Rumor has It...
13 Capítulo 13. Divergências
Notas iniciais
Finalmente estou de ferias lol um mes todinho pra me dedicar as minhas fics *-* Estavam com saudades dos capitulos? Eu tambem estava morrendo de vontade de escreve-los, but as provas acabaram cmg, porem *-* me dei mt bem lol askahaskahaskah'
Capitulo dedicado a Serena Salvatore pela linda recomendacao, G-suis gritei tanto de felicidade *-*
Boa leitura ;*
Capítulo 13 — Divergências
“Não devemos ter medo das novas idéias! Elas podem significar a divergências entre o triunfo e o fracasso.”
Tyler sorrio achando em uma das gavetas do escritório de seu falecido pai uma foto de Caroline, lembrara também que guardara aquela foto ali no dia em que assumiu os negócios da família, ou seja, a prefeitura de Mystic Falls, prefeitura que agora era liderada por Caroline Lockwood, sua mãe, que estava em uma longa viagem por Londres. É, parecia que ele realmente havia chegado em uma ótima hora.
Despertou de seus pensamentos com o toque do seu celular. Estranhou em ver no visor a pessoa que o telefonava.
— Quanto tempo Senhora Forbes — disse ele revirando os olhos entediado.
— Truitt, Tyler, Truitt, sabes que me separei do pai de Caroline a alguns anos.
— A que devo sua renomada ligação? Os negócios da cidade estão pesando muito, minha mãe disse que volta logo — mentiu descaradamente, sabia muito bem que Carol adorava jogar todos os problemas para cima dos outros.
— Liguei para saber de Caroline, a minha filha, soube da viagem que fizeram juntos, ela, bem, como ela esta? — Tyler pode perceber que Lizz parecia triste e nervosa. Sempre soube que as Forbes nunca se deram nada bem.
Mas sabia também que o acordo que fizera com Caroline a meses atras envolvia uma farsa para a mãe dela, que era tão descuidada com a filha que mal percebia que a mesma estava em Mystic Falls e não em uma viagem com Tyler.
— Por favor Tyler não diga a ela que eu perguntei, apenas preciso saber como esta a minha filha.
— Ela esta bem, Paris foi feito para ela — mentiu ele sorrindo de canto.
Novamente Caroline invadiu sua mente, talvez devesse cobrar alguns favores dela.
— Faz tanto, tanto tempo que não a vejo — Tyler pode escutar Lizz suspirar no telefone — Tudo bem, mais tarde nos falamos, ate.
E antes que ele pudesse responder a loira desligou. O moreno deu de ombros guardando o celular no bolso voltando a encarar a fotografia de Caroline. Não podia mentir que seu namoro com a loira havia sido bom, isso claro ate ele descobrir a verdade sobre ela e Rebekah, mesmo sendo dançarinas ele não podia perdoar ela o esconder isso.
Levantou da poltrona do escritório encarando o mesmo, deveria retomar os negócios da família, mas antes claro falaria com Caroline e Rebekah, eles tinham muitas coisas a acertar.
[...]
Caroline suspirou, o 'clima' entre ela e Klaus estava realmente muito tenso, e aquele silêncio simplesmente a estava matando. "Não conseguirei fazer isso" repetiu pela decima vez para si mesmo enquanto olhava a paisagem pela janela. E como se despertasse pode perceber que aquele caminho que tomavam não era para a casa dela e sim para a de...
— Klaus! — disse quebrando aquele silêncio, o loiro suspirou aliviado por escutar a voz dela enquanto dirigia a caminho da residência dele — A minha casa é para o outro lado.
Ele sabia perfeitamente disso, também sabia que deixar ela lá era a mesma coisa de a deixar livre para ver Silas, e isso ele não desejava. Respirou fundo, havia realmente falhado com Caroline, mesmo ela sendo uma prostituta ele não poderia ter ido tão longe, mesmo ela mentindo para ele, brincando com os sentimentos dele. Por isso decidira que ela moraria com ele, viveria sobre seu teto e as ordens dele.
