Você me traiu!

— Eu nunca te trai, enlouqueceu?

— Você me fez de idiota, brincou com meus sentimentos e depois terminou comigo do nada, alegando estar gostando de outra — Rebekah disse estressada — Você e Matt são farinhas do mesmo saco, argh, agora saia daqui!

— Ei, ei ei, o Matt terminou com você porque você em toda sua inteligencia quase matou a Elena! — Stefan sabia que não devia falar sobre isso, mas ora, já fazia um ano que havia saido da faculdade, a um ano trabalhava para Klaus e há um ano terminara com Bekah.

— Eu não quiz matá-la, como eu ia adivinhar que aquela inútil não sabia nadar? — a loira não queria se lembrar daquilo, da aflição que sentiu naquela noite.

— Caroline pare de beber — disse Elena, a única que não estava bebada.

Rebekah observava tudo, já estavam naquela ponte a mais de uma hora, a festa de Lúcia não supria as necessidades das amigas inseparáveis, nem tão inseparáveis assim. A loira se pindurou em um dos mastros da ponte, a agua fazia um barulho engraçado quando se encontravam nas colunas abaixo dela.

— Rebekah sai dai — agora Elena havia mudado o foco para a outra loira.

— Ah Elena me deixa curtir vai — resmungou Rebekah se agarrando ao mastro enquanto girava o corpo envolta dele. — Nem é tão alto, vamos pular?

— Vamos! — gritou Caroline animada com uma garrafa de vodka nas mãos.

— Não, vocês enlouqueceram? Entrem no carro que eu vou levar as duas agora!

— Pula, pula, pula! — gritava Caroline enquanto Rebekah se soltava um pouco do mastro e logo pegava ele de novo se agarrando aquele metal gélido.

A loira se lembrava pouca coisa, mas o máximo para saber a besteira que havia feito. Elena se aproximou dela tentando tirar a amiga de lá e quando deu por si Rebekah a havia agarrado e inclinado o copo da morena em direção a agua embaixo da ponte.

— Pula Elena! — gritou Caroline mais animada ainda enquanto Elena se segurava ao braço de Rebekah que a cada segundo a abaixava mais em direção a agua fria.

— Não faça isso Rebekah, ahhh — a morena gritou e as loiras se abraçaram de tanto rir olhando a amiga cair da ponte. Não era alto, não o suficiente para uma pessoa morrer.

— Uhul Elena! — gritaram as duas bebendo mais.

Os olhos de Rebekah procuravam por toda extensão qualquer movimento da amiga na água, mas nada, nem a mão de Elena aparecia pedindo socorro.

— Putaquepariu Carol — gritou saltando na agua fria em seguida.

A loira piscou os olhos e balançou a cabeça tentando afastar suas lembranças.

— Foi um acidente! Matt ficou irritadinho porque ainda amava a ex dele enquanto estava comigo!

— Por que vocês sempre pegam os namorados uma das outras? — questionou Stefan voltando a se deitar na cama — Sério, primero a Elena namorou o Matt, depois a Carol e por ultimo você, ai você começou a namorar comigo e agora a Elena é quem namora — Rebekah pode ver um sorriso malicioso os lábios de Stefan — E não podemos esquecer que a Carol namorou o Tyler e você começou a dar em cima dele... — não conseguiu terminar de falar ao sentir um travesseiro contra seu rosto — Ai!

— Primeiro, eu amava o Matt como elas nunca amaram, segundo o Tyler é um filhodaputa que eu tive a infelicidade de conhecer! Não fale nele nunca mais.

— Ok, ok — Stefan levantou os braços em rendenção — Mas voltando a falar sobre a Carol, será que ela não volta hoje mesmo?

— Stefan se eu não conhecesse você, diria que esta a fim da minha loira.

— Ahm... que? — agora ele estava nervoso, mas por que estava nervoso?

I feel so close you right now, It's a force fiel, I wear my heart upon my sleeve, like a big deal, Your love pours down on me, surrounds me like A waterfall...

O celular de Rebekah gritava dentro da bolsa, a loira o pegou rapidamente e suspirou quando leu o nome 'Carol' no visor. "Essa não morre tão cedo" pensou e atendeu o celular.

— Espero que o pervertido não tenha tentado nada — disse escutando uma risada.

— Rebekah estou na casa do seu irmão — Caroline estava praticamente sussurrando, afinal Klaus estava na cozinha pegando o vinho — Ele não sabe de nada, e eu tive que mentir sobre o porquê de estar aqui com ele, pede...

Ei, ei ei! Que diabos você esta fazendo ai? Carol é território inimigo! Argh! — bufou Rebekah irritada, seu irmão era a pessoa que ela mais odiava e de certa forma amava ao mesmo tempo. Desviou seu olhar para Stefan que parecia atento na conversa.

— Bekah não posso demorar, pede pro Stefan me ligar porque esse maldito não atende o celular — agora quem bufava era Caroline — Sweet? — Rebekah pode escutar a voz do irmão chamando a sua amiga.

— Sweet? Serio Carol ele já te deu ate apelido?

— Bekah não se esquece do que eu pedi — e dizendo isso desligou o celular.

Rebekah olhou atonima ao aparelho e depois para Stefan, não podia acreditar nisso.

