Royalty.

10 Myrcella Baratheon - Princesa dos Sete Reinos.


Notas iniciais
I'm back! Dessa vez, prometo, sem grandes hiatus. Eu já tenho o próximo capítulo pronto e não demorarei mais de uma semana para postá-lo. E também tenho alguns outros escritos, guardados para caso não haja nenhum pedido de Rei, Rainha, Príncipe ou Princesa. Eu adorarei fazer do que for pedido por meus leitores, se é que ainda tenho algum após morrer por tanto tempo. Myrcella é filha de Cersei e Jaime Lannister, embora seja dito que seu pai é Robert Baratheon. Foi mandada para Dorne por Tyrion Lannister para apaziguar Doran Martell e, durante o Festim dos Corvos e a Dança dos Dragões (se não me engano), se tornou peça chave da conspiração de Arianne Martell. Para Grazi, que pediu algo sobre a Myrcella. Deixem comentários! Eu ficarei muito feliz em responder a todos e ainda mais em saber o que têm a dizer sobre o que escrevi. Até lá embaixo!

Myrcella, ao contrário do que todos pensavam quando viam a bela e doce princesa, via e ouvia tudo o que acontecia, apenas permanecia em silêncio.

Princesa de ouro.

Lannister.

Bastarda.

Ela sorria, bordava, cantava e dançava pela Fortaleza Vermelha como toda princesa deveria fazer. Diziam que era doce, dedicada e boa como sua mãe, a orgulhosa Rainha Cersei, não era. Myrcella agradecia em um tom gentil – sempre gentil, como ensinavam tão duramente a ser – e com uma mesura educada. Ninguém jamais suspeitaria que, por trás de seus maneirismos suaves, havia uma inteligência afiada.

Sabia, desde que aprendera a observar e analisar, quem era seu verdadeiro pai e não podia se importar menos com a verdade.

Ainda assim, sua bastardia era um problema.

Quem quereria uma cria de incesto?

Escondia aquele segredo profano e preocupante e muitos outros com um sorriso de boneca idílica e um olhar profundo e inocente de seus brilhantes olhos verde jade. Myrcella era boa jogando o jogo dos tronos, como ouvira Lorde Baelish chamar em um dia distante, e precisaria de tudo aquilo para sobreviver à Dorne que detestava o sangue que corria dentro de suas veias e que era um ninho de víboras.

Sobreviva, menina.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Têm críticas, sugestões, correções, elogios ou algo mais? Deixem tudo isso nos comentários! O próximo será sobre Nymeria de Ny Sar! Abraços, Palavra Perdida.