Pelo menos ele acreditava nisso.
— Vai morar em minha casa — disse Klaus como se fosse a coisa mais natural do mundo, surpreendendo a loira que logo protestou.
— Pirou? Você só pode ter pirado, acha que eu vou entrar naquela casa de novo? Depois de tudo que me fez?
Klaus ignorou o protesto dela, não queria falar algo do tipo 'eu estou pagando por você' e acabar magoando mais ainda ela. Mas desde quando ele se importava com o que ela sentia? Bufou tentando prestar atenção no caminho, tudo em vão, sua mente ia longe, caminhava a dias atras, quando pensara estar apaixonado por Caroline.
Depois de minutos que pareceram horas Klaus passava pelos portões da mansão Mikaelson com uma Caroline reclamona. Suspirou assim que estacionou em frente a porta de casa, uma pequena escadaria o separava da entrada. Agarrou Caroline pelo braço, já que a loira ameaçava fugir, e com muito trabalho conseguiu fazê-la entrar.
Assim que a loira entrou na mansão imediatamente lembranças vieram a sua mente, o dia em que fora ali por engano e encontrou Klaus, o dia em que fora ao jantar, a noite em que se entregou ao Mikaelson e por fim, um dos seus piores dias, o dia que ele a humilhara. E lembrar disso a fizera marejar os olhos repensando a ideia de buscar a tão desejada vingança.
Ela seria capaz disso?
— Vou lhe mostrar onde é o meu quarto — Caroline escutou a voz grossa com sotaquê inglês que a arrepiava e ao mesmo tempo amedrontava.
Não podia questionar, afinal, ele estava pagando por ela.
— Onde irei dormir?
— No meu quarto, onde mais? — ironizou o loiro dando um breve e quase impersebível sorriso — Venha, precisa trocar essa roupa.
Caroline decidiu acatar a ordem de Klaus, mas se ele pensava que a vida seria um mar de rosas estava completamente errado, ela faria da vida daquela casa um inferno, o pior deles. Seguiu Klaus por um vasto corredor que era decorado por quadros que pareciam ser de famosos pintores, a mansão era toda em tons claros e o corredor não era diferente. Aparetava ser uma casa alegre, mas apenas aparentava.
— É este — Klaus parou em frente a uma porta e a abriu. Caroline o seguiu para dentro se surpreendendo pelo luxo que era o quarto, não por ser pomposo típico de um rei, mas sim em sofisticação, cada detalhe visivelmente desenhado a ponto de deixa-lo perfeito.
Perto de uma parede havia um quadro coberto com um pano branco, era o único objeto que fugia daquele grau de riqueza. Caroline se sentiu tentada em ver mas Klaus fora mais rápido.
— Você pode ver, mexer, bisbilhotar, usar, seja lá o que for desse quarto,mas nunca se aproxime daquele quadro esta me entendendo? — a avisou e ela sentiu um pouco de medo pela forma que ele falara, o que haveria demais em um quadro?
— Sim — confirmou olhando envolta ainda maravilhada pelo quarto, e incrivelmente se sentiu tentada a pular na enorme cama king size e brincar como criança.
Despertou de seus devaneiros pelo toque de um celular, pode perceber que era do loiro. Klaus por sua vez pegou o celular rapidamente vendo que era Stefan, o que seu melhor amigo queria uma hora daquelas? Depois ele reclama dele.
— O que foi Stefan? — resmungou Klaus revirando os olhos.
— Katherine voltou — disse o outro loiro apressadamente.
— O que essa vadia quer aqui? — questionou Klaus acabando por chamar a atenção de Caroline que estava atenta na conversa.
— Eu suponho, vamos almoçar amanhã e falaremos sobre isso — disse Stefan revirando os olhos em seguida — Ate amanhã Klaus.
