Rumor has It...

12 Capítulo 12. Consequências


Notas iniciais
Ola meus amores, alguem ficou esperando ancioso por esse cap? >< Bem, como eu disse a facul esta realmente matando e eu quero pedir desculpas pelo cap n sair como eu queria, tive prova de psique, apresentacoes do encerramento do periodo .-. entao mal tive tempo de concluir, mas ele ficou grandinho >< Otima leitura e ate as notas finais *-*

Capítulo 12 — Consequências.

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"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneira das consequências."

Hayley suspirou completamente entediada, estavam hospedados na antiga casa de Tyler, o que fora uma sorte já que em Mystic Falls era dificil encontrar Hoteis com by InstantSavings\">vagas, e a mansão Lockwood estava de bom tamanho. A morena se levantou do sofa onde Tyler assinava alguns papeis, o escritório era ate que bonito e bem sofisticado, a mansão toda era assim em si.

— Vou dar uma volta — avisou ao moreno que apenas balançou a cabeça confirmando.

Ela saiu do escritório passando a by InstantSavings\">andar pela mansão, haviam chegado a poucas horas e malmente conseguira dormir, a viagem de Paris ate Mystic Falls era cansativa, Hayley ainda não entendia como Katherine podera sair assim que chegara, mas tinha plena certeza que uma boa armação vinha por ai.

Ding Dong.

Foi despertada de seus devaneiros pelo som da campainha, olhou em volta a espera de algum empregado, mas nada. Uma casa tão grande não teria um empregado para abrir a porta?

— Se espera alguém para fazer algo por você, esta perdendo seu tempo — Tyler passou pela morena indo em direção a porta — Minha mãe esta passando uma temporada em Londres e a casa estava abandonada, então... sem empregados.

A morena revirou os olhos vendo Tyler abrir a porta, mas logo sorrira ao ver quem estava por trás da mesma.

— Meredith — correu em direção a outra morena a abraçando, sentia falta da confidente a muito tempo — Que bom que esta aqui, entra.

Meredith entrou sorrindo, também estava feliz em ver Hayley, mas esperava mesmo era encontrar Katherine, sua melhor amiga de tempos. Seguiu Hayley subindo uma escada e entrando no segundo quarto a direita, supos ser o quarto em que Hayley estava dormindo.

— Tyler não precisa saber nossos segredos — confessou-lhe Hayley sorrindo enquanto se sentava na cama. Meredith não pode deixar de lembrar de uma velha Hayley do tempo do colegial que agira assim mesmo antes de lhe contar um segredo.

— Vim falar sobre Elijah — a morena sentou ao lado da amiga sorrindo cumplice — Ele depois da traição de Katherine esta cada dia pior, mas agora anda meio esquisito.

— Como assim esquisito? — questionou Hayley confusa.

— Fala sobre uma Caroline, diz que ela fará bem para todos se o irmão dele, sabe o Klaus? Então, esse pirou de vez no by InstantSavings\">dinheiro, enfim, se o irmão dele parar de ser egoista e várias besteiras.

Meredith era medica e muitas vezes psicologa de Elijah, no inicio ela apenas o ajudara numa depressão, mas depois o moreno passou a confiar nela e lhe contar tudo, algo que ajudou muito Katherine, já que ambas são amigas.

A chegada de Katherine a Mystic Falls realmente abalaria muitas pessoas.


[...]


— Eu só quero saber o por quê da sua perseguição! — Caroline gritou assim que fora jogada dentro do carro de Klaus pelo loiro.

— E eu porque você insiste em me by InstantSavings\">desafiar — Klaus fechou a porta dando a volta no carro e entrando no mesmo.

Por que Caroline tinha que ser assim? Por que ela tinha que desafiar ele? Todos o respeitavam, admiravam, qualquer mulher desejaria estar em sua cama e a proposta que fizera a Caroline, seria aceita sem pensar duas vezes por qualquer prostituta daquela boate. Por que Caroline tinha que ser assim? Será que tudo isso era para leva-lo a loucura?

— Para onde esta me levando? — questionou Caroline cruzando as pernas e erguendo o queixo mostrando superiroridade, ou pelo menos tentando.

— Soube que foi demitida do seu by InstantSavings\">trabalho — disse Klaus dirigindo, não sabia se olhava para frente ou para as belas pernas de Caroline. Céus como sentia falta de tocar a pele dela, de ouvi-la gemer o seu nome.