— Pensei ter ouvido você falar com alguem — disse Klaus segurando duas taças em uma mão e na outra a garrafa de vinho mais antiga que tinha — Shafer, sweet?

Caroline sorria, realmente a compania de Klaus estava sendo adorável.

— O que desejas com esse vinho? — sorrio pegando a taça enquanto Klaus servia o liquido vermelho para ela.

— O que você desejar — o loiro a olhava nos olhos, como desejou tomar aqueles lábios para ele, lábios tão belos e convidativos.

— Algo errado? — Carol perguntou sentindo o olhar intenso de Klaus sobre si. Uma leve risada veio do loiro.

— Nada, — disse ele sorrindo — É estranho eu estar nervoso ao seu lado.

— Nervoso? Mas você é dono de tudo isso — a loira apontou para a mansão — É um dos homens mais bem sucessidos, eu sou apenas uma universitária "e uma dançarina de boate, comparada com você eu não sou nada" — pensou a ultima frase.

— Dinheiro não é tudo.

Klaus se sentou no sofá e pôs-se a bebericar o vinho enquanto Caroline se sentava ao seu lado, não pode deixar de reparar em como ela era elegante, comportada e decidida. Sim, Caroline parecia ter noção de tudo aquilo que queria. Será que ele estaria nessa lista?

— Por que sua irmã o chama de assassino? — Carol sabia que aquele assunto era delicado, mas talvez podesse ajudar, quem sabe não uniria uma famíla novamente?

— Acho que esse não é um assunto muito bom, sweet.

— Tudo bem, hmm... — a loira olhou para as paredes, uma a chamou atenção, se levantou indo em direção aquele belo quadro, era uma pintura abistrata, mas ela conseguia entender que uma paisagem, uma bela paisagem. — Quem fez?

O loiro se aproximou de Caroline enquanto ela admirava uma das melhores obras primas dele. Ficou atrás dela, os corpos quase encostados um no outro, Klaus deslizou sua mão pelo ombro da loira descendo pelo braço chegando na mão, onde segurou com delicadeza, pode ver ela se arrepiar com seu toque.

— É obra minha, as vezes pinto para demonstrar o que estou sentindo, é um hobby podemos dizer assim — disse na nuca de Caroline se controlando para não beijar aquela pele alva e macia. Ah, ela estava mexendo com a sua sanidade.

— É muito linda — a loira se virou de frente para ele, sorrio com a aproximação — Deves impressionar muitas mulheres com essa obra.

— És a única mulher que desejo impressionar, sweet — Caroline pode entender um duplo sentido nisso, na verdade ela estava entendendo duplo sentido a tudo.

A mão quente de Klaus acariciou seu rosto fazendo os olhos azuis se fecharem demostrando o quanto estava gostando do toque. Caroline sorrio com os olhos fechados, seu corpo vibrava, eram tantas sensaçãoes passando pelo seu corpo. Sentiu o loiro se aproximar dela, tanto que já podia sentir o hálido menta dele, abrio os olhos levemente encontrando os olhos azuis que a fitava desejosos. Com a mão livre acariciou a nuca de Klaus, seu corpos encostaram um no outro, ela sabia o que vinha por ai, desejava provar daqueles lábios.

— Sweet — sussurrou ele antes de celarem seus lábios.

Caroline sentindo os lábios dele se encostarem aos seus em uma doce carícia, envolveu seus braços no pescoço do loiro e o beijou. Um beijo intenso e necessitado, ela precisava desse beijo não só ela como ele tambem, sentiu os lábios calidos e doces de Klaus, deixou a taça de vinho cair no chão, nem o barulho os fizeram parar. Os dedos livres dela no emaranhado de cabelo loiro dele enquanto Klaus alisava a cintura dela de forma possessiva, suas mãos alisavam o local e Caroline teve a leve sensação de que ficaria marcada ali. A lingua dele invadia a boca dela, explorava cada lugar deixando-a tonta com o beijo intenso. Ela por sua vez se agarrou a ele com força não desejando mais solta-lo, mas nada é para sempre, pararam pela falta de ar. Um pequeno estalo se fez com a separação dos lábios, Klaus ainda pode ver Caroline sorrir com os olhos fechados ao final do beijo.

— Acho que preciso ir — disse ela abrindo os olhos encarando as orbes azuis.

— Fique — pediu ele ainda agarrado a cintura fina dela.

— Esta tarde, Rebekah deve estar preocupada comigo.

— Quer que eu a deixe em casa? — o loiro acariciava o rosto de Caroline.

— Não precisa, eu pego um taxi.

— Não, eu faço questão.

— Klaus não precisa — Caroline deu um selinho no loiro e se afastou, desejou naquele momento voltar a ficar nos braços dele outra vez — Obrigada pelo convite e pela noite, foi adorável.

— Eu que agradeço, mandarei meu motorista deixa-la — disse ele pegando a pequena bolsa de mão dela e entregando-a. — A verei mais vezes?

— Sabe onde me encontrar.

Caroline saiu da mansão deixando um Klaus pensativo para trás, naquela noite ele não dormiria pensando na loira que o fascina.

Notas finais
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quem quer ganhar um beijos do nosso maravilhoso Klaus? *---*
proximo cap novos personagens >
Beijos da Sah e comentem ;*
Isso me deixa tao feliz pra continuar escrevendo *u*