— Ate — disse o outro loiro desligando o aparelho.
Já não estava mais com a feição calma e debochada, Katherine sabia de muita, muita coisa e a volta dela não seria nada boa, nada nada boa.
Rebekah se deitou na cama de Damon, o último lugar que gostaria de voltar era para casa, mesmo sabendo que Caroline poderia estar precisando dela, ou talvez não. Suspirou deitando a cabeça sobre o macio travesseiro de penas de ganço, não poderia esperar menos. Os cabelos longos e loiros ensopavam a cama já que a loira nem ao menos se dera o trabalho de trocar de roupa, estava triste e incrivelmente magoada consigo mesma. Saber que ela fora responsável pelo termino do namoro dela com Matt a estava dilacerando por dentro.
Nunca existira Elena, chegou a conclusão suspirando pesadamente.
Ele sempre a amou, fechou os olhos pensando novamente.
Por que não contara a verdade para ele? Por que escondera do próprio namorado a profissão que tinha? Será que ele achava que ela era uma prostituta?
— Oh na minha cama não Bekah — Damon apareceu de toalha no quarto, o vapor de agua quente ainda saia do banheiro pelo recente banho do moreno.
— Você demorou demais — resmungou a loiro revirando os olhos girando para o outro lado da cama — Queria que eu ficasse aonde? No chão?
— Não na minha cama — o Salvatore pegou uma toalha e jogou sobre a loira que se levantou segurando a toalha branca que tinha um perfume agradável.
A Mikaelson resmungou algo enquanto entrava no banheiro. Damon ate que era bem engraçado as vezes, muito diferente do tarado que ela imaginava que ele fosse. Talvez pudessem ser bons amigos, ou manter uma bela amizade colorida, é talvez uma amizade colorida fosse realmente bom.
[...]
— Quem voltou? — Caroline saiu do banheiro secando os cabelos com a toalha branca que Klaus dera a ela, vestia um roupão de banho branco que achara no banheiro.
— Do que lhe importa mesmo? — Klaus revirou os olhos olhando para a janela, nem se dando trabalho de olhar para a loira. Estava com os pensamentos preenchidos por longos problemas, milhares deles, e se Katherine resolvesse se vingar?
Céus, ela poderia lhe causar grandes problemas, e ele não queria ter que agir contra ela, pois ela se arrependeria se resolvesse entrar no caminho dele.
— Preciso de uma roupa — disse Caroline ignorando o mal humor do loiro.
Klaus virara imediatamente para ela, talvez esperasse vê-la sem roupa, o que nao foi de toda uma decepção pois ela estava de toalha. Sorrio de canto, Caroline conseguia afastar qualquer pensamento dele que não fosse ela.
— No closet há umas camisas minhas, ou se preferir pode dormir sem roupa alguma, eu não me importo — pronto, lá estava o Klaus pervertido que Caroline estava acostumada.
A loira só fez ignora-lo, se queria sua vingança precisava ter toda paciência do mundo. E ela realmente teria, afinal queria poder ver Klaus perder tudo aquilo que conseguira, talvez ela pudesse contar com a ajuda dessa pessoa que chegara na cidade. Afinal, ela e Silas precisariam de mais gente.
Caroline entrou no closet arqueando as sobrancelhas pela quantidade de camisas sociais, ternos de tons escuros e inúmeros sapatos na cor preta. Será que Klaus não sabia o que era uma bermuda? Regata? Revirou os olhos se aproximando das camisas, passou as mãos nas camisas como numa reta fazendo as cruzetas baterem uma nas outras. Azul, verde, preto, branca, tantas cores, qual escolheria? Fora então que em meio as camisas nas cruzetas viu uma caixa escondida ao fundo.