— Klaus! — gritou a loira — Pare de olhar as minhas pernas!

— Como se estivesse incomodada com isso, já que quando dançava naquela boate, suas pernas eram o mínimo que aqueles homens olhavam.

— O que? Você acha que pode controlar a vida de todos assim? O que pretende fazer? Me trancafar na sua casa ate enjoar de mim? — debochou ela revirando os olhos.

— Aceite minha proposta — dise ele serio, o tom zombeiro ou debochado de antes não existia mais ali. Caroline pode perceber que Klaus realmente estava falando sério, nem mesmo o típico sarcasmo estava ali naquela frase.

Ela engoliu em seco percebendo a seriedade da sua decisão. Colocaria sua moral, tudo que aprendeu e evitou fazer para uma vingança? Aceitaria se passar por prostituta por uma simples vingança? Respirou fundo, sim, tudo que a loira mais queria era se vingar, e se pudesse fazer com que as empresas de Silas ganhassem das de Klaus, com certeza se sentiria vingada. Com certeza mexer com o dinheiro dele seria o ponto fraco do loiro.

Mal sabia que realmente o dinheiro não importava nada para Klaus comparado a ela.

— Vai controlar a minha vida?

— Não, apenas controlarei seu corpo, sua vida pouco me importa — Klaus disse seco e rispido. Esperava internamente que ela não aceitasse, céus por que ele estava tão confuso? Tudo o que queria era ter Caroline ao seu lado de novo, então por que precisava agir assim com ela?

Por que ela é uma prostituta. Sua mente o alertou fazendo a frieza tomar conta de si.

Caroline sentio aquelas palavras perfurarem seu frágil coração. Ele realmente nunca a amaria, pensou sentindo seus olhos marejarem. Desejava chorar, correr para a sua casa e se trancar no banheiro, chorar ate não conseguir mais. Mas ela não podia, e não, não iria se dar ao luxo de chorar na frente de seu amado inimigo.

Por isso sentiu uma raiva brotar e tomr conta de si, um calor reconfortante que a alertava perigo. No entanto, ela pouco se importava com o que sua mente a alertava, tudo que a loira queria era vingança e sim, ela teria isso.

— Ótimo, pois tudo o queme interesso em você é o dinheiro — Caroline respirou fundo encarando Klaus nos olhos.

Viu quando ele apertou o volante do carro com força, parecia se controlar, ela sabia que auto-controle não existia no vocabulario de Klaus. O loiro estacionou o carro em uma rua qualquer por onde passavam, Caroline reconhecia aquela rua, passava por ali todos os dia a caminho da faculdade. Sua casa ficava a menos de duas quadras.

— Quanto irá querer? — perguntou ele quebrando o silêncio que ficava a cada frase dita.

— Por aturar você e sua transa ruim? — a loira sorrio de canto vendo Klaus fechar os olhos apertando com ainda mais força o volante. Céus, ela o estava irritando e estava adorando fazer isso. Saber que o afetava, que o tirava do serio, ela queria humilhar Klaus como ele a humilhara.

— Não achou minha transa ruim enquanto eu a dava multiplos orgasmos — e então a loira pode ver um breve sorriso de canto nos lábios dele, indicando deboche. Mas ainda sim, via irritação emanando dele.

Realmente a transa com Klaus fora de longe ruim, na verdade fora perfeita, pelo menos para a loira. Sempre lembrava dos toques, das palavras ditas por ele, da maneira como ele a fez dele. Da forma como ela desejava sempre ser, ser dele e de mais ninguém.

Então lembrou-se que Niklaus nunca seria capaz de a amar, tão pouco de vê-la com outros olhos a não ser pelo desejo carnal. Nunca haveria paixão ou amor.

— Vamos aos negocios — disse ela descruzando as pernas e cruzando-as outra vez. Não havia nada pior do que uma mulher vingativa e ela provaria isso a Klaus. Ele se arrependeria de tudo que a fez passar.

— Acho que com dois meses enjoou de você — Klaus suspirou se confortando no banco do carro.

Caroline o encarou e podia jurar que se perdera no belo corpo dele, nas feições firmes, nos lábios perfeitamente desenhados, nos olhos azuis tão intensos quanto os dela. Klaus era um pecado capital, ele excitaria qualquer mulher só com o olhar e com Caroline não era diferente.