Sorrio de canto afastando as cruzetas onde estava as camisas deixando a caixa amostra, não era uma caixa grande, pelo contrário, era ate que pequena, quase do tamanho de uma caixa para sapatos. Olhou para traz conferindo se Klaus não estava próximo, então abrio a pequena caixa surpresa pelo que encontrara ali.
Soltou a caixa num susto, céus, por que Klaus teria aquilo ali?
— É tão dificil achar uma camisa? — questionou Klaus próximo ao closet, Caroline rapidamente juntou a caixa colocando-a mal fechada onde achara.
— Não — a loira puxou a primeira camisa que vira arrumando as cruzetas, tirou o roupão vestindo a camisa na cor branca. Mal fechou os primeiros botões e Klaus entou no closet — Estava fechando os botões, se podesse sair, não gosto da ideia de trocar de roupa na sua frente.
— Já esta tarde, vamos deitar, amanhã você ligará para Rebekah, minha irmã irá morar conosco — Klaus se aproximou de Caroline, a loira nada disse, nada fez — Levarei você a faculdade todos os dias também.
— O que os outros dirão de vê-lo me levar todos os dias na faculdade?
— Também irá comigo as conferências, negócios a parte, quero mostra-la a algumas pessoas — respondeu ele ignorando a pergunta dela.
— Como um trófeu?
— Se assim se classifica — Klaus puxou Caroline pela cintura de encontro ao seu corpo, a loira arqueou as sobrancelhas surpresa — Já foi para cama com Silas?
— Quem você pensa que é para me perguntar isso?! — Caroline tentou se afastar mas Klaus a segurou ainda mais forte.
— Apenas me responda Caroline.
— Não — a loira revirou os olhos impaciente. "Vingança, vngança, vingança" pensou.
— Melhor assim, não a quero perto dele esta me entendendo?
— Foda-se!
Caroline se afastou de Klaus bruscamente saindo do closet. Suspirou fechando os olhos criando mais paciencia ainda, céus, ela iria enlouquecer, seria capaz de aguentar tudo por vingança? Talvez sim, sorrio com o pensamente, sim ela seria capaz.
Sentiu seu braço ser puxado por Klaus, seu corpo bateu contra o dele. Caroline abrio os olhos encontrando os dele, ela podia percber claramente que ele estava irritado, irritado ate demais. Mal pode reclamar e sentiu os lábios de Klaus nos dela.
Seu mundo girou, toda a raiva que sentia, toda a furia, mágoa, viajou para outro lugar, deixando somente um forte sentimento compartilhar daquele beijo que ela retribuiu avidamente, apaixonadamente. Por que precisava ser daquela maneira? Por que Klaus não assumia logo que sentia algo por ela? Será que ele realmente sentia algo por ela?
E fora com esse pensamento que ela afastou seus lábios do dele, queria poder, pelo menos em momentos como esse, acreditar que ele podia sentir algo por ela, que toda obsessão não era somente pelo sexo. "Mas você, a culpa é sua, eu não sei, eu não consigo entender tudo isso que sinto por você" lembrou-se das palavras ditas por ele horas atras enquanto se perdia no azul dos olhos de Klaus, o que seria tudo isso que ele sentia por ela? Será que haveria amor?
Caroline riu se achando uma idiota por um minuto pensar que ele a amaria, mas ela sabia que o Mikaelson nunca seria capaz de amar. Fora pela risada dela que Klaus arquiou as sobrancelhas tão surpreso quanto confuso.
— Do que riu? — questionou.
— Só me lembrei de algo, algo que não tem importancia alguma agora — a loira fitou novamente o loiro a sua frente, como um ser tão belo poderia ser tão cruel?
— Tem a ver com Silas? — Caroline revirou os olhos, talvez poderia jurar que havia uma pitada de ciúme, mas só há ciume quando se existe algum tipo de sentimento.
E ela lembrou-se outra vez que ele não sentia nada por ela, ela não estava a altura dele.
— Não, Silas é um bom amigo, apenas isso.