Fora despertada de seus pensamentos pelos pingos de chuva batendo contra o teto do carro e aos poucos aumentando mostrando a forte chuva que caia sobre eles. A loira não conseguia dizer nada, não era boa em bancar a prostituta, não sabia como ou o que negociar, quanto cobrar e o silêncio a deixava ainda mais nervosa.

Minutos se passaram em pleno silêncio, Klaus não parecia se importar com a demora ou silêncio que predominava ali, observava apenas Caroline e percebia claramente que ela estava nervosa. Será que pensava em Silas? Será que ele havia oferecido uma quantia tão absoluta afim dela repensar em uma proposta feita por ele?

O ar no carro embaçava os vidros do carro, podendo se ver apenas o branco nos vidros. Caroline sentia-se congelar, tanto por fora, por conta do ar condicionado, quanto por dentro pela stuação em que estava.

— Quanto Silas a ofereceu? Eu dobro o valor — ela ergueu o olhar encontrando os olhos azuis de Klaus que demostravam superioridade.

— Quero que pague todos os periodos restantes da minha faculdade — disse a loira fazendo as sobrancelhas de Klaus arquearem.

— Só? — perguntou ele surpreso. "Só?" se perguntou Caroline, será que ela havia dito tão pouco assim? Mas sua faculdade era quase mil e quinhentos doláres por mês.

— Quero um emprego digno também, posso trabalhar com qualquer coisa na sua empresa, um estágio na parte de processos seria muito boa para mim.

— Isso não — disse ele imediatamente, já tinha um ótimo advogado não precisaria de outro, e a ideia de ter Caroline em sua empresa não o agradava, a não ser... — Posso lhe dar um cargo de secretária, minha secretária particular.

— Secretária? — questionou ela confusa, não parecia uma boa ideia.

— Vou pagar sua faculdade e lhe dar um cargo de secretária, isso basta.

— Quero que pague amanhã minha faculdade — exigiu a loira ainda sem acreditar em tudo aquilo. Céus, ela só poderia estar realmente louca.

— Pagarei.

Ele se aproximou dela tirando o cinto de segurança que a mesma colocara. Caroline o encarou nervosa e antes que podesse manda-lo se afastar sentio os lábios de Klaus sobre o seu.

— Para! — gritou Rebekah se virando encarando Matt.

A loira estava no campo da faculdade, a grama sujando seu salto junto as lamas que se formavam pela chuva que caia enxarcando a Mikaelson completamente. O vestido estava completamente molhado, os belos e sedosos cabelos loiros estavam molhados e a maquiagem borrada nos olhos, não só pela chuva mas também pelo choro.

— Eu só quero ajuda-la — disse o loiro se aproximando, a roupa completamente molhada identica a de Rebekah — Não sei porque, mas me sinto no dever de ajuda-la.

— Me ajudar? — ironizou Rebekah rindo sarcasticamente.

Estava completamente triste, confusa, amedrontada. Michael era seu melhor amigo e pai, pai que ela sempre amou e fora mimada. Nunca perdoaria Nik, e o que dependesse dela o colocaria na cadeia, afinal, ninguém nunca conseguiu descobrir quem matara o Mikaelson mais velho.

— Rebekah você esta muito alterada, me deixe leva-la para casa — Matt segurou na mão da loira. Por Deus o que estava fazendo ali? Ele deveria estar ao lado de Bonnie, ao lado de sua namorada e não ao lado de sua ex. Céus por que não podia esquecer Rebekah de uma vez?

— Va para o inferno, ou melhor por que não ajuda a Elena? Afinal sempre foi a Elena não? — a loira se afastou dele bruscamente, a chuva a molhando cada vez mais.

— Nunca teve haver com a Elena, Rebekah — o loiro respirou fundo, não ele não deveria contar a ele, não num hora como aquela.

— Não? Então o que havia de errado? Era eu? Eu não era boa o bastante para o brilhante Matt Donovan?

Rebekah deu as costas a Matt passando a andar, o estacionamente era depois do campo e ela praguejava-se por ter deixava o carro tão longe. Seu carro não, o de Damon. Sorrio de canto imaginando a cena do moreno procurando-a como um louco por todo o baile, assim ele aprenderia a ficar ao lado dela e não olhando Bonnie, a morena, que na concepção da loira, era ridicula. Abriu a pequena bolsa de mão vendo as chaves do carro de Damon, e se deixou, por um breve momento, rir.