— Não existe amizade entre homem e mulher — Klaus disse firme, a loira abriu a boca para falar algo, discordar, dizer que sim, existia, mas pensando bem todas as amizades masculinas que tivera terminaram na cama ou começaram com um interesse de ir para a cama.
— Talvez tenha razão — sussurrou Caroline desviando o olhar de Klaus. Fitou o telefone sobre o criado mudo, ao lado da cama — Posso usar?
O Mikaelson não sabia ao certo, mas se sentia tão diferente. Talvez fosse por conseguir Caroline, tê-la pelo menos vivendo sobre o mesmo teto que ele, dividindo a cama com ele. Mas ele sabia que tinha algo mais, uma insegurança diferente, o que seria aquilo se não ciume? E fora em meio a sua obsessão pela loira que ele se questionara a quem ela ligaria uma hora daquela.
Um amigo? Um amante? Silas?
— Não usará os telefones da casa, não precisa ligar para ninguém, se quiser eu resolverei seus problemas — disse ele fazendo a loira o encarar incrédula.
— Você só pode esta louco! Eu sou Caroline Forbes, antes a prostituta que você pensa que sou, eu tenho responsabilidades com a faculdade, com os formandos de direito, com o grupo de festas da faculdade e ainda mais os meus amigos.
"Amigos" a palavra se repetiu como um badalar de sinos para Klaus, irritando-o.
— Clientes você quer dizer!
Talvez a tivesse ofendido, provocado, mas o fato fora que ele pode sentir claramente todos os cinco dedos da loira em seu rosto, marcando-o, ele tinha plena certeza que ficaria marcado. Nunca mulher alguma tivera tanta aldacia como ela, nunca mulher alguma ousara encostar um dedo nele, com execessão dela. Klaus se irritou por aquilo, por que Caroline não podia simplesmente obedecer ele? Por que precisava ser tão irritante?
— Se me ofender de novo acordará sem o que tem entre as pernas! — ameaçou a loira visivelmente irritada, talvez mais do que ele — Contei a você o que eu e Rebekah fizemos com o ultimo que nos ofendeu?
— Você não tem o direito de me dar um tapa, tão pouco de me ameaçar! És uma prostituta, esta aqui porque eu estou pagando! Pagando lembra-se? Não é minha namorada, muito menos minha esposa, isso aqui não é sua casa, nada que esta aqui pertence a você! — Klaus vossiferou segurando o braço da loira quando ela levantara para da-lhe outro tapa.
Evitava olhar os olhos dela, pois sabia que estariam marejados, mas era a verdade, Caroline era uma prostituta, uma maldita prostituta que o causava sensações nunca sentidas antes com mulher alguma. Não só pelo sexo, ele sabia claramente que não era só por isso, mas tentava acreditar que era.
— Eu odeio você! E acredite eu sei o que sou, mas não preciso pagar para ninguém ficar ao meu redor, não preciso pagar para o meu advogado ser meu melhor amigo, muito menos para meus familiares ficarem perto de mim, não preciso pagar a uma mulher para me fazer compania, muito menos humilha-la para me sentir superior! — Caroline fechou os olhos assim que terminara de falar deixando finas lágrimas deslizarem pelo seu rosto, mesmo que contra vontade.
Sentiu o Mikaelson afrouxar o aperto em seu braço, deixando-a se soltar dele. A loira evitou olha-lo nos olhos, só conseguia pensar na vingança, vingança que ela desejava antes de tudo. Esqueceria seus sentimentos, humilharia Klaus e por fim acabaria com ele. Destruiria o grande forte que era os Mikaelson, e ela começaria seu plano o mais rápido possível.
Notas finais
Recomendacoes? Comentarios? lol
Talvez quarta tenha lol vou so me organizar >< e provavelmente postarei dois capitulos por semana *-*
Adoro vcs, ate >< *-*
Beijos da Sah ;*
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