— Rebekah! — gritou Matt chamando a atenção da lora que parara voltando a olhar para ele, dessa vez com sarcasmo.

— O que foi? Ainda querendo falar com o problema? — ironizou ela.

— Rebekah a culpa foi sua! — disse ele fazendo um peso cair sobre as costas dela. Como assim a culpa fora dela?

— Minha? Minha culpa? Culpa por você amar a Elena e nunca tentar me amar?

— Não Rebekah — resmungou ele desviando o olhar, cerca de dois metros os separavam e ele temia se aproximar.

— Eu me sacrifiquei por nós e você vem me culpar?

— Você rosava em um mastro para vários homens! Estando comigo Rebekah! Comigo! — gritou ele se exaltando, a raiva subia a sua mente toda vez que lembrava da cena que fizera com que eles se separarem.

Cerrou os punhos se controlando, ele era homem e não seria capaz de perdoar uma traição como aquela.

Já Rebekah sentiu seus olhos marejarem, então Matt sabia? Ele sabia de toda a verdade sobre ela e não contara esse tempo todo? Guardara o segredo dela e terminara com ela alegando amar Elena só para ela não se sentir culpada? Seria essa a verdade?

Seu pobre e machucado coração acelerou, então ele realmente, um dia, a amara? Então ela tinha sido amada? Amada pelo homem que mais amara em toda sua vida.

— Matt... — sussurrou fechando os olhos sentindo as lágrimas cairem.

Não conseguiria encara-lo, não depois de tudo. Então com toda a força que tinha tirou os saltos que a atrapalhava de correr e em sua mais rápida velocidade correra dali. Precisava ficar só e nunca, nunca mais encarar Matt. Se sentia suja e incrivelmente culpada.

Culpa, que ela não desejaria sentir, não pelo fim do namoro deles.

— Rebekah! — gritou ele, mas ela não parou e nem se deu o trabalho de ver se ele a seguia. Apenas queria sair dali e isso fizera.

Correra ate o carro de Damon chegando lá quase sem folego, surpreendendo-se ao encontrar um moreno encostado em seu carro fitando-a com os belos olhos azuis e um sorriso divertido nos lábios.

— Então iria levar meu carro? — disse ele se desencostando do carro, a roupa completamente molhada — Minhas chaves.

A loira apenas jogara as chaves para ele que abrio o carro para ela entrar.

Caroline se deixava levar cada vez mais pelo beijo de Klaus, como sentira falta dos lábios dele, da forma como ele segurava em sua nuca enquanto a beijava intensamente deixando-a sem folêgo. O resto de consciência que tinha mandara para a lua enquanto se entregava mais a sedução que Klaus colocava ali, ela o odiava mas incrivelmente se sentia completa ao lado dele como nunca se sentiu do lado de ninguém.

— Klaus... assim... você... não... vai... me... deixar... respirar — disse ela tentando separar seus lábios dos dele. A respiração ofegante e os lábios inxados pelo beijo.

Ele deu uma breve risada sorrindo de canto enquanto analizava uma Caroline visivelmente excitada a sua frente. Tirou seu terno, sentia um calor fora do normal, mesmo o ar condicionado do carro estando ligado, céus Caroline mexia com ele de todas as formas.

— Tire esse vestido — ordenou ele encarando a loira nos olhos.

Caroline não soube ao certo porque, mas a forma como as palavras dele sairam, não fora nem perto de excitantes, como em outros tempos. Ela se sentiu obrigada a fazer isso, obrigada a transar com ele mesmo que não quizesse, o que não era o caso, pois mesmo se praguejando por isso, ela o desejava com todas as forças. Mas a forma como ele disse a fez perder boa parte do 'clima' que estava ali.

— Você não me ordena nada — disse ela ríspida fazendo Klaus gargalhar.

— Ora por que não? — ironizou ele desabotuando a camisa branca em seguida tirando a gravata — Estou excitado e quero transar, quem não ordena nada aqui é você.

"Vingança, vingança, vingança" repetiu Caroline em sua mente enquanto se controlava para nao esbofetiar Klaus ali mesmo. Que se dane o arcodo, ela não aguentaria passar por aquilo, ser tratada como uma prostituta, julgada por algo que ela, de fato, não era.

— Vai me obrigar a transar com você? — debochou a loira cruzando os braços e dando um breve sorriso de canto — É isso?

— Para que obriga-la se é visivel que esta excitada?

— Não estou — mentiu fazendo Klaus rir ainda mais.

— O seu senso de humor é realmente muito interessante, Caroline, agora apenas tire esse maldito vestido.

— Não vou tirar! — gritou ela.

— Então eu vou tira-lo para você! — ameaçou ele se aproximando da loira enquanto ela se apertava mais contra a porta afim de se afastar dele.

A Forbes não soube ao certo, nunca tivera medo de ser estuprada, achava que essas coisas só acontecia com pessoas descuidadas e ela sempre evitou certas aproximações de desconhecidos. Mas lá estava ela sentindo um medo terrivel, medo de ser tocada sem permissão ou pelo simples fato de ter sido paga para isso.

— Não Klaus! — gritou ela quando ele puxou o vestido dela tirando-o bruscamente, deixando a loira apenas com a lingerie preta — Pare com isso!

Klaus malmente dava ouvido aos escandalos da loira enquanto a deitava sobre os bancos do carro encaixando-se nela sem permissão alguma. Alisou as coxas da loira que se mexia, tentava empurra-lo e o arranhava só excitando-o ainda mais.

— Eu não quero!

— Você não tem querer — disse ele ríspido a tomando os lábios afim de cala-la.

Ele a beijou, mesmo que ela tentasse o afasta-lo. Apertou com força a coxa da loira onde com certeza ficaria marcada, e ele realmente desejava marca-la, mostrar que ela tinha dono e que pertencia a ele, a ele e a mais ninguém. Subiu a outra mão para o seio da loira apertando-o com força enquanto roçava seu membro sobre a intimidade da loira, praguejando as roupas por não deixarem ele ter um contato melhor.

O loiro a beijava ate sentir algo salgado se misturar ao beijo deles, abrio os olhos vendo que Caroline estava com os olhos fechados, mas chorava. E isso simplesmente o fez se sentir culpado, o que iria fazer? Estrupa-la? Desde quanto ele era disso? Tinha seus escrúpulos, mesmo que pequenos, mas tinha.

— Por que esta chorando, Caroline? — perguntou ele encarando os olhos dela que se abriram encontrando o azul dos olhos dele.

Na concepção de Klaus, quando ela parara de se debater estava aceitando as carícias dele, o que estava claramente errado.

— Eu não quero — sussurrou ela sentindo mais lágrimas brotarem em seus olhos, mas dessa vez não querendo prende-las, apenas deixava com que elas caissem pelo seu rosto. Estava com medo, e de todas as vezes que Klaus a humilhara, aquela era absurda.

— Eu não devia — disse ele se levantando — Mas você, a culpa é sua, eu não sei, eu não consigo entender tudo isso que sinto por você! — o loiro se sentou novamente no banco do motorista enquanto Caroline vestia novamente o vestido que agora tinha as alças rasgadas. Ela nada disse — Eu sei que deve estar me odiando, mas entenda, eu estou pegando para você.

— Não precisa mais pagar, eu pensei que pudesse fazer tudo isso, mas não posso — disse ela finalmente.

— Escute Caroline, eu errei, não que esteja pedindo desculpas, pois não estou, apenas sei que errei e isso não irá se repetir — Klaus vestio a camisa branca.

— Você me humilhou, é só isso que sabe fazer — Caroline não conseguia nem gritar com ele, tudo era dito em um fino tom de voz ainda ingerindo todas as informações do que acontecera.

E Klaus desejava internamente que ela gritasse com ele, o batasse ou usasse ate mesmo o sarcasmo, mas nem isso, a loira apenas falava em poucas palavras o condenando ainda mais, ele surtaria.

— Não vou obriga-la a transar comigo, só acontecerá quando você quiser — ele disse fazendo a loira o encarar incredula.

— Vai pagar para não transar comigo?

— Vou pagar pela sua compania.

E ninguém disse mais nada, Klaus apenas ligou o carro tomando o trageto para a casa de Caroline, enquanto a loira continuava em silêncio por fora, mas por dentro havia uma briga em sua mente, ela iria realmente enlouquecer.

Notas finais
Quem vai bater no Klaus? lol
O que espera a Caroline hen?
Ate o proximo cap gente linda >< Beijos da Sah ;*